Meditação para ajudar na cura da depressão e da ansiedade

No mês oficial de prevenção ao suicídio, é preciso mais do que nunca falar do assunto. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil é o país com a maior taxa de pessoas com transtornos de ansiedade no mundo inteiro e o quinto em casos de depressão. Triste né?

É por isso que cada vez mais  especialistas têm se debruçado em torno de buscas de remédios e tratamentos. Juliana Zellauy, especialista em comportamento e desenvolvimento humano, ressalta como a meditação mindfulness pode ajudar a amenizar estes transtornos e trazer o paciente para um quadro mental mais otimista.

Juliana Zellauy

E mais do que nunca, nós, como mulheres de quarenta (ou mais), também temos de redobrar a atenção com nossa saúde mental. Afinal, além do estresse causado pela pandemia,pelo home office, pelo home schooling (no caso de quem tem filhos) e de toda uma rotina alterada pela Covid-19, temos de lidar com as oscilações hormonais decorrentes de nossa faixa etária.

A meditação mindfulness atenua a ansiedade por meio de mecanismos neurais envolvidos na regulação dos processos de pensamentos autorreferenciais negativos. Ou seja, com o mindfulness nós reduzimos nossa ”conversa interna negativa”.

Além disso, segundo Juliana, com a meditação, a pessoa aprende a perceber que suas emoções e pensamentos, são apenas emoções e pensamentos e não necessariamente refletem a realidade. Na verdade passamos a nos observar como alguém de fora.

Já no caso da depressão, o mindfulness atua de forma similar ao da ansiedade, também reduzindo os pensamentos autorreferenciais negativos.

Dito de outra forma, especialistas acreditam que a meditação não irá fazer a “chuva parar” (pensamentos ou emoções negativas), mas proporcionará ao indivíduo um espaço protegido dela, onde ele ganhará perspectiva e então poderá tomar decisões melhores com maior confiança e pró-atividade.

Para aqueles mais céticas, é importante ressaltar que todas estas considerações são baseadas na ciência, viu? A meditação atua no nosso cérebro principalmente no Cingulado Posterior (região envolvida pelas divagações mentais e auto relevância), no hipocampo esquerdo (que atua na memória, cognição, aprendizagem e regulação emocional), na Junção Temporo-Parietal (associada à tomada de perspectiva, empatia e compaixão) e no córtex pré-frontal (região executiva do cérebro responsável pelas habilidades de raciocínio, planejamento, tomada de decisão e comportamento social).

Em relação aos neurotransmissores, a meditação está principalmente associada ao neurotransmissor GABA, que ajuda a reduzir o estresse e a ansiedade; à dopamina (neurotransmissor responsável por modular as emoções, atenção, aprendizado e o humor) e à supressão do cortisol (principal hormônio associado ao estresse).

Então, mulheres, nada de preguiça. Meditar pode ser um remédio e tanto para ajudar a equilibrar nossa saúde mental no meio da loucura trazida pela pandemia. Bastam 10, 15,20 minutinhos diários para começar. Vamos nessa?

*Juliana Zellauy é formada em Programação Neurolinguística pela Achology (Academy of Modern applied Psychology), em Psicologia Positiva pelo IPPC (Instituto de Psicologia Positiva e Comportamento), em Mindfulness pela Unifesp (Departamento de Medicina Preventiva) e Especialista em Neurociências e Comportamento em formação pela PUC-RS (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul). 

Tratamentos para clarear a pele

As manchinhas na pele afetam quase todas as mulheres, por diversos motivos. Muitas recorrem aos tratamentos para clarear e amenizar ou eliminar as marcas que surgem devido à idade, à exposição ao sol, à gravidez, dentre outras causas.

Existem muitas alternativas de tratamentos para clarear a pele. Saber qual é a mais adequada requer a consulta e orientação de uma dermatologista, pois é preciso levar em consideração fatores como idade e tipo de pele para definir a forma mais adequada de livrar-se das manchas.

Nenhuma mulher deve buscar a solução para o problema sozinha, agir por conta própria ou usar um produto somente porque uma amiga ou familiar indicou por ter obtido um bom resultado. Esse tipo de atitude é arriscada e pode ter efeito contrário, ou seja, causar mais danos à pele e à saúde em geral.

CONHEÇA 4 TRATAMENTOS PARA CLAREAR A PELE
É preciso atuar de maneira responsável. Para não correr riscos, ter o acompanhamento de uma médica dermatologista nos tratamentos para clarear a pele é fundamental.

Dentre as opções, e após analisar o histórico de saúde da paciente, pode ser recomendada a realização ou o uso de:

PEELING QUÍMICO

É um tratamento que obtém bons resultados para solucionar manchas antigas. A partir do uso de ácidos com indicações específicas para cada tipo de pele, o peeling atinge a camada superior da pele, deixando-a mais clara e sem danos. Para esse tratamento, são necessárias cerca de 10 sessões para a pele ficar linda.

CLAREADORES

Substâncias clareadoras como a hidroquinona funcionam como agente despigmentante da pele. São muito usadas para tratar sardas, dermatite e melasmas. Na forma de creme, podem ser utilizadas em casa, pela própria paciente, conforme as orientações da dermatologista. O cosmético penetra na pele e impede que a pigmentação ocorra e cause a mancha.

MICRORROLLER

É constituído por um cilindro que contém agulhas finíssimas. Aplicado à pele, o microrroller pressiona a cútis para que se formem microlesões e a pele seja obrigada a se regenerar. Isso provoca a renovação do tecido e a produção de colágeno.

LUZ INTENSA PULSADA

É outro tratamento usado para clarear a pele. Utiliza raios luminosos para diminuir a pigmentação das manchas da cútis.

RESULTADOS DOS TRATAMENTOS
Há casos em que as marcas não desaparecem, e sim clareiam, mesmo após a realização dos tratamentos. Elas permanecem com o novo aspecto por muito tempo, desde que a prevenção solar se torne um hábito, pois pode haver recidiva caso não seja dada a devida atenção à proteção.

MINI-BIO JULIA OCAMPO**

Julia fez residência médica em dermatologia, tem título de especialista pela SBD e pela AMB. Foi professora de dermatologia clínica e cirúrgica em residências e pós graduação no Rio de Janeiro e São Paulo.

Atualmente é dermatologista em consultório particular em São Paulo e Rio de Janeiro, organizadora e docente de cursos de dermatologia, preceptora de procedimentos dermatológicos na residência de medicina da família e comunidade da Amil e speaker da Croma-Pharma.

Dicas para manter a alimentação saudável durante o isolamento social!

Estar em isolamento social não é fácil, e a vontade de comer muita besteira pode ser forte. Entretanto, é importante que saibamos manter uma alimentação da maneira mais regrada possível, e continuemos mantendo o nosso corpo em movimento, mesmo dentro de casa.

E para tornar essa missão mais leve, separamos algumas dicas para você. Confira:

1 – Tenha uma rotina

Ter uma rotina é uma ótima forma de tranquilizar a mente e manter a ansiedade distante. Além do mais, faz você sentir-se muito mais segura e calma.

2 – Teste novas opções alimentares

Repetir os mesmos quitutes constantemente pode fazer com que você se enjoe fácil de comidas saudáveis. Portanto, pesquisar receitas diferenciadas pode ser uma ótima forma de manter-se regrada. Inove em sabores, texturas e temperos. Que tal apostar mais em sucos naturais? Vale deixar a criatividade voar!

3 – Planeje o cardápio da semana

Já ter em mente planejado o que irá comer torna a escolha muito mais tranquila. Isso porque, na hora que bate a fome, dificilmente conseguimos fazer escolhas sábias. Portanto, já deixe toda a alimentação o mais pronta possível.

4 – Inove nos treinos

Fazer aquele mesmo treino diariamente pode ser uma tarefa tediosa, por isso, pensar em opções inovadoras pode te ajudar bastante na hora da escolha. Há uma série de treinos on-line que podem tornar esse momento mais interessante.

5 – Aproveite cada refeição

No dia a dia, muitas vezes acabamos nem aproveitando cada refeição da maneira devida. Mas agora, fazer o momento de alimentação como algo especial é ótimo para ter uma rotina alimentar mais consciente e saudável.

Por: Jéssica Mayara (@jessica.mjornalista) – jornalista, redatora, revisora e gestora de redes sociais. 

Descubra como manter a rotina de beleza durante a quarentena!

Manter a beleza em dia durante o período de isolamento social pode parecer uma tarefa um tanto quanto complicada de primeiro momento, uma vez que não podemos frequentar os salões de beleza. Entretanto, seguindo algumas dicas isso se torna muito fácil de ser feito.

Com alguns cuidados, você coloca a mão na massa, se cuida e ainda dá um up na sua autoestima, o que é muito importante nessa fase.

Pensando nisso, separamos para você algumas formas de se cuidar. Confira!

Cuidados com o cabelo

– Mantenha a frequência da lavagem;

– Passe shampoo apenas na raiz e o creme só no comprimento;

– Aposte em cremes de hidratação de pouco tempo de espera para agir o produto, assim você pode fazer no banho;

– Para cortar, com ele molhado divida-o no meio de forma simétrica, deixando duas mechas. Em seguida, torça cada uma delas, incline os cabelos para o lado oposto, e passe a tesoura nas pontas na vertical. Acerte as possíveis diferenças.

Cuidados com as unhas

– Faça as unhas uma vez por semana para mantê-las fortes;

– Passe cera nutritiva para hidratar a cutícula;

– Corte e lixe as unhas para que fiquem do mesmo tamanho e retas.

– Para tirar as cutículas, passe um creme hidratante nela e coloque-as por dois ou três minutos dentro de um potinho com água morna. Então, empurre-as com uma espátula e tire-as com o alicate;

– Passe removedor de esmalte nas unhas antes de começar a pintar. Então, passe uma camada de base nas unhas, depois duas do esmalte escolhido. Na segunda mão, retire os cantinhos com o palitinho, e reforce com o removedor para tirar qualquer vestígio;

– Passe um extra brilho para aumentar a durabilidade.

Para complementar toda essa rotina de beleza, você pode fazer algumas máscaras caseiras. Clique aqui e confira!

E assista a matéria da Rede Record, que teve como entrevistada a Vanessa Palazzi, onde ela conta como tem sido os seus cuidados!

Conheça métodos da ginecologia natural para aliviar a menopausa!

Recentemente, falamos por aqui de uma opção medicamentosa para tratar a menopausa. Hoje, nós trazemos sugestões que fazem parte da ginecologia natural para quem almeja cuidar do corpo sem usar tantos artifícios químicos.

Separamos diferentes estilos de técnicas para você escolher a sua preferida:

Aromaterapia – alguns óleos essenciais para serem colocados no difusor, aplicados nos pulsos, ou cheirados, podem causar grandes benefícios na menopausa:

  • Gerânio: regulador hormonal;
  • Funcho doce: estimula o estrogênio;
  • Rosas: para o amor próprio;
  • Ylan ylang: autoestima e afrodisíaco;
  • Lavanda: alivia os sintomas e o stress;
  • Neroli: alivia os sintomas e melhora a libido.

Óleo de borragem – em cápsula, gera uma série de benefícios:

  • Redução do stress;
  • Diminuição dos calores noturnos;
  • Amenização dos demais sintomas.

Vaporização uterina com Sálvia – Esquente por 10 minutos 2 litros de água para 40 gramas de folhas secas. Espere esfriar e sente sobre a vasilha (de vidro ou barro), agachada, de cócoras ou do jeito que achar melhor. Use lençóis ou cobertores para ficar bem aquecida:

  • Reduz ondas de calor;
  • Diminui a secura vaginal.

Converse com o seu médico para apostar em opções mais naturais em prol do combate aos sintomas da menopausa!

Por: Jéssica Mayara (@jessica.mjornalista) – jornalista, redatora, revisora e gestora de redes sociais. 

Dicas para fazer exercícios em casa

Manter os exercícios físicos em dia é extremamente importante, não apenas pelas questões que todos nós já conhecemos sobre o bem-estar, como também em prol do alívio da ansiedade e do medo. Para fazer isso em casa, há uma série de aplicativos, como o Nike Training Club, mas é essencial tomarmos alguns cuidados para preservarmos o nosso corpo.

Veja alguns abaixo:

1 – Use roupas adequadas

Por mais que esteja em casa, usar roupas leves é essencial para que você fique mais confortável. Aposte em vestimentas como saia de malha, bermuda ou calça legging, top e blusinha confortável.

2 – Faça treinos do seu nível

Por mais que você tenha vontade de fazer treinos evoluídos, é necessário que você siga exatamente o seu nível de exercícios. Selecione nos aplicativos as opções de acordo com a forma como já está acostumada.

3 – Alongue-se

Quando você se alonga, você faz com que o seu corpo fique mais flexível e tenha menos possibilidade de lesionar-se.

4 – Atente-se a necessidade de usar tênis

Alongamentos e aulas como yoga, por exemplo, geralmente não precisam de tênis. Entretanto, em exercícios de impacto é essencial. Portanto, a dica é: se o professor da aula estiver de tênis, use-o, mesmo estando em casa.

5 – Atente-se a respiração

Atentar-se a respiração é essencial para fazer as atividades da melhor forma. Quando fizer esforços, inspire. E conforme for soltando o corpo, vá liberando a respiração.

Descubra como combater os sintomas da menopausa!

Durante a fase da menopausa, período em que o corpo deixa lentamente de produzir os hormônios estrogênio e progesterona, o corpo da mulher passa por uma série de modificações, o que pode gerar alguns sintomas incômodos.

Caracterizada principalmente pela irregularidade da menstruação, ela conta, geralmente com os sinais abaixo. Lembrando, claro, que variam muito de acordo com cada mulher:

– Alterações de humor, com ansiedade e nervosismo;

– Mudanças no peso corporal;

– Cansaço frequente;

– Menor qualidade de sono;

– Queda de cabelos;

– Redução da libido;

– Desconforto e secura vaginal;

– Alterações na textura da pele;

– Esquecimento ou falta de concentração;

– Incontinência.

Entretanto, com as atuais tecnologias de medicamentos, há uma série de opções para ajudar a reduzir esses sinais. E uma delas é o GinSoy, da Nanopharm.

Com o selo de aprovação da ANVISA, ele tem como componentes produtos 100% naturais: óleo de linhaça, cártamo, girassol, borragem, gengibre e vitamina E.

Além do mais, ele conta com fitoestrogênios de qualidade, combatendo principalmente os sintomas de calorões, insônia, inchaço, irritação e ressecamento da pele.

Conheça para se sentir melhor durante essa fase: https://ginsoy.com.br/

Descubra se você está tomando água o suficiente!

Os cuidados essenciais diários são cada vez mais divulgados na internet, e um deles muito abordado é o de tomar água. Entretanto, apesar de falarem tanto sobre esse hábito, muitas vezes nós nem ao menos sabemos se estamos tomando a quantidade exata desse líquido precioso.

Pensando nisso, nós separamos hoje para você alguns sinais de que você não está tomando água o suficiente. Confira:

– Dor de cabeça;
– Cansaço;
– Mau humor;
– Inchaço;
– Pele seca;
– Dores nas articulações;
– Boca seca;
– Prisão de ventre;
– Metabolismo lento.

Assim, se você perceber qualquer um dos sintomas, comece a aumentar o nível de água de você consome. De acordo com a Clínica Beauty House, a cada 25 quilos que você tem, é necessário que você consuma um litro de água.

De forma prática, se você tiver 50 quilos, você irá ingerir dois litros.

Além do mais, caso você apresente esses sintomas, também é interessante que você procure um profissional para te avaliar. No caso de você ir a uma clínica de estética, haverá profissionais para analisarem exatamente o que acontece com você e quais as melhores formas de eliminar determinados sintomas, como o  inchaço, e poderão dar o veredito se é falta de água mesmo.

A Clínica Beauty House, por exemplo, conta com uma equipe de especialistas altamente capacitados para avaliá-lo e indicar os melhores tratamentos.

Entre em contato e agenda a sua avaliação.

Clínica Beauty House
São Paulo – SP
Jardins: Al. Campinas, 905 | Moema: Al. dos Arapanés, 271
Whatsapp Jardins (11): 9.9495-4409
Whatsapp Moema (11): 9.9175-4368

Por: Jéssica Mayara (@jessica.mjornalista) – jornalista, redatora, revisora e gestora de redes sociais. 

Descubra como fazer um detox para o começo de ano!

Festas de fim de ano, muitas vezes, são sinônimos de enfiar o pé na jaca e deixar os cuidados com o corpo de lado, não é mesmo? Isso é errado? Não, porém, já estamos no meio de janeiro, então é hora de começar a correr atrás do prejuízo.

Aquele mal estar pelo excesso de comidas e bebidas que inflamam o nosso organismo costuma ser um sintoma muito recorrente. Isso porque, exageramos em alimentos repletos de gordura ruim, açúcares, e demais compostos que caem em nosso estômago como uma bomba.

É claro que não devemos criar neuras mentais pela comilança exacerbada e “fechar a boca”, o foco não é esse. O essencial é regular a alimentação com itens realmente saudáveis para que o corpo comece a mandar todos os elementos que estão o intoxicando para fora.

Foto: Adobe Stock

Além do mais, há algumas ações que podem ajudar, e muito, nessa tarefa:

Água morna com limão em jejum, diurético e purificador;

Investir em alimentos desintoxicantes, como espinafre, couve, gengibre e alho;

Beber bastante água por dia, para saber a quantidade ideal para você, multiplique 35 ml pelo seu peso;

Tomar chá verde, além de ser refrescante se for gelado, é muito diurético;

Fazer uso de sucos detox.

E para te ajudar ainda mais, separamos duas receitas de detox para você fazer em casa:

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Suco de couve, pepino e maçã

Uma folha de couve, suco de meio limão, um pedaço de pepino sem casca e sem semente, uma maçã vermelha sem casca e 150 ml de água de coco. Bata tudo no liquidificador e beba gelado.

Suco de laranja com gengibre

Uma laranja sem a polpa branca, suco de meio limão, uma maçã gala ou Fuji, um pequeno pedaço de gengibre, uma folha de couve e meio copo de água. Coloque tudo no liquidificador e bata. Beba sem coar.

Agora que você já sabe como fazer aquele detox, conta pra gente os seus resultados depois de fazer.

Por: Jéssica Mayara (@jessica.mjornalista) – jornalista, atua com produção de conteúdo para sites e redes sociais.

Cuidados com o corpo no verão!

O verão, o calor e as festas de fim de ano… Será que existe um período melhor do que este? Já estou pegando meu protetor solar e indo para a praia!

Mas antes, quero dar algumas dicas sobre cuidados que você deve ter durante o verão. Afinal, não tem festa quando nossa saúde está em perigo, não é mesmo?

Beba com moderação
Desde a cervejinha até o famoso champanhe na virada do ano. O álcool causa a desidratação do corpo e isso é intensificado pelo calor mais forte durante a época de verão. Evite alimentos gordurosos e “pesados”. Por exemplo, se você estiver bebendo, prefira um acompanhamento mais “light”.

Maneire na exposição ao sol
Sol traz muita energia e até ajuda a melhorar o nosso humor. Porém, a exposição excessiva ao sol pode causar insolação e acelerar o processo de envelhecimento da pele. Aliás, não se esqueça do protetor solar.

Verão e a Vitamina D
Além da suplementação de Vitamina D, aproveite o sol também para absorver mais deste micronutriente. A Vitamina D desempenha funções importantíssimas no nosso corpo.

Ômega 3 + Vitamina D
Consumir esses nutrientes por meio da suplementação é uma forma prática e fácil de conseguir as quantidades necessárias para uma boa manutenção do organismo. Além disso, a Vitamina D é lipossolúvel, isso quer dizer que ela é melhor absorvida na presença de uma gordura, como o Ômega 3.

Saiba mais: https://conteudo.vhita.com.br/omega3-e-vitamina-d?utm_campaign=dez-om3_email_22__cuidados_com_a_saude_no_verao&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

Será o fim dos sintomas da menopausa?

Saiba se a menopausa está chegando e como combater os calorões e outros sintomas!

Alerta: a menopausa não é uma doença, porém seus efeitos costumam ser muito desagradáveis. Saiba se essa fase da vida já começou pra você e como tratar os sintomas.

Vamos falar um pouco sobre a diferença entre pré-menopausa, menopausa e climatério conceitos distintos e que acabam causando confusão na hora de defini-los. Vamos tratar de todos, entretanto, precisamos agora nos concentrar no primeiro, a pré-menopausa seus sintomas e indicativos.

Ciclo reprodutivo da mulher

  • Menarca: corresponde a primeira menstruação e marca o início do período fértil, que vai durar até a menopausa, ainda que a diminuição de taxas hormonais diminua bastante a fertilidade feminina a partir dos 35 anos mais ou menos, o que se acentua com os primeiros sintomas da menopausa, a pré-menopausa.
  • Pré-menopausa: inicia nos anos anteriores da menopausa, por volta dos 45 anos e costuma durar de 3 a 7 anos.
  • Menopausa: tem como marco inicial a última menstruação, fim do período reprodutivo da mulher.
  • Climatério: tem início após o último ciclo menstrual.

Pré-menopausa

A menopausa meio que avisa que vai chegar, a mulher ao longo do tempo vai recebendo vários sinais de que alguma coisa mudou em seu organismo, essa fase de mudanças, causadas principalmente por alterações hormonais, são percebidas de formas diferentes pelas mulheres, mas as principais alterações são:

  • Fogacho ou calorão

Esse é um dos sintomas que mais incomodam, um calor que se concentra na parte superior do corpo, subindo pelo peito até o rosto, parece que não tem hora para acontecer, porém, à noite é que o bicho pega de verdade. Causa muita irritação em algumas mulheres, não é para menos.

  • Ciclo menstrual irregular

Os ciclos menstruais tendem a alterar em períodos, tornam-se mais longos ou mais curtos. Varia também a quantidade de fluxo, tende a diminuir com o tempo, até finalmente desaparecer. A imprevisibilidade pode se outra fonte de irritabilidade, pois as vezes os sintomas de que vai menstruar são claros, mas a menstruação nunca vem como antes.

  •  Irritabilidade e variações de humor

As alterações hormonais são as principais causas da irritabilidade e variação de humor, porém os outros sintomas acabam potencializando essas situações. Ninguém merece somar calorão, menstruação que não vem quando se espera e ciclos de hormônios que mais parecem uma montanha-russa.

  • Insônia

De novo as alterações hormonais são a principal responsável por esse sintoma. O calorão e a irritabilidade tornam o sono mais difícil ainda. Como mulher sofre, afff.

  • Secura vaginal

A diminuição do estrogênio os tecidos vaginais tendem a ficar mais secos que o normal, o que pode causar também desconforto durante o ato sexual.

  • Diminuição da libido

Durante a pré-menopausa é bastante comum a perda do apetite sexual. A própria diminuição de estrogênio ou desconforto durante o sexo devido à secura vaginal aceleram esse processo. Fica muito difícil a mulher achar que vai ter prazer durante o sexo.

Observe outros fatores físicos, emocionais e psicológicos que costumam aparecer na pré-menopausa:

  • infecção urinária;
  • alterações na memória e dificuldades de concentração;
  • depressão e ansiedade;
  • problemas e dores nas articulações;
  • pele seca;
  • queda de cabelo;
  • fraqueza nas unhas;
  • cansaço;
  • aumento de peso;
  • dores nos seios;
  • enxaqueca;
  • aceleração do batimento cardíaco;
  • pelos no rosto;
  • inchaço abdominal e constipação;
  • maior tendência a desenvolver a osteoporose.

É muita coisa que pode acontecer com nosso corpo, mas somos fortes e tem muitas maneiras para se passar por essa fase sofrendo menos. Tente antes de tudo manter uma rotina saudável de atividades físicas, de alimentação e procure administrar o estresse no trabalho e as relações afetivas. Procure sempre orientação de um ginecologista.

Tratamentos dos sintomas da pré-menopausa

Ainda que falemos em tratamentos, talvez não seja esse o termo mais adequado, dado que a menopausa não é uma doença. Em todo o caso, esse processo natural do corpo feminino causa desconfortos que podem ser amenizados com orientação médica. Vejamos alguns deles:

Tratamento de Reposição Hormonal (TRH)

Nesse tipo de tratamento para os sintomas da pré-menopausa a mulher faz a reposição do hormônio estrogênio. É importante que antes de iniciar esse tipo de terapia sejam feitos exames para verificar os níveis hormonais e uma análise clínica. Com isso, evitam-se vários sintomas, principalmente os calorões, alterações de humor, dores nas articulações, entre outros. Porém, muitas mulheres não se dão bem com esse tipo de tratamento, pois assim como não se adaptam a qualquer anticoncepcional, não conseguem ir bem também com o hormônio, tendo efeitos colaterais tão deletérios quanto os da própria menopausa.

Outras mulheres sentem-se inseguras com o tratamento hormonal por causa de um medo de desenvolverem câncer com o tratamento. O seu ginecologista é fundamental para amainar todas as suas dúvidas.

Antidepressivos

Alguns remédios antidepressivos podem atuar junto ao cérebro, estimulando a produção de serotonina, o que auxilia no controle dos calores da menopausa e melhora a qualidade de vida da mulher quanto a aspectos de ansiedade e depressão.

Nutrição e exercícios físicos

Dieta equilibrada, com alimentos que possam auxiliar o organismo na reposição dos hormônios, eleva as chances de a mulher sentir menos os impactos dos sintomas da pré-menopausa. Ao lado disso, estão as atividades físicas durante este período, que podem melhorar bastante a qualidade de vida durante esse período.

Tratamento com produtos naturais

Alguns produtos naturais são precursores de hormônios femininos, como o estrogênio. Outros atuam diretamente nos sintomas da depressão. Vitaminas melhoram as condições corporais, o que no geral refletem em diminuição de efeitos negativos da pré-menopausa.

Alguns produtos: óleos de gergelim, óleo de girassol, óleo de linhaça, óleo de borragem, óleo de prímula, óleo de cártamo, Gynseng, lecitina de soja, vitaminas E, vitaminas do complexo B, chá de folha de amora.

Compostos naturais e de óleos essenciais podem melhorar as condições da pré-menopausa, porém não é prudente dispensar aconselhamento médico apenas por serem produtos naturais, pois os mesmos podem ter outros efeitos colaterais, além de causar alergias em algumas consumidoras.

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Não brigue com o seu cisto de ovário

Sempre escuto no consultório, de pacientes que ainda não passaram em consulta comigo, queixas como: “tenho cistos nos ovários”, “tenho ovários policísticos”, “tomo pílula por causa do cisto”. Pois bem, meninas, saibam uma coisa: ter cisto no ovário faz parte da vida da mulher! Portanto, não sofram! E vou explicar o porquê.

Antes de tudo, vamos entender um pouco melhor os ovários.

Eles são órgãos fundamentais para o dia a dia de uma mulher, responsáveis por produzir hormônios que vão nortear suas funções femininas e guardar os ovinhos – os óvulos – para engravidar. A mulher já nasce com a quantidade de óvulos definida para a vida toda, e na puberdade conta com um número entre 300 e 500 mil deles.

A cada mês o organismo escolhe um desses óvulos para crescer e sair do ovário, na tentativa de encontrar o espermatozoide e gerar uma nova vida. Esse processo leva um ciclo todo e, se não der certo, a mulher menstrua.

A história é linda, mas quando você vai fazer um ultrassom, um pesadelo pode surgir.

Isso porque esse óvulo, que cresce, é um cisto na imagem que aparece na nossa tela. Para a gente, que faz o exame, parece uma bolinha com água dentro. Um cisto simples! Completamente benigno e que vai desaparecer em alguns dias. Só que algo tão inocente acaba virando um pesadelo quando vocês não são corretamente informadas, correm para a internet para descobrir o significado do resultado e pronto, passam a acreditar que têm cistos no ovários, ovários policísticos, enfim.

O susto é ainda maior quando uma paciente jovem vai fazer esse exame e, exatamente por ser jovem, tem muitos ovinhos nos ovários. Consequentemente, muitos cistos, pequenos, também benignos – o tal do ovário (micro) policístico. E ainda bem que eles estão lá, porque eles vão te ajudar a engravidar (caso seja a sua vontade, claro).

Mas por que então tanto tabu e medo quando se fala nisso?

Porque existe a SOP – Síndrome dos Ovários Policísticos. Importante frisar aqui que ter ovários policísticos é bem diferente de ter a Síndrome dos Ovários Policísticos.

Essa síndrome é uma alteração hormonal caracterizada pelo excesso de hormônios androgênicos (masculinos – por isso algumas pacientes apresentam excesso de pelos); pelos distúrbios menstruais (menstruação com intervalos maiores) e o aspecto policístico dos ovários no ultrassom.

A SOP traz consequências para o corpo e para a saúde da mulher, como obesidade, alterações nos índices de colesterol, pressão alta e maior propensão ao diabetes. Ainda assim, o problema desta síndrome não são os cistos em si, e sim um desequilíbrio hormonal. A SOP também atrapalha a fertilidade porque não permite a ovulação mensal como deveria acontecer.

Claro que vez ou outra pode aparecer um cisto com características benignas, porém muito grande, que dificilmente desaparecerá sozinho. Também aparecerá aqueles com características malignas, mas este diagnóstico, acredite, não será definido a partir de um exame de imagem. O que fazer a partir de um suspeita em relação a um cisto, a conduta tomada, será indicada por um especialista, já que cada cisto pede uma abordagem diferente.

Por fim, há ainda a chance de, em um ultrassom dos ovários, aparecer um nódulo. Esse nódulo pode também ser definido como um “carocinho” e possui características bem diferentes do cisto. No entanto, assim como os cistos, pode igualmente ser benigno ou maligno. Por fim, vale aqui também o conselho de não se desesperar com esse resultado. Espere e converse com o seu ou sua ginecologista, que te ajudará a entendê-lo.

Por: Rodrigo Ferrarese – Médico, especializado em uroginecologia, em endoscopia ginecológica (https://www.instagram.com/dr.rodrigoferrarese/)

Descubra o quanto a vitamina D influencia na sua vida!

O calor já chegou ao Brasil, e junto dele, é chegado o momento de renovarmos os nossos níveis de Vitamina D. Essencial para o nosso corpo, ela é 80% produzida por nós mesmas com auxílio do sol.

Ela pode ser classificada em cinco formas diferentes:

  • 1° – Vitamina D ou calciferol  se refere a sua fórmula química, e é genericamente atribuído a vitamina D2 e a vitamina D3;
  • 2° – Vitamina D2 ou ergocalciferol – vitamina D de origem vegetal, e um dos tipos de suplementos encontrados;
  • 3° – Vitamina D3 ou colecalciferol – essa é a vitamina D de origem animal, e o outro tipo de vitamina D encontrado na forma de suplemento. Segundo pesquisas recentes, a vitamina D3 é melhor aproveitada pelo organismo em comparação a vitamina D2 (Ergocalciferol);
  • 4° – Calcidiol – representada pela nomenclatura química 25-hidroxivitamina D ou 25-(OH)D. Esse nome é dado para a vitamina D presente nos organismos depois de ser absorvida pelo fígado e disponibilizada na corrente sanguínea. O que significa que esse será o nome que você irá encontrar em pedidos de exames;
  • 5° – Calcitriol – representada pela nomenclatura química 1,25-dii-hidroxivitamina D ou 1,25 (OH)2D. Esse é nome de quando a vitamina D já está apta a promover os benefícios ao organismo.

Os seus benefícios são diversos, agindo positivamente em múltiplos pontos do organismo:

  • Melhora da composição corporal;
  • Prevenção de doenças ósseas como a osteoartrite, osteomalácia, osteopenia e raquitismo;
  • Prevenção da perda de massa muscular;
  • Adequada manutenção da estrutura cardíaca;
  • Diminuição de quadros inflamatórios no organismo; 
  • Menores chances de autismo;
  • Tratamento da esclerose múltipla;
  • Função imunológica.

Por mais que muitas vezes, justamente pelo forte sol do verão, nós acabemos absorvendo menos quantidade de vitamina D, é essencial que tenhamos ao menos 15 minutos diários de exposição solar.

Mas claro, isso deve ser feito com cuidado, expondo-se ao sol apenas até às 10h, no período diurno, ou após as 16h.

Alimentação

Outra forma muito interessante de garantir vitamina D é por meio da alimentação:

  • Peixes gordurosos de águas profundas e geladas (salmão, cavala, sardinha, óleo de fígado de bacalhau);
  • Alimentos de origem vegetal como leveduras, fungos e cogumelos (Shiitake);
  • Ovos;
  • Leite e derivados.

Suplementação

Além do mais, você pode garantir que o seu nível de vitamina D esteja sempre em dia, principalmente por meio da devida suplementação.

Dessa forma, você poderá se expor ao sol sem tanta frequência com garantia de que estará saudável.

Saiba mais: https://blog.vhita.com.br/preco-da-vitamina-d/

Por: Jéssica Mayara (@jessica.mjornalista) – jornalista, redatora de conteúdo para site e redes socias.

Menopausa: um tabu no empoderamento feminino

Somos mais de 20 milhões de mulheres no mercado formal de trabalho no Brasil e diante de inúmeros desafios, como a equidade salarial, cargos de liderança, e dupla jornada, ainda temos o desafio velado chamado Menopausa.

Assunto quase proibido entre as próprias mulheres, a menopausa pode sim trazer um grande impacto para o empoderamento feminino. Isso porque os efeitos do desbalanço hormonal no corpo da mulher impactam negativamente não só na disposição, memória ou sono mas, no ambiente de trabalho, tem uma grande parcela de culpa na diminuição da autoconfiança.

Tanto se fala sobre os vieses inconscientes e diversidades, e pouco se aborda sobre os comentários maldosos feitos à boca miúda entre os participantes de uma reunião, a um pedido da mulher madura para diminuir a temperatura do ar condicionado, ao suor aparente ou ainda às perdas repentinas de memória.

Me chama a atenção o fato de que a expectativa de vida das mulheres aumentou, de que elas conquistam cada vez mais independência e infelizmente ainda se vejam inseguras ao lidar com esse assunto, somando isso às dificuldades já enfrentadas no mercado de trabalho e na vida.

Como médica também me surpreendo de que poucas mulheres sabem que o climatério vai muito além das questões ginecológicas e deve ser tratado com um olhar holístico em todas as suas esferas. A idade da menopausa não mudou apesar de todas as evoluções dos anos e a mulher precisa aprender a lidar com o fato de viver, pelo menos, 1/3 de sua vida sem a produção fisiológica dos hormônios femininos, porém sabendo que tem a opção de contornar suas consequências.

No consultório ouço com muita frequência o quanto as mulheres acabam tentando esconder ao máximo o que estão sentindo para não parecerem velhas, vulneráveis ou improdutivas em seu ambiente de trabalho.

Num momento em que pesquisas indicam que companhias que possuem ao menos uma mulher em seu time de executivos são mais lucrativas , isso porque essas empresas tem 50% mais chances de aumentar a rentabilidade e 22% de crescer a média da margem ebitda, levanto a bandeira para que mais empresas e líderes incluam a questão do preconceito à mulher madura em suas pautas de igualdade.

Mas, mais que isso, quero trabalhar ainda para lembrar às mulheres de que elas têm na medicina uma aliada, através da avaliação e conduta médicas individualizadas, colaborando para que se mantenham produtivas, empoderadas e no auge de suas atividades sociais e profissionais, sem se renderem à mais uma cruel imposição velada da sociedade.

Dra. Daniela Miranda – Endocrinologista formada pela Universidade Federal do Pará, com residência médica e  doutorado pela Santa Casa de São Paulo e fundadora do Projeto 40+Linda, que promove de maneira pioneira, um olhar holístico à saúde da mulher acima dos 40 anos com a união de três especialidades médicas (endocrinologia, ginecologia e dermatologia), em atendimento conjunto e multidisciplinar.

Clínica Merit
Rua Mato Grosso, 306. Conj:1614- Higienópolis, São Paulo-SP.
Whatsapp (11) 9 9184-5481
Instagram: @40maislinda

A vida rosa depois dos 40

Mais um outubro acaba e, com ele, todas as cores rosas espalhadas pela cidade. Não quero falar mais uma vez sobre o câncer de mama porque nesse mês, vocês já devem estar cansadas dele. 

Mas precisamos continuar falando de prevenção o ano todo! Apesar do câncer de mama ser o mais frequente nas mulheres (depois do câncer de pele), a atenção não deve estar voltada só à ele. Outros tipos de câncer também acometem bastante esse público,  como o câncer do colo do útero,  do estômago e do intestino. 

Porém, não adianta vocês se atentarem para essas doenças, ter a mamografia em dia e, de repente, passar por um infarto agudo ou um acidente vascular cerebral (AVC). Isso porque todas se assustam com essas doenças mais temerosas, mas não se atentam para a principal causa de morte no mundo: as doenças cardiovasculares. 

Com a finalidade de orientar sobre os cuidados com sua saúde, trago alguns dos exames mais importantes aos quais a mulher de 40 deve ser submetida além da mamografia. 

Claro que a escolha dos procedimentos só deverá ocorrer após uma avaliação clínica individual e que aqui são apenas algumas sugestões para esclarecer a importância de cada um deles.

O exame colpocitológico – ou Papanicolaou, para os mais íntimos – é fundamental para diminuir a incidência do câncer do colo uterino. Ele detecta algumas alterações nesta região antes de elas virarem câncer.  Hoje existem algumas opções mais modernas, como a captura híbrida de HPV e a genotipagem do HPV, cujas intenções são similares, mas o bom e velho “papa” já ajuda bastante! 

Para as mulheres de 40 que já entraram na menopausa, a densitometria óssea é importante para identificar alterações na composição do osso, como osteopenia ou osteoporose. Com isso, permitir um acompanhamento melhor para evitar fraturas na terceira idade. Ainda para aquelas no climatério, um perfil hormonal ajuda a entender melhor essa fase e como aliviar melhor seus sintomas. 

Outro exame que pode ser pedido nessa faixa  etária,  mas mais comumente após os 50 anos, é a colonoscopia. Com ele, é possível localizar lesões, como pólipos intestinais, que se não retirados, podem causar o câncer colorretal. Uma alternativa mais fácil,  porém não melhor, é  a pesquisa de sangue oculto nas fezes.

Ainda, alguns exames laboratoriais são fundamentais, como a glicemia (para diagnosticar diabetes) e colesterol total e suas subdivisões.  Quando há diabetes ou dislipidemia, o risco de doença cardiovascular aumenta!

Para as fumantes, um raio-x do tórax permite visualizar possíveis alterações pulmonares, e para as já portadoras de diabetes, dislipidemia ou hipertensão,  um eletrocardiograma é indicado para ver como o coração está.

As ultrassonografias, incluindo a transvaginal,  não são indicadas de rotina, mas se feitas, permitem uma avaliação da área em específico,  sem riscos associados ao exame. Atenção: o ultrassom de mamas não substitui a mamografia!

Por fim, vou repetir um pouco do mesmo, mas de suma importância: tanto para o câncer como para as doenças cardiovasculares, o mais  importante é a prevenção primária.  Sim, já está comprovado que uma vida saudável,  com sono em dia, com atividades físicas constantes e com alimentação adequada pode afastar essas enfermidades. Claro, além de cessar o tabagismo. 

É muito mais difícil tratar uma doença quando ela aparece. Vamos tratar suas causas para dificultar o seu aparecimento.

Por: Rodrigo Ferrarese (ginecologista)

Colágeno Verisol – por que ele é a opção mais indicada?

Você já viu aqui no Mulheres de Quarenta o que é colágeno, para o que serve e qual o tipo mais indicado para ser utilizado: verisol. Hoje, você vai aprender especificações desse tipo de colágeno, que é muito procurado por pessoas que querem dar um verdadeiro up em sua saúde e aparência física.

O que é e sua atuação

Colágeno Verisol é o nome dado ao suplemento natural proteico de peptídeos bioativos de colágeno do tipo 1, contando com uma série de aminoácidos livres benéficos para o organismo. Entre os seus múltiplos benefícios, podemos encontrar principalmente o combate aos sinais de envelhecimento de unhas, pele e cabelo.

O organismo absorve os seus aminoácidos livres para auxiliar na formação da matrix extracelular da derme e estrutura da epiderme (camadas da pele). 

Indicação

O colágeno verisol é ideal para diversas fases da vida, cada uma com um propósito diferente.

Tanto mulheres quanto homens podem usá-lo, sendo muito indicado a partir dos  25 anos de idade em prol da prevenção de sinais de envelhecimento precoce no corpo.

Já quando é atingido o número de 35 anos, o suplemento é passado para a prevenção e tratamento de sinais do envelhecimento que passam a surgir nessa idade, como linhas de expressão.

Agora, aos 40 anos, ele é ainda mais recomendado para o tratamento de rugas, flacidez e queda de cabelo.

Contraindicação

Essa categoria de colágeno é natural, portanto não há contraindicação para o consumo. Porém, tanto ele como qualquer outro suplemento é essencial que um médico ou nutricionista sejam consultados antes do início do uso.

Dica

Na hora de escolher a marca do colágeno verisol para comprar, é essencial que você opte por uma opção 100% natural, para garantir a procedência do produto. Uma opção super viável é o colágeno da marca Vhita, que é composto completamente pelo colágeno verisol, sem qualquer tipo de outro conservante.

Se você quiser saber mais sobre o tema, acesse: https://blog.vhita.com.br/colageno-hidrolisado-melhor-marca/ 

Por: Jéssica Mayara (@jessica.mjornalista) – jornalista, redatora, revisora e gestora de redes sociais. 

Chega de pão. Veja os alimentos que saciam a sua fome!

Pão na chapa e café com leite: o famoso café-da-manhã brasileiro, principalmente quando falamos da cidade de São Paulo, polo comercial em que o corre corre faz com que não tenhamos tempo sequer de comer em nossas casas, precisando geralmente nos alimentar durante o caminho. 

Porém, apesar do pãozinho francês ser uma delícia, ele e qualquer outro tipo de pão podem ser super calóricos, não sendo indicados em alguns tipos de dieta.

Porém, há uma grande variedade de alimentos que podem substitui-los e deixar você bem saciada após comer. Confira alguns:

  1. Aveia

Com alta quantidade de fibras que se expandem no organismo, a aveia demora um pouco para ser digerida, aumentando a sensação de saciedade.

2. Banana

Além de ser uma das frutas mais práticas de comermos, a banana é uma grande fonte de fibras que proporciona sensação de saciedade.

3. Maçã

Rica em pectina, tipo de fibra que faz com que tenhamos saciedade, a maçã além de tudo é um alimento para lá de nutritivo.

4. Iogurte grego

Cheio de proteína e pouco calórico, a maior vantagem desse iogurte é o fato de que ele pode ser consumido entre as refeições, o que faz com que ele aumente a sensação de saciedade.

5. Queijo cottage

Com baixo teor de gordura e poucas calorias, o queijo cottage é mais um que faz com que haja a sensação de saciedade. Ele pode ser consumido temperado com manjericão, por exemplo, que fica delicioso.

Observações:

Apresentamos para vocês apenas algumas dicas de alimentação, porém se você quiser realmente emagrecer, procure um nutricionista que te passará a dieta correta.

Ômega 3 auxilia no tratamento do câncer de mama

Você já viu aqui no Mulheres de Quarenta os diversos benefícios em suplementar o elemento ômega 3, mas hoje, trazemos para você uma função não muito falada dele, mas que é super importante: benefício no tratamento do câncer de mama.

Sabemos que o tratamento do câncer de mama envolve uma série de medicações e procedimentos muito fortes, portanto, saber que algo natural pode ser útil para essa doença é um grande passo, já que ele não gerará qualquer efeito colateral.

Uma vez que estamos em outubro, mês que acontece a famosa campanha Outubro Rosa, que tem como intuito salientar a necessidade de um diagnóstico rápido em casos de câncer de mama e ressaltar a importância de hábitos saudáveis, temos a oportunidade perfeita para falar do assunto.

Para começar a refletir sobre isso, devemos pensar nos benefícios gerais que ele agrega ao corpo, tendo como um dos principais a redução no processo inflamatório do organismo. Essa característica ligada ao fato de que os tumores malignos surgem relacionados a processos inflamatórios, já é o primeiro indício de que o ômega 3 pode ser realmente importante.

Algumas pesquisas ao redor do mundo, como na Universidade de Medicina de Lisboa, afirmam exatamente a ação positiva do ômega 3 em tratamentos do câncer, elas mostram que ele age na supressão do desenvolvimento do tumor, redução de riscos de manifestação da doença e melhora do bem estar do paciente.

Porém, mais do que simplesmente suplementar, é necessário que esse elemento seja de vez incluído na alimentação por meio de uma alimentação saudável, o que aponta a necessidade da ação de um nutricionista no caso.

Procure um nutricionista, informe-se sobre qual a melhor forma de se alimentar ao ser diagnosticada com câncer, e procure ômega 3 de qualidade, como o disponibilizado na loja Vitha: https://blog.vhita.com.br/omega-3-como-escolher-e-marcas-recomendadas/  

Por: Jéssica Mayara (@jessica.mjornalista): jornalista, atua com produção de conteúdo para redes sociais e blogs, e assessoria de comunicação!

Outubro Rosa: alerta em prol do diagnóstico do câncer de mama

Outubro é o mês lembrado como outubro rosa, campanha para salientar a importância da prevenção e do diagnóstico ágil e preciso do câncer de mama, doença mais comum entre as mulheres pelo mundo e no Brasil, ficando atrás apenas para o câncer de pele não melanoma, de acordo com o INCA.

É essencial para todas as mulheres que estejam atentas aos sinais e sintomas da doença, principalmente após os 50 anos, para que caso haja qualquer alteração suspeita, seja feita a devida identificação o quanto antes.

Para isso, é  importante que você vá ao médico anualmente, e o quanto antes no caso de aparecer qualquer um desses sintomas: edema cutâneo (na pele), semelhante à casca de laranja; retração cutânea; dor; inversão do mamilo; hiperemia; descamação ou ulceração do mamilo; secreção papilar, especialmente quando é unilateral e espontânea.

Durante todo o outubro rosa, há diversas campanhas para falar sobre o assunto, inclusive por meio de locais governamentais, como é a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Av. Pedro Álvares Cabral, 201 – Auditório Franco Montoro) que realizará um evento logo no primeiro dia do mês, uma terça-feira.

Juntamente com o deputado estadual Altair Moraes, será realizada a abertura oficial da campanha a partir das 19h.

Dentre os apoiadores dessa bela iniciativa, está o Mulheres de Quarenta e o La Pasta Gialla, fortalecendo a necessidade do devido diagnóstico.

O evento é aberto ao público e contará com a participação de médicas especializadas no assunto para você aprender mais sobre e cuidar de sua saúde da melhor forma. Confira o evento: https://www.facebook.com/events/2463726087245435/ 

Descubra os benefícios dos chás e quais tomar!

Chás, uma terapia milenar muito usada principalmente em países asiáticos e com uma série enorme de benefícios para o corpo e a mente. Feito geralmente por meio de infusão, que é quando você ferve água e depois coloca as plantas e abafa, o chá conta com compostos bioativos do grupo dos polifenóis. 

Esses elementos são substâncias com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, gerando uma série de benefícios, inclusive como a melhora de doenças degenerativas, redução da inflamação sistêmica e do estresse oxidativo, prevenção do ganho de peso e de doenças como hipertensão e cardiovasculares.

Pensando nisso, o Mulheres de Quarenta separou para você os 3 principais ingredientes para fazer chá e ter um grande número de benefícios: 

1 – Manjericão

Benefícios: Melhora na digestão e redução da glicemia de jejum e após a alimentação, auxilia na redução do colesterol no sangue, age como um calmante amenizando a ansiedade e insônia, ameniza tosses alérgicas, gripes e resfriados.

Contra-indicação: gestantes, crianças menores de 6 anos, pessoas com gastrites e úlceras gastroduodenais, síndrome do cólon irritável, colites, hepatopatias, epilepsia, Parkinson e hipoglicemia.

2 – Chá verde

Benefícios: Auxilia a desintoxicar o fígado, combate radicais livres, estimula a diurese e a termogênese (acelera a quebra de gordura no corpo). 

Contra-indicação: Grávidas, crianças, pessoas com gastrite, úlceras gastroduodenais, com sistema cardiovascular debilitado, doenças renais e hipertireoidismo, ansiedade, insônia e taquicardia.

3 – Camomila

Benefícios: Calmante, auxilia a cicatrização de feridas e corte, antisséptico, antialérgico, anti-inflamatório, redução de cólica, regulação do sistema digestivo, controle da ansiedade e insônia, regulação do sistema respiratório e redução de sintomas irritantes na pele, como picadas de inseto ou dermatites.

Contra-indicação: Gestantes.

Observações: É imprescindível que os chás sejam adquiridos de um local confiável, garantindo que ele seja 100% puro, como é o caso da Vhita. Saiba mais sobre essa marca: https://blog.vhita.com.br/tomar-cha-e-bom-pra-que/ 

 

 

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