Separação e filhos pequenos: como lidar da melhor forma!

A decisão de se separar quando há filhos pequenos envolvidos é uma jornada emocionalmente desafiadora, onde o cuidado e a sensibilidade tornam-se imperativos. Reconhecer o impacto dessa transição nas crianças é crucial para criar um ambiente que promova seu bem-estar.

Aqui estão algumas dicas para navegar por esse momento delicado:

1. Comunicação Aberta:
Manter uma comunicação aberta e honesta com seus filhos é essencial. A linguagem utilizada deve ser adequada à idade, proporcionando-lhes uma compreensão clara, sem criar ansiedade desnecessária.

2. Estabilidade e Rotina:
Em meio às mudanças, a estabilidade é fundamental. Tente manter as rotinas diárias o mais consistentes possível. Isso proporciona uma sensação de segurança aos seus filhos em um período de incerteza.

3. Cooperação Entre os Pais:
Priorize uma cooperação respeitosa com o  pai. Demonstrar unidade em relação às necessidades e ao bem-estar dos filhos ajuda a criar um ambiente mais harmonioso.

4. Profissional de Apoio:
Considere a possibilidade de envolver um profissional, como um psicólogo infantil, para fornecer orientação emocional tanto para os pais quanto para as crianças durante essa fase de transição.

5. Evite Conflitos Visíveis:
Reduza ao máximo conflitos visíveis entre os pais na presença das crianças. Isso minimiza o estresse e a confusão que podem surgir ao testemunhar disputas.

Lidar com uma separação quando há filhos pequenos requer empatia, paciência e um compromisso contínuo com o bem-estar da família. Ao seguir essas dicas, você pode construir uma base sólida para uma transição mais suave, ajudando seus filhos a compreender e aceitar as mudanças em suas vidas.

Quem fica com a “guarda” dos pets após o divórcio?

Veja 5 sinais de ansiedade por separação em cães | Petlove

Ninguém discute que os animais de estimação fazem parte da vida das pessoas, sendo, muitas vezes, considerados como filhos por seus tutores, estimando-se em quase 50 milhões o número de pets no Brasil e, por esse motivo, a discussão acerca da guarda e direito à visitação em casos de separação, divórcio ou dissolução de união estável, chegou aos tribunais brasileiros em 2019, e o Superior Tribunal de Justiça- STJ considerou ser possível a regulamentação judicial de visitas a animais de estimação, até então, em decisão inédita para um tribunal superior.

O STJ, por maioria de votos, confirmou a decisão proferida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) que fixou regime de visitas para que o ex-companheiro pudesse conviver com uma cadela yorkshire adquirida durante o relacionamento, e que ficou com a mulher depois da separação.

Apesar de enquadrar os animais como bens semoventes, ou seja, suscetíveis de movimento próprio e passíveis de posse e propriedade, a turma concluiu que os bichos não podem ser considerados como meras “coisas inanimadas”, pois merecem tratamento peculiar em virtude das relações afetivas estabelecidas com os seres humanos.

Beautiful couple spend time on a forest

O caso sob julgamento era o seguinte: um casal adquiriu uma cadela yorkshire, no ano de 2004, quando tinha uma união estável e, após o término da relação, em 2011, o animal ficou inicialmente com o homem, mas, tempos depois, passou a viver com a mulher, que o impediu de visitar o animal, causando “intensa angústia” ao ex- companheiro.

Foi proposta, por ele, uma ação de regulamentação de visitas, tendo a sentença considerada que o animal não poderia integrar relações familiares equivalentes àquelas existentes entre pais e filhos, concluindo que a cadela é objeto de direito, não sendo possível regular, por via judicial, a visitação.

Em grau de recurso, o Tribunal acolheu o pedido e fixou as visitas em períodos como finais de semana alternados, feriados prolongados e festas de final de ano, o que foi mantido pelo STJ.

Em seu voto, o relator do caso ponderou que, atualmente é preciso refletir se esses animais de companhia devem ser tidos como simples coisas (inanimadas) ou se merecem tratamento diferenciado, ainda mais diante do atual conceito de família e sua função social.

Young woman sitting on chair at patio loving her pet cat

Durante o julgamento, foi mencionada a recente pesquisa do IBGE que revela existirem mais cães e gatos em lares brasileiros do que crianças, não se podendo desprezar o relevo da relação do homem com seu bicho, negando o direito dos ex-companheiros de visitar ou de ter consigo o seu cão, desfrutando do seu convívio.

Mais recentemente, outra ação chegou ao STJ e ela se referia a cobrança de “pensão alimentícia” para o cuidado e sustento de dois pets. Uma mulher propôs a ação contra o seu ex-companheiro e conseguiu indenização de R$ 20.000,00 pelos gastos já feitos, além de uma “pensão” mensal de R$ 500,00 para suprir os cuidados com os animais.

O homem apresentou recurso contra a decisão, alegando ter rompido o vínculo afetivo com os animais e que não poderia vir a ser obrigado a pagar pensão para eles, já que não tem recursos financeiros para custear as despesas dos animais, além de não ser mais seu tutor.

Por ocasião do julgamento, o relator do processo, Ministro Villas Bôas Cueva, assinalou que a compra ou adoção conjunta dos animais de estimação acarreta a obrigação de cobrir seus gastos, enquanto o Ministro Marco Bellize entendeu que a pretensão de cobrança estaria prescrita, pois ultrapassado o prazo de três anos contados do fim do relacionamento, além de ter destacado a ausência de vínculo afetivo com os animais e o fato de os pets não terem sido “partilhados” na separação.

O julgamento não foi encerrado, em razão do pedido e vista da Ministra Nancy Andrighi, mas esse tema, de extrema importância para as famílias brasileiras, deve voltar a qualquer momento para a pauta do STJ.

Tânia Nigri

Tânia Nigri é especialista e mestre em direito econômico, advogada pública federal, psicanalista, membro do IBDFAM- Instituto Brasileiro de Direito de Família e autora dos livros “União Estável”, “Herança” ,“Contrato de Namoro” -publicados pela Editora Blucher e “O Sigilo Bancário e a jurisprudência do STF”, publicado pelo IASP- Instituto dos Advogados de São Paulo.

5 dicas para superar a separação

Passar por uma separação nunca é fácil, independentemente da idade. Contudo, o decorrer dos anos nos traz diversos ensinamentos, incluindo, para lidar com esse tipo de situação de forma mais serena, e sem tanto sofrimento.

Quer saber como? Então confira abaixo as dicas especiais que separamos para você lidar com o término.

1 – Respeite o seu tempo

Cada pessoa passa por uma situação de um determinado jeito. Portanto, não se force a ter um tipo de comportamento que você não está conseguindo agora. Quer chorar? Chore! Quer ficar sozinha? Fique. E se for ao contrário também tudo certo, o que importa é você seguir o seu coração.

2 – Invista no que te faz bem

Gosta de sair para comer? Saia! Gosta de comprar roupas? Compre. Esse é o momento de você se sentir bem. Quem sabe você não queira mudar o visual completamente, ou até mesmo conhecer novos tipos de diversão.

 

3 – Mantenha-se cercada de pessoas que te amam

Quando passamos por um problema, o melhor é estar cercada ao lado de quem amamos, segurar na mão daqueles que nos querem bem. Assim, nos sentimos acolhidas e bem com nós mesmas.

4 – Afaste-se das redes sociais

Enquanto algumas pessoas dizem que o melhor é estar nas redes sociais, eu te falo o contrário: quanto mais longe você estiver delas, vai ser bom para você. Ver a vida, inclusive do seu ex-companheiro, pode te fazer mal.

5 – Acompanhamento psicológico

Se você sente que está muito difícil lidar com isso, procure por acompanhamento psicológico. Isso vai te ajudar a lidar melhor com a situação.

O que achou das nossas dicas? Comente aqui, é sempre bom desabafar.

Entenda sobre guarda compartilhada!

A Guarda compartilhada é a divisão de responsabilidade sobre os filhos menores ou incapazes. Trata-se do exercício de direitos e deveres, tanto da mãe quanto do pai, que não vivem sob o mesmo teto, em relação ao poder familiar dos seus filhos.

Nesta modalidade de guarda, o tempo de convívio com os filhos é dividido de forma equilibrada e razoável entre a mãe e o pai, considerando as condições fáticas e os interesses dos filhos.

Na guarda compartilhada não é necessário que o filho passe metade do tempo com a mãe ou pai, ou alterne os dias da semana ou semanas do mês em cada residência.

Além da residência, a guarda compartilhada diz respeito às responsabilidades da mãe e do pai em relação ao filho. Além da divisão de tempo está o bem-estar, a rotina familiar, os estudos e o lazer da criança.

Até pouco tempo atrás o modelo mais adotado era a guarda unilateral com regulamentação de visitas a cada 15 dias. Hoje em dia os pais e o Poder Judiciário perceberam que tamanha distância de tempo entre as visitas é prejudicial ao desenvolvimento da criança.

Em 2008, entrou em vigor a lei da guarda compartilhada e o seu principal fundamento e finalidade da lei e da Justiça não é o entendimento dos pais, mas assegurar a liberdade, a convivência familiar e comunitária, a dignidade, o respeito, o desenvolvimento físico, psíquico e emocional, bem como evitar toda forma de negligência e discriminação.

Esta lei reconhece a criança como uma pessoa em desenvolvimento que necessita ter seus interesses e direitos amparados e protegidos integralmente, o que está acima de eventuais desentendimentos de seus pais.

As crianças têm o direito de serem ouvidas e respeitadas, especialmente em relação à residência e permanência com mãe e/ou pai.

Os conflitos são comuns nas relações pessoais. Quando bem administrados promovem o crescimento das partes. Por essa razão, é importante aprender a resolver problemas para manter ou restabelecer um ambiente familiar saudável na família, especialmente com os filhos.

Para definir e solucionar conflitos em relação à guarda dos filhos, o diálogo é uma ferramenta preciosa, especialmente em conjunto com técnicas de comunicação não violenta, escuta ativa e empatia.

A mediação permite às famílias encontrarem uma solução com conforto e segurança, deixando de lado suas diferenças e preocupando-se com o melhor presente e futuro de seus filhos.

Marina Lettière 

Advogada e mediadora de conflitos. Durante muitos anos atuou na área trabalhista e familiar. Há 10 anos é mediadora, já atuou no Tribunal Regional Federal de SP, e há 7 anos é mediadora no CEJUSC do Tribunal de Justiça de Santo Amaro – São Paulo, e é sócia da MARC Mediação.

5 dúvidas comuns sobre pensão alimentícia

O divórcio é um momento delicado na vida do casal, porém existem maneiras de resolver as pendências sem criar mais problemas.

Quando se tem filhos, é importante definir a guarda, convivência e pensão alimentícia para dar segurança a todos.

E para te ajudar, vamos responder as 5 dúvidas mais comuns sobre o assunto:

  • É sempre o Pai quem paga a pensão alimentícia?

A pensão alimentícia é paga pelo Pai ou Mãe que não tem a guarda do filho menor ou incapaz. Isto é, se o filho mora com a Mãe, é o Pai quem paga; se mora com o Pai, é a Mãe quem paga.

  • Há obrigação de pagamento de pensão alimentícia na guarda compartilhada?

A guarda compartilhada pressupõe divisão de responsabilidades, porém o filho terá domicílio base junto do Pai ou da Mãe, ainda que ele alterne os dias na casa de um e de outro.

Contudo, a justiça prevê que aquele que não tem o domicílio base com o filho deve pagar pensão.

A pensão alimentícia é para os pagamentos fixos e de rotina, como escola, condução, plano de saúde, alimentação, vestuário e etc. Contas extraordinárias como: gastos com um passeio escolar, festa de aniversário, presentes, viagens, devem ser combinados entre os pais.

  • Como é calculado o valor da pensão alimentícia?

A lei não estipula valor ou porcentagem. Entretanto, o atual entendimento é que o valor seja em torno de 30% do salário e quem paga pensão.

É importante considerar outros fatores: (i) a necessidade do filho e a possibilidade financeira de quem paga pensão; (ii) quando quem paga pensão tem mais de um filho; (iii) ou quando não tem salário fixo ou está desempregado; (iv) ou quando o valor dos 30% sobre o salário é muito elevado ou muito baixo; dentre outras hipóteses.

  • A pensão pode ser paga em serviços? Por exemplo: escola, plano de saúde, tratamento médico?

Não. Ainda que os serviços tenham valor certo, é importante que a pensão seja estipulada em valor em reais.

  • É possível fazer acordo extrajudicial sobre o valor da pensão alimentícia?

Sim. A pensão alimentícia pode ser combinada sem que haja um processo judicial. Mas para dar segurança a todos, o acordo extrajudicial deve ser validado na Justiça. Isso pode acontecer através da Mediação Extrajudicial realizada por uma câmara de mediação privada credenciada no Tribunal de Justiça.

Espero que essas perguntas e repostas tenham te ajudado!

Compartilhe com quem mais poderia gostar de saber tudo isso!

Marina Lettière 

Advogada e mediadora de conflitos. Durante muitos anos atuou na área trabalhista e familiar. Há 10 anos é mediadora, já atuou no Tribunal Regional Federal de SP, e há 7 anos é mediadora no CEJUSC do Tribunal de Justiça de Santo Amaro – São Paulo, e é sócia da MARC Mediação.

Como se organizar financeiramente após uma separação?

Eu sempre digo que as mulheres sabem quando o casamento começa a desandar. Se você está junto com a pessoa há mais de dois anos, você percebe que está chegando ao fim muito antes de acabar. A melhor coisa que você pode fazer quando começa a perceber que existe essa chance de uma separação é começar a preparar o terreno. Se vocês continuarem juntos, maravilha! Mas se não der certo, estar preparada é essencial.

E como fazer isso? Primeiro, você precisa conhecer seus números. Você tem que saber qual é o valor mínimo necessário para você se sustentar. Qual é o mínimo para sua necessidade básica que vai ser suficiente para você não precisar recorrer à família, amigos ou a um empréstimo no banco? E você tem esse valor guardado para sobreviver durante um ano?

Depois de saber qual é o valor mínimo necessário, se ainda não tiver uma conta corrente, você vai abrir uma. Pode ser em bancos digitais, que não têm tarifas. Depois disso vai começar a fazer uma reserva de emergência que seja exclusivamente sua para você juntar esse valor que vai te proteger durante um ano caso algo aconteça. Isso vai dar tempo para você se reerguer emocionalmente e financeiramente após uma separação.

Outra coisa que você também precisa pensar é se tiver filhos. Caso você tenha, também precisa calcular qual é o mínimo necessário para você arcar com as suas responsabilidades como mãe, mesmo que o pai pague a pensão.

O que acontece muitas vezes em separações em que o homem é o pilar financeiro, é que a mulher fica perdida durante alguns meses em relação às finanças. Eu tive um caso há alguns meses de uma cliente que se separou e o ex-marido levou tudo que ela tinha. A única coisa que ficou foi um aluguel. Ela não tinha conta corrente, não sabia as senhas do cartão, nada. Então ela precisou se reconstruir do zero. Porque assim como aconteceu com ela, acontece com várias outras mulheres. O marido bloqueia cartão de crédito, começa a bloquear as contas e você fica sem saber quanto tem.

Outro ponto muito importante de analisar é o regime do casamento. Porque isso vai contar muito na hora da separação. Você vai ter direito a receber 50% de tudo que construíram juntos? Ou é tudo dele? Se tiver direito aos 50%, você sabe se vai estar ‘herdando’ alguma dívida? Essas são perguntas essenciais que você precisa saber – e não só em casos de separação, mas da vida de casados! E isso não é desconfiança, é você saber os riscos que está correndo. Porque mesmo que vocês continuem casados, caso haja dívidas grandes, vocês vão precisar lidar com isso juntos.

Eu sei que muitas mulheres não têm acesso aos números porque o marido não deixa. A minha dica para quem está nessa situação é: pegue um caderno e chame seu marido para conversar e fala assim “amor, esses são os meus objetivos para nós e para nossa família nos próximos 5 anos”. Existem duas reações que acontecem geralmente: ou o marido vai se assustar e dizer que não pode conversar naquele momento ou ele vai sentar e falar “vamos conversar, também estava pensando nisso”. Na primeira reação pode ser que ele tenha mesmo sido pego de surpresa e vai retomar o assunto depois, ou ele não vai mais trazer a tona. E na segunda podem ter duas opções. A positiva: ele também quer tentar salvar o relacionamento. Ou a negativa: ele quer saber o que você está querendo para na hora da separação saber o que você vai pedir.

Dar início a conversa pode ser interessante porque você vai conseguir ter a visão da outra pessoa. Para que ângulo ele está olhando? Juntos ou separados? Ele vai de carreira solo? Esse preparo pode trazer para a mulher uma segurança emocional. Quando você conhece os números você tem uma segurança emocional para falar sim e para falar não. Existem inúmeros casos de mulheres que continuam em uma relação infeliz e às vezes até agressiva porque não tem segurança dos números. Ela não sabe se tem condições financeiras de sair daquele relacionamento.

Mas caso você não consiga se preparar e o fim do relacionamento venha como uma surpresa, você vai precisar fazer passos muito parecidos com os da preparação. Você vai precisar anotar todos os seus números: quanto e com o que você gasta. Qual é o mínimo suficiente para você se sustentar? Quanto você recebe? É suficiente para pagar tudo isso? Se não for, você vai precisar dar um passo para trás e reorganizar sua vida de maneira que seus gastos caibam dentro da sua receita. Vai rever seus gastos, ver o que dá para cortar, o que dá para diminuir. E começar uma reserva de emergência. Eu sou estrategista financeira e posso te ajudar! Basta entrar em contato comigo no instagram @jenni.invest4u ou no meu site www.invest4u.com.br

Texto por Jenni (@jenni.invest4u)

Jenni, curitibana, casada com o Tuk, mãe da Bella Valentina de 4 anos, administradora de empresas, pós-graduada, educadora, planejadora financeira e diretora da Invest4u. Sempre amei planejar, mapear, calcular. Estudava muito sobre como montar e identificar as melhores estratégias para carteiras de investimentos. Ver o dinheiro dos meus clientes brilhava os meus olhos.

Supere o fim do relacionamento e recomece

O momento da separação nunca é fácil. Não importa de quem foi a decisão do término, sempre é algo delicado e que promove grande reflexão de ambos os lados. Por isso, para te ajudar a lidar melhor com essa situação, a Valéria Ruiz criou o projeto “Procura-se um novo amor”.

Ele terá quatro aulas transmitidas ao vivo no Instagram, entre os dias 26 e 29 de abril, às 21h, gratuitamente, e cada uma com os seguintes temas:

1 – Faça as malas: Aprendendo a se desconectar dele e fechar de vez o ciclo da separação;

2 – Comece a viagem: Cuidando de suas carências e conhecendo seu potencial;

3 – O Novo destino: Explorando as possibilidades de um novo caminho;

4 – Bem Separada: Se preparando para o (RE)começo.

Você vai aprender a se desconectar do amor antigo, cuidar das suas carências, se preparar para abrir um novo ciclo na sua vida e atrair todo o amor que você merece.

E se você não estiver precisando superar o fim de um relacionamento, indique para aquela amiga que está sofrendo com a separação.

Saiba mais: https://valeriaruiz.com.br/procura-se-um-novo-amor/

Quem é Valéria Ruiz

Em 2015 criei o Projeto “Bem Separadas” que, desde então, já ajudou centenas de mulheres na superação da dor da separação e na construção de uma nova vida. Hoje estou Apresentadora do quadro “Agenda do Amor”, no SBT Goiás (TV Serra Dourada), Coach Certificada (Especialista em Relacionamentos), Empreendedora Social, Palestrante, Sexóloga em formação e Estudante de Filosofia.

Chegou a hora da separação? Saiba como ter a certeza!

Relacionar-se com o outro, principalmente de forma amorosa, nem sempre é fácil. Os conflitos dentro de um casamento surgem, e às vezes a vontade de manter a relação passa a se apagar.

Contudo, chutar o balde nunca é a melhor solução, ainda mais em um período tão conturbado como a pandemia que estamos vivendo. É importante se conhecer e entender o que é esse sentimento que tem surgido e onde você realmente quer chegar com isso.

Desde o início da crise do coronavírus, o número de casais que resolveram dar um basta à relação tem crescido substancialmente, devido ao alto convívio que trouxe à tona uma série de problemas já existentes do casal.

E um ótimo método para você conseguir decidir se quer realmente a separação ou não é o Workbook dos Relacionamentos, criado pela Valéria Ruiz, que resolveu lançar essa ferramenta tendo em vista justamente esse panorama atual.

Trazendo todas as técnicas que ela já aplica há muito tempo em sessões de ajuda com mulheres que pensam em se separar, ele tem uma metodologia única, testada e validada, onde você mesma preenche diversos tópicos propostos por ele, fazendo uma escrita terapêutica.

Ao adquiri-lo, você ganha de bônus um vídeo explicando como deve preenchê-lo, e uma meditação para criar sintonia com relacionamentos saudáveis para a vida, seja no seu ou para atrair um novo.

Quem deve comprá-lo:

MULHERES que estão com dificuldades no casamento, têm dúvidas se devem resgatar ou terminar, querem voltar a se reconhecer, e querem superar seus medos.

Focando no autoconhecimento, ele traz a possibilidade de você analisar o que pensava no passado, o que sente hoje e o que gostaria que fosse para o futuro. Assim, consegue fazer um alinhamento, para que possa tomar a decisão ao final do Workbook. Você se conhecerá muito mais, e verá o que pensa e sente, decidindo pela separação ou pelo resgate da relação.

Adquira já o seu:

https://valeria.bemseparadas.com.br/workbook-de-relacionamentos

E caso ainda não conheça o trabalho da Valéria Ruiz, acesse: www.bemseparadas.com.br

Quando deixamos quem não nos quer mais, abrimos espaço para pessoas nos amarem

O período em que um relacionamento começa a desmoronar não é fácil para ninguém, por mais forte que a pessoa seja. E é aí, que começamos a tentar manter algo que já não faz tanto sentido, nos convencemos de que na verdade é só uma fase e que tudo ficará bem.

Insistimos dia após dia em atitudes para fazer a relação voltar ao que era, nos desgastamos, criamos esperanças que vão pelo ralo. A cada dia que achamos que tudo ficará normal, na verdade, só piora.

E agora, eu te pergunto, isso tudo vale a pena?

É claro que se temos algum problema em uma relação, o primeiro passo é tentar concertar de todas as formas. Entretanto, quando vemos que realmente não dá certo, o melhor a se fazer é deixar ir e cada um seguir o seu rumo.

Até porque, por mais que vocês vivessem tão bem antes, as pessoas mudam, e nisso, vocês podem não combinar mais, e tudo bem.

Você não merece migalhas de atenção e poucas palavras, quando na verdade tudo o que você gostaria seria carinho, amor e aconchego.

Quando perdemos tempo com alguém que já não está na mesma energia que a nossa, deixamos de conhecer quem seria a melhor pessoa. Nos fechamos para o mundo e abrimos mão de oportunidade para sermos felizes.

Abra mão, deixe ir o que já não lhe cabe, procure a felicidade de outra forma. Enxergue que a vida pode ser muito melhor a partir do momento que você realmente se valorizar e parar de aceitar pouca coisa.

A vida passa tão rápido para perdermos tempo com quem já não nos ama mais.

E se você achar que não é capaz, respire fundo e repense, porque a vida está aí para fazermos o nosso melhor dia após dia!

Como se reconstruir depois da separação

Separação, aquele momento que ouvimos falar, mas que no fundo nunca queremos de verdade que aconteça. O processo do divórcio deixa marcas, e muitas vezes, gera insegurança e o sentimento de confusão.

Mas, ele também pode ser uma grande alavanca para você olhar para todas as suas qualidades e ver o quão incrível você é. Basta que consiga se levantar e olhar ao redor. Por isso hoje, nós separamos algumas dicas de ações para você fazer após o divórcio, que na certa te ajudarão a passar por tudo isso. Confira:

1 – Liste seus sonhos e desejos

Muitas vezes, esquecemos o nosso objetivo de vida para abraçar as vontades de outro. Então, no término, faça uma reflexão para analisar o que, por fim, é realmente a sua cara e sua vontade de fazer.

2 – Mantenha as pessoas que ama por perto

Você não precisa sofrer sozinha, tenha os familiares e amigos próximos de você para desabafar e se animar.

3 – Cuide de si

Alimente-se de maneira saudável, faça exercícios físicos, e mantenha a sua beleza em dia da forma que você achar melhor. Cuidar de si aumenta a autoestima.

4 – Faça as atividades que lhe dão prazer

Busque fazer aquilo que te faz feliz, seja ir ao cinema ou a uma festa, ou comer algo gostoso e diferente.

5 – Assista a palestras e leia livros de autoconhecimento

Busque trabalhar o seu psicológico por meio de livros e palestras que te impulsionem a isso, procure evoluir cada vez mais.

Como ser moderna sem perder a elegância

Separou e vai pra balada? E agora? Por mais que não seja regra, é muito comum que diversas mulheres depois de alguns anos de casadas deixem a sensualidade de lado. E se elas optam pela separação, pode ser que acabem se sentindo um pouco perdidas para voltarem a se vestir de forma mais ousada e sensual, principalmente para curtir saídas à noite.

Se esse é seu caso, fique tranquila, pois estamos aqui justamente para te ajudar. Como primeiro passo, tenha em mente que sempre que for sair à noite é importante usar algo que remeta a este tipo de programa!

A noite pede um tipo de calça um pouco mais justa, sandálias com os pés de fora ou botas de salto alto (de preferência com bico fino), bolsas pequenas, e blusas um pouco mais decotadas, transparentes ou de renda. Esses itens sempre vão passar a mensagem de noite!

Quanto ao estilo, há algumas formas de montar o look que podem fazer com que a sua sensualidade fique incrível. São elas: uso de regatas, jeans, sutiã de renda a mostra… O bacana é que por meio dessas peças, você consegue ficar sensual na medida certa, sem grande exagero que caberia para determinadas outras ocasiões específicas.

Outra estratégia que você pode adotar para ficar sensual é o uso do couro. Seja em calças, saias ou blusinhas, esse tipo de tecido delineia melhor o corpo, salientando mais as suas curvas, e fica de forma chique e elegante. Para combinar, pode ser uma boa opção usar tecidos fluidos, que geram um caimento mais soltinho para contrastar com o justo do couro!


Já no caso de querer sair para encantar os “meninos”, lembre-se de que na maioria dos casos, o básico com feminilidade são os looks que eles mais preferem. Adoram um jeans com branco, pouca maquiagem e acessórios menores. Lembrando, primeiramente que não é regra, mas a opinião da maioria. Além disso, mais do que se vestir para os homens, é importante que você goste de como está o seu visual acima de tudo.

Boa sorte e deixe seus pontos fortes realçarem mais que os fracos. E não se esqueça: vista-se de uma forma que se sinta bem!

https://www.instagram.com/tv/By-LlCWHU0W/?igshid=1nrepm5fqzdk5

Colaboradoras:

Gisele Gaspar – consultora de imagem da Giz;

Jéssica Mayara (@jessica.mjornalista): jornalista, atua com produção de conteúdo para redes sociais e blogs, e assessoria de comunicação!

Como superar a dor de uma separação

Superar o término de um relacionamento amoroso não costuma ser fácil, independentemente da idade que tivermos, seja 20, 30, 40… Nós construímos a rotina ao lado de uma pessoa, e nos acostumamos a estar com ela dia a dia, e de repente, aquilo não acontece mais. Em muitos casos, podemos até mesmo passar pelos sintomas de um processo de luto.

Porém, é importante que nesse momento nós realmente tentemos diferentes formas para ficarmos melhor e conseguir seguir em frente. Separamos algumas dicas para você que está passando por essa situação:

1 – Aceite suas emoções

O primeiro passo para superar o fim de um relacionamento é aceitar as emoções que você sente, encarar que você pode não estar se sentindo bem e não há problemas nisso. Olhe para dentro de si própria, encare como está se sentindo e entenda que isso é normal, mas que vai passar em algum momento e é hora de você lutar para isso.

2 – Cuide de si

Quando passamos a cuidar mais de nós mesmas, a nossa autoestima automaticamente sobe e nos sentimos melhores. Não adianta se deixar de lado porque isso não vai resolver qualquer problema.

3 – Busque apoio

Peça ajuda a seus amigos e mostre o que está sentindo, isso vai tirar um grande peso de si. Uma outra alternativa é buscar apoio profissional também, seja por meio de terapia ou demais outras técnicas existentes.

4 – Inicie atividades novas

Quando iniciamos atividades diferentes, nós passamos a criar uma nova rotina para a nossa vida, o que é essencial para conseguirmos esquecer o nosso dia a dia de antes. Portanto, faça um novo curso, ou vá para lugares que nunca foi antes. Teste diversos tipos de ações!

5 – Evite contato

Por mais que bata a saudade e a vontade de falar com quem você tinha um relacionamento, a melhor coisa a fazer é se afastar. Quanto mais você manter contato, mais difícil vai ser de esquecer. Portanto, vire a página e segure a vontade de mandar mensagem ou fazer uma ligação!

Colaboração: Jéssica Mayara (@jessica.mjornalista): jornalista, atua com produção de conteúdo para redes sociais e blogs, e assessoria de comunicação!

Liberte-se do seu passado

Uma das minhas amigas e seguidoras do Mulheres de Quarenta se desabafou comigo. Ela é recém-separada e se lamentava sobre a solidão. Os filhos, já crescidos, estavam tomando seu rumo. Ela, que ficou anos casada, está se redescobrindo nesse momento pós-separação.

Durante a nossa conversa eu refletia sobre o que eu mesma já havia passado. Como foi difícil e dolorida a separação.

Quem já passou por isso, sabe muito bem que temos os momentos de euforia e de depressão. Altos e baixos são bastante comuns nessa fase. Mesmo porque o sentimento de perda fica por um bom tempo presente nas nossas vidas. Ainda mais quando se tem filhos, e eles, queiram ou não, são criados para o mundo.

Minha amiga continua na sua antiga casa. Seus móveis relembram o passado que insiste em estar presente. Cada canto da casa tem uma história a ser contada. Nesse momento é preciso de reinventar. Levantar e sacudir a poeira. Deixar para trás aquilo que já passou e acreditar que tudo pode ser diferente.

E um bom começo, embora possa parecer estranho, é promover não só mudanças interiores como também exteriores. Isso não quer dizer que você precisa mudar de casa. Claro que não. Mas mude os móveis de lugar. Compre umas almofadas coloridas. Despeça-se daquilo que já não serve pra nada. Mande embora aquele velho vaso que você nunca gostou. Jogue fora as tralhas, os potes quebrados e tudo aquilo que está em excesso na sua casa.

Abra espaço para o novo. Faça isso também no seu armário. Tire as roupas velhas e aquelas que você comprou por impulso e nunca usou. Faça isso com as suas roupas de cama e banho. Aprenda a viver com menos. Tenha mais qualidade do que quantidade. Arrume a sua caixa de bijuterias. Livre-se do que está quebrado e nem mande mais consertar. Jogue fora as maquiagens quebradas. Deixe apenas aquilo que tem utilidade pra você.

Faça uma arrumação geral na sua casa e livre-se do que for supérfluo. Deixe ir o que tem que ir. Com essas atitudes, o novo terá espaço para chegar até você. E isso, em todos os sentidos, não só material, como principalmente na sua vida pessoal.

Não espere as mudanças acontecerem. Elas dependem exclusivamente de você.

Minha amiga? Ela seguiu o meu conselho…

Vamos lá! Está disposta a começar! Bora se renovar. Eu garanto que vale a pena!

Beijos e até a próxima!

Vanessa Palazzi

As sete vidas das Mulheres de Quarenta

Eu confesso. Já morri de amor algumas vezes. E morri de “morte morrida” mesmo. Daquele jeito que você chega a desfalecer de tanta dor. Sim, e como dói! Mas afinal, quem nunca sofreu por amor?

Só quem já amou de verdade e se doou numa relação sabe do que estou falando, porque, queira ou não, se não há dor quando a relação chega ao fim, é porque já não era amor. É inevitável. A sensação de perda, do fracasso de uma relação que não deu certo é um tanto quanto dolorida. Alguns lidam melhor com esse sentimento, outros não.

Apesar de toda a sublimidade do amor, nem sempre ele é correspondido como gostaríamos que fosse. Às vezes você se doa muito mais do que o outro e cria expectativas que te fazem sofrer. Esperar que o outro se manifeste da mesma forma que você na relação é um erro primário para quem quer se aprimorar na arte de amar.

Isso não quer dizer que ambos não possam se comportar de maneiras diferentes na relação. Você pode, por exemplo, ser mais carinhosa que o seu parceiro, mas ele pode verbalizar o amor muito mais do que você. O importante é que ambos tenham os mesmos objetivos. Opostos nem sempre se atraem no amor. Os dispostos, ah…, esses sim estão fadados a ter sucesso nas relações.

O fato é que ninguém nunca está preparado para sofrer. Não se entra numa relação apostando que não dará certo. Se assim fosse, milhares de casamentos nunca seriam desfeitos. Por outro lado, se não corrermos o risco de viver novas experiências, seja por traumas do passado ou pelo medo de sofrer, nunca mais vamos poder experimentar as dores e as delícias de se amar alguém. E como nós, Mulheres de Quarenta, temos sete vidas, já sabemos que o tempo é o melhor remédio para superar a dor de um amor.

Eu desejo que você seja muito feliz! Boa sorte no amor!

Divórcio e terapia de casal

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Saber a hora certa de tomar uma decisão definitiva no seu casamento não é nada fácil. Afinal, quais são os sinais de que o relacionamento está desgastado e é hora de se divorciar? Consultei a psicanalista Lelah Monteiro para saber um pouco mais sobre esse assunto. Vejam o que ela nos diz.

Só quem sabe da sua vida é você!

“Cada casal sabe quando chega a hora certa de se separar. Algumas crenças podem impedir que isto ocorra e muitos casais acabam empurrando com a barriga um relacionamento que já acabou.

Entre os sinais mais comuns estão a falta de desejo, irritação e intolerância aos posicionamentos do parceiro ou da parceira, que podem gerar ações agressivas, instabilidades de humor – que se agravar pelo uso de drogas ou de álcool – isolamento e fuga de si mesmo.”

Sabemos que nem sempre é fácil manter a amizade após o fim do relacionamento, especialmente para os casais que têm filhos. A Lelah Monteiro recomenda que ambos se afastem por certo tempo e não participem da vida alheia principalmente nas redes sociais. “Mantenham os filhos longe destes conflitos e permitam o convívio deles com seu ex-marido ou ex-mulher.”

O outro, a outra

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Pode acontecer de o seu parceiro arrumar outra companheira ou vice-versa. Nesse caso, ambos devem se manter neutros e nada de colocar os filhos contra essa relação. “É preciso permitir que o outro busque o seu caminho, assim como você tem todo o direito de seguir a sua vida!” diz Lelah.

Tudo o que é meu, é meu!

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Ela recomenda que as pendências legais, como venda de casa, guarda dos filhos, etc, sejam decididas no momento da separação. Nada de protelar!

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Viver uma vida infeliz não é a melhor escolha. E também digo, por experiência própria, que a separação não é fácil para ninguém. Por mais que o amor tenha se acabado, a dor da separação é grande e é preciso estar preparado para enfrentá-la a qualquer momento.

Se precisar chorar, chore tudo o que for necessário e nada de perder seu tempo descrevendo para todos os defeitos do seu ou da sua ex. O conselho da Lelah é o de que você faça isso na sua terapia. “Socialmente, mantenha a sua autoestima e recomece sua vida. Você merece!”

Lelah Monteiro é psicanalista, fisioterapeuta uroginecológica e urológica, é terapeuta de casais e sexóloga da Rádio Globo.

www.lelahmonteiro.com.br

(11) 9 9996-3051

Enganar sua amante é crime

homem-casado-30-147-thumb-570-jpg-pagespeed-ce-zp1sjeqnhwHoje o assunto é sério. Já ouviu falar de fraude sexual? Pois é. Esse é um crime muito mais comum do que você pode imaginar, inclusive previsto no artigo 215 do nosso Código Penal.

Mas vamos entender melhor como isso funciona. Você conhece um homem e se encanta com ele. Afinal, ele é charmoso, atraente, conta das suas viagens, fala sobre suas conquistas profissionais e seus bens materiais, mas entre todas essas coisas, a melhor de todas, ele lhe confessa que é solteiro e está a procura de um grande amor. Que tal?

Com tudo isso, você se deixa levar e ele consegue tudo o que quer. Ele a leva pra cama, você se apaixona loucamente, mas quando resolve pesquisar um pouco mais a fundo sobre a vida do bonitão, descobre que ele é casado, pai de família e que não é absolutamente nada daquilo que lhe falou.

Seu castelo ruiu? Pois saiba que você não só pode, como deve, denunciar essa conduta que é considerada criminosa pela nossa legislação. Mentir para conquistar a amante é crime!

A fraude sexual se enquadra no Artigo 215 do código penal, e apesar de pouco divulgado na imprensa é um crime bastante comum. Ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com alguém, mediante fraude ou outro meio que impeça ou dificulte a livre manifestação de vontade da vítima é crime!

E a coisa é séria! A pena para esses casos é de dois a seis anos de prisão. Portanto, meu amigo, você que se acha o gostosão do pedaço e está usando desse artifício para pegar a mulherada, saiba que você pode se dar muito mal! Principalmente agora, que as Mulheres de Quarenta estão espertas com mais essa informação!

E aí, meninas, gostaram dessa notícia? Divulguem! Muitas pessoas podem estar nessa situação!

Um beijo e até a próxima!

A parábola da cobra

serepente-e-vagalume-bloksUm homem cruza uma tempestade de neve, quando escuta um ruído. Vê uma cobra, ferida e quase morta de frio. “Me ajuda!”, diz ela.
“Você é perigosa”, responde o homem.
“Não vê que estou quase morrendo, e não posso lhe fazer mal nenhum?”, implora a serpente.
Compadecido, o homem a recolhe, e leva para a sua casa.
Durante algum tempo convivem em harmonia. Mas um dia, enquanto acariciava a cabeça da cobra, ele recebe uma mordida fatal.
“O que é isso?”, diz o homem, a beira da morte. “Salvei sua vida, lhe dei comida, carinho – e agora você me envenena?”
E a serpente responde: “mas você sabia que eu era uma cobra, não sabia?”

Deixe-me em paz!

cap22“Eu não aguento mais”. Esse foi o desabafo de um amigo recém separado que vem sofrendo as consequências do desequilíbrio da sua ex que não consegue superar a falência do casamento.

Seu único objetivo é destruir emocionalmente seu ex-companheiro de maneira ardilosa, numa vingança sem fim. Suas artimanhas para alcançar o que tanto quer são tão vis que não só atingem o seu ex como todos os que estão a sua volta. Nessa cadeia, as principais vítimas são os filhos, além dos pais, e sogros, também.

Eu me recordo bem do momento da minha separação. Entendo perfeitamente o quanto é difícil aceitar essa nova condição. Lembro-me de como foi complicado ter que assumir tudo sozinha e aceitar que as coisas realmente haviam mudado em todos os sentidos, principalmente a minha situação financeira.

Também senti dor, medo e raiva. Chorei muito, sofri bastante. Até que um dia, enquanto eu me lamentava dessa situação tomei um grande “chacoalho” da minha mãe. Ela me via jogada, quase desistindo, quando mandou que eu me levantasse da cama e tratasse de cuidar da minha vida e da vida das minhas filhas, afinal, era essa a única – e melhor herança – que havia restado daquela relação.

Então eu me dei conta de que enquanto eu pensava em fazer alguma coisa para me vingar de tudo o que havia acontecido, minha vida andava para trás. Eu não conseguia trabalhar, nem me concentrar em nada. Não me divertia e apenas amargava o meu destino. Com o choque emocional dado pela minha mãe eu tomei a decisão de que não deixaria nada mais me abalar. E assim, eu me levantei da cama e segui em frente. Tratei de cuidar de mim e minha relação com as meninas foi a melhor possível, tanto que, apesar de todo o sofrimento, medos e angústias, passamos juntas por esse momento sem que elas precisassem de qualquer tipo de ajuda.

Posso dizer que nós, juntas, nos superamos. E apesar de toda a derrota, saímos vitoriosas. Minha vida continuou. Eu segui em frente e descobri muitas outras coisas que me faziam feliz. Amigos, festas, diversão e o principal: que mesmo só, eu poderia ser uma ótima companhia para mim mesma.

Meu amigo espera que verdadeiramente sua ex encontre seu caminho e que ambos possam viver em paz.

Eu também torço por eles!

 

Como enlouquecer os seus filhos

Cri-2Pode parecer piada mas não é.
Navegando pela internet encontrei uma sentença proferida por um juiz de família que me fez refletir bastante.

Eis o texto:

“Na avaliação, percebe-se que a genitora da criança não conseguiu elaborar a separação do Sr. João (nome fictício) e com isto se desestabilizou afetivamente também em relação ao seu papel materno, vindo inclusive a negligenciar os cuidados com o filho, por isto mantém uma postura de insegurança, medo e dificuldade de retomar a sua vida.
Sugere-se tratamento psicoterápico de no mínimo 6 (seis) meses para que a genitora possa elaborar os lutos resultados da separação, bem como rever seu papel como genitora.”

O que parece incomum é mais corriqueiro do que se possa imaginar. Fatos como esse acontecem com frequência.
Mães que foram deixadas por algum motivo e não digeriram bem a separação acabam transferindo essa carga – mais do que pesada – para seus filhos.
Muitas, em razão de sua dor, acabam deixando-os de lado, sem se preocupar com alimentação, escola ou com os cuidados básicos que devem ser dispensados à sua prole.
Pior ainda, algumas armam armadilhas emocionais para chantagear, inclusive financeiramente, o ex-conjuge. E agem sem limites usando artimanhas tão vis que causam danos irreparáveis não só no emocional como na saúde física de seus filhos.
Lamentável que isso aconteça. Filhos reféns desses comportamentos ficam agressivos, raivosos, e às vezes introspectivos. Os primeiros sinais estão na queda do rendimento escolar. Fora isso, encontram dificuldades para se relacionar ainda que os ambientes sejam familiares.
Além disso, as consequências drásticas podem vir com o tempo, principalmente na fase crítica da adolescência.
Pais que se dispuseram a colocar filhos no mundo têm que arcar com a responsabilidade de criar, educar e lhes proporcionar um ambiente em que possam crescer saudáveis e felizes, independente se estiverem juntos ou separados na árdua tarefa de formação dos filhos.
Nós pais, somos responsáveis pelo futuro das nossas crianças.
Que cada um aprenda a conviver com as suas dores e as suas frustrações sem transferí-las para as crianças.
Erros todos nós cometemos. Sorte de quem tem a chance de reconhecê-los, dar um passo para trás para poder voltar a seguir em frente enquanto ainda há tempo.
Esse juiz nos dá uma boa lição!
Recomendo a leitura dos meus textos publicados há alguns anos sobre minhas próprias experiências após a separação.

Seguem os links:

https://mulheresdequarenta.com.br/separacao-e-um-luto/

https://mulheresdequarenta.com.br/lutos-da-vida/

 

Reinventar-se

Final FelizSou uma pessoa que acredita nas relações. Para mim, sempre deve haver uma segunda chance. Se existe amor, ainda que fragilizado, sempre haverá oportunidade para resgatar o que um dia ficou perdido.
Conheci uma mulher que, depois de 21 anos  e infeliz no casamento, se separou. No caso dela, o marido tomou a iniciativa e saiu de casa.
Nesse momento, ao perder o chão – o que lamentavelmente acontece nesses casos – ela resolveu falar tudo o que estava entalado durante anos. Coisas pequenas que, na relação, faziam toda a diferença. O marido, por um longo período, não a beijava mais. E embora estivessem casados não tinha nenhuma demonstração de afeto ou carinho pela sua parceira.
Ela, lamentavelmente, sofria com essa situação, muito embora não a verbalizasse. Pelos anos de relacionamento, ambos estavam conformados com essa situação, como se tudo estivesse dentro da maior normalidade.
O fato é que muitas vezes essa distância pode tomar uma proporção gigante a ponto de acharmos que a única saída para ser feliz é a separação.
No momento em que minha amiga se deu conta do fim, corajosamente, resolveu falar para o seu parceiro tudo o que sentia. Depois de tanto tempo sofrendo calada, ela colocou tudo pra fora.
O ex marido a ouviu atentamente. Ele também fez o seu desabafo! E ela teve a nobreza de reconhecer seus erros e suas falhas na relação.
Pensativos, eles se afastaram por alguns dias. Cada um ficou no seu canto para refletir. Passados dez dias, eles se encontraram. Aos poucos voltaram a se relacionar como se fossem desconhecidos, um para o outro. E descobriram, sem mais nem por que, que as coisas poderiam começara a funcionar.
Claro que jamais da mesma forma e nem cometendo os mesmos erros do passado. Eles voltaram a namorar. Eles se beijam, se abraçam e andam de mãos dadas. Vão ao cinema, saem para jantar e viajam juntos. Eles brincam como desconhecidos e nesse contexto ela não admite que ele fale mal do seu “ex marido”. Ele também não quer saber mais da sua “ex mulher”.
Eles se reinventaram. Estão juntos e felizes e principalmente dispostos a recomeçar de uma nova maneira.
Ela distintamente me confessou que está apaixonada pelo seu “ex, atual namorido”. E eu tratei logo de contar essa história para vocês, porque assim como eles, eu adoro um final feliz!

E dessa forma, desejo que todos se encontrem na plenitude que só o amor verdadeiro pode nos oferecer! Boa vida pra vocês!

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