Como se organizar financeiramente após uma separação?

Eu sempre digo que as mulheres sabem quando o casamento começa a desandar. Se você está junto com a pessoa há mais de dois anos, você percebe que está chegando ao fim muito antes de acabar. A melhor coisa que você pode fazer quando começa a perceber que existe essa chance de uma separação é começar a preparar o terreno. Se vocês continuarem juntos, maravilha! Mas se não der certo, estar preparada é essencial.

E como fazer isso? Primeiro, você precisa conhecer seus números. Você tem que saber qual é o valor mínimo necessário para você se sustentar. Qual é o mínimo para sua necessidade básica que vai ser suficiente para você não precisar recorrer à família, amigos ou a um empréstimo no banco? E você tem esse valor guardado para sobreviver durante um ano?

Depois de saber qual é o valor mínimo necessário, se ainda não tiver uma conta corrente, você vai abrir uma. Pode ser em bancos digitais, que não têm tarifas. Depois disso vai começar a fazer uma reserva de emergência que seja exclusivamente sua para você juntar esse valor que vai te proteger durante um ano caso algo aconteça. Isso vai dar tempo para você se reerguer emocionalmente e financeiramente após uma separação.

Outra coisa que você também precisa pensar é se tiver filhos. Caso você tenha, também precisa calcular qual é o mínimo necessário para você arcar com as suas responsabilidades como mãe, mesmo que o pai pague a pensão.

O que acontece muitas vezes em separações em que o homem é o pilar financeiro, é que a mulher fica perdida durante alguns meses em relação às finanças. Eu tive um caso há alguns meses de uma cliente que se separou e o ex-marido levou tudo que ela tinha. A única coisa que ficou foi um aluguel. Ela não tinha conta corrente, não sabia as senhas do cartão, nada. Então ela precisou se reconstruir do zero. Porque assim como aconteceu com ela, acontece com várias outras mulheres. O marido bloqueia cartão de crédito, começa a bloquear as contas e você fica sem saber quanto tem.

Outro ponto muito importante de analisar é o regime do casamento. Porque isso vai contar muito na hora da separação. Você vai ter direito a receber 50% de tudo que construíram juntos? Ou é tudo dele? Se tiver direito aos 50%, você sabe se vai estar ‘herdando’ alguma dívida? Essas são perguntas essenciais que você precisa saber – e não só em casos de separação, mas da vida de casados! E isso não é desconfiança, é você saber os riscos que está correndo. Porque mesmo que vocês continuem casados, caso haja dívidas grandes, vocês vão precisar lidar com isso juntos.

Eu sei que muitas mulheres não têm acesso aos números porque o marido não deixa. A minha dica para quem está nessa situação é: pegue um caderno e chame seu marido para conversar e fala assim “amor, esses são os meus objetivos para nós e para nossa família nos próximos 5 anos”. Existem duas reações que acontecem geralmente: ou o marido vai se assustar e dizer que não pode conversar naquele momento ou ele vai sentar e falar “vamos conversar, também estava pensando nisso”. Na primeira reação pode ser que ele tenha mesmo sido pego de surpresa e vai retomar o assunto depois, ou ele não vai mais trazer a tona. E na segunda podem ter duas opções. A positiva: ele também quer tentar salvar o relacionamento. Ou a negativa: ele quer saber o que você está querendo para na hora da separação saber o que você vai pedir.

Dar início a conversa pode ser interessante porque você vai conseguir ter a visão da outra pessoa. Para que ângulo ele está olhando? Juntos ou separados? Ele vai de carreira solo? Esse preparo pode trazer para a mulher uma segurança emocional. Quando você conhece os números você tem uma segurança emocional para falar sim e para falar não. Existem inúmeros casos de mulheres que continuam em uma relação infeliz e às vezes até agressiva porque não tem segurança dos números. Ela não sabe se tem condições financeiras de sair daquele relacionamento.

Mas caso você não consiga se preparar e o fim do relacionamento venha como uma surpresa, você vai precisar fazer passos muito parecidos com os da preparação. Você vai precisar anotar todos os seus números: quanto e com o que você gasta. Qual é o mínimo suficiente para você se sustentar? Quanto você recebe? É suficiente para pagar tudo isso? Se não for, você vai precisar dar um passo para trás e reorganizar sua vida de maneira que seus gastos caibam dentro da sua receita. Vai rever seus gastos, ver o que dá para cortar, o que dá para diminuir. E começar uma reserva de emergência. Eu sou estrategista financeira e posso te ajudar! Basta entrar em contato comigo no instagram @jenni.invest4u ou no meu site www.invest4u.com.br

Texto por Jenni (@jenni.invest4u)

Jenni, curitibana, casada com o Tuk, mãe da Bella Valentina de 4 anos, administradora de empresas, pós-graduada, educadora, planejadora financeira e diretora da Invest4u. Sempre amei planejar, mapear, calcular. Estudava muito sobre como montar e identificar as melhores estratégias para carteiras de investimentos. Ver o dinheiro dos meus clientes brilhava os meus olhos.

Reflexões de Fim de Ano

Por Gisela Campiglia

Estamos chegando ao final de mais um ano, neste período as pessoas costumam refletir e fazer um balanço de suas vidas. Para um bom aproveitamento do ano que está por vir, o questionamento deve permear as várias áreas em que atuamos durante o ano que passou. Na intenção de colaborar, abaixo coloco alguns tópicos que vão ajudar você neste processo.

Pessoal
-Você se permitiu usar parte de seu tempo para cuidar de seu corpo físico, sua saúde, alimentação e fazer exercícios físicos?
-Você observou e cuidou de seus pensamentos e emoções? Praticou diariamente uma interiorização reflexiva, meditação, ou fez orações para buscar paz e equilíbrio?

Profissional
-Você ficou satisfeita com sua prosperidade financeira? Profissionalmente você acredita que pode ser mais criativa e produtiva? Suas relações com as pessoas no trabalho foram harmoniosas?

Laser
-Você criou tempo para desfrutar de momentos de lazer e diversão, se distrair e recarregar suas forças?

Intelectual
-Neste mundo globalizado de mudanças constantes e rápidas, você buscou pesquisar e estudar, para se manter atualizada?

Familiar
-Como foi a sua relação com seus Pais?
– Na qualidade de mãe, você esta conseguindo orientar seus filhos para serem pessoas realizadas? Colocou os devidos limites para seus filhos, sem criar inimizades? Conseguiu motivar o desenvolvimento das habilidades deles?

Romance
-Caso você esteja solteira, escolheria a si mesmo como namorada?
-Você considera que está preparada para conquistar o amor no ano que está chegando?
-Caso você esteja em um relacionamento, você conviveu com seu parceiro romântico de forma acolhedora e leal? Tolerou as diferenças e limitações do parceiro, compreendendo que ele é apenas uma pessoa em evolução com você?
-Você valorizou o fato de ter sido escolhido para ser companheiro amorosa de alguém?

Social
-Você encontrou tempo para cultivar seu relacionamento com as pessoas que tem afinidade com você? Aceitou convites para festas e convidou seus amigos para sair com você?

Espiritual
-Você assumiu a sua porção divina? Praticou uma religião com seriedade, ou atou através do princípio de amar ao próximo como a si mesmo?

Reflexão final
-Quando você olha para o ano que passou, qual sentimento se manifesta?
-Até o momento presente em sua vida, qual foi a sua contribuição para fazer deste mundo um lugar melhor?
-De forma geral, qual nota você dá para sua vida como um todo?
-O que você pretende fazer de diferente para melhorar a si, e ao mundo?

Através dessas reflexões e da prática do autoconhecimento, certamente você terá melhores chances de fazer um ótimo aproveitamento do novo ano que está chegando. De coração, desejo que esse artigo colabore com as suas realizações de vida!

Paz & Luz!

Gisela Campiglia

Formada em psicologia, física quântica, bioenergia e metafísica. Trabalha com desenvolvimento pessoal, promove palestras, escreve artigos e é colunista do Mulheres de Quarenta.

Conquiste a prosperidade que você deseja!

Por Gisela Campiglia

Por que será que você se esforça tanto para ganhar mais dinheiro, mas não consegue alcançar resultados satisfatórios? Para obter crescimento financeiro é preciso trabalhar também o autoconhecimento, porque antes de se manifestar na falta de dinheiro, a ausência de prosperidade tem uma raiz interna.

De acordo com a lei universal da atração, nossas crenças constroem a nossa realidade. Isso ocorre porque cada crença emana ondas eletromagnéticas para o universo que atraem pessoas e situações que estão em sintonia com essa vibração. A crença no bem, traz o que é bom em nossa vida. A crença no mal, traz problemas e dificuldades em nosso caminho.

Se você perguntar a qualquer pessoa, se ela acredita no bem ou no mal, a resposta será: “ – Eu creio no bem! ” No entanto, se enganar a respeito do conteúdo de nossas crenças é muito fácil, porque muitas delas são inconscientes. Descobri que as frases que verbalizamos revelam o verdadeiro teor de nossas crenças. Sem perceber, adotamos como verdade em nossa vida expressões que resultam na escassez de recursos financeiros.

Repare se você tem o hábito de usar as seguintes frases:
“ – A vida é difícil, a vida é muito dura! ” Ao decretar que a vida é dura, qualquer facilidade será desviada do seu caminho, porque para você a vida tem que ser difícil, essa é a sua crença.

“ –  É muita areia para o meu caminhãozinho! ” Receber o mínimo, ou o suficiente, será o máximo que você vai conseguir, porque a abundância é muito pesada para o seu caminhãozinho. Essa frase esconde a crença na falta de merecimento pessoal, ou seja, uma autoestima fraca.

“ – Dinheiro voa! Dinheiro na mão escorrega como sabão! ” Mesmo quando você consegue economizar um pouco de dinheiro, ele não permanece com você. Alguma coisa acontece para que ele escape das suas mãos, essa é a sua lei, essa é a sua realidade.

“ – Dinheiro não traz felicidade! ” É Claro que você deseja a felicidade, logo não poderá ter dinheiro sobrando, porque a sua concepção sobre o dinheiro é que ele não traz felicidade. Esta crença classifica o dinheiro como algo negativo, um verdadeiro perigo.

Quando a pessoa atua com base em um sistema de crenças limitantes, por mais que ela invista tempo e esforços para melhorar sua situação financeira, não consegue alcançar bons resultados. O desejo de ser próspero financeiramente precisa estar alinhado a crença de que dinheiro é bom, e que você merece ter dinheiro sempre sonbrando . Faça uma autoanálise, verifique se suas crenças em relação ao dinheiro estão colaborando para que você alcance a prosperidade financeira que deseja.

Gisela Campiglia

Formada em psicologia, física quântica, bioenergia e metafísica. Trabalha com desenvolvimento pessoal, promove palestras, escreve artigos e é colunista do Mulheres de Quarenta.

 

Add to cart
AN