Calorões e verão: tecidos e looks frescos para mulheres 40+

Para muitas mulheres depois dos 40, o calor do verão vem em dobro. Além das temperaturas altas, há os fogachos, as ondas de calor típicas do climatério e da menopausa, que chegam sem aviso e deixam o rosto vermelho e a roupa colada no corpo. Escolher roupas frescas para o calor não é só uma questão de estilo: é conforto, bem-estar e até autoestima ao longo do dia.

Comece pelo tecido

O tecido é o que mais define se uma peça vai refrescar ou esquentar. Fibras naturais deixam a pele respirar e absorvem melhor o suor.

  • Linho: o campeão do verão. Leve, ventilado e seca rápido. O amassado faz parte do charme.
  • Algodão: macio e respirável. Prefira as versões leves, como cambraia, voil e tricoline.
  • Viscose e liocel (tencel): fibras de origem vegetal, com caimento fluido e toque fresco.
  • Seda: delicada e leve, ótima para ocasiões especiais.

Já o poliéster, o nylon e o elastano em grande quantidade retêm calor e suor. Vale conferir a etiqueta antes de comprar.

Modelagens que deixam o ar circular

Roupas justas grudam na pele quando o calor aperta. As peças soltas, ao contrário, criam uma pequena camada de ar entre o tecido e o corpo.

  • Vestidos midi e chemises fluidos, com ou sem cinto.
  • Calças pantalona e de alfaiataria leve, que substituem o jeans com elegância.
  • Blusas estilo bata e camisas oversized, que podem ser usadas por dentro ou por fora.
  • Mangas amplas ou três-quartos, que protegem do sol sem abafar.

Sobreposição fácil de tirar

Quem sente fogachos sabe: em poucos minutos, o corpo vai do calor intenso ao frio do ar-condicionado. A estratégia é vestir camadas leves, que saem e voltam com facilidade.

  1. Uma regata ou blusa de alça de algodão como base.
  2. Uma camisa de linho aberta ou um kimono por cima.
  3. Um lenço leve na bolsa para o ambiente gelado.

Evite blusas de gola alta e peças difíceis de tirar, como macacões com muitos botões, nos dias mais quentes.

Cores que ajudam a refrescar

Tons claros refletem a luz e absorvem menos calor. Branco, off-white, bege, areia, azul-claro e verde-água são boas apostas para o dia. As estampas pequenas e as cores médias disfarçam marcas de suor, um detalhe que faz diferença nos dias de calorão.

Lingerie e acessórios também contam

O conforto começa por baixo. Sutiãs e calcinhas de algodão ou de microfibra respirável ajudam a reduzir o abafamento. Nos acessórios, prefira:

  • sandálias e rasteiras com tiras macias, que deixam os pés ventilados;
  • bolsas de palha ou tecido, mais leves que as de couro;
  • cabelos presos em coque ou rabo baixo nos dias mais quentes;
  • um leque discreto, que voltou à moda e é útil nos fogachos.

Um look para cada ocasião

  • Trabalho: calça pantalona de linho, regata de seda e blazer desestruturado para o ar-condicionado.
  • Fim de semana: vestido chemise de algodão com sandália baixa.
  • Noite: conjunto de viscose estampado com bijuterias douradas.

Vestir-se bem no verão depois dos 40 é escolher peças que acompanham o corpo e suas mudanças. Com os tecidos certos e algumas camadas estratégicas, o calor fica mais fácil de enfrentar, sem abrir mão do estilo.

Protetor solar para pele madura: como escolher antes do verão

O verão começa oficialmente em dezembro, mas o sol de novembro já é forte o bastante para deixar marcas. É também o mês em que as campanhas de prevenção ao câncer de pele, como o Dezembro Laranja, começam a ganhar espaço. Para a mulher depois dos 40, escolher bem o protetor solar para pele madura é o cuidado de beleza com melhor custo-benefício que existe: previne manchas, rugas, flacidez e, principalmente, doenças.

Por que a pele madura precisa de atenção extra

Com a queda do estrogênio, a pele fica mais fina, mais seca e produz menos colágeno. Ela também se recupera mais devagar das agressões do sol. O resultado aparece em manchas escuras, textura irregular e linhas mais marcadas.

Além disso, o dano solar é cumulativo. Anos de exposição sem proteção aumentam o risco de lesões que pedem avaliação do dermatologista.

FPS: qual escolher

O fator de proteção solar (FPS) indica a defesa contra os raios UVB, responsáveis pela vermelhidão e pela queimadura.

  • FPS 30 é o mínimo recomendado para o uso diário.
  • FPS 50 ou mais é indicado para quem tem manchas, melasma, pele muito clara ou vai ficar ao ar livre por muito tempo.
  • Proteção UVA também é essencial. Os raios UVA penetram mais fundo e aceleram o envelhecimento. Procure no rótulo a indicação de amplo espectro ou o selo de proteção UVA.

A textura certa para cada pele

Um bom protetor é aquele que se usa todos os dias. Por isso, a textura importa tanto quanto o FPS.

  • Pele seca: fórmulas em creme ou loção com ativos hidratantes, como ácido hialurônico, glicerina e ceramidas.
  • Pele mista ou oleosa: fluidos, géis-creme e toque seco, que não pesam no calor.
  • Pele sensível: filtros minerais (óxido de zinco e dióxido de titânio) e fórmulas sem perfume.

Com cor ou sem cor?

O protetor com cor faz mais do que uniformizar o tom. Os pigmentos, como o óxido de ferro, ajudam a bloquear a luz visível, que também escurece manchas e melasma. Para quem quer praticidade, ele pode substituir a base no dia a dia. O ideal é testar a cor no maxilar, à luz do dia.

Quanto aplicar e quando reaplicar

A maioria das pessoas usa bem menos protetor do que deveria, o que reduz a proteção real.

  1. Rosto e pescoço: cerca de uma colher de chá de produto, ou a regra dos “dois dedos” (duas linhas do comprimento do dedo).
  2. Aplique 15 a 30 minutos antes de sair de casa.
  3. Reaplique a cada duas horas ao ar livre e sempre depois de mergulhar ou suar muito.
  4. Por cima da maquiagem, vale usar protetor em bastão, em pó ou em spray próprio para o rosto.

Áreas que costumam ficar de fora

Pescoço, colo, orelhas, dorso das mãos e couro cabeludo (na risca do cabelo) são regiões muito expostas e frequentemente esquecidas. Nos lábios, use um protetor labial com FPS.

Proteção além do filtro

O protetor é uma camada de defesa, mas não a única. Chapéu de aba larga, óculos escuros com proteção UV, roupas com tecido de proteção e sombra fazem parte do pacote. Evitar o sol entre 10h e 16h, quando a radiação é mais intensa, continua sendo a regra de ouro.

Fique de olho nas pintas

O verão é um bom momento para olhar a pele com atenção. Pintas que mudam de cor, de tamanho ou de formato, ou feridas que não cicatrizam, merecem consulta com o dermatologista. A avaliação anual da pele é recomendada para quem tem muitas pintas ou histórico de exposição solar intensa.

Com o protetor certo e alguns hábitos simples, dá para aproveitar o verão sem abrir mão da saúde e da beleza da pele.

Este conteúdo é informativo e não substitui a avaliação de um dermatologista.

Luto pelos pais na maturidade: como atravessar a perda

O Dia de Finados costuma trazer de volta lembranças de quem partiu. Para muitas mulheres depois dos 40, essas lembranças têm nome e rosto conhecidos: o pai e a mãe. O luto pela perda dos pais é uma das experiências mais marcantes da maturidade e, ao mesmo tempo, uma das menos discutidas. Espera-se que a filha adulta “aguente firme”, resolva a burocracia e siga a vida. Mas a dor não segue esse roteiro.

Perder os pais é perder a primeira referência de afeto e de proteção. Mesmo quem já tem filhos crescidos e uma vida independente sente que o chão mudou de lugar. Há quem descreva a sensação de ter se tornado, de repente, “a geração de cima” da família.

A perda também mexe com a própria finitude. É comum que, depois do enterro, surjam perguntas sobre o tempo que resta, a saúde e as escolhas feitas até ali.

As fases do luto não são uma escada

O modelo mais conhecido fala em negação, raiva, barganha, tristeza e aceitação. Ele ajuda a dar nome aos sentimentos, mas o luto real não acontece em degraus. Os sentimentos vão e voltam, se misturam e reaparecem em datas especiais.

  • Dias bons e dias ruins se alternam, inclusive meses depois.
  • Aniversários, Natal e Dia das Mães costumam reacender a saudade.
  • Sintomas físicos são comuns: cansaço, alterações no sono e no apetite, dificuldade de concentração.

A culpa de quem cuidou

Muitas mulheres de 40 e 50 anos cuidam dos filhos, do trabalho e dos pais que envelhecem. Quando o pai ou a mãe morre depois de uma doença longa, a filha que cuidou pode sentir alívio e, logo em seguida, culpa por esse alívio.

Os dois sentimentos podem existir juntos. O alívio não diminui o amor; ele reflete o fim de um período de exaustão e de sofrimento, seu e de quem partiu. Também é comum a culpa pelo que “poderia ter sido feito”. Vale lembrar que as decisões foram tomadas com as informações e as forças disponíveis naquele momento.

Pequenos rituais que ajudam

O Finados é uma data tradicional de homenagem, mas a memória pode ser cultivada de outras formas, ao longo do ano:

  1. Reunir fotos e histórias em um álbum ou caderno para os netos.
  2. Preparar a receita preferida de quem partiu em uma data especial.
  3. Escrever uma carta com o que ficou por dizer.
  4. Separar objetos com calma, sem pressa para esvaziar a casa ou o armário.
  5. Manter algo vivo: uma planta, um costume, uma música.

Cuide de você durante o luto

O luto consome energia. Por isso, o básico faz diferença: dormir, comer em horários regulares, caminhar ao ar livre e aceitar ajuda. Conversar com irmãos, amigas ou um grupo de apoio ao luto reduz a sensação de solidão.

Também é importante se dar permissão para sentir. Não existe prazo certo para “superar”. Existe, sim, um caminho em que a dor aguda vai dando lugar a uma saudade possível de carregar.

Quando procurar ajuda profissional

Alguns sinais indicam que o luto precisa de acompanhamento de psicóloga ou psiquiatra:

  • Tristeza intensa que não diminui depois de muitos meses;
  • Dificuldade de retomar o trabalho e as tarefas do dia a dia;
  • Isolamento, perda de interesse por tudo e pensamentos de que a vida não vale a pena;
  • Uso de álcool ou remédios para conseguir dormir ou esquecer.

Nesses casos, buscar ajuda não é fraqueza. É uma forma de cuidar da própria saúde emocional. Em momentos de crise, o CVV atende gratuitamente pelo telefone 188, 24 horas por dia.

A perda dos pais muda a história de cada mulher, mas não apaga o que foi vivido. Com tempo, apoio e gentileza consigo mesma, a memória de quem partiu pode se transformar em presença.

Este conteúdo é informativo e não substitui o acompanhamento de um profissional de saúde mental.

Sono e menopausa: por que fica difícil dormir e o que ajuda

Você deita cansada, mas o sono não vem. Ou dorme bem e acorda às três da manhã, encharcada de suor, sem conseguir voltar a dormir. No dia seguinte, o corpo pesa, a paciência some e a concentração vai embora. Se essa rotina parece familiar, você não está sozinha. Os problemas de sono estão entre as queixas mais comuns do climatério, e a insônia na menopausa afeta uma parcela grande das mulheres. Entender as causas é o primeiro passo para voltar a dormir bem.

Por que o sono muda nessa fase

Queda dos hormônios

O estrogênio e a progesterona têm influência direta sobre o sono. A progesterona tem efeito levemente calmante, que favorece o adormecer. O estrogênio ajuda a regular a temperatura corporal e participa da produção de substâncias ligadas ao bem-estar. Quando os níveis desses hormônios caem, o sono tende a ficar mais leve e fragmentado.

Ondas de calor e suores noturnos

Os fogachos noturnos estão entre os maiores vilões. O calor súbito e o suor acordam a mulher várias vezes durante a noite, e voltar a dormir nem sempre é fácil.

Ansiedade e mudanças de humor

As oscilações hormonais também afetam o humor. Ansiedade e preocupações, que muitas vezes se somam às demandas desta fase da vida, mantêm a mente acelerada na hora de deitar.

Outros fatores

Com a idade e as mudanças hormonais, aumenta também o risco de distúrbios como a apneia do sono, em que a respiração para por instantes durante a noite. Ronco, sono não reparador e cansaço excessivo durante o dia são sinais de alerta. Vontade frequente de urinar à noite e dores articulares também podem atrapalhar o descanso.

As consequências de dormir mal

O sono não é luxo. Noites mal dormidas, quando se repetem, afetam a memória, o humor, a disposição e a imunidade. A privação de sono também está associada ao ganho de peso, ao aumento do risco cardiovascular e à piora de sintomas como a irritabilidade. Cuidar do sono é cuidar da saúde como um todo.

Hábitos que ajudam a dormir melhor

A chamada higiene do sono reúne hábitos simples que, juntos, fazem diferença:

  1. Horários regulares. Deite e acorde no mesmo horário todos os dias, inclusive nos fins de semana.
  2. Quarto fresco, escuro e silencioso. Para quem tem fogachos, um ventilador, roupa de cama leve e pijama de algodão ou tecidos que absorvem o suor ajudam muito.
  3. Telas longe da cama. A luz do celular e da TV atrapalha a produção de melatonina. Tente deixar as telas de lado pelo menos uma hora antes de dormir.
  4. Cuidado com a cafeína. Café, chá preto, chá mate e refrigerantes de cola devem ser evitados a partir do meio da tarde.
  5. Menos álcool à noite. A bebida pode dar sonolência no início, mas fragmenta o sono e piora as ondas de calor.
  6. Jantar leve, pelo menos duas horas antes de deitar.
  7. Atividade física regular, de preferência pela manhã ou à tarde. Exercícios intensos muito perto da hora de dormir podem ter o efeito contrário.
  8. Ritual de relaxamento. Um banho morno, leitura leve, alongamento, respiração profunda ou meditação sinalizam ao corpo que é hora de desacelerar.
  9. Cama é para dormir. Evite trabalhar, comer ou resolver problemas na cama.

E quando acordar no meio da noite?

Se você despertar e não conseguir voltar a dormir em cerca de 20 minutos, levante-se. Vá para outro cômodo, com pouca luz, e faça algo tranquilo, como ler ou ouvir uma música calma. Volte para a cama só quando sentir sono. Ficar rolando na cama e olhando o relógio aumenta a ansiedade e reforça a associação entre a cama e a frustração.

Tratamentos que podem ajudar

Quando os hábitos não são suficientes, é hora de procurar ajuda médica. O ginecologista pode avaliar os sintomas do climatério e indicar o tratamento mais adequado para cada caso. Entre as possibilidades:

  • Terapia hormonal, que reduz os fogachos e pode melhorar o sono, quando indicada.
  • Medicamentos não hormonais para as ondas de calor.
  • Terapia cognitivo-comportamental para insônia (TCC-I), considerada uma das abordagens mais eficazes para a insônia crônica.
  • Investigação de distúrbios do sono, como a apneia, com exames específicos.

Um cuidado importante: evite usar remédios para dormir por conta própria, inclusive os que parecem inofensivos. Alguns causam dependência ou interagem com outros medicamentos. Suplementos como a melatonina também devem ser usados com orientação profissional.

Dormir bem é possível

A insônia na menopausa não precisa ser aceita como algo inevitável. Com ajustes na rotina, cuidado com o ambiente e, quando necessário, acompanhamento médico, é possível recuperar noites tranquilas. Comece por um ou dois hábitos desta lista hoje mesmo, e procure ajuda se o problema persistir. Você merece acordar descansada.

Este conteúdo é informativo e não substitui a orientação de um profissional de saúde. 

Namoro depois do divórcio: como se abrir para um novo amor

Depois de anos de casamento, a ideia de voltar a namorar pode parecer estranha, assustadora ou até empolgante, às vezes tudo isso ao mesmo tempo. As regras mudaram, os aplicativos tomaram o lugar dos encontros casuais e você também mudou. A boa notícia é que namorar depois dos 40 pode ser uma experiência muito mais leve e verdadeira do que na juventude. Você sabe melhor quem é, o que quer e o que não aceita mais.

Primeiro, olhe para si mesma

O fim de um casamento é uma perda, mesmo quando a decisão foi sua e foi a melhor escolha. Antes de buscar um novo relacionamento, vale dar espaço para viver o luto da relação que terminou. Não existe prazo certo, mas alguns sinais indicam que você está pronta para recomeçar:

  • Você consegue falar do ex sem raiva intensa ou tristeza profunda.
  • A vontade de conhecer alguém vem do desejo de compartilhar, e não de preencher um vazio.
  • Você está bem sozinha e não sente que precisa de alguém para se sentir completa.
  • Não há desejo de provar nada para o ex-marido ou para outras pessoas.

Se a dor ainda está muito presente, a terapia pode ajudar a elaborar a separação e entender padrões que você não quer repetir.

Defina o que você procura

Antes, o namoro muitas vezes tinha um caminho óbvio: casar e ter filhos. Depois dos 40, as possibilidades são mais variadas. Algumas mulheres querem um novo casamento; outras preferem um namoro em que cada um mora na sua casa; há quem queira apenas companhia para sair e se divertir.

Todas as opções são válidas. O importante é ter clareza para escolher pessoas que queiram o mesmo e comunicar isso com honestidade.

Onde conhecer pessoas

Aplicativos de relacionamento

Os apps são hoje uma das formas mais comuns de conhecer alguém, inclusive depois dos 40. Existem aplicativos gerais e outros voltados para pessoas maduras ou com interesses específicos. Algumas dicas para usar bem:

  • Use fotos recentes e naturais, em que você aparece sorrindo.
  • Escreva uma descrição sincera, com seus interesses e o tipo de relação que procura.
  • Não se apresse para sair do aplicativo: converse um pouco antes de passar o número de telefone.
  • Desconfie de quem evita encontros ou chamadas de vídeo por muito tempo.

Fora das telas

Os encontros “à moda antiga” também continuam acontecendo. Cursos, viagens em grupo, atividades esportivas, trabalho voluntário, eventos culturais e até apresentações de amigos são ótimas oportunidades. A vantagem é que você conhece a pessoa em um contexto real, com interesses em comum.

Segurança em primeiro lugar

Infelizmente, golpes amorosos e situações de risco existem, e mulheres maduras, muitas vezes com estabilidade financeira, são alvos frequentes. Alguns cuidados são indispensáveis:

  1. Marque os primeiros encontros em lugares públicos e movimentados.
  2. Avise uma amiga sobre onde vai e com quem.
  3. Vá e volte por conta própria.
  4. Pesquise o nome da pessoa nas redes sociais e na internet.
  5. Nunca empreste ou envie dinheiro para alguém que conheceu há pouco, por mais convincente que seja a história. Pedidos de dinheiro são o principal sinal de golpe.
  6. Confie na sua intuição. Se algo parecer estranho, é porque provavelmente é.

E os filhos?

Para quem tem filhos, essa é uma questão delicada. Algumas orientações ajudam:

  • Não apresente cada pessoa com quem sair. Espere a relação ficar mais séria e estável.
  • Converse com honestidade, adaptando a conversa à idade dos filhos.
  • Respeite o tempo deles. Reações de ciúme ou resistência são comuns, especialmente no início.
  • Lembre que você tem direito a uma vida afetiva. Ser mãe não anula a mulher.

Deixe a bagagem no lugar certo

Toda pessoa que chega aos 40 traz uma história. Isso é natural e, muitas vezes, enriquecedor. O cuidado é não fazer o novo parceiro pagar pelos erros do anterior, nem comparar o tempo todo. Cada relação é única e merece ser vivida sem o peso do passado.

Intimidade na maturidade

A vida sexual depois dos 40 pode ser plena e prazerosa. Muitas mulheres se sentem mais livres e conhecem melhor o próprio corpo nessa fase. Ao mesmo tempo, mudanças do climatério, como a secura vaginal, podem trazer desconforto, e existem tratamentos e produtos que ajudam. Converse com o ginecologista sem receio. E, com um novo parceiro, não esqueça da prevenção: o uso de preservativo continua essencial para evitar infecções sexualmente transmissíveis.

Permita-se

Namorar depois dos 40 e de um divórcio é um recomeço, e recomeços pedem coragem. Haverá encontros sem graça, conversas que não vão para frente e, quem sabe, uma conexão especial quando você menos esperar. Vá no seu ritmo, com segurança e sem cobranças. O amor, em qualquer idade, continua sendo uma das melhores aventuras da vida.

Empreender depois dos 40: o passo a passo para abrir sua empresa com segurança

Transformar um talento em negócio, sair do emprego para ter mais autonomia, criar uma fonte de renda depois dos filhos crescidos ou de uma demissão. Cada vez mais mulheres decidem empreender depois dos 40, e trazem para o negócio algo valioso: experiência, rede de contatos e maturidade para tomar decisões. Mas, para que o sonho não vire dor de cabeça, abrir empresa exige planejamento e alguns cuidados burocráticos que fazem toda a diferença.

Por que a maturidade é uma vantagem para empreender

Quem empreende depois dos 40 geralmente conhece bem o mercado em que quer atuar, sabe lidar com pessoas e com pressão e tem mais clareza sobre os próprios limites. Esses fatores ajudam a evitar erros comuns de quem começa muito cedo, como apostar tudo em uma ideia sem testar ou subestimar os custos.

Por outro lado, há mais responsabilidades em jogo: família, patrimônio, aposentadoria. Por isso, a segurança jurídica e financeira do negócio precisa estar no centro do planejamento.

Passo 1: valide a ideia antes de investir

Antes de formalizar qualquer coisa, teste a sua ideia. Converse com potenciais clientes, faça vendas em pequena escala, estude a concorrência e calcule quanto precisa vender para cobrir os custos. Esse período de validação evita investimentos altos em um negócio que ainda não provou ter mercado.

Passo 2: faça um plano de negócios simples

Não precisa ser um documento de cem páginas. Responda, por escrito:

  • O que vou vender e para quem?
  • Qual é o meu diferencial?
  • Quanto vou precisar investir no início?
  • Quais serão os custos fixos mensais?
  • Em quanto tempo espero ter lucro?
  • Quanto posso retirar por mês sem comprometer o caixa?

O Sebrae oferece modelos gratuitos e consultorias que ajudam nessa etapa.

Passo 3: escolha o tipo de empresa

Esta é uma das decisões mais importantes e uma das que mais geram dúvidas. As opções mais comuns para quem está começando são:

  • MEI (Microempreendedor Individual): indicado para quem fatura pouco e trabalha sozinha ou com, no máximo, um funcionário. Tem custos baixos, mas há limite de faturamento anual e nem todas as atividades são permitidas, como várias profissões regulamentadas.
  • Sociedade Limitada Unipessoal (SLU): permite abrir uma empresa sozinha, sem sócios, com o patrimônio pessoal separado do da empresa.
  • Sociedade Limitada (LTDA): para quem vai empreender com um ou mais sócios.

A escolha depende da atividade, do faturamento esperado e dos planos de crescimento. Um enquadramento errado pode gerar impostos maiores do que o necessário ou até impedir o funcionamento regular do negócio.

Passo 4: defina o regime tributário

Além do tipo de empresa, é preciso escolher como ela vai pagar impostos. Os principais regimes são o Simples Nacional, o Lucro Presumido e o Lucro Real. Para pequenos negócios, o Simples Nacional costuma ser o mais vantajoso, mas isso não é regra: dependendo da atividade e da margem de lucro, outro regime pode sair mais barato.

Vale lembrar que o sistema tributário brasileiro está passando pela reforma tributária, com mudanças graduais nos próximos anos. Mais um motivo para ter orientação profissional atualizada.

Passo 5: legalize o negócio

A abertura da empresa envolve várias etapas: consulta de viabilidade do endereço e do nome, registro na Junta Comercial, obtenção do CNPJ, inscrições municipal e estadual (quando necessárias), alvarás e licenças. Cada atividade tem exigências próprias, e um detalhe esquecido pode atrasar o início das operações.

Passo 6: organize as finanças desde o primeiro dia

Um erro muito comum é misturar o dinheiro da empresa com o dinheiro pessoal. Para evitar problemas:

  1. Abra uma conta bancária em nome da empresa.
  2. Defina um pró-labore, ou seja, um valor fixo que você retira mensalmente.
  3. Registre todas as entradas e saídas.
  4. Emita nota fiscal em todas as vendas.
  5. Separe o dinheiro dos impostos assim que receber.

Por que contar com uma contabilidade desde o início

Muitas empreendedoras deixam para procurar um contador quando o problema já apareceu. O ideal é o contrário: ter orientação profissional antes mesmo de abrir o CNPJ. Uma boa contabilidade ajuda a escolher o tipo de empresa e o regime tributário mais adequados, cuida das obrigações fiscais, evita multas e libera você para se dedicar ao que realmente importa: o seu negócio.

LR Mulheres na Contabilidade: um escritório feito por mulheres

Para quem busca esse apoio, a LR Mulheres na Contabilidade é um escritório de contabilidade criado e conduzido por mulheres, que entende de perto os desafios de quem empreende. A equipe atua em todas as frentes que uma empresa precisa:

  • Legalização e societário: abertura, alteração e baixa de empresas.
  • Fiscal: apuração de impostos e cumprimento das obrigações fiscais.
  • Contábil: escrituração, balanços e demonstrativos.
  • Departamento pessoal: folha de pagamento e rotinas trabalhistas, para quando o negócio crescer e chegarem os primeiros funcionários.

O escritório fica na Av. Queiroz Filho, 1.700, Casa 79, Vila A, São Paulo (SP), CEP 05319-000. Para conhecer mais sobre o trabalho e receber dicas sobre gestão e contabilidade, siga o perfil @lrmulheresnacontabilidade no Instagram.

Empreender depois dos 40 é uma escolha corajosa e, com planejamento, pode ser uma das mais gratificantes da vida. Valide a ideia, organize as finanças, formalize o negócio do jeito certo e cerque-se de profissionais de confiança. A experiência você já tem; agora é hora de colocá-la para trabalhar a seu favor.

Autoestima depois dos 40: hábitos que fazem diferença

O corpo muda, a pele muda, o cabelo muda. Os filhos crescem, a carreira passa por revisões, os relacionamentos ganham novos contornos. Depois dos 40, é comum que a autoestima seja colocada à prova. Ao mesmo tempo, essa é a fase em que muitas mulheres se sentem mais seguras do que nunca: sabem o que querem, o que não aceitam mais e o quanto já conquistaram. A autoestima depois dos 40 não depende de voltar a ser quem você era, mas de se reconhecer e se valorizar como você é agora.

9 hábitos para fortalecer a autoestima

1. Cuide da forma como você fala consigo mesma

Preste atenção ao seu diálogo interno. Você falaria com uma amiga do jeito que fala consigo diante do espelho? Trocar a autocrítica dura por um tom mais gentil é um dos passos mais transformadores. Não se trata de negar o que você gostaria de mudar, mas de tratar a si mesma com respeito.

2. Mova o corpo por prazer

A atividade física melhora o humor, o sono, a disposição e a relação com o corpo. O segredo é encontrar algo que você goste: dança, caminhada, pilates, musculação, natação. Quando o exercício deixa de ser castigo e vira prazer, a constância aparece.

3. Vista-se para a mulher que você é hoje

Roupas que não servem mais, guardadas “para quando emagrecer”, só alimentam a frustração. Monte um guarda-roupa que valorize o seu corpo atual. Sentir-se bem com o que veste muda a postura e a forma como você se apresenta ao mundo.

4. Reserve um tempo só seu

Entre tantas demandas, muitas mulheres se colocam sempre em último lugar. Separe um momento na semana, mesmo que curto, para algo que seja só seu: ler, caminhar, fazer um curso, tomar um café sozinha. Esse tempo não é egoísmo, é manutenção.

5. Aprenda algo novo

Aprender dá a sensação de crescimento e de capacidade. Um idioma, um instrumento, uma receita, uma habilidade profissional. Cada nova conquista lembra que você continua evoluindo, em qualquer idade.

6. Selecione o que você consome nas redes

Se determinados perfis fazem você se sentir inadequada, deixe de segui-los. Prefira conteúdos que inspiram, informam e mostram mulheres reais. O que entra pelos olhos todos os dias influencia a forma como você se enxerga.

7. Cerque-se de pessoas que fazem bem

Amizades e relacionamentos têm enorme impacto na autoestima. Pessoas que valorizam, apoiam e respeitam você fortalecem a sua confiança. Relações marcadas por críticas constantes e comparações merecem ser repensadas.

8. Celebre as suas conquistas

Faça uma lista do que você já viveu e conquistou: desafios superados, pessoas que criou e ajudou, trabalhos realizados, recomeços. A maturidade traz uma bagagem que muitas vezes esquecemos de reconhecer.

9. Cuide da saúde física e mental

Check-ups em dia, acompanhamento dos sintomas do climatério, sono de qualidade e alimentação equilibrada influenciam diretamente o humor e a disposição. E, se a insegurança vier acompanhada de tristeza persistente, ansiedade ou desânimo, procure apoio psicológico. Terapia é uma forma poderosa de autocuidado.

Autoestima não é se achar perfeita

Um equívoco comum é pensar que ter autoestima significa gostar de tudo em si o tempo todo. Não é isso. Autoestima saudável é conseguir reconhecer qualidades e limitações sem que as limitações definam o seu valor. É aceitar dias ruins sem transformá-los em sentenças. É entender que o envelhecimento faz parte da vida e não diminui quem você é.

Os ganhos da maturidade

Se algumas coisas mudam, outras melhoram muito depois dos 40. Muitas mulheres relatam que se preocupam menos com a opinião alheia, sabem dizer “não” com mais facilidade, têm relações mais verdadeiras e se conhecem melhor. Esses ganhos são a base de uma autoestima mais sólida, que não depende de aprovação externa.

Comece hoje

A autoestima é construída no dia a dia, com pequenos gestos repetidos. Escolha um dos hábitos desta lista e coloque em prática nesta semana. Depois, acrescente outro. Aos poucos, a forma como você se vê vai mudar, e a forma como o mundo vê você também. Afinal, você chegou lá, e isso merece ser celebrado.

Guarda-roupa cápsula: peças-chave para a mulher madura

O armário está lotado, mas toda manhã a sensação é de que não há nada para vestir. Se essa cena é familiar, o guarda-roupa cápsula pode ser a solução. A proposta é simples: ter menos peças, mas peças que combinam entre si, valorizam o corpo e funcionam para a rotina real. Para a mulher madura, que já conhece o próprio estilo e valoriza praticidade, essa ideia faz ainda mais sentido.

O que é um guarda-roupa cápsula

O conceito surgiu na década de 1970, em Londres, e ganhou popularidade nos anos seguintes com estilistas que defendiam um vestuário enxuto e atemporal. A ideia é reunir um número reduzido de peças versáteis, geralmente entre 30 e 40 itens (incluindo calçados e, em algumas versões, acessórios), que se combinam de várias formas.

Não existe um número obrigatório. O mais importante é o princípio: cada peça precisa ter um propósito e conversar com as outras.

Passo a passo para montar o seu

1. Faça uma triagem honesta

Tire tudo do armário e separe em quatro grupos: peças que você ama e usa; peças que precisam de ajuste ou conserto; peças que não servem mais ou não usa há mais de um ano; e peças de valor sentimental. O terceiro grupo pode ser doado ou vendido.

2. Analise a sua rotina

O guarda-roupa precisa refletir a vida que você leva, não a que gostaria de levar. Quantos dias por semana você trabalha fora? Seu ambiente é formal ou casual? Pratica atividades físicas? Viaja com frequência? Distribua as peças de acordo com o tempo que você passa em cada situação.

3. Defina uma cartela de cores

Esse é o segredo da versatilidade. Escolha:

  • Duas ou três cores-base, neutras: preto, marinho, bege, cinza, branco ou caramelo.
  • Duas ou três cores de destaque, que valorizem o seu tom de pele e o seu gosto pessoal.

Com essa paleta, quase todas as peças passam a combinar entre si.

4. Priorize qualidade e modelagem

No guarda-roupa cápsula, cada peça é muito usada. Por isso, vale investir em tecidos de boa qualidade e, principalmente, em modelagens que valorizem o seu corpo. Uma calça com caimento perfeito vale mais do que cinco que “quase” servem. Não tenha receio de fazer pequenos ajustes com uma costureira.

As peças-chave

A lista abaixo é um ponto de partida. Adapte à sua rotina, ao clima da sua cidade e ao seu estilo.

Partes de cima

  • Camisa branca de boa qualidade
  • Duas ou três camisetas lisas (branca, preta, neutra)
  • Blusa de seda ou viscose, para ocasiões mais especiais
  • Tricô leve, em tom neutro
  • Blusa em uma das cores de destaque

Partes de baixo

  • Calça de alfaiataria em tom neutro
  • Calça jeans de lavagem escura, reta ou levemente ampla
  • Calça pantalona ou de linho, para os dias quentes
  • Saia midi

Vestidos e sobreposições

  • Vestido midi liso, que vai do dia à noite
  • Vestido estampado ou em cor de destaque
  • Blazer bem cortado
  • Cardigã ou casaco leve
  • Trench coat ou jaqueta para meia-estação

Calçados

  • Scarpin ou sandália de salto confortável
  • Mocassim ou sapatilha
  • Tênis branco
  • Rasteira ou sandália baixa
  • Bota de cano curto, para o frio

Acessórios

  • Bolsa estruturada em tom neutro
  • Bolsa menor para a noite
  • Lenço de seda
  • Cinto de couro
  • Brincos e colares que tenham a sua cara

Como manter o guarda-roupa cápsula funcionando

Montar é o primeiro passo; manter é o desafio. Algumas regras ajudam:

  1. Uma entra, uma sai. Ao comprar uma peça nova, doe ou venda outra.
  2. Compre com lista. Antes de ir às compras, anote o que realmente falta.
  3. Teste as três combinações. Só compre se a peça combinar com pelo menos três itens que você já tem.
  4. Revise a cada estação. Guarde as peças de inverno no verão e vice-versa, e aproveite para avaliar o que ainda funciona.
  5. Cuide bem das roupas. Lavagem correta, cabides adequados e pequenos reparos prolongam a vida das peças.

Menos é mais, e com muito estilo

O guarda-roupa cápsula não é sobre se privar, mas sobre escolher melhor. Ele traz leveza para a rotina, economia para o bolso e um estilo mais autêntico. Depois dos 40, quando já sabemos o que nos valoriza e o que não combina com a gente, montar um armário enxuto e inteligente é um presente que você dá a si mesma todas as manhãs.

Cabelos brancos: assumir, disfarçar ou colorir?

Primeiro aparece um fio, depois outro, e de repente a raiz denuncia a cada três semanas que o tempo passou. Os cabelos brancos são uma das mudanças mais visíveis da maturidade e despertam sentimentos variados: há quem encare com naturalidade, há quem não se reconheça no espelho. A boa notícia é que não existe escolha certa. Assumir o grisalho, disfarçar ou continuar colorindo são decisões pessoais, e cada uma tem seus cuidados.

Por que os cabelos ficam brancos

A cor dos fios vem da melanina, pigmento produzido por células chamadas melanócitos, localizadas na raiz do cabelo. Com o passar dos anos, essas células diminuem a atividade até parar de produzir pigmento. O fio nasce, então, sem cor.

A genética é o fator que mais pesa na idade em que os brancos aparecem. Estresse, tabagismo e algumas deficiências nutricionais também podem influenciar. Além da cor, o fio branco costuma mudar de textura: fica mais seco, mais grosso ou mais rebelde, porque a produção de oleosidade do couro cabeludo também diminui com a idade.

Opção 1: assumir os cabelos brancos

O movimento de mulheres que assumem o grisalho cresceu muito nos últimos anos. Para muitas, é uma forma de liberdade: menos tempo no salão, menos gastos e uma relação mais tranquila com a própria imagem.

Vantagens: fim da manutenção de raiz, fios mais saudáveis sem química, economia.

Desafios: a fase de transição, quando a raiz natural contrasta com o comprimento tingido, pode durar meses e exige paciência.

Como fazer a transição

Existem três caminhos principais:

  1. Corte curto: a forma mais rápida. Um pixie ou um chanel curto elimina boa parte do comprimento tingido de uma vez.
  2. Crescimento gradual com cortes frequentes: para quem prefere manter o comprimento, a cada dois meses tira-se um pouco da parte colorida.
  3. Mechas ou luzes de transição: o cabeleireiro clareia mechas para suavizar o contraste entre a raiz e o restante, tornando o processo mais discreto.

Opção 2: disfarçar sem cobrir totalmente

Para quem não quer assumir o branco por completo, mas também não quer o compromisso da tintura a cada mês, há meio-termos:

  • Luzes e mechas: misturam os fios brancos com tons claros, e o crescimento fica muito menos aparente.
  • Tonalizantes: não têm amônia e saem aos poucos com as lavagens. Suavizam os brancos sem cobri-los totalmente.
  • Retoques de raiz em spray ou pó: solução temporária para eventos e para esticar o intervalo entre as tinturas.

Opção 3: continuar colorindo

Colorir os cabelos continua sendo a escolha de muitas mulheres, e não há nada de errado nisso. Alguns cuidados ajudam a manter os fios bonitos:

  • Escolha o tom com cuidado. Depois dos 40, tons muito escuros tendem a endurecer a expressão e evidenciar a raiz. Uma ou duas nuances mais claras que a cor natural costumam suavizar o rosto.
  • Prefira a aplicação só na raiz nos retoques, para não sensibilizar o comprimento.
  • Respeite os intervalos recomendados entre uma coloração e outra.
  • Faça o teste de mecha e de alergia antes de usar um produto novo, mesmo que seja de uma marca conhecida.

Cuidados com os fios grisalhos

Se você decidir assumir os brancos, eles também pedem atenção específica:

  • Shampoo matizador: os fios brancos podem amarelar com sol, poluição e água com cloro. O matizador, com pigmento violeta, neutraliza esse tom. Use uma ou duas vezes por semana.
  • Hidratação regular: máscaras nutritivas e óleos ajudam a controlar o frizz e a aspereza.
  • Proteção térmica e solar: o secador, a chapinha e o sol amarelam e ressecam os fios.
  • Corte bem feito: um bom corte faz toda a diferença na aparência do grisalho, deixando o visual moderno e intencional.

Como saber qual é o melhor caminho para você

Algumas perguntas podem ajudar na decisão:

  • Quanto tempo e dinheiro estou disposta a investir na manutenção?
  • Como me sinto quando vejo a raiz aparecendo?
  • Meu tom de pele combina com o grisalho? Um cabeleireiro pode ajudar a avaliar.
  • Estou fazendo essa escolha por mim ou por pressão de outras pessoas?

Vale lembrar que nenhuma decisão é definitiva. Dá para experimentar o grisalho e voltar a colorir, ou o contrário.

Beleza em todas as cores

Cabelos brancos não são sinal de descuido, assim como a tintura não é sinal de insegurança. O que importa é que a escolha faça você se sentir bem ao se olhar no espelho. Seja qual for o caminho, cabelo bem cuidado, corte em dia e autoestima em alta são a combinação que nunca sai de moda.

Recomeçar a carreira depois dos 40!

Vinte anos na mesma área, um cargo estável e, de repente, a sensação de que algo não se encaixa mais. Ou então uma demissão inesperada, os filhos crescidos, um divórcio, uma vontade antiga que volta com força. Os motivos para mudar de carreira aos 40 são muitos, e todos legítimos. O medo também costuma vir junto: será que ainda dá tempo? Dá, sim. E a maturidade pode ser a sua maior aliada nesse recomeço.

Por que tantas mulheres mudam de rumo nessa fase

Aos 40, a maioria das mulheres já acumulou experiência profissional, autoconhecimento e uma visão mais clara do que valoriza. Muitas percebem que construíram a carreira a partir das expectativas dos outros, ou das necessidades da família, e agora querem um trabalho que faça sentido para si mesmas.

Além disso, a expectativa de vida aumentou. Quem tem 40 ou 45 anos ainda tem, pela frente, duas décadas ou mais de vida profissional. É tempo suficiente para construir uma nova trajetória inteira.

Passo 1: entenda o que você quer (e o que não quer)

Antes de qualquer decisão prática, é preciso clareza. Reserve um tempo para responder, por escrito, a algumas perguntas:

  • O que me incomoda no trabalho atual: a área, a empresa, o ritmo ou a função?
  • Em quais momentos da minha carreira me senti mais realizada?
  • Que atividades faço com prazer, mesmo sem ser paga?
  • Quanto preciso ganhar para viver com tranquilidade?
  • Prefiro ser contratada, empreender ou trabalhar como autônoma?

As respostas ajudam a separar o desejo real de mudança de um cansaço passageiro, que talvez se resolva com férias ou uma troca de empresa.

Passo 2: mapeie as suas habilidades

Quem muda de carreira raramente começa do zero. Habilidades como liderança, negociação, organização, comunicação e resolução de problemas são transferíveis e valorizadas em qualquer área.

Faça uma lista de tudo o que você sabe fazer bem, incluindo o que aprendeu fora do trabalho: administrar a casa, organizar eventos, cuidar de pessoas, coordenar projetos voluntários. Depois, compare com o que a nova área exige. O que faltar será o seu plano de estudos.

Passo 3: teste antes de pular

Uma das formas mais seguras de mudar de carreira é experimentar a nova área antes de largar tudo. Algumas maneiras de fazer isso:

  • Converse com quem já trabalha na área. Pergunte sobre a rotina, os desafios e a remuneração real.
  • Faça cursos curtos para sentir se o assunto realmente te interessa.
  • Comece com um projeto paralelo, como trabalhos freelancer ou voluntários.
  • Acompanhe profissionais por um dia, se possível.

Essas experiências evitam frustrações e ajudam a construir uma rede de contatos na nova área.

Passo 4: organize as finanças

A transição profissional pode envolver um período de renda menor ou instável. Por isso, o planejamento financeiro é indispensável.

  1. Calcule o seu custo de vida mensal com precisão.
  2. Monte uma reserva que cubra de seis a doze meses de despesas, se possível.
  3. Corte gastos supérfluos antes da mudança, e não depois.
  4. Considere uma transição gradual, mantendo o emprego atual enquanto a nova atividade ganha corpo.

Se a ideia for abrir o próprio negócio, vale buscar orientação contábil desde o início para escolher o formato de empresa mais adequado.

Passo 5: invista em qualificação

Hoje existem muitas opções para se qualificar, para todos os bolsos e rotinas: cursos técnicos, graduações tecnológicas, pós-graduações, cursos livres e plataformas on-line. Instituições como o Sebrae, o Senac e universidades públicas oferecem formações gratuitas ou de baixo custo.

Escolha cursos com aplicação prática e, sempre que possível, que ofereçam contato com profissionais da área.

Passo 6: atualize sua presença profissional

Mudar de carreira também significa contar uma nova história sobre você. Atualize o currículo destacando as habilidades transferíveis, e não só os cargos anteriores. Cuide do perfil no LinkedIn, participe de grupos e eventos da nova área e conte para as pessoas da sua rede que você está em transição. Muitas oportunidades surgem por indicação.

Mudar de carreira aos 40 exige coragem, planejamento e paciência. Não é um caminho sem obstáculos, mas é possível, e muitas mulheres encontram nessa fase a realização profissional que buscavam há anos. O primeiro passo pode ser pequeno: uma conversa, um curso, uma lista no caderno. O importante é começar.

Moda primavera-verão: tendências que funcionam para mulheres 40+

Todo ano, as vitrines anunciam as novidades da estação e surge a mesma dúvida: o que disso tudo combina comigo? A boa notícia é que a moda primavera-verão não tem regra de idade. O que existe é escolha: entender quais tendências conversam com o seu corpo, a sua rotina e a sua personalidade, e adaptá-las sem perder o conforto. Reunimos as apostas da estação que funcionam muito bem para a mulher madura e como usá-las.

Tecidos naturais e leves

No calor brasileiro, o tecido faz toda a diferença. Linho, algodão, viscose e seda deixam a pele respirar e caem bem no corpo. Para quem enfrenta as ondas de calor do climatério, essa escolha vai além da estética: é uma questão de bem-estar.

O linho, em especial, segue em alta. Aquele ar levemente amassado, que antes parecia descuido, hoje é sinônimo de elegância descontraída. Calças amplas, camisas e conjuntos de linho são investimentos que duram várias estações.

Como usar: aposte em conjuntos de linho em tons neutros (areia, off-white, verde-oliva) e varie com acessórios.

Alfaiataria descontraída

A alfaiataria deixou de ser exclusividade do escritório. Na primavera-verão, ela aparece mais solta, em tecidos leves e cores claras. Blazers sem forro, coletes e calças de cintura alta com caimento fluido trazem sofisticação sem calor.

Como usar: combine um colete de alfaiataria com calça pantalona do mesmo tom para um visual alongado. No fim de semana, use o blazer leve sobre camiseta branca e jeans.

Vestidos midi

Se existe uma peça curinga para a mulher 40+, é o vestido midi. O comprimento entre o joelho e o tornozelo valoriza diferentes tipos de corpo, transmite elegância e é confortável para o dia inteiro.

Nesta estação, ganham destaque os modelos chemise (com botões na frente), os envelopes, que marcam a cintura com delicadeza, e os de alça mais larga, que permitem usar sutiã com tranquilidade.

Como usar: com rasteira ou tênis branco durante o dia; com sandália de salto bloco e brincos marcantes à noite.

Cores vivas sem medo

A ideia de que mulheres maduras devem se vestir com cores sóbrias ficou para trás. Tons como amarelo-manteiga, laranja, rosa, azul-cobalto e verde aparecem com força na primavera-verão e iluminam o rosto.

Se a cor forte parece demais, comece por uma peça: uma blusa, um lenço, uma bolsa. Usar a cor perto do rosto, como em blusas e acessórios de cabeça, ajuda a dar viço à pele.

Como usar: monte o look com base neutra e escolha um ponto de cor. Ou experimente o monocromático em tons claros, com peças da mesma cor em nuances diferentes.

Estampas: florais, geométricas e listras

As estampas são parte da alma do verão. Os florais voltam em versões mais modernas, com flores maiores ou em aquarela. As listras, sobretudo as verticais, são clássicas e alongam a silhueta. As geométricas trazem um ar contemporâneo.

Um cuidado: estampas muito pequenas e densas tendem a “apagar” o visual. Estampas médias e espaçadas costumam valorizar mais.

Como usar: uma peça estampada por look, equilibrada com peças lisas.

Calças amplas e pantalonas

Confortáveis e elegantes, as calças amplas continuam em alta. Elas disfarçam o que você preferir não marcar, alongam as pernas quando usadas com cintura alta e combinam com quase tudo.

Como usar: com blusa mais justa ou por dentro da calça para equilibrar o volume. A barra deve cobrir parte do sapato para alongar ainda mais.

Calçados confortáveis e estilosos

Conforto e estilo andam juntos. Na estação, destacam-se:

  • Rasteiras e sandálias de tiras finas, que deixam o look delicado
  • Mules, fáceis de calçar e sofisticadas
  • Salto bloco, que dá altura com estabilidade
  • Tênis brancos, que combinam com vestidos, alfaiataria e jeans

 

A melhor tendência para a mulher 40+ é a autoconfiança. Moda é uma forma de expressão, e esta fase da vida traz uma vantagem enorme: você já sabe o que te valoriza. Use as novidades da estação como inspiração, não como regra, e monte um guarda-roupa que tenha a sua cara.

Amizades na maturidade: como cultivar e fazer novos laços

Na infância, bastava dividir o lanche no recreio para ganhar uma melhor amiga. Na juventude, a faculdade e as festas aproximavam as pessoas quase sem esforço. Depois dos 40, a história muda. Trabalho, filhos, casamento, separações e mudanças de cidade vão afastando pessoas que pareciam eternas. Muitas mulheres percebem, de repente, que a agenda está cheia, mas o círculo de amigas ficou pequeno. A amizade na maturidade exige mais intenção, mas tem uma qualidade especial: é mais escolhida, mais honesta e mais profunda.

Amizades não são apenas uma questão de lazer. Pesquisas na área da saúde mostram de forma consistente que vínculos sociais fortes estão associados a menos estresse, menor risco de depressão e até maior longevidade. O isolamento, por outro lado, é considerado um fator de risco para a saúde física e mental.

Para a mulher madura, as amigas cumprem um papel ainda mais importante. Elas são rede de apoio em momentos como o climatério, a saída dos filhos de casa, o cuidado com pais idosos, um divórcio ou uma mudança de carreira. Ter com quem conversar sem precisar explicar tudo é um alívio que nenhum outro relacionamento substitui.

Onde fazer novas amigas na maturidade

A melhor forma de conhecer pessoas é estar em lugares onde a conviviência se repete. Algumas ideias:

  • Atividades físicas em grupo: dança, pilates, corrida, hidroginástica, trilhas.
  • Cursos presenciais: idiomas, culinária, cerâmica, fotografia, pintura.
  • Trabalho voluntário: une pessoas com valores parecidos.
  • Clubes de leitura e grupos de interesse: presenciais ou on-line.
  • Comunidades de mulheres 40+: grupos nas redes sociais e encontros temáticos têm crescido muito.
  • Viagens em grupo: muitas agências organizam roteiros pensados para mulheres.

O segredo é a repetição. Um encontro isolado raramente gera amizade; a conviviência frequente, sim.

O valor de amizades entre gerações

Não é preciso limitar as amizades a mulheres da mesma idade. Amigas mais jovens trazem novidades, energia e outras formas de ver o mundo. Amigas mais velhas oferecem experiência e perspectiva sobre fases que ainda estão por vir. A troca entre gerações enriquece todos os lados.

Amizade é investimento

As amizades da maturidade não acontecem por acaso: são construídas com tempo, atenção e um pouco de coragem. Mas o retorno é enorme. Ter amigas com quem dividir alegrias, desabafar e rir de si mesma torna esta fase da vida mais leve e mais feliz. Que tal mandar hoje aquela mensagem que você está adiando?

Mamografia depois dos 40: o que mudou e quando fazer

Outubro chega e, com ele, os laços cor-de-rosa espalhados por vitrines, prédios públicos e redes sociais. Mais do que uma campanha bonita, o Outubro Rosa existe para lembrar algo prático: o câncer de mama tem grandes chances de cura quando é descoberto cedo, e a principal ferramenta para isso é a mamografia. Para a mulher que passou dos 40, o assunto ganhou novidades importantes nos últimos meses, e vale entender cada uma delas.

O que mudou na mamografia depois dos 40

Até 2025, o protocolo oficial do SUS priorizava o rastreamento em mulheres de 50 a 69 anos, com exames a cada dois anos. Quem tinha entre 40 e 49 anos muitas vezes só conseguia o exame na rede pública se tivesse histórico familiar ou algum sintoma.

Isso mudou em duas etapas. Em setembro de 2025, o Ministério da Saúde passou a recomendar a mamografia para mulheres de 40 a 49 anos “sob demanda”, ou seja, por vontade da paciente em conjunto com a indicação de um profissional de saúde, a cada dois anos. Na mesma ocasião, o rastreamento ativo foi ampliado até os 74 anos. Em dezembro de 2025, a Lei nº 15.284 transformou isso em direito: toda mulher a partir dos 40 anos pode fazer a mamografia pelo SUS.

A mudança tem razão de ser. Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 23% dos casos de câncer de mama no Brasil aparecem entre os 40 e os 49 anos.

Anual ou a cada dois anos? Entenda as recomendações

Aqui mora uma dúvida comum, porque as recomendações não são idênticas:

  • Ministério da Saúde (SUS): a partir dos 40, a cada dois anos, em decisão conjunta com o profissional de saúde. Dos 50 aos 74, rastreamento ativo a cada dois anos.
  • Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM): mamografia anual a partir dos 40 anos, inclusive para mulheres sem sintomas.

Na prática, a frequência ideal depende do seu histórico. Mulheres com parentes próximas (mãe, irmã, filha) que tiveram câncer de mama ou de ovário, mamas densas ou outros fatores de risco podem precisar de acompanhamento mais próximo, às vezes com exames complementares como ultrassom ou ressonância. Por isso, a conversa com o ginecologista é o ponto de partida.

Por que a mamografia é tão importante nessa fase

A mamografia consegue identificar alterações muito pequenas, antes que elas possam ser sentidas no toque. É essa antecipação que faz diferença: tumores descobertos no início costumam exigir tratamentos menos agressivos e têm chances de cura bem maiores.

O problema é que muitos diagnósticos ainda chegam tarde. Dados do Ministério da Saúde indicam que perto de 37% dos casos no Brasil são descobertos em estágios avançados. Manter o exame em dia é a forma mais simples de mudar esse quadro.

Autoexame substitui a mamografia?

Não. O autoexame é um hábito valioso de autoconhecimento: conhecer o próprio corpo ajuda a perceber mudanças e procurar o médico mais cedo. Mas ele não detecta lesões pequenas como a mamografia.

Fique atenta e procure atendimento se notar:

  • Nódulo ou caroço na mama ou na axila, mesmo sem dor
  • Pele da mama avermelhada, retraída ou com aspecto de casca de laranja
  • Alterações no bico do peito, como retração ou feridas
  • Saída de líquido pelo mamilo, principalmente com sangue
  • Mudança no tamanho ou no formato de uma das mamas

Esses sinais não significam necessariamente câncer, mas sempre merecem avaliação.

Como fazer a mamografia pelo SUS

Na rede pública, o caminho começa na Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima. Lá, você passa por uma consulta, recebe o pedido e é encaminhada para o local que realiza a mamografia. Em muitas cidades, durante outubro, há mutirões e unidades móveis que ampliam a oferta, então vale consultar a secretaria de saúde do seu município. Quem tem plano de saúde precisa apenas do pedido médico.

Cuidar de si é prioridade

O Outubro Rosa é um bom lembrete, mas o cuidado precisa durar o ano inteiro. Se a sua mamografia está atrasada, este é o momento de marcar a consulta. E, se você já está em dia, aproveite para lembrar uma amiga, uma irmã ou a sua mãe. Depois dos 40, fazer a mamografia é um gesto de cuidado consigo mesma.

Este conteúdo é informativo e não substitui a orientação de um profissional de saúde.

Climatério e menopausa: qual a diferença e quais os sinais

Ondas de calor, noites mal dormidas, irritação sem motivo aparente, menstruação desregulada. Muitas mulheres começam a perceber essas mudanças por volta dos 40 anos e se perguntam: já é a menopausa? Nem sempre. Climatério e menopausa são termos usados como sinônimos no dia a dia, mas descrevem coisas diferentes. Entender essa diferença e conhecer os sintomas do climatério ajuda a atravessar essa fase com mais informação e menos angústia.

O que é o climatério

O climatério é o período de transição entre a fase reprodutiva e a não reprodutiva da mulher. Nele, os ovários reduzem gradualmente a produção de hormônios, principalmente o estrogênio e a progesterona. É uma fase longa: o Ministério da Saúde considera, em geral, o intervalo entre os 40 e os 65 anos.

O climatério não é doença. É uma etapa natural da vida, como a puberdade. Mas as mudanças hormonais podem trazer sintomas que afetam o bem-estar e merecem cuidado.

O que é a menopausa

A menopausa é um marco dentro do climatério: a última menstruação da vida da mulher. Ela só é confirmada depois de 12 meses seguidos sem menstruar, sem outra causa que explique a ausência. No Brasil, costuma acontecer entre os 45 e os 55 anos, com média em torno dos 50.

Resumindo:

  Climatério Menopausa
O que é Fase de transição hormonal A última menstruação
Duração Anos (em geral, dos 40 aos 65) Um momento, confirmado após 12 meses
Sintomas Podem começar anos antes da menopausa Fazem parte do climatério

Quando a menopausa acontece antes dos 40 anos, fala-se em insuficiência ovariana prematura, que precisa de acompanhamento médico específico.

Climatério: sintomas mais comuns

Cada mulher vive o climatério de um jeito. Algumas quase não percebem mudanças; outras têm sintomas intensos. Os mais frequentes são:

  • Irregularidade menstrual: ciclos mais curtos ou mais longos, fluxo maior ou menor. Costuma ser o primeiro sinal.
  • Ondas de calor (fogachos): sensação súbita de calor no rosto, pescoço e peito, com vermelhidão e suor.
  • Suores noturnos, que atrapalham o sono.
  • Insônia e sono de pior qualidade.
  • Alterações de humor: irritabilidade, ansiedade, tristeza e maior sensibilidade emocional.
  • Secura vaginal e desconforto na relação sexual.
  • Diminuição da libido.
  • Dificuldade de concentração e lapsos de memória.
  • Ganho de peso, principalmente na região abdominal.
  • Pele mais seca, cabelos mais finos e unhas fracas.
  • Dores articulares.

Riscos de saúde que aumentam nessa fase

Além dos sintomas visíveis, a queda do estrogênio traz mudanças silenciosas que merecem atenção:

  • Perda de massa óssea, que aumenta o risco de osteoporose e fraturas.
  • Maior risco cardiovascular, já que o estrogênio tem efeito protetor sobre o coração e os vasos.
  • Alterações no colesterol e na glicemia.

Por isso, o climatério é um ótimo momento para fazer um check-up completo e manter os exames de rotina em dia, incluindo a mamografia e a densitometria óssea, quando indicada.

Como é feito o diagnóstico

Na maioria dos casos, o diagnóstico do climatério é clínico: o médico avalia a idade, o padrão menstrual e os sintomas. Exames de sangue podem ser pedidos para descartar outras causas, como alterações na tireoide, que provocam sinais parecidos.

Tratamentos disponíveis

Não é preciso sofrer calada. Existem várias opções para aliviar os sintomas, e a escolha deve ser feita junto com o ginecologista, considerando o histórico de cada mulher.

  • Terapia hormonal: é o tratamento mais eficaz para as ondas de calor e outros sintomas. Quando bem indicada e acompanhada, especialmente se iniciada nos primeiros anos após a menopausa, é considerada segura para muitas mulheres. Não é indicada em alguns casos, como histórico de certos tipos de câncer ou de trombose.
  • Tratamentos não hormonais: alguns medicamentos ajudam a reduzir os fogachos em quem não pode ou não quer usar hormônios.
  • Tratamentos locais: hidratantes, lubrificantes e cremes vaginais aliviam a secura e o desconforto íntimo.
  • Apoio psicológico, quando as mudanças de humor pesam no dia a dia.

Hábitos que fazem diferença

O estilo de vida tem papel importante no controle dos sintomas e na prevenção de doenças:

  1. Atividade física regular, incluindo musculação, que protege ossos e músculos.
  2. Alimentação equilibrada, rica em cálcio, proteínas, frutas, verduras e fibras.
  3. Menos álcool, cafeína e comidas apimentadas, que podem piorar as ondas de calor.
  4. Não fumar.
  5. Roupas leves e em camadas, fáceis de tirar durante um fogacho.
  6. Cuidado com o sono e com a saúde emocional: meditação, terapia e momentos de lazer ajudam.

Informação é o melhor começo

O climatério ainda é cercado de silêncio e tabus, e muitas mulheres passam anos achando que precisam aguentar tudo sozinhas. Não precisam. Conversar com o médico, com as amigas e com a família torna essa fase mais leve. Com acompanhamento e bons hábitos, é possível viver o climatério com saúde, disposição e qualidade de vida.

Este conteúdo é informativo e não substitui a orientação de um profissional de saúde.

Skincare na primavera: como cuidar da pele madura

Os dias ficam mais longos, o sol aparece com mais força e a umidade começa a voltar. A primavera muda o ambiente, e a pele sente essa transição. Depois de meses de banho quente, ar seco e cremes mais densos, chegou a hora de rever a rotina. O skincare na primavera não precisa ser complicado, mas pede ajustes, principalmente para a pele madura, que tende a ser mais fina, mais seca e mais sensível ao sol.

Comece pela limpeza (sem exageros)

Com o calor, é natural querer lavar o rosto várias vezes ao dia. Resista. Limpeza demais remove a barreira de proteção da pele e pode provocar o efeito rebote, com mais oleosidade e mais sensibilidade.

  • Duas vezes ao dia é suficiente: de manhã e à noite.
  • Prefira sabonetes suaves, em gel ou espuma, sem fragrância forte e com pH próximo ao da pele.
  • Use água morna ou fria. A água quente continua sendo vilã, mesmo fora do inverno.
  • À noite, remova bem a maquiagem e o protetor solar. Uma água micelar ou um óleo de limpeza ajudam antes do sabonete.

Troque a textura do hidratante

O creme encorpado que salvou a sua pele no frio pode ficar pesado agora. Isso não significa abandonar a hidratação, que continua indispensável depois dos 40. A ideia é trocar a textura.

Na primavera, vale apostar em hidratantes em gel-creme, loções leves ou séruns. Procure ingredientes como:

  • Ácido hialurônico, que atrai e retém água na pele
  • Ceramidas, que reforçam a barreira cutânea
  • Niacinamida, que ajuda a uniformizar o tom e controlar a oleosidade
  • Pantenol, com ação calmante

Se a sua pele é muito seca, mantenha o creme mais rico à noite e use a versão leve só de manhã.

Protetor solar: o passo que não pode faltar

Se existe um item que merece atenção redobrada na primavera, é o protetor solar. A radiação UV é a principal causa do envelhecimento precoce, das manchas e do câncer de pele. E ela está presente mesmo em dias nublados.

Algumas regras simples:

  1. Use todos os dias, inclusive dentro de casa se ficar perto de janelas.
  2. Escolha FPS 30 ou mais, com proteção contra UVA e UVB.
  3. Aplique a quantidade certa: cerca de uma colher de chá para rosto e pescoço.
  4. Reaplique a cada duas ou três horas quando estiver ao ar livre.
  5. Não esqueça pescoço, colo e mãos, áreas que mostram a idade e costumam ficar de fora.

Para quem tem manchas ou melasma, os protetores com cor oferecem uma camada extra de defesa contra a luz visível.

Ativos que ajudam (e quando usar)

A primavera é um bom momento para manter ou introduzir ativos antioxidantes, que protegem a pele dos danos do sol e da poluição.

  • Vitamina C: de manhã, antes do protetor. Ilumina, ajuda a clarear manchas e estimula o colágeno.
  • Retinoides (como o retinol): à noite. São aliados contra rugas e flacidez, mas aumentam a sensibilidade ao sol. Use com protetor solar rigoroso durante o dia.
  • Ácidos esfoliantes (glicólico, lático): com moderação, uma ou duas vezes por semana, sempre à noite.

Antes de começar qualquer ativo mais forte, especialmente retinoides e ácidos, vale conversar com um dermatologista.

Esfoliação: menos é mais

Depois do inverno, é comum querer “renovar” a pele com esfoliação. Ela ajuda a remover células mortas e deixa o rosto mais viçoso, mas a pele madura precisa de delicadeza. Prefira esfoliantes químicos suaves ou produtos com grânulos bem finos, no máximo uma vez por semana. E nunca esfolie e use retinol na mesma noite.

Hidratação de dentro para fora

Com o calor, a perda de água aumenta. Beber água ao longo do dia, incluir frutas e verduras ricas em água e antioxidantes e dormir bem são hábitos que aparecem na pele. Nenhum creme substitui o cuidado com a saúde como um todo.

Rotina básica de primavera

Para facilitar, aqui vai um resumo:

Momento Passo a passo
Manhã Limpeza suave, vitamina C, hidratante leve, protetor solar
Noite Demaquilante, limpeza, retinoide ou sérum (alternando), hidratante
Uma vez por semana Esfoliação suave (fora das noites de retinoide)

A primavera é a estação da renovação, e a pele pode acompanhar esse ritmo. Pequenos ajustes, feitos com constância, valem mais do que qualquer produto milagroso.

Este conteúdo é informativo e não substitui a avaliação de um dermatologista.

Como evitar a descamação da pele no inverno

Com a chegada do frio, é comum perceber a pele mais seca, áspera e até com descamação. Isso acontece porque as baixas temperaturas, os banhos quentes e a baixa umidade do ar reduzem a hidratação natural da pele, deixando-a mais sensível.

Para evitar esse problema, o principal cuidado é investir em uma boa hidratação. Aplique um hidratante logo após o banho, quando a pele ainda está levemente úmida, e escolha produtos com ingredientes como ácido hialurônico, ceramidas, ureia ou manteiga de karité.

Também vale a pena diminuir a temperatura da água durante o banho, usar sabonetes suaves e beber bastante água ao longo do dia, já que a hidratação começa de dentro para fora.

Outro cuidado importante é não abandonar o protetor solar. Mesmo no inverno, os raios UV continuam presentes e podem comprometer a saúde da pele.

Com uma rotina simples de cuidados, é possível manter a pele macia, saudável e livre da descamação durante toda a estação.

Autocuidado emocional no inverno: como cuidar da mente nos dias frios

O inverno costuma trazer dias mais frios, menos luz solar e uma vontade maior de ficar em casa. Embora isso seja natural, essa mudança também pode afetar o humor, a disposição e até aumentar a sensação de tristeza ou desânimo.

Por isso, o autocuidado emocional merece atenção especial nessa época do ano. Pequenos hábitos, como manter uma rotina, aproveitar a luz natural, praticar alguma atividade física e reservar momentos para fazer o que você gosta, ajudam a promover mais equilíbrio e bem-estar.

Também vale a pena fortalecer os vínculos com pessoas queridas, cuidar da alimentação e respeitar seus momentos de descanso. Afinal, desacelerar não significa deixar de cuidar de si.

Lembre-se: cuidar da saúde emocional é tão importante quanto manter o corpo aquecido. O inverno pode ser um convite para olhar com mais carinho para você, fortalecer sua autoestima e cultivar hábitos que façam bem em qualquer estação.

Dicas de organização de guarda-roupa: praticidade, estilo e mais espaço no dia a dia

Abrir o guarda-roupa e encontrar exatamente o que você procura pode parecer um sonho, mas com algumas mudanças simples é possível transformar a organização em uma grande aliada da rotina. Além de economizar tempo, um armário organizado ajuda a preservar as peças, facilita a montagem dos looks e até evita compras desnecessárias.

Se você sente que seu guarda-roupa está sempre bagunçado, confira estas dicas para deixá-lo mais funcional.

1 – Tire tudo do armário

O primeiro passo é esvaziar completamente o guarda-roupa. Assim, fica mais fácil visualizar tudo o que você possui e limpar as prateleiras antes de reorganizar.

Aproveite esse momento para avaliar o estado de cada peça.

2 – Faça uma seleção consciente

Pergunte a si mesma:

  • Usei esta peça no último ano?
  • Ela ainda serve bem?
  • Combina com meu estilo atual?
  • Está em bom estado?

Doe, venda ou recicle aquilo que não faz mais sentido. Manter apenas o que realmente é usado facilita muito a organização.

3 – Organize por categorias

Separe as roupas por grupos, como:

  • Camisetas
  • Camisas
  • Calças
  • Saias
  • Vestidos
  • Blazers
  • Casacos
  • Roupas de academia
  • Moda praia
  • Pijamas

Essa divisão torna a rotina muito mais prática.

4 – Use cabides iguais

Pode parecer um detalhe, mas padronizar os cabides melhora o aproveitamento do espaço e deixa o guarda-roupa visualmente mais organizado.

Cabides finos de veludo, por exemplo, evitam que as roupas escorreguem e ocupam menos espaço.

5 – Dobre as peças da forma correta

Malhas, camisetas e tricôs podem ser dobrados para evitar deformações.

Se possível, utilize a dobra vertical, que permite visualizar todas as peças sem precisar desmontar a pilha.

6 – Aproveite organizadores

Caixas, cestos, colmeias e divisórias são excelentes para organizar:

  • Lingeries
  • Meias
  • Lenços
  • Cintos
  • Biquínis
  • Acessórios

Além de facilitar o acesso, esses organizadores evitam a bagunça nas gavetas.

7 – Separe por cores

Depois de organizar por categoria, agrupe as peças por tonalidade.

Além de deixar o guarda-roupa mais bonito, essa organização ajuda na hora de criar combinações.

8 – Deixe as peças mais usadas ao alcance

As roupas do dia a dia devem ficar nas áreas de acesso mais fácil.

Já peças de festa, roupas de inverno ou itens pouco utilizados podem ocupar as partes mais altas do armário.

9 – Cuide dos acessórios

Bolsas, sapatos, colares e cintos também merecem atenção.

Utilize suportes específicos, caixas organizadoras ou divisórias para manter tudo protegido e fácil de encontrar.

10 – Faça pequenas manutenções

Organização não é algo que se faz apenas uma vez.

Reserve alguns minutos por semana para devolver cada peça ao seu lugar. Esse hábito evita que a bagunça se acumule novamente.

Um guarda-roupa organizado simplifica a vida

Mais do que uma questão estética, manter o armário organizado significa ganhar praticidade, economizar tempo e valorizar as roupas que você já possui.

Com pequenas mudanças e uma rotina de manutenção, fica muito mais fácil montar produções, encontrar suas peças favoritas e aproveitar melhor cada espaço do guarda-roupa.

Rotina de beleza para clima seco: como manter a pele hidratada e saudável

Quem mora em regiões de clima seco ou enfrenta períodos de baixa umidade do ar sabe que a pele sente os efeitos rapidamente. Sensação de repuxamento, descamação, ressecamento dos lábios e até aumento da sensibilidade são alguns dos sinais mais comuns.

A boa notícia é que, com alguns cuidados simples, é possível manter a pele bonita, hidratada e protegida durante todo o ano.

Por que o clima seco afeta tanto a pele?

Quando a umidade do ar diminui, a pele perde água com mais facilidade. Como consequência, a barreira natural de proteção fica enfraquecida, favorecendo o ressecamento e deixando a pele mais vulnerável a irritações.

Quem já possui pele sensível ou madura costuma perceber esses efeitos de forma ainda mais intensa.

1 – Aposte em uma limpeza suave

O primeiro passo da rotina é escolher um sabonete facial que limpe sem remover a oleosidade natural da pele. Produtos muito adstringentes podem aumentar o ressecamento.

Prefira fórmulas hidratantes e evite lavar o rosto com água muito quente, que contribui para a perda da hidratação.

2 – Nunca abra mão da hidratação

Após a limpeza, aplique um hidratante adequado ao seu tipo de pele.

Ingredientes como ácido hialurônico, ceramidas, pantenol, glicerina e manteiga de karité ajudam a repor a água e fortalecer a barreira de proteção cutânea.

Peles maduras costumam se beneficiar de hidratantes mais nutritivos, especialmente durante a noite.

3 – O protetor solar continua indispensável

Mesmo em dias nublados ou frios, a radiação ultravioleta continua presente.

Além de prevenir manchas e o envelhecimento precoce, o protetor solar ajuda a preservar a saúde da pele. Escolha um produto com FPS 30 ou superior e reaplique ao longo do dia quando necessário.

4 – Cuide também dos lábios

Os lábios são uma das regiões que mais sofrem com o clima seco.

Tenha sempre um hidratante labial na bolsa e reaplique sempre que sentir necessidade. Produtos com manteiga de karité, vitamina E e óleos vegetais ajudam a evitar rachaduras.

5 – Hidrate o corpo diariamente

Após o banho, aproveite que a pele ainda está levemente úmida para aplicar um hidratante corporal. Esse hábito favorece a retenção de água e prolonga a sensação de maciez.

Dê atenção especial aos cotovelos, joelhos, mãos e pés, áreas que costumam ressecar com maior facilidade.

6 – Beba bastante água

A hidratação também acontece de dentro para fora.

Manter uma boa ingestão de água ao longo do dia contribui para o funcionamento do organismo e ajuda a preservar a elasticidade e o viço da pele.

7 – Umidifique o ambiente

Se possível, utilize um umidificador de ar ou coloque recipientes com água nos ambientes mais secos da casa.

Essa simples medida ajuda a reduzir o desconforto causado pela baixa umidade e beneficia não apenas a pele, mas também as vias respiratórias.

Beleza começa com cuidado

Uma rotina de beleza eficiente não precisa ser complicada. Pequenas mudanças no dia a dia fazem toda a diferença para manter a pele hidratada, confortável e protegida durante os períodos de clima seco.

Com limpeza delicada, hidratação adequada, proteção solar e bons hábitos, é possível preservar a saúde da pele e manter sua beleza em qualquer estação do ano.

Perfume no Dia dos Namorados: um presente que fica na memória

Flores encantam, chocolates adoçam e jantares criam momentos especiais. Mas existe um presente que tem o poder de durar muito além da data comemorativa: o perfume.

Mais do que uma fragrância, um perfume carrega lembranças, emoções e a capacidade de fazer alguém especial ser lembrado a cada borrifada. Por isso, ele continua sendo uma das escolhas mais românticas para o Dia dos Namorados.

Se você ainda está em dúvida sobre o presente ideal, conheça algumas opções da Lou de Pre, marca da La Rive distribuída pela BR Brand Imports, que unem sofisticação, personalidade e excelente qualidade.

Para homens marcantes: Great in Black

Intenso e envolvente, o Great in Black combina a suculência da maçã com canela e limão, evoluindo para notas de lavanda, violeta e lírio-do-vale. No fundo, baunilha, fava-tonca e patchuli criam uma assinatura sensual e sofisticada.

É uma excelente escolha para homens que gostam de deixar sua presença registrada por onde passam.

Para mulheres livres e autênticas: Sweet Sahara


Sweet Sahara é uma fragrância feminina que celebra a liberdade e a individualidade. A combinação de flor de tiaré, ylang-ylang e mimosa se mistura à delicadeza das rosas e à sensualidade da baunilha.

O resultado é um perfume elegante, feminino e cheio de personalidade, perfeito para mulheres que gostam de expressar quem realmente são.

Para quem ama fragrâncias delicadas e envolventes: Desert Princess

Com notas de limão, rosas, baunilha, ambroxan e musk, Desert Princess entrega uma experiência leve, romântica e irresistível.

É uma opção ideal para mulheres que apreciam perfumes femininos, doces na medida certa e que deixam uma lembrança marcante.

Para homens modernos e confiantes: Bright Tobacco

Bright Tobacco combina frescor cítrico, especiarias, lavanda, sálvia, tabaco e notas envolventes de caramelo, baunilha e camurça.

Uma fragrância intensa e sofisticada, indicada para homens que gostam de desafios, vivem o presente e valorizam perfumes com personalidade.

Um presente que permanece

Ao contrário de muitos presentes que acabam rapidamente, um perfume acompanha a rotina, desperta memórias e fortalece conexões emocionais.

Por isso, neste Dia dos Namorados, vale a pena apostar em uma fragrância que represente a personalidade de quem você ama.

Os perfumes Lou de Pre, distribuídos pela BR Brand Imports, podem ser encontrados nas principais lojas de departamento do país.

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