Os perigos dos alimentos processados

Os mercados, fast foods, lanchonetes, oferecem cada vez mais opções de alimentos processados e ultraprocesssados. Estes alimentos são práticos, porque já estão prontos para o consumo, muito palatáveis e extremamente viciantes. Agora, o que muita gente não sabe é que por traz destes pacotes, estão substâncias muito nocivas à saúde e de nutrientes que é bom, nada!!

Alimentos processados e ultraprocessados que aqueles que são submetidos a vários processos tecnológicos, elevadas temperaturas, com adição de altas concentrações de sal, açúcar, gordura e substâncias químicas (conservantes, corantes e aditivos). Com muitas calorias procedentes de carboidrato e gorduras, pobres em proteínas, vitaminas, minerais e fibras.

Sendo assim , quando consumidos com muita frequência e quantidade podem aumentar o risco de obesidade, Diabetes II, hipertensão arterial, doenças cardiovasculares e câncer.

Abaixo, sugiro algumas substituições mais saudáveis, que apesar de dar um pouquinho mais de trabalho para elaborar, vão oferecer muito mais saúde para você e sua família!! Pense nisto e faça a troca!!!

 

OPÇÕES DE SUBSTITUIÇÕES DE ALIMENTOS ULTRAPROCESSADOS PARA SAUDÁVEIS

ULTRAPROCESSADOSOPÇÕES SAUDÁVEIS
Salgadinhos de milho (fandangos)Espiga de milho

 

Batata chips e salgadinhos de batata doceRaízes (mandioca, batata doce)
Embutidos (presunto, salame, salsichas)Ovos

 

Nuggets, almôndegas, hambúrgueres congeladosFilé de frango, peixe

 

Biscoitos recheadosFrutas naturais, desidratadas
Pães recheadosCoco fresco, mix de vegetais (cenoura, pepino, tomate)
Macarrão instantâneoMacarrão com molho de tomate natural
Sopa industrializadaSopas caseiras (frango, batata, couve, cenoura)
Bolos industrializadasBolos caseiros (aveia, ovos, leite, etc.)
Queijos e pasta /cremes prontosPatês de frango, berinjela grelhada
ManteigaAzeite de oliva
Refrigerantes e sucos artificiais (caixinha e em pó)Água de coco e sucos de fruta natural
Temperos prontosCebola, alho, salsinha, cebolinha

 

Roseli Rossi  é  colunista do Mulheres de Quarenta. Nutricionista formada pelas Faculdades Integradas São Camilo (CRN 2084 /1983), com título de Especialista em Nutrição Clínica concedido pela ASBRAN – Associação Brasileira de Nutrição. Pós Graduada nos cursos de especialização de Planejamento, Organização e Administração de Serviços de Alimentação; Fitoterapia Aplicada à Nutrição Funcional e Nutrição Ortomolecular com Extensão em Nutrigenômica. É Diretora da Clínica Equilíbrio Nutricional e autora dos Livros: “Saúde & Sabor com Equilíbrio” – Receitas Infantis, “Saúde & Sabor com Equilíbrio” – Receitas Diet e Light Volumes I e II, Colaboradora do livro Nutrição Esportiva – Aspectos relacionados à suplementação nutricional e autora do Livro “As Melhores Receitas Light da Clínica Personal Diet”

TPM aos 40 anos

Por Roseli Rossi

Tensão Pré Menstrual (TPM) é uma síndrome composta por manifestações físicas, emocionais e comportamentais que acomete mulheres em fase reprodutiva na ausência de doença orgânica ou mental que possa simular os sintomas. Essas manifestações clínicas ocorrem regularmente durante a fase lútea do ciclo menstrual (após ovulação) e desaparecem ou reduzem significativamente ao término do sangramento menstrual. A sintomatologia e seu grau de intensidade podem variar de mulher para mulher. Os sintomas da TPM se distinguem das alterações fisiológicas do ciclo menstrual, pois causam alterações nas atividades diárias da mulher e, geralmente, antecedem a menstruação. Os sintomas, descritos abaixo são os mais comuns, ocorrem na ausência de tratamento farmacológico e melhoram ou desaparecem aproximadamente após quatro dias do início da menstruação:

  • Sintomas emocionais e comportamentais: depressão, agressividade, irritabilidade, ansiedade, confusão mental, isolamento social, choro excessivo, medos irracionais, perda ou aumento do desejo sexual e compulsão por carboidratos.
  • Sintomas físicos: mastalgia, distensão abdominal, cefaleia e edema de extremidades, aumento de gases, cansaço, constipação ou diarreia e dores nas costas.

TIPOS DE TPM

A TPM está classificada em quatro tipos: A, C, H e D, de acordo com a predominância dos sintomas. Esta classificação não é uma regra. Uma mesma mulher pode apresentar os sintomas de um ou mais tipos de TPM.

TPM TIPO A: as mulheres ficam ansiosas, oscilação de humor, irritadas, tensas e até mesmo agressivas. Este é o tipo mais freqüente.

A irritabilidade, pode ser atribuída ao fato de que mulheres com SPM têm níveis menores de endorfinas do que mulheres controles normais14. Porém, a teoria mais aceita afirma que esse quadro é desencadeado por preponderância de ação estrogênica, por hiperestrogenemia ou hipoprogesteronemia. A ansiedade e a insônia estão relacionadas aos altos níveis de estrôgenio.

TPM TIPO C: caracteriza-se pelo aumento do apetite, compulsão alimentar (predominando a compulsão pela ingestão de doces, como chocolates), fadiga, dor de cabeça e palpitações. O desejo por doces pode ocorrer por conta da diminuição das endorfinas.

A cefaléia poderia resultar da alteração da atividade contrátil da musculatura lisa dos vasos, para a qual concorrem a serotonina, as prostaglandinas e os estrogênios, agravando-se pela falha no sistema endógeno de analgesia, por depleção das monoaminas e dos opióides.

TPM TIPO H: há aumento súbito de dois a três quilos no peso corporal, aumento das mamas (mastalgia), dor e distensão abdominal. A mastalgia está ligada aos níveis alterados de prolactina, causados pela SPM. A congestão e o aumento de peso, causado pela retenção hidríca é ocasionada pela secreção de aldosterona, progesterona e estrogênio. Em relação às alterações de comportamento avaliadas nas participantes do presente estudo, as mais prevalentes foram a irritabilidade e o desejo por alimentos, como o chocolate.

TPM TIPO D: é o menos freqüente e os sintomas predominantes são choro fácil, sonolência ou insônia, confusão mental e depressão. As alterações do comportamento como o choro fácil, estão relacionados aos esteróides ovarianos, as endorfinas e à noradrenalina. A depressão é um dos sintomas mais freqüentes na SPM. A deficiência de vitamina B6, que normalmente funciona como co-fator para a síntese de dopamina e de serotonina a partir dotriptofano.

A alimentação pode lhe ajudar e MUITO no controle dos sintomas, abaixo dicas dos nutrientes e fontes alimentares que você pode utilizar:

  • Triptofano: Aminoácido precursor da serotonina. Cacau, banana, grão de bico.
  • Vitamina B6: Esta vitamina atua como co-fator na produção de serotonina, além de atuar sobre os sintomas principalmente relacionados ao humor, diminui a retenção hídrica, por ser levemente diurética. Gérmen de trigo, cereais integrais, legumes, batatas, bananas e aveia.
  • Vitamina B2: Interfere na ativação da vitamina B6. Levedo de cerveja, leguminosas, arroz integral, ovos, óleo de peixe.
  • Vitamina B3 Melhora os sintomas relacionados à fadiga, depressão e ansiedade. Carnes, ovos, atum, abacate, leite, figo e arroz integral.
  • Vitamina E: Diminui o incomodo dos seios inchados. Óleos vegetais, manteiga, ovos, amêndoas, gérmen de trigo, grãos e cascas, ovos, espinafre, abacate.
  • Magnésio: Melhora a retenção hídrica, diminui irritabilidade, cólicas e fadiga. Vegetais verdes escuros, cereais integrais, grão de bico, semente de abóbora.
  • Cromo: Estabiliza os níveis de açúcar no sangue, impede liberação exagerada da insulina o que acarreta maior ganho de peso. Maçã, espinafre, gérmen de trigo, melhor fonte (AIPO).
  • Ácidos graxos essenciais: óleo de linhaça, GLA – ácido graxo gama linolênico (óleo de borragem e prímula) – importantíssimo nos sintomas de TPM, faz o equilíbrio dos hormônios femininos.
  • Linhaça: Para obter os benefícios das lignanas da linhaça é necessário hidratá-la. Ex. Deixar uma colher de sopa cheia em um copo de água à noite e utilizar essa água para bater um suco na manhã do dia seguinte.
  • Mix de sementes: Contém alta sinergia entre os minerais. Gergelim, semente de abóbora e semente de girassol.
  • Dica para melhorar os inchaços: Cavalinha, hibisco, centella asiática, dente-de-leão, abacateiro. Pode misturar tudo. Utilizar 2 colheres de sopa para 1 litro ao dia. Deixar em infusão por 10 minutos, coar e tomar durante o dia.

Cuidado com Amora, Angélica e Yam Mexicano que são fitohormônios, não utilizar por mais de 3 meses (pode interferir na eficácia do anticoncepcional).

As mudanças no seu estilo de vida, no que se refere a uma alimentação mais saudável e adequada, a prática de exercícios físicos, o controle emocional e até a inclusão de suplementações prescritas individualmente se necessário, irão trazer mais qualidade de vida para as mulheres que sofrem mensalmente com a TPM.

Roseli Rossi  é  colunista do Mulheres de Quarenta. Nutricionista formada pelas Faculdades Integradas São Camilo (CRN 2084 /1983), com título de Especialista em Nutrição Clínica concedido pela ASBRAN – Associação Brasileira de Nutrição. Pós Graduada nos cursos de especialização de Planejamento, Organização e Administração de Serviços de Alimentação; Fitoterapia Aplicada à Nutrição Funcional e Nutrição Ortomolecular com Extensão em Nutrigenômica. É Diretora da Clínica Equilíbrio Nutricional e autora dos Livros: “Saúde & Sabor com Equilíbrio” – Receitas Infantis, “Saúde & Sabor com Equilíbrio” – Receitas Diet e Light Volumes I e II, Colaboradora do livro Nutrição Esportiva – Aspectos relacionados à suplementação nutricional e autora do Livro “As Melhores Receitas Light da Clínica Personal Diet”.

 

 

 

Dieta para mulheres grávidas e vegetarianas

 

Você é vegetariana e está grávida? Sim, muitas Mulheres de Quarenta ainda estão no período fértil e podem sim engravidar! Vejam as dicas da nossa nutricionista Roseli Rossi  da Clínica Equilíbrio Nutricional para ter uma dieta equilibrada durante a gravidez. Serve também para quem quer diminuir o consumo de carnes e poder manter uma alimentação rica com todos os nutrientes necessários para a nossa saúde.

“Engana-se quem acredita que é necessário comer carne todo dia para ter uma gravidez adequada. Pelo contrário, uma grávida vegetariana ou vegana pode ter saúde plena e desenvolver um bebê sem qualquer problema, caso a dieta seja adaptada e a mãe incremente a alimentação com mais frutas, vegetais, leguminosas e suplementos nutricionais.

Essa é a posição de entidades prestigiadas no setor de nutrição, como a American Dietetic Association e a Academy of Nutrition and Dietetics, ambas dos Estados Unidos. Esta última publicou em dezembro um artigo, no Journal of the Academy of Nutrition and Dietetics, no qual dá seu aval para dietas vegetarianas e veganas, incluindo durante gravidez e amamentação.

“Dietas vegetarianas e veganas são saudáveis, nutricionalmente adequadas e podem fornecer benefícios na prevenção e no tratamento de certas doenças”, diz a organização. Entre elas, doenças do coração, diabete tipo 2, pressão alta, obesidade e alguns tipos de câncer, sobretudo os gastrointestinais.

A Academy of Nutrition and Dietetics ainda faz referência a estudos cujos resultados registraram que as voluntárias grávidas e vegetarianas tinham menor sobrepeso ao fim do primeiro trimestre de gravidez e menores complicações, como diabete gestacional.

Tudo depende das escolhas durante as refeições. Isto é, não vale trocar a carne por massa, pão ou doces, e sim substituir e incrementar  a ingestão de legumes, verduras e frutas e proteínas vegetais. Desta maneira os nutrientes da carne podem ser substituídos por outros alimentos. Buscar ajuda de um profissional nutricionista seria o ideal

A carne é uma fonte rica de ferro, zinco, vitamina B-12 e ômega 3, elementos apontados como essenciais pela Academy of Nutrition and Dietetics. Para ter nove meses tranquilos, a entidade recomenda reforçar o consumo de uma série de alimentos no lugar da carne e, caso o nutricionista ache necessário, usar suplementos. Veja a seguir os produtos que você precisará colocar a mais no seu carrinho da feira para substituir a carne:

Ferro. É essencial para a formação dos glóbulos vermelhos do bebê e da mãe se estiver presente de forma insuficiente, a grávida pode ter anemia. Para substituir a proteína animal, vale investir em leguminosas (feijão, lentilha, ervilha, grão-de-bico e soja) e em vegetais e folhas verde-escuros (rúcula, couve, brócolis e espinafre). Para melhorar a absorção do ferro pelo organismo, vale aumentar o consumo de vitamina C, presente em frutas como laranja, limão, abacaxi e acerola. Tome cuidado com alguns alimentos que interferem na absorção do ferro, como cafés, chás e Cola-Cola, segundo recomendações da American Dietetic Association.

Ômega 3. Encontrado na carne de peixes de águas frias e profundas, o nutriente também aparece na linhaça, na chia ou, em menor quantidade, em outras oleaginosas. Ele é importante para o desenvolvimento cognitivo e cerebral do feto e também tem funções anti-inflamatórias, ao estimular a circulação da grávida. Há estudos que apontam que o ômega 3 também está relacionado a uma menor taxa de depressão na gestação e no pós-parto.

Vitamina B12. Muito abundante na carne, a vitamina B12 pode ser encontrada em leite e derivados, ovos e, em menor quantidade, na quinoa. Ela é importante para o sistema nervoso central,  Para veganas, vale investir na suplementação e prestar atenção na procedência.

Cuidado com suplementos, eles podem ter origem animal!!

Zinco. Importante também para a formação do sistema nervoso central do feto, assim como do sistema circulatório, dos órgãos e para o próprio metabolismo do bebê, o zinco pode ser encontrado em cereais integrais como arroz integral, aveia e trigo, ou em leite e derivados.

Cálcio e vitamina D. A vitamina D, cuja produção é estimulada quando tomamos sol, auxilia a absorção de cálcio, essencial na formação dos ossos do feto. Para o cálcio, muito importante no período da amamentação, invista em  folhas escuras e na suplementação. Já para a vitamina D, uma das melhores fontes é a gema de ovo e óleo vegetais, mas o mais indicado é fazer a suplementação para ter níveis adequados neste período gestacional.

Em suma, durante a gestação não deve ocorrer deficiência de nenhum nutriente para que o bebe seja desenvolvido plenamente. E não é por ser vegana que a gestante terá este risco aumentado se ela tiver uma alimentação adequada por um profissional.”

Dra. Roseli Lomele Rossi – CRN 2084                                                                   

Nutricionista formada pelas Faculdades Integradas São Camilo (CRN 2084 /1983), com título de Especialista em Nutrição Clínica concedido pela ASBRAN – Associação Brasileira de Nutrição. Pós Graduada nos cursos de especialização de Planejamento, Organização e Administração de Serviços de Alimentação; Fitoterapia Aplicada à Nutrição Funcional e Nutrição Ortomolecular com Extensão em Nutrigenômica. É Diretora da Clínica Equilíbrio Nutricional e autora dos Livros: “Saúde & Sabor com Equilíbrio” – Receitas Infantis, “Saúde & Sabor com Equilíbrio” – Receitas Diet e Light Volumes I e II, Colaboradora do livro Nutrição Esportiva – Aspectos relacionados à suplementação nutricional e autora do Livro “As Melhores Receitas Light da Clínica Personal Diet”.

Fome emocional

 

Comer sem culpa

Você sabe o que é fome emocional? Sabia que esse problema é mais comum do que você pensa? Veja o que diz a psicóloga Gisela Campiglia sobre esse assunto super interessante.

“Toda mulher sabe o que é preciso fazer para eliminar o excesso de peso, não é mesmo? Diminuir o consumo de doces e massas, eliminar frituras, tomar bastante água e priorizar a ingestão de frutas e verduras.

Certamente você já esteve em vários endocrinologistas, nutricionistas, e conhece quase todos os tipos de dieta que já inventaram: dieta da sopa, do glúten, da proteína, do suco, etc. Mas, por que é tão difícil emagrecer, mesmo tendo todas essas informações? Porque existe um tipo de fome que não é física, ela nasce da nossa dificuldade em lidar com certas emoções, a fome emocional.

Sem perceber, usamos a comida como uma válvula de escape para compensar nosso desconforto emocional. Por isso, assaltamos a geladeira no meio da noite, comemos uma caixa de bombons na frente da televisão, e o nosso regime acaba indo por água abaixo.

Estudei as dezessete emoções que acionam a fome emocional e desenvolvi um método de compensação que não utiliza a comida. Consegui eliminar 24 quilos, e criei a palestra fome emocional.

Emagrecer com saúde
Uma das emoções mais comuns que nos levam a engordar é a ansiedade. Quando estamos ansiosas comemos compulsivamente sem saborear os alimentos, devoramos o que encontrarmos pela frente. A falta de prazer com a vida gera um tipo de fome específica, ela não pode ser saciada com qualquer alimento, é aquela fome de chocolate, fome de empadinha, a comida precisa ser deliciosa para compensar a nossa falta de prazer. Mas, infelizmente o resultado é sempre negativo, porque o desconforto emocional é aliviado momentaneamente, e ficamos com o excesso de peso e a culpa por ter comido demais.”

E aí, gostaram dessa informação? A Gisela Campiglia é psicóloga, trabalha com física quântica, bioenergia, metafísica e é especialista em desenvolvimento pessoal de forma integral, incluindo corpo, mente, emoções e espirito.

Ela é a nossa nova parceira aqui do Mulheres de Quarenta está nos presenteando com um super e-book que vai ajudar você a emagrecer e a combater a sua fome emocional. Como? Basta acessar o site www.giselacampiglia.com.br para receber, gratuitamente o e-book: Ansiedade, o mal da modernidade.

Que tal? Gostaram?

 

 

Fórmula mágica para emagrecer

será-que-existe-uma-fórmula-mágica-para-emagrecerTenho recebido algumas mensagem das mulheres que depois que chegaram aos quarenta estão com baixa autoestima. Confesso que não é fácil estar feliz todos os dias e a todo momento.

Uma das minhas leitoras queria saber como eu poderia ajudá-la já que depois dos quarenta ela engordou e não conseguia mais perder peso. Todas nós sabemos que nosso metabolismo, com o passar dos anos, tende a ficar mais lento. Com isso, nosso gasto energético é menor. Consequentemente, temos que comer um pouco menos ou aumentar mais as atividades físicas. E não é só isso, temos que optar por uma alimentação melhor, mais natural e mais saudável. E claro, sem radicalismos.

Meu peso já oscilou algumas vezes na balança. Quem nunca? Até que comecei a me conscientizar de que poderia – e deveria – desfrutar de tudo o que eu quisesse mas com moderação. Eu sempre fui daquelas que beliscava o dia todo. E continuo assim. Eu me alimento normalmente e faço pequenos lanchinhos durante o meu dia. Meu prato é colorido e contém pequenas porções de cada alimento.

Aprendi a comer mais devagar, mastigar melhor os alimentos, tomar menos líquidos durante as refeições e também a não repetir ainda que eu tenha muita vontade. Também faço algumas substituições, mesmo porque eu sou viciada em doces. Amo de paixão e não há dieta nenhuma que me faça ficar sem. Sabe aquela velha história de que “você está guardando um espaço para a sobremesa”? Essa sou eu. Não fico sem o meu docinho depois das refeições.

Também optei por alimentos menos gordurosos e também os menos industrializados. Dou preferência a um bolo caseiro do que a um pacote de bolachas. Também gosto de algumas coisas lights ou desnatadas, como leites e iogurtes. Não deixo de comer o meu pão francês, mas apenas um pela manhã. No meio da tarde, muitas frutas. No jantar, gosto de uma taça de vinho e faço refeições menores. Procuro não jantar muito tarde para dar tempo de fazer a digestão.

Eu me obrigo a tomar mais água durante o dia para me hidratar e deixar minha pele mais bonita.

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E também faço exercícios físicos pelo menos duas vezes por semana. Eu sempre gostei. E vou falar a verdade, gosto de variar minhas atividades para não enjoar, porque cá entre nós, fazer sempre a mesma coisa tira nosso estímulo para a ginástica. Eu corro, faço aulas de spining e caminho ao ar livre. Gosto de nadar também. Na academia aprendi que a musculação nos prepara para todos esses exercícios, e também não deixo de lado essa atividade. Faço aulas de dança quando possível e também localizada. Tudo sem exageros. Quando não estou disposta eu não me obrigo a ir.

A grande verdade é que cada um tem encontrar a sua própria fórmula mágica para ficar bem consigo mesma. Em primeiro lugar é preciso se livrar das cobranças e dos padrões exigidos pela sociedade. Depois, caso você queria uma transformação vai ter que ter muita disposição e força de vontade. Dificilmente o tratamento que você escolher surtirá efeito se você não se empenhar.

É preciso entender que a alimentação é para o resto das nossas vidas. Aprender a fazer boas escolhas é fundamental para envelhecer bem e melhor. Boa sorte!

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