Impondo limites

Eu já disse a vocês que não sou nenhuma expert na arte da educação. Como mãe, cometo erros e muitas vezes, falho. Mas sempre na tentativa de agir corretamente e acertar na formação das minhas filhas.

Essa nova realidade em que as mães trabalham e participam da gestão do lar ou ainda das mulheres mais independentes que por alguma razão fazem o papel duplo de pai e mãe tem gerado alguns conflitos na educação dos filhos.

Tenho visto por aí muitas coisas erradas. Mães que se sentem culpadas porque trabalham a maior parte do tempo, tentam suprir os seus filhos cedendo a todas as suas vontades. São subservientes e carentes de amor.

Mães que superprotegem os seus filhos e tomam a frente em tudo. Os filhos, por sua vez, tornam-se reis e rainhas de seus lares porque sabem a quem recorrer em qualquer situação. Mandam e desmandam ao seu bel prazer: fazem birras, agridem com palavras e até mesmo fisicamente. Tenho visto crianças mimadas, donas de si, totalmente sem limites!

E vejo mães sem saber como agir quando o filho tem um ataque de nervos em público ou até mesmo dentro de casa. Esses pequenos seres sabem bem como fazer isso e, esperam sim, uma resposta de seus genitores. E nós, pais e mães, temos a obrigação de impor esses limites aos nossos filhos, ainda que isso nos doa na alma.

As frustrações fazem parte da vida. Cada um tem que saber lidar com os seus próprios conflitos. Se as crianças não aprendem a superar os seus problemas, não amadurecem.

Falar “não” é difícil, mas necessário. Impor limites faz com que o seu filho cresça mais confiante. E depois de alguns anos, a gente entende bem melhor os “nãos”  que recebemos na vida!

Brincadeira de criança

A Rafaela e a Giovanna, minhas filhas de 7 e 5 anos, descobriram que eu também tive infância. Agora não passo uma noite sequer sem contar uma história de quando eu era criança. 

Geralmente elas pedem para eu falar sobre algum episódio em que eu tenha “me dado mal”. E lá vou eu buscar lembranças do fundo do baú! 

Depois que temos filhos, sempre comparamos o tipo de infância que tivemos com o mundo das crianças de hoje. A diferença é brutal, concorda? Na época dos nossos pais também era.

Meu pai nos fez reviver coisas da infância que ele teve. Na nossa casa, tinha peões e estilingues que ele mesmo fabricava. Ele comprava varinhas e papel de seda e nós ajudávamos a fazer pipas e balões. Ele também tratou de confeccionar alguns carrinhos de rolimã. Ah, esses eram os mais divertidos.

Nas festas juninas, sempre estourávamos bombas e rojões. Uma das nossas brincadeiras era acender as bombas e colocar uma lata vazia em cima. A gente adorava ver aquilo explodir e a lata ir lá pra cima.

Eu era daquelas meninas que adorava brincar com os meninos. Minha brincadeira preferida era subir no telhado da casa da minha mãe e soltar bolinhas de sabão. Meu pai preparava a argola de arame com algodão para que a bolinha saísse perfeita. Eu passava horas naquele lugar admirando as bolhas estourarem. Mas quando minha mãe descobria que eu estava lá no telhado, escondida, já sabia que eu ia apanhar! Era um Deus nos acuda! E quem disse que eu deixava de subir novamente? Sempre dava um jeitinho.

Tenho recordado muito a minha infância. E essas histórias são espetaculares para as meninas. Precisa ver a carinha delas quando conto esses casos. Elas passam dias relembrando.

Ser mãe é mesmo uma única e deliciosa aventura.

Príncipes desencantados

Essa nova realidade das famílias e dos relacionamentos às vezes me assusta um pouco. Não sei se para mim é tudo novidade ou se as coisas realmente mudaram. O que tenho visto por aí é que os homens andam com medo de se relacionar. Não querem nenhum tipo de compromisso. O amor ficou meio que descartável. O importante é “curtir” o momento. Esqueça o dia seguinte!

As mulheres, por sua vez, também entraram nessa onda. Mas, como são mais sensíveis, muitas vezes “quebram a cara”. Ficam esperando os homens ligarem no dia seguinte. O telefone não toca e não dá nem um sinal. Muitos deles, não se dão nem ao luxo de pegar o número. Então fica assim: a gente se vê por aí!

Novos modelos de relacionamento vão surgindo onde homens e mulheres estão cada vez mais independentes um do outro, não só na parte financeira, como principalmente na sentimental. Cobranças? Nem pensar! Nem de um lado, nem do outro.

Príncipes encantados existem sim: nos livros de estórias infantis. As “Amélias” de antigamente estudaram, foram para a rua, aprenderam a ganhar dinheiro e a serem independentes. Não precisam mais sair por aí procurando sapos para beijar porque já sabem que eles não se transformam mais. Os lobos maus geralmente são mais interessantes. O duro é que nem sempre esses enredos terminam com um final feliz.

Apesar dessa nova realidade, não posso deixar de acreditar no amor. Ainda que não seja para a vida inteira, que seja eterno enquanto dure!

Amigos príncipes! Além de desencantados, vocês estão muito desencanados! “Bora” fazer essa mulherada feliz?

A maior vingança…

É ser feliz! Depois do fim de um relacionamento não há como evitar a dor. Ela vem de todo jeito, não tem como fugir ou fingir que ela não esta lá. Ainda que a decepção já venha de muito tempo, quando colocamos um ponto final na relação, inevitável não sentir alguma dor.

Minha amiga, uma dessas queridas que me ouviu muito durante a minha separação, me disse que eu não poderia deixar de passar pela fase da dor. E é verdade. Não há como negar que ela não esta lá. E é preciso senti-la pra que ela possa, enfim, se despedir. Quem finge que esta tudo bem, come muito, fuma demais ou exagera em qualquer outra coisa que não lhe faça bem. Eu choro, coloco pra fora e até grito de dor, sinto mesmo, até é que tudo passe… E um dia, assim sem mais nem menos, tudo passa. Não é essa a regra do jogo? A de que o tempo cura todas as feridas?

Depois da dor, vem a fase da razão e, muitas vezes com ela, a raiva. Também faz parte sentir.  E porque não? A raiva é passageira e convivemos com ela em várias situações da nossa vida: na família, no trabalho, na escola… Sentimos raiva até da gente mesmo, não é? Mas como se trata de um sentimento passageiro, ela também vai embora.

A terceira fase – e a mais difícil de todas – é a do perdão. Ah, como e difícil perdoar! Fala sério? Eu sei que é “politicamente correto” perdoar. Tá bom, mas que não é fácil não é, concorda?

Mas quando você consegue, ah, e uma delicia, dá um alivio na alma. Chega um momento em que você não se importa mais com nada. Quando aprende a se importar com você mesmo, quando a dor não tem mais lugar na sua vida e a raiva já passou, é sinal que você conseguiu perdoar.

Quando estou assim, eu me sinto literalmente vingada!

Então, todos prontos pra se vingar? Sacode aí a poeira!

 

 

Família é o berço de tudo

Apresento-lhes a minha família!

Esse é a frase que escuto diariamente na Rádio Jovem Pan. O Frei Almir Guimarães faz comentários sobre fatos comuns que acontecem nas rotinas das famílias, como tomar um prato de sopa ao jantar, ler um livro para as crianças e desejar os votos de uma boa noite ao se deitar.

Minha filha Rafaela, de 7 anos, me disse que ouviu de alguém que a coisa mais importante na vida eram os amigos. Ela está naquela fase complicada de relacionamentos em que as meninas brigam diariamente por ciúmes e logo depois ficam “de bem”.

Eu tive que discordar da Rafaela, apesar de saber da grande importância que os amigos têm na vida da gente. Eu quero que as minhas filhas saibam o quanto a família é importante para a formação de uma pessoa.

Meu pai sempre fez questão de almoçar e jantar conosco. Ele trabalhava longe e enfrentava o trânsito diariamente para estar com a família nesse momento. Tudo acontecia durante essas refeições. Ele sempre contava as histórias da infância pobre que teve, das dificuldades que passou, de como venceu na vida e assim por diante. Era nessa hora que entregávamos o boletim da escola – e tomávamos bronca – falávamos dos amigos, dos programas do final de semana e assim por diante.

Ele sempre chegava em casa assoviando: contava piadas, nos falava dos problemas no trabalho, e dava um puxão de orelhas quando precisávamos.

Os anos se passaram e assim fomos crescendo e amadurecendo, mas com a certeza de que sempre e em qualquer lugar, ainda que distantes, estaríamos juntos. Essa é a melhor lição que eu tenho na vida.

O Amaury Júnior, numa das vezes que entrevistou a Ivete Sangalo, lhe perguntou se ela fazia terapia. Num tom de gozação, ela respondeu: – Amaury, terapia pra quê? Eu tenho família!

Quer saber, eu também. Família, como diz o meu amigo todas as manhãs, é o berço de tudo. Espero que a Rafaela aprenda a lição.

Não se sintam desprestigiados, porque amo todos vocês, meus queridos amigos!

Felicidade é uma decisão

Oficialmente cheguei aos “enta”. Minha avó, de 96 anos, me disse que a vida começa aos quarenta. Meu irmão, de 43, mandou que eu aproveitasse porque acabava aos 45! Belo incentivo….quer dizer que tenho só cinco anos? rsrsrsrsrs

Não há tempo nem idade para ser feliz, que o diga a minha avó. Não há fórmulas também. Tem quem passe a vida inteira correndo atrás de alguma coisa que julga necessária para ser feliz….e o duro é que muitas vezes não a encontra.

Uma amiga, que teve uma infância difícil e pobre, com pais problemáticos – a mãe era alcoólatra e o pai um perdulário – me disse uma vez que aprendeu a tirar a felicidade de uma simples pedra. É verdade: ela era feliz e prosperou na vida.

É claro que ninguém vive sem ter problemas ou sem passar por momentos difíceis. Outro dia tomei uma grande lição: a Socorro, uma faxineira do meu trabalho me contou um pouquinho da vida dela. Ela ficou viúva muito cedo e tinha duas filhas pequenas.

Disse-me que toda a renda que teve durante todos esses anos – ela tem 43 – foi para criar as filhas e proporcionar dignidade para as meninas. Ela já é avó com essa idade. Trabalha e depois de pagar todas as suas contas lhe sobram míseros R$ 90,00 para ter o que comer (ela ganha um salário mínimo). Socorro não se lamentou em nenhum momento e ao me contar a história da vida dela, sorria o tempo todo. Ela aprendeu a ser feliz assim.

Felicidade, acima de tudo, é uma decisão, é uma escolha. E vamos combinar que não é tão difícil assim. Basta querer, parar de se lamentar e não depender de nada para aceitar a felicidade. Eu acho que é assim que ela vem. Acredito nisso.

E aquele velho ditado funciona pra mim: “se a vida te der um limão, faça uma limonada”.

Bom, deixa eu correr e tratar de ser feliz…contrariando tudo o que eu disse anteriormente e…se meu irmão estiver certo, tenho cinco anos pela frente!!!

Mãe faz cada coisa…

Essa é a minha pequena!

Minhas amigas e colaboradoras aqui do Mulheres de Quarenta sempre me mandam textos interessantes e que me inspiram a escrever. Nós, que somos mães, sempre ficamos na dúvida de como devemos agir numa determinada situação. Por impulso, às vezes erramos. O fato é que nem sempre sabemos como devemos agir.

Minhas duas filhas, de 7 e 5 anos, têm personalidades muito diferentes uma da outra. Nem sempre o que funciona com uma, dá certo com a outra. A grande verdade é que não existe uma receita única para educar os filhos.

Às vezes a gente escorrega mesmo, foge de todas as orientações dos livros, escapa de toda a psicologia e continua errando…sempre na tentativa de acertar.

Mas quer saber, erros de mães são totalmente perdoáveis, acho que é até por isso que não me sinto tão culpada. Agradeço os erros da minha mãe porque sei de todo o amor que ela tem por mim. E hoje, olhando para trás, vejo o quanto minha mãe acertou mesmo quando eu achava que ela estava errada.

Meninas e meninos (eles também nos visitam aqui no Mulheres de Quarenta), espero que gostem do texto da Hilda Lucas que compartilho aqui com vocês.

Estão todas absolvidas! rsrsrsrsrs

“Mãe faz cada coisa…  
Mãe é aquele ser estranho, louco, capaz de heroísmos, dramas e breguices com a mesma fúria; paga mico, escreve carta para Papai Noel, se faz passar por fadinha do dente, coelho da páscoa, cuca, pede autógrafo para artistas deploráveis assiste a programas, peças, shows horríveis, revê milhares de vezes os mesmos desenhos animados, conta as mesmas histórias centenas de vezes, vai pra Disney e A D O R A!

Mãe faz escândalo, tira satisfação com professor, berra em público, dá vexame, deixa a gente sem graça, compra briga; é espaçosa, barulhenta, tendenciosa, leoa, tiete, dona da gente. Mãe desperta extremos,ganas, irrita, enlouquece, mas… É mãe.

Mãe faz promessa, prestação, hora extra, pra que a gente tenha o que é preciso e o que sonha.

Mãe surta, passa dos limites, às vezes até bate, diz coisas duras; mãe pede desculpas, mortificada…

Mãe é um bicho doido, louco pela cria. Mãe é Visceral!
Mãe chora em apresentação de balé, em competição de natação, quando a filha menstrua pela primeira vez, quando dá o primeiro beijo, quando vê a filha apaixonada no casamento, no parto… Xinga todo e cada desgraçado que faz a filha sofrer, enlouquece esperando ela chegar da balada, arranca os cabelos diante da morte…

Mãe é uma espécie esquisita que se alterna entre fada e bruxa com uma naturalidade espantosa. É competente no item culpa e insuperável no item ternura, mas pode ser virulenta, tem um lado B às vezes C, D, E…

Mãe é melosa, excessiva, obsessiva, repulsiva, comovente, histérica, mas não se é feliz sem uma.

Mãe é contrato: irrevogável, vitalício intransferível!
Mãe lê pensamento, tem premonição, sonhos estranhos. Conhece cara de  choro, de gripe, de medo; entra sem bater, liga de madrugada, pede favor chato, palpita e implica com amigos, namorados, escolhas.

Mãe dá a roupa do corpo, tempo, dinheiro, conselho, cuidado, proteção. Mãe dá um jeito, dá nó,dá bronca, dá força.

Mãe cura cólica, porre, tristeza, pânico noturno, medos. Espanta monstros, pesadelos, bactérias mosquitos, perigos. Mãe tem intuição e é messiânica: Mãe salva. Mãe guarda tesouros, conta histórias e tece lembranças. Mãe é arquivo!
Mãe exagera, exaure, extrapola. Mãe transborda, inunda, transcende.   Ama, desmama, desarma, denota, manda, desmanda, desanda, demanda. Rumina o passado, remói dores, dá o troco, adora uma cobrança e um perdão lacrimoso.
Mãe abriga, afaga, alisa, lambe, conhece as batidas do nosso coração, o toque dos nossos dedos, as cores do nosso olhar e ouve música quando a gente ri.

Mãe tem coração de mãe!
Mãe é pedra no caminho, é rumo; é pedra no sapato, é rocha; é drama mexicano, tragédia grega e comédia italiana; é o maior dos clássicos; é colo, cadeira de balanço e divã de terapeuta…

Mãe é madona-mia! É deus-me-acuda; é graças-a-deus; é mãezinha-do-céu, é mãe é minha-e-eu-mato-quando-quiser; é a que padece no paraíso enquanto nos inferniza…  

Mãe é absurda e inexoravelmente para sempre e é uma só: não há Mistério maior! Só cabe uma mãe na vida de um filho (a)… e olhe lá! Às vezes, nem cabe inteira. Mãe é imensurável!

Mãe é saudade instalada desde o instante em que descobrimos a morte.
Mãe é eterna, não morre jamais. Bicho estranho, entranha, milagre, façanha, matriz, alma, carne viva, laço de sangue, flor da pele.  Mãe é mãe, e faz cada coisa…”  

O tempo passa rápido demais...essa é a minha mais velha!

Aparecida! Ai, minha Nossa Senhora!

Toda mulher sabe que um dos nossos maiores desafios é arrumar uma empregada que dê certo. Confesso que ate hoje ainda estou tentando! Aparecida foi uma das aproximadamente 54 que já passaram em casa ao longo de nove anos.

Aparecida era obesa, tinha diabetes e depressão. Comia e chorava o tempo todo. Ela adorava cozinhar: fazia seis pratos diferentes a cada refeição.  Os salgados eram salgados pra valer. Os doces, de tão doces, agarravam na garganta e era duro de descer.

Ela não era muito chegada à limpeza. Comecei a pegar no pé da Aparecida. Ela parou um pouco de cozinhar e resolveu limpar a casa como nunca tinha feito antes. Num desses dias de faxina pesada, estava eu no banho quando, de repente, escuto um barulho estrondoso. Peguei minha toalha e sai correndo para ver o que havia acontecido.

– Aparecida! Ai, minha Nossa Senhora!

Quando cheguei à cozinha, lá estava a Aparecida: dentro da pia! Eu chamei o zelador para me ajudar a tirar a Aparecida de lá. Ela havia subido na bancada para limpar as janelas que ficam em cima da pia, escorregou e, de uma hora pra outra, caiu lá pra dentro. Imagine a cena!

Enfim, tive o maior prejuízo: a pia afundou e nunca mais voltou ao normal. A Aparecida entrou em depressão profunda, o diabetes descontrolou. Ela machucou o pé e se lamentava sem parar. Entaõ eu percebi que não dava mais pra continuar com a Aparecida lá em casa. Ela se foi!

Agora quem se vai é a Noemi, minha atual empregada. Ela e boa, não quebra nada, gosta das meninas, mas o prazo de validade chegou ao fim. Ela vai voltar para Minas, na casa dos pais.

Agora só me resta pedir à Santa Padroeira do Brasil que me ajude novamente nessa árdua tarefa!  Que Nossa Senhora abençoe a todas as donas de casa, mães e patroas que tanto precisam desses artigos raros e em extinção! Rsrsrsrsrs

 

Homens inteligentes

Mulheres precisam ser mimadas, gostam de carinho e precisam ser amadas. Esse negócio de ser feliz sozinha não funciona muito bem. Queremos alguém do nosso lado que nos valorize, que escute o que temos para falar, que saiba dos nossos problemas. Alguém que entenda que uma briga com a empregada rende uma semana de lamentações, que um corte de cabelo errado pode ser uma tragédia nas nossas vidas. Precisamos ser ouvidas.

Se você puder trocar as lâmpadas queimadas da sala, também ficamos felizes. Se cuidar dos animais de estimação, melhor ainda; se você não deixar a tolaha molhada em cima da cama…ahhh…aí sim, você terá todo o nosso amor.

Temos muito para dar: somos carinhosas, leais, inteligentes e fortes. Mas o que queremos mesmo é ser amadas, nos sentirmos únicas e importantes.

Eu adoro o texto que recebi por email, de autoria desconhecida. Esse, em especial, achei fantástico. Ele diz tudo o que nós mulheres gostaríamos de falar para os homens.

Meninos, prestem muita atenção, é a mais pura verdade. Se querem nos conquistar é fácil, basta seguir essa receitinha. Boa sorte!

“Um homem inteligente falando das mulheres!

Tenho apenas um exemplar em casa, que mantenho com muito zelo e dedicação, mas na verdade acredito que é ela quem me mantém. Mulher vive de carinho. Dê-lhe em abundância. É coisa de homem sim, e se ela não receber de você vai pegar de outro.Beijos matinais e um ‘eu te amo’ no café da manhã as mantém viçosas e perfumadas durante todo o dia. Flores também fazem parte de seu cardápio – mulher que não recebe flores murcha rapidamente e adquire traços masculinos como rispidez e brutalidade.Respeite a natureza. Você não suporta TPM? Case-se com um homem. Mulheres menstruam, choram por nada, gostam de falar do próprio dia.Não faça sombra sobre ela. Se você quiser ser um grande homem tenha uma mulher ao seu lado, nunca atrás.

Assim, quando ela brilhar, você vai pegar um bronzeado. Porém, se ela estiver atrás, você vai levar um pé-na-bunda. Aceite: mulheres também têm luz própria e não dependem de nós para brilhar. O homem sábio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os próprios. Ele sabe que, preservando e cultivando a mulher, ele estará salvando a si mesmo. É, meu amigo, se você acha que mulher é caro demais, vire gay. SÓ TEM MULHER QUEM PODE!”

Mania de limpeza

Confesso que eu já tive. Às vezes, eu acordava aos domingos e antes mesmo de tomar o meu café, pegava minha vassoura, o pano de chão, o balde com água e começava a faxina na casa.

Enquanto todos se divertiam, lá estava eu, de pijama, com os cabelos presos e a minha vassourinha na mão (imaginem a cena!). Perdia a manhã toda fazendo isso, limpando aqui, limpando ali, arrastando os móveis, subindo na escada, organizando os brinquedos, os armários e tirando toda a sujeira. Eu sempre achava algum cantinho sujo.

Comecei a perceber que na verdade eu não queria limpar a minha casa, eu precisava limpar outras coisas na minha vida. Eu precisava tirar a sujeira de outro lugar. Organizar outras coisas dentro de mim. A psicologia deve explicar isso melhor do que eu. Demorei pra entender, mas hoje já cheguei a essa conclusão.

É incrível como a gente busca algumas fugas nessa vida. Já não tenho mais essa mania. Se a casa está limpa, ótimo, se tem uma poeirinha aqui ou ali, eu olho pra ela e já não me incomodo mais.

Já me livrei dessa mania. Aposentei minha vassoura velha e agora ela só serve quando quero dar uma voltinha por aí! (rsrsrsrsrs)

Olha só esse texto que bacana esse texto que eu encontrei por aí:

Tire o pó se precisar

Não leve a faxina ou o trabalho tão a sério!

Pense que a camada de pó vai proteger a madeira que está por baixo dela! Uma casa só vai virar um lar quando você for capaz de escrever “Eu te amo” sobre os móveis!

Antigamente eu gastava no mínimo 8 horas por semana para manter tudo bem limpo, caso “alguém aparecesse para visitar”. Mas depois descobri que ninguém passa “por acaso” para visitar. Todos estão muito ocupados passeando, se divertindo e aproveitando a vida!

E agora? Se alguém aparecer de repente? Não tenho que explicar a situação da minha casa a ninguém.

As pessoas não estão interessadas em saber o que eu fiquei fazendo o dia todo enquanto elas passeavam, se divertiam e aproveitavam a vida.

Caso você ainda não tenha percebido: A VIDA É CURTA… APROVEITE-A! CURTA a vida.

Tire o pó… se precisar…

Mas não seria melhor pintar um quadro ou escrever uma carta? Dar um passeio ou visitar um amigo? Assar um bolo e lamber a colher suja de massa? Plantar e regar umas sementinhas?

Pese muito bem a diferença entre QUERER e PRECISAR!

Tire o pó… se precisar…

Mas você não terá muito tempo livre para nadar na praia – ou na piscina – escalar montanhas, brincar com os cachorros, ouvir música e ler livros, cultivar os amigos e aproveitar a vida!

Tire o pó… se precisar…

A vida continua lá fora… o sol iluminando os olhos, o vento agitando os cabelos, uma brisa refrescante, as gotas da chuva caindo mansamente…

Pense bem, este dia não voltará jamais!

Tire o pó… se precisar…

Mas não se esqueça: você vai envelhecer e muita coisa não será mais tão fácil de fazer como agora…”

E quando você partir, como todos nós partiremos um dia, também vai virar pó!

Ninguém vai se lembrar de quantas contas você pagou, nem de sua casa tão limpinha. Mas vão se lembrar de sua amizade, de sua alegria e do que você ensinou.

Afinal, “Não é o que você juntou, e sim o que você espalhou que reflete como você viveu a sua vida.”

Tire o Pó!… Se precisar….”

 

Uma nova identidade

Depois da separação, a gente fica meio perdida, sem saber muito que fazer. Perde-se um pouco o rumo, o ritmo de vida muda, você assume uma nova identidade.  

A turma de amigos, quando você está casada, é bem diferente. As festas e os encontros são outros: churrascos, festinhas de crianças, jantares, aniversários de família, casamentos, batizados…

Os papos também são outros. Mulheres falam sobre filhos, problemas com as empregadas, rotina de trabalho, planos de viagens em família, compromissos de trabalho e assim por diante. Homens tomam cerveja e discutem sobre o campeonato de futebol (pelo menos na frente das mulheres).

Eu decidi que precisava fazer alguma coisa diferente ou voltar a fazer as coisas que eu gostava de fazer antes e que por qualquer razão havia abandonado. Ou ainda me aventurar em coisas novas, como no desafio de montar esse blog aqui (espero que estejam gostando!).

Também voltei a me exercitar. Tá certo que depois da minha primeira caminhada no parque fiquei três dias em casa “de molho” com uma dor nas costas daquelas!

Ontem conversando com um amigo ele disse uma frase que me marcou: “- As pessoas se adaptam a tudo”. E não é que é verdade? Estou adorando rever minhas amigas que estavam distantes, conhecer pessoas novas, estar em lugares que nunca estive antes.  

Como é bom poder ser eu mesma, sem medo nenhum de ser feliz. Já tenho uma nova identidade…e um novo RG também! (rsrsrsrs)

Educando os filhos

Na arte de educar os filhos acho que cometo alguns enganos. Eu não tenho muita psicologia, não leio muitos livros a respeito do assunto, mas tento fazer o meu melhor. Como mãe, dou-me o direito de errar, claro, sempre tentando acertar.

No dia em que cometi a minha primeira gafe na arte de educar os filhos, tratei de ligar correndo para a minha própria mãe. Eu me lamentava, cheia de culpa, por ter tomado uma atitude com a minha filha que eu sabia que não era a correta. Pelo menos não era aquela regra que estava escrita nos livros.

Minha mãe escutou minha história e ao final me disse:  “- Minha filha, você agiu com naturalidade, fez o que o seu coração lhe mandava naquele momento? Então você agiu corretamente.”

Só quem é mãe sabe o quanto é difícil essa tarefa.  Além de ter que pensar em tudo, desde a hora em que eles acordam até na hora em que vão dormir, ainda temos a diífil tarefa de educar nossos filhos para que sejam, pelo menos, melhores do que nós.  

Minha vizinha e amiga Roberta Palermo (que ouve os meus gritos de vez em quando) é expert nesse assunto. Numa de nossas conversas ela me deu umas dicas de sobrevivência que eu quero dividir aqui com você.  Me ajudou bastante. Tomara que você consiga!

Dicas de sobrevivência 0 – 6 anos

 

  1. Não gritar.
  2. Tirar privilégios quando não seguir uma regra. Ter em mente o que será tirado para não falar o que não puder cumprir.
  3. Falar as regras e relembrá-las sempre (até os 6 anos são regras, não combinados).
  4. Antecipar as situações: “Faltam 10 minutos para guardar os brinquedos e tomar banho”.
  5. Não chantagear: “Se você não colocar o tênis não vai ao parquinho”. Falar: “Depois que você colocar o tênis vai ao parquinho”.
  6. Mudar de assunto, não insistir no tema polêmico.
  7. Fingir que não viu, selecionar o que realmente vale a pena para chamar a atenção.
  8. Conversar novamente sobre o ocorrido depois que passou, em outro momento.
  9. Se não há platéia, não há show.
  10. Mulher ou marido não podem desautorizar o outro na frente da criança.

A praia do Gonzaga

A Rafaela, minha filha mais velha, tem 7 anos. Um dia desses, no jantar, ela me perguntou quais Estados do Brasil ela já havia visitado. Uma semana por ano nós costumávamos tirar férias no nordeste. Tai um lugar que eu adoro. Fazendo as contas a Rafaela já visitou 7 Estados desde que nasceu.

Eu disse que isso era um grande privilégio para a idade dela. E comecei a lhe contar sobre as minhas férias na infância.

Minha avó tinha uma quitinete em Santos, na praia do Gonzaga. Eu contava os meses, os dias e as horas para que as férias chegassem. Aquele era o nosso único e mais feliz destino.

Não havia toalhas brancas limpinhas e cheirosas, nem lençóis macios. Dormíamos todos juntos no mesmo lugar. Eu, meu irmão, meu pai, minha mãe e minha avó. Às vezes uma tia ou um amigo do meu irmão também se agregava ao nosso grupo.

Eram dois beliches, um sofá e um colchão. Um banheiro único, uma mini cozinha, uma mesa ao centro com quatro banquinhos e uma geladeira muito, mas muito barulhenta no meio da sala.

Ah, não tinha rádio, televisão e nem vídeo game. Muito menos recreação. Nós fazíamos tudo acontecer naquele lugar.

Mas tinha a alegria de estarmos todos juntos e felizes. A turma de todos os lugares de São Paulo se encontrava a cada temporada. O Eugênio, meu irmão, dava o sinal quando chegávamos. Ele ecoava o grito do Tarzan e todos sabiam que estávamos lá.

Contei histórias dessa época para a Rafaela e senti um arzinho de que ela queria estar lá. Pena que não dá pra voltar mais no tempo. 

Que tempo bom! Será que precisamos de muito mais para sermos felizes?

Separação é um luto

Eu nunca senti a morte de alguém muito próximo. Graças a Deus ainda tenho minha família ao meu lado. Minha avó, de 96 anos, ainda é viva e eu a amo de paixão.

Mas já senti a perda de algumas pessoas que estavam ao meu lado. Elas não morreram, mas de alguma forma saíram da minha vida, assim, mesmo sem avisar.

Em toda separação a gente vive esse período de dor, de luto mesmo. Todo mundo passa por isso ainda que você tenha a certeza de que aquela relação não funcionava mais, que o amor estava adormecido e que tudo mais havia se perdido.

Na verdade ninguém assume um relacionamento achando tudo vai dar errado. A gente quer sempre acertar e quando a relação acaba, sente-se frustrado, fica buscando explicações para tudo, procurando os erros e questionando as razões de todo o fim.

Mas a vida é cheia dessas inesperadas surpresas e por mais dolorosas que elas sejam, sempre há tempo para recomeçar. E temos sempre alguma coisa nova para aprender com tudo isso.

Parafraseando Chico Xavier: “Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim”.

Então, “bora” recomeçar?

O que mais te incomoda no primeiro encontro?

Quando estou com as minhas amigas faço uma coleta de informações aqui para o nosso blog “Mulheres de Quarenta”. Nesses encontros falamos sobre vários assuntos, aqueles que os homens ficam loucos pra saber!

Na verdade, esse bate-papo entre amigas funciona muito bem, quase como uma sessão de terapia. Damos risadas, falamos besteiras e sempre nos divertimos.

Como é bom fazer quarenta, nós nos livramos de uma série de preconceitos bobos que temos quando ainda não adiquirmos essa maturidade. As amizades ficam mais gostosas, mais leves, sem tantas cobranças.  E durante essas conversas você vê que todo mundo passa pelas mesmas coisas que você .

Mas voltando ao assunto, no nosso útimo jantar levantamos a questão sobre o que mais incomoda as mulheres no primeiro encontro. Resolvi até fazer uma enquete para saber o que vocês pensam sobre esse assunto. Vote aí, dê a sua opinião.

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Adorei essa foto!

Meninos, vocês queriam saber tanto sobre as nossas conversas…taí!

Praticar o desapego

Esse foi o conselho de um amigo durante um dos meus desabafos. Ele é médico, uma pessoa inteligente que gosta de ler e estudar sobre a filosofia budista. Eu falava sobre os meus problemas, sobre a fase pela qual estava passando, sobre tudo o que acontecia comigo.

Ele me olhou fixamente e disse: Vanessa, pratique o desapego! Eu fiquei parada por um momento sem entender nada. Como assim desapegar? Quer dizer que a gente não pode se apegar a nada, nem a ninguém?

Ele começou a me explicar: quem se desapega de tudo, tanto das coisas materiais como das pessoas, para de sofrer. A conversa foi curta e rápida, mas fiquei uns bons dias pensando sobre o assunto.

Será que eu consigo? Sinceramente eu acho que não. Sou uma pessoa acostumada a viver as emoções intensamente.

Minha família é italiana. Aos domingos nos reunimos na casa da minha mãe.  Você pode imaginar o que acontece por lá? Nós rimos, choramos juntos, nos abraçamos, brigamos e falamos todos muito alto (rsrsrsrsrs).

Mas foi com eles que eu aprendi certos valores importantes na vida, como o respeito, a verdade, o perdão, a doação e tantos outros que eu demoraria um dia inteiro para elencar aqui. Mas o mais importante deles é o amor, esse que nos mantém sempre juntos, nas alegrias, nas tristezas, nos nossos erros, nas nossas conquistas e nas nossas derrotas.

Desculpe-me, meu amigo Doutor, agradeço o seu conselho, mas eu não consigo e nem quero aprender a “desapegar”!

A dança da vassoura

Primeiro encontro CSL

Quando você faz quarenta, pode acontecer de encontrar por aí amigos que não vê há mais de “vinte e cinco anos”. Graças a essas redes sociais esses encontros se tornaram mais frequentes.

Aconteceu comigo. Uma turma da escola começou a se comunicar através do Facebook, aos poucos fomos nos reconhecendo.

Dois dos nossos amigos tiveram a feliz ideia de marcar um encontro. Criaram um evento no facebook, marcaram a data, mandaram email para todos e aí veio aquela dúvida e enorme. Vou ou não vou? Eis a questão.

Eu não tinha contato com mais ninguém daquela época.  Eu relutei várias vezes. Fiquei na dúvida se iria ou não. Como seria rever aquelas pessoas depois de tantos anos?

Tomei coragem e fui.E como foi legal. A ansiedade era tanta que voltamos a ser crianças. Todos se abraçavam carinhosamente relembrando aquele tempo, aquele fase gostosa da infância e da adolescência, das brigas com os professores, das traquinagens dos meninos, dos primeiros beijos, dos namorados, das melhores amigas, das festinhas, da dança da vassoura (ops…o tempo passou mesmo)!

Segundo encontro da nossa turma

Uns casados, outros solteiros, uns com filhos, outros sem, cada um com as suas histórias, todas interessantes de se ouvir. Demos muitas risadas de tudo.

Confesso que a emoção foi tanta que fiquei uma noite sem dormir, só pensando em todos aqueles queridos amigos e me questionando porque passamos tanto tempo separados.

Isso não importa mais. A vida é cheia de encontros e desencontros.

O melhor de tudo foi que voltamos a nos falar e nossos amigos organizadores já estão promovendo o novo encontro. Eu não vejo a hora!

No divã do Geraldo

Faz um mês que me separei. Quem já passou por isso sabe bem como é, ainda mais quando se tem crianças pequenas. Eu não me casei para me separar, isso nunca passou pela minha cabeça. Venho de uma família bem estruturada. Meus pais sao casados ate hoje se amam de verdade. Enfim, aconteceu comigo. Não sou a primeira, nem serei a última.
Minhas amigas mais próximas que acompanharam todos os capítulos do meu casamento e separação me recomendavam um terapeuta. Eu sempre relutei. Não sei porque. Nunca fiz terapia.
Estou fazendo um check up no dentista. Ontem foi dia de consulta. Cheguei cedo e enquanto ele preparava o material para me anestesiar, conversava com ele sobre a minha vida e sobre tudo o que estava acontecendo comigo. Quando vi, estava chorando e não era por causa da picada! Ele, desconcertado, tentava enxugar as minhas lágrimas com um guardanapo (imagine a cena!). Os olhos dele tambem estavam cheios d’água.
Acho que aquela cadeira deitada fez com que eu me sentisse num verdadeiro divã! Depois do tratamento (dentário, é claro) eu me sentia muito melhor.
Sai com os olhos vermelhos e com a boca toda torta, me despedi do Divã do Dr. Geraldo.
Quer saber? Eu estava aliviada!
Meu horário para a semana que vem já esta agendado!
Me aguarde, Dr. Geraldo (rsrsrsrsrs)

Idade não tem como esconder

Apresento-lhes meu irmão, Eugênio Palazzi, 42 anos. Ele não tem porque esconder...

Descobri esses dias que os homens também têm um pouco de dificuldade para assumir a idade. Achei que isso só acontecesse com as mulheres, principalmente aquelas que já passaram dos 40, como nós.

Ainda que sejam novos e estejam bem fisicamente eles têm um pouco de receio de entregar a idade. Por que será?

Que insegurança boba. Nós ao contrário, nos sentimos orgulhosas quando chegamos aos “enta”. Isso porque parece que estamos mais preparadas para a vida, para viver as emoções. E viver intensamente, sem medo de arriscar, sem medo de errar.

Aproveito para postar a sugestão enviada pela amiga Adriana Spernega para nós aqui no blog “Mulheres de Quarenta”. Desconheço o autor, mas espero que gostem.

“Meninas esperam você ligar. Mulheres ligam sem problema.
Meninas encaram para depois ignorar. Mulheres só te olham quando te escolhem.
Meninas reclamam do futebol. Mulheres assistem os jogos com você.
Meninas ligam para o que você tem. Mulheres se importam com quem você é.
Meninas ligam para o que as amigas falam. Mulheres se importam com o que sentem.
Meninas condicionam seus carinhos. Mulheres dão carinho incondicionalmente.
Meninas reclamam dos meninos que ainda não são homens. Mulheres os transformam!”

Adorei! Olha só como somos poderosas! (rsrsrsrsrs)

Mulheres de quarenta

 

Vanessa Palazzi

 

Já fazia um tempo que eu queria criar um site. Ideias não me faltavam…mas tempo…ahhh, como é díficil arrumar um tempo. Você, mulher de quarenta, sabe bem do que eu estou falando. A gente acorda de manhã, leva os filhos pra escola, corre no supermercado, deacarregas as compras, vai ao cabelereiro fazer as unhas, volta correndo pra deixar dinheiro pra empregada, vai para o trabalho, volta, pega as crianças na escola, passa na farmácia, faz a lição de casa com os filhos, cuida do material, do uniforme, do jantar, programa o dia seguinte e quando vai ver…já está na hora de acordar novamente!

Que vida corrida essa! Meu Deus! Mas enfim, consegui arrumar um tempinho.

Vamos falar sobre muitas coisas aqui, comportameno, relacionamentos, moda, beleza…tudo aquilo que nos interessa.

Ah, e quer saber, estou tão feliz com os meus 40 anos!

Participe, dê sua opinião, sei lá, fale alguma coisa! Vamos trocar as nossas experiências.

Meninos também estão convidados, será um prazer!

Até o próximo post! (Ai, como estou moderna!)

 

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