Impotência sexual

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Falar desse assunto não precisa ser exclusividade dos homens, porque muitas mulheres sofrem com a disfunção sexual dos parceiros e isso pode afetar muito o relacionamento a dois. Os homens sentem-se fracassados e, muitas vezes, entram em depressão. As mulheres, por sua vez, podem achar que o problema é com elas. Veja o que diz a sexóloga Lelah Monteiro sobre essa questão e a recomendação que ela dá para quem passa por esse problema.

“A disfunção erétil é muito mais comum do que se pensa. Todo homem irá falhar pelo menos uma vez na vida, segundo a Associação Brasileira de Urologia. Relaxe: você não está sozinho! Milhões de homens no mundo já passaram por isso!

O problema pode ser orgânico, psicológico ou, na maioria dos casos, uma junção desses dois fatores. Não aceite quando alguém falar que isso é “coisa” da sua cabeça. Pare de se culpar! As disfunções sexuais ocorrem em todo e qualquer relacionamento e o quanto antes buscarem ajuda, melhor.

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Se você já foi ao médico e os exames não deram em nada, não se preocupe. Se não se trata de doença e sua saúde está ótima, cuide melhor da sua relação íntima.

Há poucos anos, não havia queixa da ejaculação precoce, mesmo porque o prazer era dado apenas ao homem. Na atualidade, os homens se queixam de falta de desejo e a da excessiva cobrança por desempenho.

Hoje, muitos homens sofrem calados, mas lembre-se que os relacionamentos incluem mais de uma pessoa, por isso é fundamental que tenham uma conversa franca para que o problema possa ser resolvido da melhor maneira possível.”

Olhar de amor

 

Lelah Monteiro é psicanalista, fisioterapeuta uroginecológica e urológica, terapeuta de casais e sexóloga.


 

Encoraje seu filho!

IMG_2337Eu, como mãe, vivo me questionando sobre o modo como ajo com as minhas filhas. Quantas vezes fui acometida por um sentimento de culpa. E falo, sinceramente, que até já chorei de arrependimento por ter sido dura com as meninas.

O fato é que não é nada fácil educar. Eu diria mais: não é para qualquer um. Tem que ter dom. Tem que ter vocação. Tem que ter tempo. E, acima de tudo, tem que estar muito disposto. Sim, porque seu filho vai lhe fazer uma pergunta complicada bem na hora que você começou a assistir sua série preferida na TV. Ou vai passar mal de madrugada e você vai ter sair correndo para o hospital. Além disso, terá que lhe ensinar tudo aquilo o que aprendeu e, com isso, tentar fazer com que ele seja uma pessoa melhor do que você.

Acho que esse é o maior objetivo: fazer com que os nossos filhos sejam melhores do que nós. Prepará-los para o futuro e ensiná-los a se defender de todas as adversidades que terão pela frente. Sim, vamos chorar por eles, porque muitas vezes será praticamente impossível evitar que sofram. E a dor de um filho, eu sei, doi bem doído na alma.

Há pouco tempo, minhas meninas –  a Rafaela, de 11 e a Giovanna, de 10 anos – fizeram um “complô” contra mim. Chamaram-me de chata e reclamaram de uma porção de coisas. Eu me senti muito mal. Parecia que todo meu esforço de educá-las para esse mundo vil, que nós sabemos que existe, era em vão.

Tive uma conversa muito sincera com elas e em tom de seriedade, disse-lhes que mudaria meu jeito de ser. Por um dia fiquei séria, parei por um momento de tentar mostrar a elas o que era certo e errado. Confesso que estava no meu momento de reflexão.

As meninas ficaram muito preocupadas com aquela transformação repentina. Elas se reuniram por um dia todo para pensar numa tática para chegar até mim. Dessa vez, elas queriam e… precisavam me resgatar. E é claro que quando voltei a implicar com elas, eu havia voltado para a normalidade.

Vejo que muitos pais, na tentativa de evitar as inevitáveis frustrações de seus filhos, se adiantam em arrumar meios de evitar que isso aconteça. Temem falar não. Não conseguem impor as regras. São permissivos e quando perdem as rédeas, recorrem a terceiros para que eles tenham a tarefa de corrigir o que está errado. E, mais do que isso, acreditam que poupar seus filhos dos desafios que a vida desde cedo lhes impõe é um erro grave que influenciará em muito a personalidade na vida adulta.

O que eu quero dizer é que se o peixinho do seu filho morrer…não corra para comprar outro! Encoraje seu filho para que ele se acostume com as perdas e aprenda a lidar com elas desde cedo da melhor maneira possível.

E aos trancos e barrancos, sem muitas regras, sem muita psicologia, vou seguindo com as minhas meninas. Elas adoram a mãe chata que tem. E eu, não abro mão disso!

 

 

Idade segura

A-Beleza-Das-Mulheres-De-Quarenta-13-1Recebi, através do blog, uma mensagem de uma moça de 25 anos recém-casada. Ela pedia um conselho de uma mulher mais madura – no caso eu – sobre o seu relacionamento.

Ela desabafou. Sentia-se insegura, fantasiava algumas coisas em relação ao seu parceiro e sua autoestima estava muito baixa. Tentava, a todo o momento, agradar o marido. Ele, em contrapartida, a tratava com desdém.

Mulheres da nossa idade saberiam muito bem como lidar com essa situação. A moça, ainda um tanto quanto imatura, não sabia o que fazer.

Meu conselho não poderia ser diferente.

“Cara amiga, as mulheres têm que ter inteligência nos relacionamentos. Devem saber se posicionar quando preciso e recuar em alguns momentos. Às vezes temos que deixar passar algumas pequenas coisas e brigar pelo que realmente vale à pena. Melhor ser feliz do que sempre ter razão. Essa maturidade vem com a idade, mas você já pode aprender. Felicidade não depende de ninguém, mas tão somente de você. Procure ser feliz em primeiro lugar consigo mesma. Valorize-se e seu homem passará a admirá-la. Espero tê-la ajudado um pouco. Obrigada por ter me procurado.”

Poucas palavras a fizeram feliz e mais confiante. Nada que a maturidade dos 40 nos impeça de resolver com tanta facilidade.

Ai, ai…

Essa tal felicidade…

 

coisas+que+toda+mulher+feliz+deve=TerMuita gente vive à espera de um milagre. A busca, na grande maioria, é pela felicidade. E quem não gostaria de descobrir a fórmula secreta para recorrer a ela todos os dias e a qualquer momento? Muita calma nessa hora.

Mesmo os antidepressivos mais poderosos tão comumente utilizados nos dias de hoje não podem fazer com que você se realize plenamente.  Tudo depende exclusivamente de você.

É comum criarmos expectativas sobre tudo e sobre todos. Claro que temos o direito e a obrigação de querer tudo o que é melhor para nós. Mas essa busca incansável pode trazer muitas e infindáveis frustrações. É precisão saber lidar com elas.

Quantas vezes nos deparamos com pessoas que têm tudo para serem felizes e não são. Tem saúde, vivem bem financeiramente, tem filhos perfeitos, mas estão sempre insatisfeitas. Sempre lhes falta alguma coisa: o homem perfeito, a mulher ideal, o emprego dos sonhos e assim por diante.

Essas pessoas ainda não descobriram que a felicidade é um estado diário e que precisa ser praticada. Trata-se até de um exercício pessoal e independente.

Afinal, ninguém tem o dever ou a obrigação de te fazer feliz do jeito que você quer. Acho até que é por isso que há tantas pessoas infelizes e insatisfeitas. Elas transferem aos outros a responsabilidade de fazê-las felizes. Esse é um erro fatal para todo e qualquer relacionamento.

A grande verdade é que não é possível viver bem ao lado de alguém se não temos equilíbrio o suficiente e maturidade para entender que antes de tudo somos indivíduos com vontades e anseios diferentes.

É preciso entender que antes de existir uma união, deve existir a plenitude individual. E quando passamos a entender isso, conseguimos viver o amor intensamente.

Evento fashion Frederico Bonatto e Ong Florescer

Uma das vantagens de se ter um blog é que sempre sou convidada a participar de eventos que têm tudo a ver comigo. No último sábado, estive na loja de sapatos Frederico Bonatto que realizou um evento super bacana em prol da ONG Florescer que atende cerca de 850 crianças carentes e oferece muitas oportunidades para sua inclusão social.

 

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Além de conhecer a linda coleção da Frederico Bonatto, idealizada pelo amável Salomão e sua mulher Adriana, encontrei amigos queridos que estão empenhados nessa causa, como o Tozinho Branco, Marcos e a querida Denise Borges. Adorei!

 

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Ajudar é sempre bom!

Confira o vídeo com alguns lindos modelos da Frederico Bonatto. Sapatos? Quem não gosta?

Que amor é esse?

sindrome-coracao-partidoUma das minhas amigas me confidenciou que seu atual companheiro andava reclamando sobre a falta de sexo.
Eles se relacionam há algum tempo e vivem bem. Têm, inclusive, uma viva sexual bem ativa. Ele declara um amor incondicional e eu sempre soube que a recíproca era verdadeira.

Minha amiga me confessou que estava magoada com a postura de cobrança do companheiro mesmo porque ela, muito bem resolvida, não tinha nenhum problema dessa natureza. Sempre encarou o sexo com naturalidade.
Ela, assim como a maioria das mulheres, tem para si que o sexo, muito mais do que satisfação de seus instintos, é um complemento do amor.

Homens sem muita sensibilidade não entendem que mulheres são bem diferentes nesse quesito. Não que não apreciem a coisa, mas para elas têm que haver algo a mais. Isso quer dizer que não adianta chegar “chegando” sem antes dizer porque veio.

Sexo requer gentilezas que se iniciam muitas vezes com um simples bom dia, um pequeno elogio, um agrado, e claro, com as carícias que fazem parte de todo esse processo.

Homens insensíveis, egoístas e egocêntricos não conseguem enxergar essas nuances e com isso podem colocar tudo a perder.

O amor, na sua plenitude, é capaz de superar as bundas moles, os peitos caídos, os cabelos brancos e as rugas que o tempo inevitavelmente deixará acontecer.

E se ele sobreviver um dia as lembranças podem ser muito melhores do que as cobranças e futilidades que o tempo, para alguns, não conseguiu ensinar.

Uma pena que tantos ainda tenham muito para aprender.

 

Beleza Pura!

Minha participação no programa Beleza Pura, da querida cantora Larissa Cavalcanti, onde falo exclusivamente sobre nós, Mulheres de Quarenta, nossas experiências, conflitos, desafios e muito mais.

Espero que você goste. Está curiosa? Então clique aí!

Bandeira branca, amor!

White Flag: Last LapFiz uma enquete na página do Mulheres de Quarenta para ver o que as mulheres queriam ouvir. Relacionamentos que resultam em filhos foi um dos temas solicitados. O que fazer para viver em paz com o seu ex quando se têm filhos? Confesso: não é fácil.

Logo depois da minha separação fui a uma festinha de criança. Eu estava só com as minhas duas filhas. A mãe da aniversariante era separada e o pai, ex-marido dela, estava na comemoração. Eu achei aquilo o máximo, afinal estava em pé de guerra com o meu ex. Senti uma pontinha de inveja porque enquanto minhas filhas sofriam com aquele momento que estávamos passando, a aniversariante estava toda feliz ao lado do pai e da mãe.

Apesar de achar que meu dia nunca chegaria, posso dizer que hoje vivo em paz com o pai das minhas filhas. Temos uma relação de respeito e cordialidade o que já é suficiente para que nossas filhas vivam felizes e confortáveis com a harmonia que agora existe entre nós.

Claro que não foi fácil chegar até aqui. Brigamos, discutimos, envolvemos as meninas até que percebemos que, para elas, o melhor seria tentarmos uma convivência pacífica. Com isso, elas não nos deram trabalho. Sofreram a perda, como nós, mas entenderam e, por fim, aceitaram bem a separação.

Hoje entendo que enquanto um não levanta a bandeira branca, a guerra nunca acaba. Perder, por um lado, significa ganhar do outro. Pense bem se a decisão de viver bem não cabe a você! Às vezes é melhor ser feliz do que ter razão. Boa sorte!

Profissão ex-mulher

747398_42059258Em tempos passados o direito entendia que a mulher que nunca havia exercido uma profissão teria direito a receber pensão em caso de separação. O fato é tão antigo que antes do termo divórcio conhecia-se o desquite, nada usual nos dias de hoje.

Com a revolução inegável que aconteceu nos meios familiares e o aumento dos números de casais que se separam o direito passou a ver essa questão com mais naturalidade e até facilitou as coisas para que o divórcio aconteça mais rápido. Quando não há confusão e o “negócio” é amigável é possível que o divórcio saia no mesmo dia.

As mulheres por sua vez, com a independência financeira que conquistaram passaram a ter em relação aos filhos os mesmos direitos e obrigações que os seus ex-maridos.

Antigamente a mulher que se separava desfrutava de algumas vantagens que hoje o direito, com raras exceções, não reconhece mais. Mulheres como a minha mãe, por exemplo, casavam-se cedo e se dedicavam aos cuidados da casa e dos filhos. Caso se separassem, poderiam ter direito a receber do ex-varão uma pensão exclusiva para elas e outra para seus filhos.

Hoje as coisas mudaram. O direito passou a entender a nova realidade em que mulheres vão à luta, são independentes e capazes de assumir várias funções da vida profissional e pessoal. Pai e mãe passaram a ter obrigações alimentícias para garantir o sustento da sua prole. Além disso, hoje já vigora a guarda compartilhada onde as decisões sobre os filhos são tomadas com a anuência dos dois.

A grande verdade é que não é fácil aceitar queda de padrão financeira que a separação, em muitos casos, nos impõe. Queria ou não, há uma nova realidade, mas é preciso muita coragem para assumir essa nova posição.

Ainda que tenham total capacidade, há mulheres que por medo ou insegurança negam-se a “pegar no batente” e pleiteiam pensões exorbitantes para atender não só os filhos, mas para garantir o seu sustento. Mulheres totalmente capazes vitimizam-se em razão da dissolução do casamento e, sem aceitarem o fim da relação, usam a obrigação alimentar como forma de manter o vínculo rompido ou com o intuito de afrontar o ex-marido ou ex-companheiro.

Usam o dinheiro para poder se vingar das suas próprias frustrações. Usam os filhos, frutos desses relacionamentos, para fazer chantagens emocionais. Nem preciso dizer o que acontece com as crianças, que sofrem alienação parental e, no meio dessa tempestade, são jogadas de um lado para o outro sem saber que rumo tomar.

Sinto muito informar, mas a “profissão ex-mulher” está totalmente em extinção. Portanto, para as candidatas ao cargo, trate de enxugar as suas lágrimas, jogue seus lenços fora, e arregace as mangas. É preciso encarar os desafios para dar a volta por cima. Afinal, nada melhor do que ter orgulho das suas próprias conquistas.

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Depois de você

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Olá ex, eu estou aqui! Sim, sou eu a atual do seu ex. E é claro que você já notou a minha presença. Não tenho motivos para me esconder.

Já sei da sua história. Compreendo as suas dores. Sei dos seus medos, das suas angústias e das suas aflições. Conheço bem as suas inseguranças. Discordo de algumas atitudes, mas respeito o seu momento. Também não lhe julgarei.

Saiba que não estou aqui para competir, nem com você e nem com ninguém. Nem pretendo substituí-la. Você, assim como eu, tem o seu valor. Apenas não me desmereça. Afinal, você não sabe o caminho que percorri para chegar até aqui.

Seus filhos são seus. Sim, eu sei. Mas eu os quero bem e não tenho como impedir os meus sentimentos. Não tenho a mínima intenção de substituí-la como mãe. Melhor pra você que eu goste deles, certo? E como diz o velho ditado: “quem meu filho beija, minha boca adoça”.

Estou onde devo estar assim como você. Entendo o seu presente e não tenho nada a ver com o seu passado. O que me interessa, apenas, é o meu futuro. E nele, escrevo uma nova história.

Desejo que você encontre um novo amor e que seu coração se encha de esperanças. Que você viva feliz e faça feliz aqueles que estão ao seu lado. Que cuide bem dos seus filhos e lhes encha do amor que eles tanto precisam. Só assim eles crescerão seguros e felizes ainda que, nesse mundo mais do que moderno, tenham que conviver e aceitar os novos modelos de família.

Desejo ainda que você, assim como eu, ame e seja amada. E que por fim, tenha muito boa sorte!

Esses são os meus mais sinceros votos!

Opostos não se atraem

11-01-08-semelhantes-se-atraem-no-gente-com-genteComprovei, pelas minhas próprias experiências, que a máxima de que os opostos se atraem não funciona. Quem afirma que duas pessoas completamente diferentes podem dar certo não deve ter reparado muito bem nas semelhanças que unem os casais.

Sim, está certo que existem diferenças físicas. Elas podem ser gritantes. Quem nunca viu um roqueiro com uma mocinha delicada, um gordinho com uma magrela ou um baixinho com um mulherão? Mas não é isso o que importa.

O fato é que quando as relações prosperam existem afinidades importantes que contribuem para que as coisas funcionem bem. Eu diria mais. Quando os objetivos são os mesmos, ambos tendem a caminhar juntos, lado a lado, para atingirem o seu fim.

E claro que as diferenças aparecem a todo momento. Ninguém é igual a ninguém. Em algum momento os conflitos podem aparecer. Casais que não discutem, já desistiram da relação. Estão conformados com a mesmice e nem pensam em defender suas opiniões. Claro que tudo tem uma medida certa. Respeito é bom. Quem não gosta?

Independente das discussões que possam ocorrem – e que inevitavelmente acontecem –  o que importa mesmo é saber que ambos têm os mesmos objetivos. E se existe mútuo respeito, não será difícil alcançar aquilo que se deseja junto ao seu par.

Viva as igualdades que, queria ou não, atraem justamente aqueles que pensam da mesma forma que nós! Boa sorte!

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Como atrair o homem ou a mulher ideal da sua vida

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QUE TAL ENCONTRAR O HOMEM OU A MULHER IDEAL DA SUA VIDA?

No próximo dia 27/11, às 20h, eu, Vanessa Palazzi e o terapeuta Zé Paulo Pitombo faremos uma palestra em São Paulo sobre esse assunto. As vagas são limitadas. Para participar, basta fazer um depósito no valor de R$ 50,00 no Banco Bradesco, AG 6250, CC 14304-9 e enviar o comprovante com seus dados para o email vanpalazzi@gmail.com que retornaremos confirmando sua participação. Estamos te esperando!

• O que os homens esperam das mulheres
• O mundo dos relacionamentos na visão masculina
• O que os homens falam das mulheres, o que eles não toleram; a essência masculina; medos, traumas e dificuldades.
• Razão e emoção
• Os sete passos do Manual do Homem Ideal
• O que as mulheres esperam dos homens
• Como as mulheres do mundo moderno se comportam atualmente: expectativas e frustrações nos relacionamentos
• Porque tantas pessoas estão sozinhas? Por que está tão difícil encontrar uma (um) companheira (o)?
• O que elas não gostam nos homens e como elas esperam que eles se comportem
• Ser feliz é possível e está ao alcance de todos

Vanessa Palazzi

Vanessa Palazzi é jornalista. É também advogada e presta assessoria política há mais de 20 anos. Mulher de quarenta, divorciada e mãe de duas meninas, resolveu escrever sobre suas próprias experiências e sobre os relacionamentos de homens e mulheres do mundo moderno. Vanessa também tem um olhar diferenciado sobre o mundo da moda e tem se dedicado a esse assunto, dando dicas de postura e comportamento nos mais variados segmentos profissionais. Faz palestras sobre os assuntos abordados no Mulheres de Quarenta e também sobre assessoria voltada para as mídias sociais. Ela dá dicas sobre como se comportar e aumentar a relevância na rede.

Vanessa Palazzi e Zé Paulo Pitombo

Zé Paulo Pitombo

Foi empresário dos 19 aos 30. É Terapeuta Holístico desde os 32. Trabalha com Florais Brasileiros, Astrologia e Tarot Alquímico, e dá consultas em domicílio ou via Skype. Além disso, é palestrante, dá cursos e consultorias. Desde 2012, via internet, motivado por alguns clientes e pelos seus filhos, oferece um pouco da sua experiência, especialmente aos jovens.

Quando o universo conspira a seu favor

156661_468088404022_157719019022_5755195_468811_nJá reparou que quando as coisas não tem que dar certo, tudo começa a acontecer de errado.

Quando você conhece alguém e logo de cara começa a se decepcionar, isso já é o primeiro sinal de que algo não vai bem. Você insiste mais um pouco, mesmo porque fica na dúvida se a sua intuição está lhe dando o recado certo.

Mais uma vez alguma coisa falha. Você passou o dia todo na expectativa de receber uma mensagem, esperando o telefone tocar e nenhum sinal. O encontro que estava marcado também não vai mais acontecer. E a primeira coisa que você se pergunta é se fez alguma coisa de errado.  Absolutamente nada!

E não pense que eu estou falando aqui apenas das mulheres. Isso também acontece com os homens! Eles, muitas vezes, também criam expectativas e se decepcionam bastante.

A grande verdade é que quando as coisas têm que acontecer tudo flui da melhor maneira possível. E muitas vezes você fica sem entender porque aquela pessoa que você esperava que estivesse perto de você, simplesmente, desapareceu.

Certamente tudo está sendo preparado para que você receba, na hora certa, o que há de melhor. E nesse momento você estará plenamente pronto para receber. Acredite: é o universo que conspira a seu favor!

O QUE AS MULHERES DETESTAM NOS HOMENS

080613_porque_curtirDepois do texto “O que os homens não gostam nas mulheres”, que tanto agradou o público masculino, fui obrigada a apresentar a defesa feminina. Fiz uma vasta pesquisa para chegar até aqui. Então vamos ao que interessa.

Filhinhos de mamãe – Não há relação que sobreviva quando o amor do homem pela sua mãe é doentio. Claro que já sabemos que nesse quesito não dá para concorrer, mas é preciso saber lidar muito bem com essa situação para não colocar tudo por água abaixo.

Homem projeto – Quando você pergunta no que o pretendente trabalha e a resposta é a de que ele está num projeto futuro, desconfie. Geralmente ele está falido e em algum momento precisará da sua ajuda financeira ou ainda tentará se mudar para a sua casa.

Dependência afetiva – Tá certo que ninguém quer um homem frio. Toda mulher precisa de carinho. Mas homens extremamente carentes não nos deixam seguras. Desculpem-nos a sinceridade, mas mulher gosta mesmo é de pegada. Nada de mi mi mi!

O covarde – Sabe aquele homem que é incapaz de fazer um elogio, que tem medo de se expor? Nós fugimos desse tipo. Quem quer se preservar a todo custo, torna-se incapaz de demostrar seus sentimentos. E esse tipo de relação não faz bem a ninguém.

O saudosista – Podemos até ouvir sobre o seu passado. Mas ele não precisa estar diariamente no nosso presente. Também não queremos saber das suas aventuras amorosas. Nem mesmo sobre o seu desempenho sexual no decorrer dos anos. Fale menos e prove mais.

Ciúmes doentio –  Os sinais são bem claros. E logo no início da relação já é possível detectar o tipo que adora uma cena. E nem precisa ser em público. O homem ciumento é inseguro e possessivo e fará com que a relação fique insuportável. Certamente em algum momento ele acabará sozinho.

O extremo vaidoso – Cuidar do corpo é sempre bom. Mas o culto excessivo pode incomodar. Vamos deixar bem claro que creme e esmalte são coisas de mulher. Tinta de cabelos também. Academia é legal sim, mas por favor, poupe-nos de fotos em trajes íntimos só pra mostrar o quanto você é gostosão.  Mulher não se liga nessas coisas. Até um gordinho pode ser mais sexy do que você se ele for bom de papo!

Homem dieta – Mulher gosta de doces e de chocolate. E esse papo de dieta nós já conhecemos muito bem, obrigada! Ninguém precisa nos lembrar disso. Se quisermos um sorvete, não hesitem em nos levar. E nada de sermões.

O tipo vulgar – Palavras chulas nos incomodam. Gestos vulgares também, principalmente na frente dos outros. Na intimidade, vale tudo, mas não nos tratem com desdém. Mulher gosta e precisa ser valorizada.

O tratante – Combinou, cumpra! E nada de desculpas esfarrapadas. Depois dos quarenta elas não colam mais. Mulheres têm sexto sentido. Se ocultar alguma coisa, elas podem até fingir que acreditam, mas no fundo sabem a real. Mentiras não serão toleradas. Traições muito menos.

O desleixado – Tenha certeza de que desde o primeiro encontro vocês estão sendo minuciosamente analisados: mãos, pés, unhas, cabelos, asseio, limpeza, cheiro, hálito, perfume, roupas, sapatos, estilo, entre outras coisas. O modo de se comportar num restaurante, numa festa ou numa reunião de amigos também é fundamental.

O mau humorado – Tem homem que reclama de tudo: é chato, grosseiro e respondão. Faz sempre os mesmos programas. Nunca está disposto a sair da rotina. É metódico e está sempre desanimado. Quer sua mulher com exclusividade e só aceita fazer a sua própria programação. Aí não né?

O baladeiro – Aquele tipo que ficou velho e não aceitou muito bem essa condição. Depois de separado, resolveu curtir novamente a fase da adolescência. Vai para a balada, enche a cara e se acha a última bolacha do pacotão.

O muquirana – Do tipo “vamos rachar” o lanche do Mc Donalds? Não, nem pensar. Tudo bem que a mulher já conquistou sua independência financeira, mas mesquinhez ninguém merece. Um pouco de delicadeza, por favor. Não seja deselegante.

Fora todos esses tipos, além do homem que fuma, aquele que usa meias brancas com sapatos pretos,  o que adora uma pochete e o que usa o molho de chaves dependurado na cintura, o que deixa a toalha largada e faz xixi fora da privada, nós não perdemos as esperanças. Continuamos na luta!

Vamos em frente companheiras! Rsrs

O QUE OS HOMENS NÃO GOSTAM NAS MULHERES

Briga-de-casal-81É fato: homens e mulheres andam muito menos tolerantes nos relacionamentos. Basta um pequeno deslize para que aquela relação que você estava construindo se desfaça de uma hora para outra. E muitas vezes você fica sem entender o que aconteceu.

Homens detestam mulheres inseguras, excessivamente ciumentas, possessivas e egoístas. E também não querem dar satisfação de qualquer coisa que façam. Se quiser exclusividade, seja inteligente!

Se você é daquelas que adoram fazer cena, cuidado redobrado. Eles odeiam passar vexame principalmente em público. Nada de shows, por favor.

Não traga nem o seu passado e nem o dele à tona. Todos já viveram relações anteriores e agora é hora de pensar no presente. Sim, presente! Se você planejar muito o futuro a dois, poderá ficar só antes do que espera.

Homens também não gostam de mulheres mimadas, carentes e dependentes. Eles preferem as mais bem resolvidas desde que tenham em sua essência a feminilidade que lhes é peculiar. Eles não toleram as excessivamente vaidosas e também não gostam das totalmente desleixadas.

Se você gosta de discutir a relação, precisa de ajuda para resolver seus problemas familiares ou do trabalho procure um terapeuta. Ainda que ele converse ou apoie as suas decisões, seu par não tem obrigação de ser seu psicólogo.

É preciso levar em conta que alguns modos de agir incomodam bastante. Quando a situação fica insuportável, ele certamente retirará o seu time de campo.

E se me esqueci de alguns detalhes, preciso dar uma dica importantíssima: nunca deixe suas calcinhas penduradas no banheiro. Esse erro é mais do que fatal!

Boa sorte!

Aguarde, logo mais, o texto “O que as mulheres não gostam nos homens!”

Mania de casar

buque casamento noiva1Diferente de antigamente as mulheres não têm mais como único objetivo o casamento. Salvo exceções, é claro.

As mulheres que já passaram por essa experiência muitas vezes já se satisfazem na primeira vez.

Depois de certo tempo elas descobrem que é sim possível ser feliz mesmo que não tenham uma aliança no dedo ou ainda que mantenham um relacionamento em que ambos vivam em casas separadas.

Para as Mulheres de Quarenta, o casamento já não é tão essencial como quando elas tinham metade dessa idade.

O que elas querem é um companheiro que venha para somar. Elas não precisam de ninguém que as completem mesmo porque nessa altura da vida já passaram a entender que a felicidade depende única e exclusivamente delas mesmas.

Muitos ousam dizer que essa independência sentimental assusta os homens. Eu diria que isso as deixam melhores e até mesmo mais interessantes.

O que é preciso entender é que elas querem e gostam de se relacionar de uma forma mais madura. Elas querem apenas viver a parte boa do relacionamento. Não precisam muito mais do que isso.

Elas lidam bem com a afetividade e não se deixam dominar pela carência ou pela solidão. Exatamente por isso é que conseguem separar bem as coisas e podem muito bem viver sozinhas em seu canto ainda que estejam bem acompanhadas. E porque não?

Pelo que tenho visto por ai essa fórmula funciona muito bem.

Quer casar comigo? Não, muito obrigada! (rs)

Tome seu veneno

uma_dose_venenoNem sempre é fácil terminar um relacionamento. Já sabemos das dores, das decepções e dos dissabores que podemos ter. Dependendo do motivo, o gosto amargo do fim pode durar dias, meses e até mesmo anos.

E tem gente que não se cura dessa dor. Torce diariamente pela infelicidade alheia. Não aceita a possibilidade de que seu ex, ou sua ex, tenha encontrado um novo amor. Roga-lhe um milhão de pragas! Deseja-lhe muita má sorte.

Se daquela relação restaram filhos, então, será pior ainda. A vingança já terá um bom meio de atingir o seu alvo. E com toda certeza será bem dolorido.

Enquanto um lado está feliz e realizado, o lado outro vai de mal a pior. Queria ou não parece que tudo de errado começa a acontecer. Uma sensação imensa de vazio, depressão, angústia e solidão: “Oh, vida, oh céus, oh azar!”

O amargurado tem seu muro de lamentações lotado de frases prontas para serem ditas a qualquer momento, mas nem sempre encontra oportunidades para isso.

Enquanto isso, o tempo continua passando para os dois. E muitas vezes pode ser tarde para se dar conta de que enquanto um progrediu muito, o outro ficou totalmente para trás.

É, meu amigo, minha amiga, se quiser tomar a sua dose de veneno, fique à vontade. Só não torça para o outro morrer. Lembre-se que o feitiço, muitas vezes, vira contra o próprio feiticeiro.

Figurinha repetida

como-lidar-com-a-ex-do-namorado-e-manter-uma-boa-relacao-com-ela-4Se você deixou escapar a mulher dos seus sonhos, conforme-se. Pode ter perdido a grande oportunidade da sua vida.

O fato é que as mulheres de quarenta têm um diferencial. Elas são determinadas e nem sempre voltam atrás. Às vezes podem até demorar, mas quando tomam uma decisão raramente se arrependem.

Elas já sabem exatamente o que querem e melhor ainda o que não querem para elas. Não vivem de migalhas e nem se contentam com pouco. Bem diferente de quando eram mais jovens e viviam cheias de dúvidas e inseguranças. Os medos e as incertezas eram bem mais frequentes na juventude e, por conta disso, as mulheres se deixavam levar mais facilmente.

A maturidade faz com que as mulheres ganhem mais confiança. Elas aprendem de uma forma ou de outra, que a felicidade não depende de ninguém. Aprendem que ser feliz é um estado de espírito e que mais do que um aprendizado a felicidade é uma opção diária.

Portanto, meu amigo, se você por alguma razão deixou escapar a sua chance, esqueça. Melhor partir para outra.

Não se trata de frieza, mas sim de escolhas. A mulher nessa idade tem emoção, mas sabe muito bem quando deve usar a sua razão. E tenha certeza que essa última fala muito mais alto.

Nesse caso, melhor seguir em frente e buscar um novo caminho. Afinal, figurinha repetida, para elas, não completa mais álbum!

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Aviso aos navegantes

0056YAlgumas dicas são importantes na hora da conquista. Quem faz a lição de casa direito só tem a ganhar com isso. Vamos lá!

1) Se quer me conquistar, seja original. Nada de cantadas baratas. As tradicionais eu já conheço. Seja diferente. Invente alguma coisa que desperte o meu interesse e que chame a minha atenção.

2) Se é casado ou vive com alguém, ainda que não esteja bem no relacionamento, desista. Não gosto de concorrência. Ou é meu ou não é de mais ninguém. Se estiver nessas condições, não chegue nem perto. E se mentir, fique tranquilo que eu descubro. Minha intuição nunca falha. Além disso, eu uso a internet.

3) Faça por merecer. Relacionamento é uma troca. Não me peça aquilo que não consegue dar. Serei intensa na mesma medida que você. Nem mais nem menos, afinal gato escaldado tem medo de água fria.

4)Trate-me bem. Afinal eu mereço. Tenho classe, família, cultura e educação. Não use palavras chulas como “mano”, “mina”, “breja”, “sussa” ou quaisquer outras expressões faladas nos campos de futebol. Elas machucam meus ouvidos.

5) Nunca me compare. Eu não sou igual a ninguém. As outras, simplesmente, são as outras. Também não me provoque. Eu sou suave como a brisa, mas posso ser forte como uma tempestade.

6) Seja discreto. O mundo virtual não precisa saber de mim. Eu não sou seu troféu. De toda forma, tenha orgulho de mim e me valorize quando estiver na presença dos outros. Sim, eu preciso saber que me quer bem.

7) Não queira me impressionar falando de suas experiências anteriores bem como de suas habilidades sexuais. Mostre o que sabe no momento certo. E tenha calma. Tudo acontece quando tem que acontecer.

8) Nada de migalhas. Comigo é tudo ou nada. Eu sou intensa, portanto, não economize nos elogios. Isso não vai te prejudicar em nada. Muito pelo contrário. Toda mulher precisa ser valorizada.

9) Seja doce na medida certa, mas tenha pulso quando for necessário. Deixe-me pensar que estou no comando. Assuma as rédeas quando eu me exceder. Se eu ficar o tempo todo no controle certamente perderei o interesse por você.

10) Respeite as minhas vontades. Deixe-me ser aquilo que sou. Eu não vou mudar e muito menos você. Ria dos meus defeitos, releve, deixe passar. Quando eu me exaltar simplesmente me abrace. Diga que me ama e que tudo vai passar. Toda mulher precisa de um homem que lhe dê segurança.

E aí, vai encarar? rsrs

Meus filhos, seus filhos…

HOs novos modelos de família que surgiram no mundo moderno modificaram a convivência familiar. Muitos casais são obrigados a conviver uns com os filhos dos outros: meus filhos, seus filhos e quem sabe os nossos filhos.

Na maioria das vezes a maturidade de ambos leva à construção de relações saudáveis. Outras, no entanto, são um tanto quanto conflitantes.

Sim, por que queira ou não cada um recebeu um tipo de educação que certamente reflete no modo como educamos nossos filhos. Cada um tem os seus princípios.

Muitas vezes uma atitude que nos parece normal pode ser inadequada para quem a observa. Nosso jeito de lidar com algumas situações e de resolver conflitos que envolvem nossos filhos nem sempre é o mesmo do seu parceiro ou da sua parceira.

Pior mesmo quando um dos dois se intromete na educação do outro. Ninguém gosta de ouvir críticas a esse respeito, mesmo por que por mais que estejamos errados estamos sempre tentando acertar. E aí, se ninguém segurar a onda, certamente haverá desentendimento: comentários a respeito do tipo de educação que damos aos nossos filhos podem se transformar numa grande confusão.

Reunir e conviver com esses novos modelos de famílias requer muita paciência. Ambos precisam estar dispostos a aprender. Exige tempo, mas nada impede que essa relação funcione bem. Basta querer.

 

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