Testamento: o que é, seus benefícios e como tê-lo!

 

O testamento é chamado de manifestação de última vontade e pode ser considerado uma “programação” que se faz em vida, para que, após a morte, o patrimônio, ou parte dele, seja dividido do jeito que o testador desejar, desde que seja respeitada a legítima (pelo menos 50% dos bens deverão ficar com os herdeiros necessários).

Ele é um ato solene, portanto deve seguir todos os requisitos descritos na lei, além de ser personalíssimo, ou seja, apenas a própria pessoa poderá fazê-lo, sendo proibido o testamento por procuração.

Como o testamento é revogável, o testador poderá fazê-lo e modificá-lo ou revogá-lo quantas vezes quiser, até a data da sua morte, quando valerá a última versão.

A lei brasileira proíbe o testamento conjuntivo, também chamado de testamento mancomunado ou de mão comum, que é aquele feito por duas ou mais pessoas, no mesmo documento, quando eles se beneficiam mutuamente, para que aquele que vier a sobreviver seja herdeiro daquele que morreu.

Apesar de não ser autorizado o testamento conjuntivo, nada impede que duas ou mais pessoas, em escrituras separadas, mesmo que na mesma data, façam seus respectivos testamentos, deixando seus bens uns para os outros, em caso de morte.

Ao contrário do que muitos pensam, a lei brasileira admite que o testador reconheça um filho por meio do seu testamento, mesmo que ele seja fruto de uma relação extraconjugal e esse reconhecimento é um ato irrevogável e o filho terá todos os direitos, como herança e pensão alimentícia.

A idade mínima para fazer um testamento é 16 anos e não há idade máxima para a sua realização. Ele pode ser feito até mesmo no leito de morte, desde que a pessoa tenha perfeita saúde mental.

É possível, também, que o testador utilize o testamento para deserdar um ou mais herdeiros necessários, mas essa deserdação precisa obedecer aos requisitos descritos na lei. Por meio do testamento, podem ser beneficiadas as pessoas que o testador desejar, mesmo que elas não estejam em sua linha sucessória, mas, se ele tiver herdeiros necessários, só poderá distribuir livremente até 50% dos seus bens.

Se o testador que possua herdeiros necessários descumprir a regra de preservar ao menos 50% para eles, o juiz deverá reduzir as quotas dos beneficiários do testamento, até que a legítima seja respeitada.

O Código Civil divide os testamentos ordinários em públicos, cerrados e particulares. Há também os especiais, que são o marítimo, o aeronáutico e o militar.

O testamento público é aquele feito pelo tabelião (ou seu substituto) em seu livro de notas, de acordo com as declarações de última vontade do testador, e ele deve seguir a solenidade descrita na lei. Apesar de ter o nome de público, é proibido ao cartório que o elaborou dar qualquer tipo de publicidade ao testamento enquanto o testador estiver vivo, salvo se a pedido dele próprio ou do seu procurador.

O testamento cerrado, também conhecido como secreto, é um documento fechado, escrito pelo testador, ou por alguém a seu mando, e assinado por ele, mas deverá ser levado ao tabelião, que, diante de duas testemunhas, lavrará o termo de aprovação, para atestar que o documento é autêntico.

A abertura do documento somente poderá ser feita pelo juiz, depois da morte do testador. O testamento particular é o mais simples de ser elaborado, já que não há necessidade da presença do tabelião, podendo ser escrito de próprio punho ou digitado (e impresso), mas se escrito de próprio punho, deverá ser lido e assinado por quem o escreveu, na presença de pelo menos três testemunhas que deverão assiná-lo, não podendo haver rasuras ou espaços em branco, além de ser indispensável a assinatura do testador.

Tânia Nigri

Tânia Nigri é especialista e mestre em direito econômico, advogada pública federal, psicanalista, membro do IBDFAM- Instituto Brasileiro de Direito de Família e autora dos livros “União Estável”, “Herança” ,“Contrato de Namoro” -publicados pela Editora Blucher e “O Sigilo Bancário e a jurisprudência do STF”, publicado pelo IASP- Instituto dos Advogados de São Paulo.

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Entenda o que é a alimentação vegetariana e as suas vertentes!

O que é uma alimentação vegetariana? Segundo a Sociedade Vegetariana Brasileira, “é considerado vegetariano todo aquele indivíduo que exclui de sua alimentação todos os tipos de carne vermelha, aves e peixes e seus derivados, podendo ou não utilizar laticínios ou ovos. O vegetarianismo inclui o veganismo, que é a prática de não utilizar produtos oriundos do reino animal para nenhum fim, seja ele alimentar, higiênico, estético ou de vestuário.”

Existem várias categorias dentro deste universo:

– Ovolactovegetariano – consome ovos e laticínios;

Ovo-Lacto-Vegetarianos! Explicando este conceito! - Estilo Vegan

– Lactovegetariano – não consome ovos e consome laticínios;

TIPOS DE VEGETARIANISMO. Lactovegetariano, ovovegetariano,  ovolactovegetariano, vegetariano estrito - Nutricionista em Araguaína |  Suellen Rodrigues

– Ovovegetariano – não consome laticínios e consome ovos;

– Vegetariano estrito é o vegetariano que não utiliza nenhum derivado animal na sua alimentação;

Qual a diferença entre vegano e vegetariano? - Blog do Pão

– Vegano é o vegetariano estrito que expande sua filosofia para todas as áreas de sua vida – não usa roupas, sapatos, produtos de decoração que tenham componentes animais, produtos de higiene testados em animais.

Qual o impacto de um produto vegano na sua vida? - Linus

Há outras linhas de alimentação “reducitarianismo” ou “flexitarianismo” onde reduzimos a quantidade de alimentos animais.

Também é preciso salientar que o vegetarianismo pode mascarar ou fazer parte de um quadro de distúrbio alimentar. O paciente começa a reduzir os produtos animais e comer cada vez menos. A intenção é a perda de peso e não melhorar alimentação ou uma questão ética. Este fenômeno é cada vez mais presente na nossa sociedade.

Fica a pergunta que mais ouço de pais de adolescentes vegetarianos ou de pacientes adultos que desejam fazer a transição. Mas dá para ser saudável? Quais as vantagens em se tornar vegetariano?

O vegetariano pode ser saudável sim. Mas tem que equilibrar sua alimentação muito bem, o que não é diferente de um onívoro!

Toda alimentação, seja vegetariana ou onívora deveria ser baseada no consumo de muitos vegetais: verduras, legumes e frutas.

Há pesquisas demonstrando vantagens como diminuição do risco de doenças cardiovasculares, câncer e ajudar no controle de peso, em doenças intestinais.

No caso dos vegetarianos não estritos, há a possibilidade de consumir as fontes de proteínas dos laticínios e ovos. Sempre bem distribuídas durante o dia. A preferência deve ser por alimentos frescos, evitar o excesso de alimentos ultra processados, farinhas refinadas e basear a alimentação somente em carboidratos com amido.

No caso dos vegetarianos estritos temos que observar a dosagem de vitamina B12 e também de ferro. Para aumentar a absorção do ferro não heme, presente nos vegetais, é importante a presença de alimentos fontes de vitamina C.

Os vegetarianos estritos contam com a proteína presente principalmente nas leguminosas (feijão, grão de bico, lentilha, soja, ervilha, tofu, amendoim). Os outros vegetais tem pequenas quantidades de proteína, mas é importante o uso desta fonte. As oleaginosas, as “nuts”, têm boa quantidade de proteínas, mas acompanhadas de uma boa quantidade de gorduras.

Ao escolher um estilo de alimentação, uma mudança de vida, o mais importante, é se respeitar! Cada ser humano possui uma bioindividualidade, uma combinação única de genes, fatores ambientais, estilo de vida, herança cultural que deve ser levada em conta.

O acompanhamento de um nutricionista auxilia muito no planejamento da dieta vegetariana.

Por Renata Rea (@renatarealifestyle1) 

 

 

 

 

 

 

Produtividade: 5 áreas principais para “organiza-ação”

Produtividade, um dos elementos da alta performance, foi o assunto da última matéria que enviei para o blog e abordei a necessidade de se ter OBJETIVOS estabelecidos, de se realizar as ATIVIDADES correlatas e avaliar o PROGRESSO que se está tendo rumo às metas traçadas.

Seguindo a tríade:  DEFINIÇÃO – REALIZAÇÃO – PROGRESSO, afirmamos que você poderá selecionar facilmente qual é a tarefa PRIORIDADE a ser realizada a cada momento, pois assim se consegue estabelecer uma “ordem de prioridade” para ir executando as tarefas que devam ser realizadas e que te aproximam do resultado traçado.

A frase “Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”, é conhecida como a Lei de Lavoisier, pai da química moderna. Realmente, ao observar a natureza constatamos que tudo está se transformando a todo o momento.

Se tudo se transforma, é de se concluir que, na natureza, nada está estagnado, logo as coisas estão melhorando ou piorando, estão crescendo ou morrendo, e o mesmo também ocorre na nossa vida.

A saúde não piora de um dia para outro, mas um pouco de nada a cada dia, e no passar do tempo é que a mazela aparece.

Assim como a saúde, existe uma série de ÁREAS na nossa vida em que devemos olhar o quanto estamos MELHORANDO… porque, se assim não estiver, estará piorando e provavelmente chegará o momento de arcarmos com as consequências.

Em março desse ano, tive o privilégio de participar de uma palestra de Paula Abreu (@eupaulaabreu), uma das mais bem-sucedidas coaches de alta performance no Brasil.

No atendimento a atletas, CEOs e empresários, das mais diversas profissões, Paula Abreu diz ter constatado que as PRINCIPAIS ÁREAS DA VIDA são: da Saúde, do Trabalho/Missão, da Família, dos Amigos e da Espiritualidade.

A palavra de ordem, assim, é EVITAR A ESTAGNAÇÃO em cada uma das 5 áreas mencionadas!

As 5 principais áreas da vida

1) Família

É preciso progredir nas relações com FAMILIARES.

Cuidar do casamento, um pouco a cada dia, pode fazer com que uma separação seja evitada ou até mesmo urgentemente providenciada.

O mesmo se diz nos relacionamentos com filhos, pais e irmãos em que o cuidado deve sempre permitir a evolução dos melhores sentimentos e a ruptura dos piores, nem que para isso uma saída à francesa se faça necessária.

2) Amigos

Da mesma forma que com a família, precisamos progredir em nossas AMIZADES. Os amigos podem ser entendidos como a família que podemos escolher as pessoas com quem estabeleceremos vínculos significativos e duradouros.

A relação com amigos é extremamente saudável para o nosso desenvolvimento psíquico e social. Vai dizer se tem coisa melhor do que tomar um café com aquela amigona, que só de te olhar ela já te entende? E fazer novas amizades então? É um novo mundo que se abre na nossa vida, não é mesmo?

3) Saúde

Quanto ao progresso da SAÚDE, é preciso organizar as ações necessárias para realizar consultas e exames, alimentação adequada, atividade física, controle emocional e equilíbrio mental.

Entendo que aqui também é possível inserir a Saúde Financeira, até porque a finança precisa estar minimamente organizada para não se perder a saúde, concorda?

4) Trabalho/Missão

O progresso do TRABALHO, ou de alguma MISSÃO, é essencial para a sensação de estar cumprindo um papel na sociedade e de se sentir útil, incluindo muitas vezes a garantia da própria subsistência e da família.

Nos ocupa com providências que permitem nossa oxigenação mental e a descoberta dos nossos talentos. Sempre temos que estar atentos para realizar as atividades visando sentir aquela sensação boa de dever cumprido.

Por vezes, nos tira da nossa Zona de Conforto, o que nos traz crescimento pessoal.

5) Espiritualidade

Para encerrar o rol das principais atividades da vida, é preciso progredir na ESPIRITUALIDADE.

De acordo com a Wikipédia, a espiritualidade, que pode ou não estar ligada a uma vivência religiosa, seria definida como uma propensão humana a buscar significado para a vida por meio de conceitos que transcendem o tangível, à procura de um sentido de conexão com algo maior que si próprio.

Assim, percebe-se que diante de tantas tarefas a serem realizadas, é muito importante que haja um sentido maior para nossa vida, que nos estimule a estar de pé e de cabeça erguida para enfrentar desafios e realizar nossos ideais.

Organize as tarefas para cada uma das 5 principais áreas da vida

A minha dica é a de dividir a folha da agenda semanal em 5 partes, uma para cada área. A distribuição de tarefas para essas áreas, realizada SEMANALMENTE, tem me trazido muita funcionalidade em prol da minha produtividade.

Portanto, para cada uma das áreas, siga a tríade:  DEFINIÇÃO – REALIZAÇÃO – PROGRESSO, e estabeleça uma ORDEM DE PRIORIDADE para ir executando as tarefas que devem ser realizadas, de maneira que nada fique estagnado na sua vida.

Um abraço e uma boa realização de tarefas, com muita ORDEM E PROGRESSO!!!

Andreia Basso – Profissional de Organização e Produtividade

@andreiabassoorganizer

Andreia Basso é Profissional de Organização desde 2017. Formada pelo Método Reorganize, de Priscila Sabóia, é também membro da ANPOP (Associação Nacional de Profissionais de Organização e Produtividade) e mentorada do Método Cronos de Produtividade Pessoal. Ensina organização em aulas particulares e atua com suas alunas em projetos de organização residencial, comercial e de mudanças.

@andreiabassoorganizer

Organização é produtividade

Com tantas tarefas para exercer, a grande pergunta que paira no ar: COMO DAR CONTA DE TUDO?

Cuidar da profissão, da casa, da família, de si, da saúde, dos gostos e dos desgostos. Há uma enormidade de tarefas para incluir na “To Do List”, não é verdade?

Portanto, se você se sente “bombardeada” de tarefas a fazer, a ponto de nem saber para onde está indo ou se está chegando onde pretende, você até pode sentir que não está sendo produtiva, porque constata que não dá conta de tudo.

E o que é pior, se você sentir que MUITO PRODUZ e ao mesmo tempo sentir que NÃO PROGRIDE, a motivação acaba! E sem motivação, não dá para viver uma vida leve e plena.

Na minha jornada como Profissional de Organização, identifico o quanto que a organização está intimamente ligada com a Produtividade. Não é à toa que o nome produtividade está presente na nossa associação que é a ANPOP (Associação Nacional dos Profissionais de Organização e Produtividade).

Se você quer se manter motivada, precisa constatar o PROGRESSO que está tendo em direção AO QUE você se propôs realizar.

Portanto, você dever ter CLAREZA daquilo que quer realizar, definindo os seus PROJETOS de acordo com DESEJOS E NECESSIDADES. Após essa definição, você deve entrar em ação e REALIZAR as tarefas que vão te levar à concretização do projeto definido.

Seguindo essa tríade:  DEFINIÇÃO – REALIZAÇÃO – PROGRESSO, você poderá selecionar facilmente qual é a tarefa PRIORIDADE a ser realizada. Você conseguirá estabelecer uma ordem de prioridade para ir executando as tarefas que vão te levar ao seu objetivo.

Uma vez que esteja FOCADA no seu objetivo, você saberá facilmente qual tarefa que você inclusive nem vai realizar. Você cria um campo energético de proteção contra qualquer “bombardeio de tarefas” e então, poderá dizer a que entra, a que fica, a que sai e até a que vai queimar.

Dessa forma, você vai constatar que, por vezes, DIZER NÃO para os outros é DIZER SIM para você. Passará a identificar, por exemplo, que “lavar a louça” pode ficar para depois que você conseguir terminar de “assistir o curso on-line” que você pagou, mas está jogado a culpa no tempo para não assistir.

Você conseguirá olhar para própria “linha de produção” de tarefas e constatar que MUITO PRODUZ e MUITO PROGRIDE, o que certamente te deixará animada e motivada a seguir a sua jornada, dentro dos parâmetros de uma vida leve, organizada e plena.

Que você tenha sempre a certeza de que realmente “você não dá conta de tudo”, mas que DÁ CONTA DA PRIORIDADE EM PROGREDIR!!!!

Um abraço e boa organização de tarefas!!!!

Andreia Basso – Personal Organizer

Andreia Basso é Profissional de Organização desde 2017. Formada pelo Método Reorganize, de Priscila Sabóia, é também membro da ANPOP (Associação Nacional de Profissionais de Organização e Produtividade) e mentorada do Método Cronos de Produtividade Pessoal. Ensina organização em aulas particulares e atua com suas alunas em projetos de organização residencial, comercial e de mudanças.

@andreiabassoorganizer

Os efeitos da falta da consciência da normose na pós-modernidade

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Vivencia-se uma crise existencial determinada pela “fantasia da separatividade”, ou fragmentação, como ensina Jean-Yves Leloup e que se agrava diante do fenômeno da pós-modernidade, que está relacionada com a “aceleração do viver”.

Diante da referida aceleração, os paradigmas não subsistem por tempo suficiente à criação de outros, transformando a vida humana em um caldo de incertezas, inseguranças e novas demandas a cada momento, fruto da enxurrada de informações trazida pelo avanço tecnológico e das ciências. A fragmentação cria e alimenta os vários tipos de normoses existentes, das gerais às específicas e esta patologia advém do consenso social, que dita uma norma e esta, sendo adotada por várias pessoas, transforma-se em hábito.

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Nem todas as regras que seguimos constituem fonte de saúde e como elas são dotadas de um consenso social, os indivíduos não percebem o seu caráter patogênico, e as repetem, o que gera os efeitos drásticos, tais como as perturbações narcísicas, traduzidas pela ausência do sentir, depressões, a medicamentalização das emoções, o receio de inovar dentro da prática escolar, o isolamento e desmembramento familiar e frustrações nas comunicações e relações humanas, diante do modo de uso da informática e as novas tecnologias, pelos seres humanos, criando desgaste, fadiga e quadros de estresse emocional, entre outros.

Toda a forma de normose é uma alienação e diante do ambiente da pós-modernidade, denominada de “era do vazio”, percebe-se a necessidade de se criar uma massa crítica de seres que possam vir a despertar para uma consciência maior e integrativa e que está ligada à psicologia transpessoal, que vai além da realidade imediata que se capta e além do self, que percebe além do pessoal, e se traduz num estado de consciência expandido.

Normose - Portal do Envelhecimento

Ressalte-se que a normose constitui uma ilusão e, ao viver dentro dela, o indivíduo se sente reduzido, e nutri seu ego através dos mecanismos de defesa, tais como projeções e introjeções, deixando de lado a sua autenticidade, diante do sofrimento humano causado pelo apego, medo e stress. Se ele for capaz de desenvolver uma consciência ampliada, será possível estabelecer contato com a sua essência amorosa, de modo a viver o presente com qualidade e equilíbrio.

PATRICIA SAAVEDRA

CRP-RJ 05/48557

Telefone/WhatsApp: (21) 99956-7211
E-mail: patsaavedra12@yahoo.com.br
Instagram: @patsaavedra12
Facebook: Patricia Saavedra

Graduação e Pós-graduada em Direito
Defensora Pública do Estado do Rio de Janeiro aposentada
Psicóloga Clínica atuando em consultório (RJ) e “on line”
Gestalt-terapeuta
Formação em Psicologia Infantil, adolescente, casal e família
Facilitadora em Constelação Familiar, em workshop, individual e “on line”
Capacitação em arteterapia, luto, suicídio, autismo e mediação
Capacitação em psicologia transpessoal
Capacitação em Cuidados Paliativos
Palestrante e professora em cursos jurídicos e de psicologia
Autora de artigo: “Os efeitos da falta de consciência da normose na pós modernidade.”
Co-autora na revista Psicologia e Civilidade 

Quem abandona o lar corre o risco de perder o imóvel?

Muitos mitos cercam o instituto do “abandono de lar” e muitos deles se justificam pelo Código Civil de 1916, que vigorou até o ano de 2002 e previa consequências sérias para aqueles que deixavam o lar conjugal, sem a autorização judicial de “separação de corpos”.

Com a chegada da nova Lei Civil e da Emenda Constitucional n° 66, de 2010, houve grande mudança em relação aos requisitos para a concessão do divórcio, que passou a ser um direito potestativo, ou seja, um direito que independe da vontade do outro, e, salvo em casos muito específicos, deixou-se de investigar quem seria o culpado pelo fim do casamento. Diante dessa mudança, hoje em dia o abandono do lar não torna aquele que sai de casa “culpado” pelo fim da união, não acarreta, por si só, a perda de bens ou direitos, nem gera a perda da guarda ou do direito à visitação dos filhos, mas há uma situação delicada, decorrente de uma legislação de 2011, que muitos desconhecem e que pode gerar efeitos indesejados para aqueles que deixam o imóvel conjugal.

Com a promulgação da Lei nº 12.424/2011, que trata, dentre outras coisas, do Programa Minha Casa Minha Vida, houve uma alteração no Código Civil, que passou a prever que aquele que exercer, por 2 anos sem interrupção e sem oposição, posse direta, com exclusividade, sobre imóvel urbano de até 250m², cuja propriedade dívida com ex-cônjuge ou ex-companheiro que abandonou o lar, utilizando-o para a sua moradia ou da sua família, passará a ser dono do bem, desde que não seja proprietário de outro imóvel urbano ou rural.

A lei limitou o exercício desse direito uma única vez e o usucapião só se aplica aos imóveis localizados em zona urbana, desamparando, claramente, as pessoas que vivem no campo.

Muitos questionam a razão dessa alteração do Código Civil e o principal motivo apontado seria a defesa do direito à moradia daqueles que foram abandonados e permaneceram residindo e pagando as contas do imóvel, mas, também, a percepção de que havia muitas situações em que os homens abandonavam suas respectivas famílias, deixando suas mulheres e seus filhos pequenos, sem qualquer tipo de auxílio e depois de muitos anos reivindicavam a sua meação no imóvel, cobravam alugueres relativos à sua parte do imóvel ou queriam vende-lo – mesmo após toda a responsabilidade financeira ter recaído exclusivamente sobre a pessoa que ali permaneceu.

É importante frisar que para a ocorrência do usucapião familiar devem ser observados todos os requisitos da norma, portanto, as pessoas devem ter sido casadas ou terem vivido em união estável, o imóvel deve ser residencial e ter, no máximo, 250 metros quadrados, aquele que permaneceu no imóvel não pode ter outro bem urbano ou rural e deve ter exercido a posse direta e ininterrupta sobre o imóvel por pelo menos dois anos após a saída do ex-cônjuge ou companheiro, o imóvel precisa ser de propriedade de ambos, a saída do lar deve ter se dado de forma voluntária (e não em decorrência de decisão ou ordem judicial), aquele que abandonou o lar não pode ter dado assistência material posterior à família, nem pago as contas do imóvel abandonado e esse direito só poderá ser exercido uma vez.

Como dissemos, para que haja a perda da titularidade do bem, a lei exige a voluntariedade no ato de abandonar o lar, portanto, nos casos em que a mulher sofra violência doméstica e saia do imóvel comum, esse requisito não estará presente e ela não perderá a sua meação do imóvel por usucapião.

Tânia Nigri

Tânia Nigri é especialista e mestre em direito econômico, advogada pública federal, psicanalista, membro do IBDFAM- Instituto Brasileiro de Direito de Família e autora dos livros “União Estável”, “Herança” ,“Contrato de Namoro” -publicados pela Editora Blucher e “O Sigilo Bancário e a jurisprudência do STF, publicado pelo IASP- Instituto dos Advogados de São Paulo.

 

Organizar é se cuidar!

A Organização dos ambientes traz bem-estar físico e emocional, causando uma transformação na vida. As pessoas precisam se informar sobre o assunto e entender os benefícios que a organização promove.

Durante a minha jornada como Profissional de Organização, identifiquei a necessidade de difundir a Organização como a prática de um hábito saudável que reverbera em Autocuidado.

Existe uma linha tênue que separa a organização dos ambientes da organização mental/emocional. Acaba sendo apenas um limite geográfico em que uma desordem externa reflete uma interna, e vice-versa.

Marie Kondo, em “A Mágica da arrumação”, ensina que: “ao organizar seus pertences, a pessoa reencontra o seu foco e faz as pazes com ela mesma!”. Assim, identifica-se o porquê dessa conexão toda entre organização do ambiente externo com o bem-estar interno.

Conceitos básicos da organização

Conhecer alguns conceitos básicos sobre a organização, é a chave para promoção da ordem em muitos aspectos.

1º) CONCEITO DE DESORGANIZADO: de.sor.ga.ni.za.do

adjetivo

1.diz-se da pessoa que não coordena as suas atividades de forma metódica
2.(espaço) sem ordem; desarrumado
3.que não tem coesão ou coerência; mal estruturado
4.sem método

Do significado de desorganização, abstrai-se que “ser organizado” é praticar um ato de coordenar as atividades com método, de forma a se tornar um hábito.

Trocar a Crença limitante “não sou organizado” pela disposição de ser organizado; porque organização se aprende. Portanto, bastará que você se disponha a esse aprendizado, e a ordem vai passar a ser uma realidade no seu dia-a-dia.

2º) CONCEITO DE TRALHA:

Existe a TRALHA FÍSICA que está no ambiente, e a Tralha MENTAL/EMOCIONAL, que são sentimentos e pensamentos que estão dentro de você.

Para poder destralhar é importante conhecer justamente o que é essa tralha que acaba assumindo o papel da toxina da casa que, por sua vez, intoxica a mente.

Tudo o que NÃO TE SERVE MAIS… vira TRALHA na sua vida!!! Ao destralhar, você possibilita que o item vá para outra pessoa e deixe de ser tralha, voltando a exercer a função a que se destina. E assim uma energia parada volta a funcionar e energizar vidas.

3º) CONCEITO DO AMOR:

Você pode se perguntar, o que é que o amor tem a ver com organização? Sério! Tem tudo a ver, pois a organização vai permitir você gostar de voltar para sua casa e de sentir que a sua casa te abraça.

Pense só, o que você que vai acontecer se você passar a desempenhar as tarefas domésticas com amor. Simmmm… amor ao arrumar a cama, ao lavar a louça e todos os objetos que você têm para se alimentar, pratos decorados, copos escolhidos a dedo ou presentes de pessoas queridas… Você passa a sentir o carinho por essa pessoa, pelo que você tem e por você.

Quem ama cuida…. quem se ama, cuida de si, da sua casa e dos seus pertences. Lembrando-se desses conceitos você vai conseguir adotar a organização como a prática de um hábito saudável, que traz leveza e aconchego para sua vida.

Um abraço e boa organização!!!!

Andreia Basso – Personal Organizer

Andreia Basso é Profissional de Organização desde 2017. Formada pelo Método Reorganize, de Priscila Sabóia, é também membro da ANPOP (Associação Nacional de Profissionais de Organização e Produtividade) e mentorada do Método Cronos de Produtividade Pessoal. Ensina organização em aulas particulares e atua com suas alunas em projetos de organização residencial, comercial e de mudanças.

@andreiabassoorganizer

Participe de um encontro entre mulheres maduras para troca de vivências

Trocar experiências e vivências faz com que possamos nos sentir mais acolhidas e felizes. Por isso, rodas de conversas como a do “Já viu essa cena” são tão importantes.

Voltada para mulheres maduras, ela é promovida pela plataforma de conteúdo Inconformidades e do Fika Conversas, e dessa vez irá usar o livro “Véspera”, da autora nacional mais vendida de 2021, Carla Madeira.

Ele entra nos tabus da maternidade difícil e relações familiares, e fala especialmente do perdão. Para quem já leu o bestseller “Tudo É Rio” de Carla, “Véspera” é um livro necessário e potente.

O encontro será nessa quarta-feira, dia 08, no Shopping Iguatemi São Paulo, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2232, Lounge One, Jardim Paulistano, em São Paulo, SP.

Inscreva-se agora mesmo:  https://www.sympla.com.br/evento/ja-viu-essa-cena/1565145?share_id=dc908

Sobre o organizador

Inconformidades

Um time de colunistas que traz para a conversa o que é ter 50+ hoje. Nosso propósito é dar poder à mulher madura, com informações diárias e muito conteúdo relacionado às novas questões da maturidade. Sexo, saúde, beleza, relatos pessoais e novas perspectivas e projetos, temas que nos atraem e nos fortalecem. Sempre com bom humor e uma pitada de irreverência.

Ajustamentos criativos são essenciais para nossa existência!

O Homem é um ser responsável por si e suas escolhas, sendo protagonista de sua vida, num eterno processo que promove a sua autorregulação, autorrealização, presentificação e em busca de dar um sentido às suas percepções, às suas experiências e à sua existência.

Partindo dessa introdução, importante trazer a noção de ajustamento criativo, que permite ao indivíduo existir conforme sua opinião, levando, porém, em consideração as normas locais e temporais, encontrando seu próprio caminho.

Frise-se que atualmente vivencia-se um momento de grandes transformações mundiais, políticas, sociais, econômicas, tecnológicas e na área da saúde. De notar a pandemia causada pelo novo coronavírus (Covid-19) que trouxe diversas reflexões e mudanças para a nossa vida e para nossas relações, além de consequências para a saúde mental. Trabalhar com nossas emoções nesse cenário não é uma tarefa fácil, pois viver o momento presente e manter o autocontrole e o equilíbrio torna-se um desafio diário.

Cada contato é um ajustamento criativo do organismo e do meio procurando uma forma funcional de sobrevivência.

O Gestalt-terapeuta utiliza-se de uma atitude fenomenológica e não da interpretação. Como uma terapia experiencial, pede-se ao cliente que se dê conta de seus gestos, de sua respiração de suas emoções, de sua voz e de suas expressões faciais, tanto quanto dos pensamentos que mais o pressionam. Sabe-se que quanto mais se der conta de si mesmo, mais aprenderá sobre si.

Importante frisar, como exemplo, a impermanência da vida, pois vivemos em uma rotina muitas vezes disfuncional e com a ilusão de controle de planejamento, organização de tempo, tarefas e a qualquer momento a vida nos oferece uma mudança inesperada e às vezes não desejada, diante da qual  teremos de elaborar e realizar vários ajustamentos criativos funcionais, com novas vivências, respeito às nossas limitações e nos convocando a fazer diferente, ressignificando os planos, condutas, comportamentos, pensamentos, sentimentos, percepções e as atualizando para o momento presente.

Quando somos preenchidos de um propósito, da alegria de ser útil, é possível aproveitar melhor o tempo e nos aproximamos da nossa essência e a vida flui, ainda que não se saiba ao certo de quanto tempo temos ou teremos para cumprir, frise-se, nossos desejos e sonhos. Importante lembrar também que nunca é tarde para darmos sentido à nossa vida, ressignificar e viver de forma mais flexível promovendo ajustamentos criativos funcionais.

Patricia Saavedra – CRP 05/48557

Telefone/WhatsApp: (21) 99956-7211
E-mail: patsaavedra12@yahoo.com.br
Instagram: @patsaavedra12
Facebook: Patricia Saavedra
Graduação e Pós-graduada em Direito
Defensora Pública do Estado do Rio de Janeiro aposentada
Psicóloga Clínica atuando em consultório (RJ) e “online”
Gestalt-terapeuta
Formação em Psicologia Infantil, adolescente, casal e família
Facilitadora em Constelação Familiar, em workshop, individual e “online”
Capacitação em arteterapia, luto, suicídio, autismo e mediação
Capacitação em psicologia transpessoal
Capacitação em Cuidados Paliativos
Palestrante e professora em cursos jurídicos e de psicologia
Autora de artigo: “Os efeitos da falta de consciência da normose na pós-modernidade.”
Co-autora na revista Psicologia e Civilidade

 

Prazo para imposto de renda está no fim

Se você quer manter-se em dia com a Receita Federal e ainda não declarou o seu imposto de renda, então está perdendo tempo e correndo risco de passar por algumas adversidades.

Caso não entregue a sua declaração, você paga uma multa de 1% ao mês sobre o imposto devido, podendo partir de R$ 165,74 a até 20% do imposto de renda. Além do mais, você ainda enfrenta algumas restrições, como a inclusão do CPF em uma condição de irregularidade, não podendo fazer empréstimo em bancos ou prestar concurso público, por exemplo.

Fazer a declaração é obrigatório para pessoas que receberam rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70 em 2021. Para atividade rural, a obrigatoriedade é para quem teve receita bruta superior a R$ 142.798,50 no ano passado.

Contudo, para declarar o imposto de renda é importante você contar com uma empresa de confiança, que você tenha a certeza de que fará o processo da melhor forma possível, como a LR Assessoria Empresarial.

Conto com elas já há um bom tempo, uma empresa composta inteiramente por mulheres e que cuidam do seu negócio com carinho, atenção e toda a dedicação.

Entre em contato e conheça os seus serviços: https://www.instagram.com/lrmulheresnacontabilidade/

 

 

5 títulos especiais da Netflix para mulheres maduras

Os dias mais frios chegaram e nada como um balde de pipoca e um filme, ou série, delicioso para assistir em baixo das cobertas. E pensando nisso, separamos alguns títulos da Netlifx perfeitos para as mulheres maduras.

Confira abaixo a nossa lista:

 1 – Amor para recomeçar

Depois de sua vida virar do avesso com o divórcio, Ola embarca em uma jornada de descobertas após os 40 anos, enquanto lida com os desafios de criar duas crianças. Ela decide trabalhar, e quem sabe, encontrar um novo amor.

2 – Oprah + Viola: um evento especial

Uma entrevista de duas das maiores estrelas da televisão, Oprah Winfrey e Viola Davis, a atriz relata para a apresentadora grandes marcos da sua vida. É daqueles que faz a gente pensar, refletir, sorrir e ainda dar umas boas gargalhadas.

3 – Maid

Um drama emocionante para nos levar a reflexão, uma jovem mãe que consegue um emprego limpando casas para escapar de um relacionamento abusivo e decide fugir com a filha para qualquer outro lugar na expectativa de um construir um futuro melhor para as duas.

4 – Supermães

A licença maternidade terminou. Com a volta ao trabalho, quatro mães precisam conciliar filhos, chefes, amor e a agitada vida em Toronto.

5 – Toscana (estreia em breve)

Um chefe dinamarquês vai à Toscana vender os bens que herdou do pai, mas conhece uma mulher inspiradora que o faz repensar sobre a vida.

O que achou das opções que mostramos para você? Já assistiu algum? Comente aqui!

“Não era amor… Era cilada!”

A relação abusiva pode ser conceituada como uma relação de poder, de controle, sob a forma de ameaça e violência, física ou psicológica, explícita ou não, voltada para a desqualificação do outro e exercida sob a forma perversa. Para identificar esse tipo de relação e seus sinais, somos desafiados a todo o instante a refletir sobre nossas escolhas diante das várias relações que criamos, sejam elas de amizade, trabalho, familiares ou amorosas.

Exemplos dos sinais desse tipo de relação mais comuns são:

a) agressões físicas e verbais – o(a) agressor (a) convence a vítima de que ela merece a agressão e ocorrem após o aprisionamento psicológico, iniciando-se de forma suave, podendo chegar à violência. Em geral as agressões são acompanhadas de pedido de desculpas convincentes e frequentes;

b) mudanças súbitas de humor – aquele que agride possui a capacidade de agredir em alguns momentos e de ser amável em outros. A finalidade é de confundir a vítima para que se sinta culpada por suas alterações de comportamento. A vítima cria expectativa de ser bem tratada, nos momentos de amabilidade;

c) ataque ao patrimônio;

d) perda da liberdade do direito de ir e vir – ocorre o controle dos horários da vítima, de suas conexões, suas decisões);

e) competição: a ascensão do outro é insuportável para o agressor. Ele não deseja o crescimento do outro e se não o(a) desencoraja, impede e questiona as intenções da vítima, quando essa demonstra o desejo de evolução;

f) ataque à autoestima – o(a) abusador(a) deprecia constantemente a outra pessoa em suas habilidades, talento, aparência, etc., com o objetivo de deixar ela insegura sobre seu valor e capacidades;

g) isolamento social – o(a) abusador(a) convence a pessoa de que ela só tem a ele(a) e gradativamente induz a que ela se afaste de todos e de tudo. A vítima passa a acreditar que o(a) abusador(a) é “a única pessoa que existe no mundo para ela”;

h) transferência de responsabilidade – o abusador(a) tem a capacidade de confundir a vítima quanto à sua lucidez em perceber as situações na medida em que não assume a responsabilidade sobre suas ações e reações e transfere para a vítima toda a responsabilidade, nos momentos turbulentos;

Como detectar uma relação abusiva - A mente é maravilhosa

i) chantagem emocional – o(a) abusador(a) manipula a vítima com ameaças diretas e indiretas, que geram intimidações veladas e explícitas.

Ressalte-se que em verdade somos as relações que travamos e muitas vezes nos deparamos vivendo as histórias que não são nossas, por acreditarmos que o “outro” nos completa. O mito da “metade da laranja” ou da “tampa da panela” e que remete ao “Banquete de Platão”, no qual encontraremos alguém que parece ser nossa “outra metade”, só encontra eco na alteridade, ou seja, existe um outro que é diferente de mim e a partir daí posso me relacionar com o outro mantendo minha individualidade e intimidade, fazendo a distinção do que é meu e o que é do outro. Relações simbióticas não se configuram como saudáveis, pois há o risco de que haja submissão às “cláusulas” estipuladas pelo outro.

Importante saber de que nos nutrimos em relação, se há equilíbrio entre dar e receber, se sabemos identificar o amor ou se há reprodução de padrões de comportamento (crenças familiares, sociais), se se está vivendo uma relação “eu-tu” ou “eu-isso”, se é possível identificar quem somos na relação e o que o outro significa para nós e refletir: se não me conheço, o que desejo viver e experimentar nessa relação aqui e agora? Se percebemos os sinais que o corpo emite de que algo não vai bem, será possível soltar as histórias vividas em um ciclo vicioso passando ao ciclo virtuoso, ou seja, é importante que haja abertura e disponibilidade para mudar, tolerância e paciência com o processo e generosidade consigo mesmo. Frise-se a importância de que, caso não se consiga chegar ao equilíbrio desejado, a vítima busque ajuda terapêutica profissional, a fim de mergulhar dentro de si, visando seu autoconhecimento e aprimoramento pessoal, o que abrirá caminho para escolhas mais livres e saudáveis.

PATRICIA SAAVEDRA

CRP-RJ 05/48557

Telefone/WhatsApp: (21) 99956-7211
E-mail: patsaavedra12@yahoo.com.br
Instagram: @patsaavedra12
Facebook: Patricia Saavedra

Graduação e Pós-graduada em Direito
Defensora Pública do Estado do Rio de Janeiro aposentada
Psicóloga Clínica atuando em consultório (RJ) e “on line”
Gestalt-terapeuta
Formação em Psicologia Infantil, adolescente, casal e família
Facilitadora em Constelação Familiar, em workshop, individual e “on line”
Capacitação em arteterapia, luto, suicídio, autismo e mediação
Capacitação em psicologia transpessoal
Capacitação em Cuidados Paliativos
Palestrante e professora em cursos jurídicos e de psicologia
Autora de artigo: “Os efeitos da falta de consciência da normose na pós modernidade.”
Co-autora na revista Psicologia e Civilidade 

Envelhecimento e amor próprio: dicas para as mulheres de quarenta mais!

Em um mundo onde cada vez mais somos expostas a corpos e rostos que seguem um padrão, como se aceitar e ter uma boa autoestima? Como amar e abraçar cada uma das suas características, que transformam-se naturalmente com o passar dos anos, e modificar apenas aquilo que verdadeiramente lhe incomoda, sem tomar essa decisão pelo medo do julgamento alheio?

Todas essas perguntas não têm receita pronta, mas uma coisa é fato: todas nós em algum momento temos inseguranças com nós mesmas. Olhamo-nos no espelho e nem sempre reconhecemos aquela garota de 20 anos por conta de linhas de expressão e demais sinais que surgem nas mulheres de quarenta mais.

Por isso mesmo é tão importante olhar para dentro de si e tentar domar o próprio pensamento, e entender que tudo faz parte da nossa beleza individual, nos tornando únicas.

Ter autoestima não é algo que cai do céu da noite para o dia, é preciso trabalhar diariamente, olhando-se no espelho e tentando enxergar a mulher incrível que você é. E um dos primeiros passos para isso é começar a focar o seu olhar no que você gosta de si mesma, e não apenas voltar-se para o que talvez não seja o seu ponto preferido.

Posteriormente, faz muito bem abraçar a própria companhia e se mimar. Se agrade, vá para os lugares que sempre quis sem depender de alguém.

Beautiful mature woman outdoors in nature

E há ainda diversas dicas que poderíamos dar, mas todas envolvem um ponto em comum: focar no cuidado com si mesma. E para isso é necessário muito autoconhecimento.

Entenda o que você gosta, como gosta e o que não suporta. E cuide-se dia após dia.

Por aqui, procuramos todos os dias ver as nossas qualidades e nos colocarmos no alto, mas claro que nem sempre é fácil.

O que você acha sobre isso? Comente abaixo e vamos conversar!

 

Como o seu namoro pode afetar a herança dos seus filhos e o que você pode fazer para reduzir esse risco?

Uma das questões mais controvertidas do moderno Direito das Famílias é saber diferenciar os namoros contemporâneos das uniões estáveis. No passado, essa distinção era feita de uma forma mais fácil, mas com a alteração dos costumes e o aumento da liberdade sexual, muitos namorados passaram a dormir juntos, dividir contas, fazer investimentos e, até mesmo, morar debaixo do mesmo teto, o que tornou bastante difícil essa diferenciação.

O namoro é uma relação afetiva, sem que haja qualquer consequência de ordem patrimonial, enquanto a união estável, por ser reconhecida pela Constituição Federal como entidade familiar, tem como consequência a comunhão dos bens comprados durante a relação, salvo se o casal tiver feito um contrato escrito e escolhido o regime da separação de bens. Além da comunicação do patrimônio comprado por um dos dois companheiros, em caso de separação, pode haver o direito à pensão alimentícia (desde que presentes as condições legais), além do direito à herança, na hipótese de um dos dois vir a falecer durante o relacionamento.

Existe muito mito em torno da união estável e muitos acreditam que para que ela se configure, o casal precisa estar junto há mais de cinco anos e viver sob o mesmo teto, o que não é verdade, já que lei não fixa prazo mínimo de convívio, nem tampouco exige a coabitação, bastando que haja um relacionamento público, contínuo, duradouro e estabelecido com o objetivo de constituir família.

Como a lei brasileira é bastante subjetiva, especialmente no que se refere ao “objetivo de constituir família, muitas pessoas, especialmente as mulheres de quarenta mais, sejam elas solteiras, separadas, divorciadas ou viúvas, têm se preocupado com a possibilidade de seus namoros virem a ser considerados uniões estáveis, com a obrigatoriedade de dividir seus bens, numa eventual separação ou em caso de morte.

Diante desse risco, muitos casais têm assinado contratos de namoro, deixando registrado que eles não têm a intenção de constituir família, portanto, em caso de separação, não haveria direito à divisão de bens ou alimentos e, em caso de morte, não surgiria o direito à herança, devendo os bens serem transferidos para os seus herdeiros necessários.

​É sempre aconselhável, também, fazer um testamento deixando toda a parte disponível para seus descendentes, pois, caso o contrato de namoro não seja considerado válido pelo Poder Judiciário e a união estável seja declarada, seu “companheiro” herdará o mínimo legal (25%).

O Colégio Notarial de São Paulo constatou um incremento de 54,5% na realização desses contratos no último ano, especialmente nos tempos de pandemia e muitos casais já deixam registrado nos contratos que na hipótese de a relação amorosa evoluir para uma união estável, o regime de bens será o da separação de bens (sem divisão de bens em caso de separação, mas com herança em caso de morte).

Ainda não há uma posição consolidada no Poder Judiciário sobre a validade desses contratos de namoro, mas é importante informar que as regras que disciplinam a união estável são consideradas normas de ordem pública e não podem ser ignoradas por um simples contrato, portanto quando a realidade do relacionamento for contrária ao declarado no documento, esse contrato será fraudulento e, portanto, não produzirá efeito nenhum.

Tânia Nigri

É especialista e mestre em direito econômico, advogada pública federal, psicanalista, membro do IBDFAM- Instituto Brasileiro de Direito de Família e autora dos livros “União Estável”, “Herança” ,“Contrato de Namoro” -publicados pela Editora Blucher e “O Sigilo Bancário e a jurisprudência do STF, publicado pelo IASP- Instituto dos Advogados de São Paulo.

Declare o seu imposto de renda sem dor de cabeça

Mulher madura precavida sabe que precisa cuidar muito bem das suas finanças, e uma das partes mais importantes disso envolve a declaração do imposto de renda. E começo de ano você já sabe, é época de declarar os seus ganhos do período que passou. Dessa vez, você tem até o dia 29 de abril.

Você já sabe o que precisa para fazer a declaração? Confira abaixo:

Documentos pessoais

  • Documento de identidade (nome, CPF, data de nascimento e título de eleitor);
  • Endereço completo atualizado;
  • Comprovante da atividade profissional;
  • Dados bancários, para débito ou restituição do imposto;
  • Dependentes (nome, data de nascimento e grau de parentesco).

Dados sobre bens, imóveis e contas do contribuinte

  • Para imóveis: data de aquisição, área do imóvel, inscrição municipal (IPTU), registro de inscrição no órgão público e registro no cartório de Imóveis;
  • Para veículos, aeronaves e embarcações: número do Renavam e/ou registro no órgão fiscalizador correspondente;
  • Para contas correntes e aplicações financeiras: CNPJ da instituição financeira, agência e conta.

Documentos relacionados à renda (do contribuinte ou de dependentes)

  • Informes de rendimentos de instituições financeiras, como bancos, bancos digitais e corretoras de valores e de investimentos;
  • Informes de rendimentos de salários, aposentadoria, pensões, pró-labore, distribuição de lucros;
  • Informes de rendimentos de aluguéis de bens móveis e imóveis;
  • Informes de outras rendas recebidas em 2021, como doações, heranças e pensão alimentícia;
  • Dados do Carnê-Leão para importação na Declaração do IR;
  • Informes de rendimentos de programas fiscais, como Nota Fiscal Paulista e Nota Fiscal Paulistana.

Documentos referentes a bens e direitos

  • Documentos que provem a compra e venda de bens e direitos em 2021;
  • Cópia da matrícula do imóvel e/ou escritura de compra e venda e boleto do IPTU de 2021;
  • Documentos que provem a posição acionária em uma empresa, se aplicável;
  • Caso o contribuinte tenha registrado ganho de capital com a venda de bens e direitos, ele vai precisar dos dados do Demonstrativo de Ganhos de Capital – 2021 (GCAP) para importação.

Documentos relacionados a pagamentos e deduções efetuadas

  • Recibos ou informes de rendimentos de plano ou seguro de saúde (com CNPJ da empresa emissora e indicação do paciente);
  • Despesas médicas e odontológicas em geral (com CNPJ da empresa emissora ou CPF do profissional e indicação do paciente) – recibos, notas fiscais, extrato do plano de saúde que evidencie os gastos;
  • Comprovantes de despesas com educação (com CNPJ da empresa emissora e indicação do aluno);
  • Comprovante de pagamento de previdência social e privada (com CNPJ da empresa emissora);
  • Recibos de doações feitas.

Documentos relacionados a dívidas e ônus

  • Informes e documentos de dívida e ônus contraídos e/ou pagos no ano passado. Mas, atenção: nem todo mundo que teve dívida precisa deste documento, apenas se a quantia devida for maior do que R$ 5 mil. Também não é necessário declarar dívidas de financiamento imobiliário, bens adquiridos por consórcio e dívidas de atividade rural.

Documentos referentes a rendas variáveis

  • Notas de corretagem e extratos de Imposto de Renda enviadas pelas corretoras a quem faz negociação de renda variável;
  • Documentos de Arrecadação da Receita Federal (DARFs) de Renda Variável;
  • Informes de rendimentos adquiridos com renda variável.

Mas fazer isso sozinha, cá entre nós, não é nada fácil e nem indicado. O melhor mesmo é ter um profissional capacitado e especializado nisso para fazer o processo com exatidão e excelência, garantindo que você esteja em dia com a Receita Federal.

E uma empresa que faz isso como ninguém é a LR Assessoria, que por sinal, é composta por uma equipe inteiramente feminina, o que garante uma atenção especial a todos os detalhes e cuidado completo.

Confiamos nessa equipe de olhos fechados, e você também pode confiar. Conheça: https://www.instagram.com/lrmulheresnacontabilidade/

Dia da Mulher: é hora de colocar o amor próprio em ação!

Neste Dia da Mulher, que tal refletirmos sobre a importância do amor próprio?

Quando pensamos sobre autoamor, é normal ficarmos até mesmo confusas sobre se costumamos praticar isso em nossa vida, e se nos priorizamos.

Então para começar, fica o questionamento: você acredita que tem se amado?

Ou será que você mais procura o amor no próximo do que em si mesma? Se você disse a segunda opção, não se preocupe, porque isso é muito comum. Nós passamos a vida buscando no próximo a resposta para os nossos problemas.

Nós tentamos fazer com que o outro nos complete e com que a nossa felicidade dependa dele.

Quando foi a última vez que você fez algo 100% sozinha? Talvez um cinema, um almoço ou até um parque.

Quando você sentiu prazer na própria companhia?

Nós ficamos tão acostumadas a viver para o próximo, que muitas vezes, até quando nos separamos, nós nem sabemos quem somos, do que gostamos e qual o nosso objetivo de vida realmente.

Por isso, hoje temos um convite: faça uma lista sobre o que você mais gosta de fazer, anote qual sentimento cada ação traz para você, e também escreve aquilo que tanto te desagrada.

Agora, olhe para o espelho e prometa para si mesma que começará a priorizar a fazer as ações que mais gosta.

Comente aqui o que você acha sobre o assunto!

Descubra o segredo de relacionamentos duradouros

Uma das perguntas mais feitas para casais que estão há muitos anos juntos, sem dúvidas, é sobre qual o segredo para que a relação seja duradoura. É claro que cada um tem as suas dicas e opiniões, mas se tem um ponto que costuma ser unanimidade é a amizade no relacionamento.

A beleza muda, o fogo da paixão nem sempre se mantém acesso, e os dias passam a não mostrar mais aquela novidade de anteriormente. E é aí que a amizade, juntamente com o companheirismo, acaba roubando a cena.

Ser amigo da pessoa que você escolheu casar, mais do que tudo, significa que estará ao lado dela para apoiá-la, contar e ouvir confidências, viver bons momentos, e segurar a mão nas situações mais difíceis. E também proporciona trocas deliciosas no dia a dia, como papos descontraídos, risadas, e leveza.

Porém, muitas pessoas não querem incluir isso nos relacionamentos, e acabam tratando quem tanto amam com descaso, esquecendo que para envolver-se com alguém amorosamente, é necessário cuidado diário.

Se você está passando por uma crise em um relacionamento amoroso, e percebe que não há amizade entre ambos, tente pensar como você trata os seus amigos. Você costuma ser dura ou mais compreensiva? Você estende a mão quando precisam? Há respeito mútuo? Riem juntos?

Faça essa reflexão e depois comente aqui se isso faz sentido para você.

Um grande amor, antes de mais nada, precisa ser um grande amigo!

Influência familiar em relacionamentos amorosos

Está dando o que falar a pausa na carreira para cuidar da saúde mental anunciada pelo surfista Gabriel Medina. O fato se deu logo após ele separar-se da esposa, a modelo Yasmin Brunet. Abalado com o rompimento, o atleta declarou: “Somado ao corpo vem a mente, que também não está na melhor fase. Venho de meses desgastantes. E eu preciso olhar para mim nesse momento e me cuidar”.

Sem dúvida, Medina tomou uma decisão acertada ao fazer uma pausa para cuidar-se. É, inclusive, o que incentiva a campanha do Janeiro Branco, que está em seus últimos dias, e sobre a qual já falei aqui. Que sirva de exemplo para outras pessoas que passam por situações semelhantes.

Mas, o que aconteceu para as coisas chegarem nesse ponto?

Como terapeuta de casais, reconheço várias situações em comum com as vividas por pacientes de meu consultório. A principal delas é a forte ingerência da família na vida do casal. Havia ali uma grande disputa de poder entre a mãe e a esposa do rapaz – perceptível, inclusive, em várias declarações vazadas à imprensa. A animosidade entre as duas era evidente. Isso, aliado ao ciúme de Yasmin, acabaram fragilizando o relacionamento, e levando à separação.

Há uma frase bastante disseminada por aí que diz que “ao casarmos com alguém, casamos também com sua família”. É uma verdade, e um perigo. É normal haver conflitos de poder, diferenças – de estilo de vida, conceitos, religiosidade etc. Dependendo da personalidade das pessoas envolvidas, a situação fica insustentável. Por isso, é importante “blindar” o relacionamento, impondo limites à interferência da família na vida do casal.

Deixar claro o espaço e o papel de cada um no cenário familiar não é uma tarefa fácil. Sempre haverá resistência, cobranças, “chantagens emocionais” (no estilo “você não me ama mais”). Mas é o melhor caminho para manter saudáveis o relacionamento familiar e o do casal.

Quando as partes envolvidas não conseguem fazer isso – por dependência emocional, sensibilidade às pressões, medo de magoar etc. – recorrer a uma terapia familiar ou de casal é uma saída. Ela pode ajudar a definir os papéis de cada um nesse enredo e, com muito diálogo (e, principalmente, de escuta), estabelecer uma convivência harmoniosa e feliz entre todos.

Por Lelah Monteiro (https://www.instagram.com/lelahmonteirooficial/)

Família: Feliz quem tem e sabe curtir, aproveitar e valorizar!

Família é prato difícil de preparar.

São muitos ingredientes.

Reunir todos é um problema…

Não é para qualquer um.

Os truques, os segredos, o imprevisível.

Às vezes, dá até vontade de desistir…

Família é prato que emociona.

E a gente chora mesmo.

De alegria, de raiva ou de tristeza.

O pior é que ainda tem gente que acredita na receita da família perfeita.

Bobagem!

Tudo ilusão!

Família é afinidade, é à Moda da Casa.

E cada casa gosta de preparar a família a seu jeito.

Há famílias doces.

Outras, meio amargas.

Outras apimentadíssimas.

Enfim, receita de família não se copia, se inventa.

A gente vai aprendendo aos poucos, improvisando e transmitindo o que sabe no dia a dia.

Muita coisa se perde na lembrança.

Aproveite ao máximo.

Família é prato que, quando se acaba, nunca mais se repete!

Família: Feliz quem tem e sabe curtir, aproveitar e valorizar…

Trechos do livro “O Arroz de Palma”, de Francisco Azevedo.

 

Tenha a ceia natalina dos seus sonhos e sem esforço

Dezembro chegou e está dada a largada para os planejamentos de Natal e já podemos até mesmo pensar em como serão os dias dessa festa.

Imagine você se preparando para a ceia natalina com tranquilidade. Você descansa durante o dia, se arruma e depois apenas esquenta o alimento que foi feito com muito amor.

O gosto é caseiro, e até remete as reuniões de infância em família. Todos os convidados elogiam e você se sente animada por ter oferecido o jantar dos sonhos.

E tudo isso sem horas de fogão, sem cansar, e sem suar na cozinha.

Como? Encomendando uma ceia deliciosa de quem é expert no assunto, como o Boca a Boca Gourmet, que faz receitas incríveis e para todos os gostos.

Com eles, você escolhe qual o seu cardápio favorito e o aproveita sem qualquer preocupação.

Veja as opções que estão oferecendo:

– Antepastos: patês de azeitona, tomate seco e ervas finas, zucchini, serdella e caponata.

– Pães: tortano (pão de calabresa), focaccia tradicional e caprese.

– Carne, frango e peixe: pernil assado, peito de peru, tender, chester, lombo recheado com purê de maçã e bacalhau.

– Acompanhamentos: arroz natalino e a grega, farofa doce e salgada, vinagrete, salpicão e maionese.

– Diversos: massas (raviolli, rondelli e lasanha), cuscuz de camarão e tortas (frango, palmito e camarão).

– Sobremesas: banoffe, taça merengue, mousse de maracujá e mousse de chocolate com chantilly.

Gostou de alguma dessas opções? Entre e contato e faça a sua reserva o quanto antes, para não ficar sem.

Basta chamar no Whatsapp em (11) 96632-0055

 

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