Truques para a make durar mais no verão

Por Fernanda Libretti 

Com as altas temperaturas fica difícil manter a maquiagem no lugar. A base parece escorrer com o suor,  batom não fixa direito nos lábios e até a vontade de se maquiar vai embora. Não se desespere. Eu trouxe algumas dicas que vão te ajudar nesses dias quentes.

Entenda bem o seu tipo de pele para usar os produtos adequados. Desde a escolha do sabonete até o hidratante devem ser baseados no seu biotipo. A limpeza e hidratação da pele são passos importantes para manter a oleosidade controlada. E atenção, mesmo as peles oleosas precisam sim de um bom hidratante. Escolha um livre de óleo.

Não abra mão de um bom primer. Se ele for siliconado é ainda melhor pois ajuda a manter a oleosidade longe por mais tempo.

Tenha sempre uma base em bastão de efeito mate e evite os produtos muito espessos que podem derreter mais rapidamente. E na hora de aplicar não recomendo usar os dedos. Opte pela esponja ou pincel. O calor da nossa pele pode mudar a durabilidade da base e ainda mudar a sua textura.

Vai usar lápis e rímel? Sempre a prova d’água que não escorre com o suor e não vai manchar a pele. O mesmo vale para o delineador. A textura em gel ajuda muito nos dias quentes. para evitar que o batom escorra use um lápis labial que vai fazer o produto durar muito mais!

No verão menos é mais, abuse de produtos leves e poucas camadas que facilita o retoque e te deixa muito mais bonita!

 

Beijos e até a próxima!

Fernanda Libretti é jornalista, maquiadora profissional e colunista do Mulheres de Quarenta.

 

Chá verde e o câncer

 

Vários estudos demonstram que 3 fatores, além da genética que representa em torno de 15%, estão diretamente relacionados com a maior predisposição ao desenvolvimento de câncer: má alimentação, exposição á toxinas alimentares e ambientais (agrotóxicos, conservantes, poluição, cigarro, etc.) e estresse. Sendo assim, podemos a redução do risco de câncer esta muito mais na responsabilidade de cada indivíduo e do seu estilo de vida. Embora, saibamos que uma alimentação saudável deve conter o consumo regular de frutas frescas, vegetais, legumes, grãos, sementes, cereais, raízes, azeite de oliva, proteínas com baixo teor de gorduras saturadas, porca quantidade de sal, isenta ou bem moderada de açúcares e farinhas “brancas”, além de muita água. Há certos alimentos que comprovadamente também ajudam a diminuir o risco desta temida, mas infelizmente tão em prevalente doença – o Câncer ! e um deles é o chá verde.

O consumo freqüente de chá verde está inversamente associado com o risco de vários tipos câncer. O chá verde apresenta efeitos protetores em fases diferentes do processo da carcinogênese, inibindo-o pela modulação da transdução de sinais que conduzem à inibição da proliferação, transformação das células e aumento da apoptose.

É fundamental, para a sua ação como quimiopreventivo, a biodisponibilidade dos polifenóis nos tecidos.

O chá verde contém múltiplos polifenóis, entre os quais a epigalocatequina-3-galato, ou EGCG, uma das moléculas nutricionais mais poderosas contra os mecanismos necessários à invasão dos tecidos e à formação de novos vasos pelas células cancerosas. Após duas a três xícaras de chá verde, a EGCG está presente no sangue em grande quantidade, espalhando-se por todo o organismo pelos vasos capilares que cercam e nutrem cada célula do corpo.

O potencial quimioprotetor/antioxidante das frações das catequinas do chá verde apresenta a seguinte ordem decrescente de eficiência: EGCG = ECG > EGC = EC (RICE-EVANS; MILLER; PAGANGA, 1999.

Em uma pesquisa, verificou-se que o consumo de chá verde faz desacelerar consideravelmente o crescimento das células de leucemia, de câncer de mama e do câncer de boca. A grande preocupação de pesquisadores e da indústria farmacêutica é encontrar drogas anticancerígenas que apresentem boa eficácia e baixa toxicidade. As catequinas do chá verde, pelos estudos realizados por vários autores, têm demonstrado uma atividade quimioprotetora importante, porém, merecendo mais investigações sobre a dose e momentos de investigação do chá. É importante não só conhecer a ação das catequinas, mas também estudar os mecanismos envolvidos nessas atividades biológicas.

Sendo assim, as catequinas poderão ser um agente quimioprotetor ao alcance de toda a população como adjuvante no tratamento e prevenção para diferentes patologias.

Roseli Rossi  é  colunista do Mulheres de Quarenta. Nutricionista formada pelas Faculdades Integradas São Camilo (CRN 2084 /1983), com título de Especialista em Nutrição Clínica concedido pela ASBRAN – Associação Brasileira de Nutrição. Pós Graduada nos cursos de especialização de Planejamento, Organização e Administração de Serviços de Alimentação; Fitoterapia Aplicada à Nutrição Funcional e Nutrição Ortomolecular com Extensão em Nutrigenômica. É Diretora da Clínica Equilíbrio Nutricional e autora dos Livros: “Saúde & Sabor com Equilíbrio” – Receitas Infantis, “Saúde & Sabor com Equilíbrio” – Receitas Diet e Light Volumes I e II, Colaboradora do livro Nutrição Esportiva – Aspectos relacionados à suplementação nutricional e autora do Livro “As Melhores Receitas Light da Clínica Personal Diet”

A culpa não é das gordinhas!

Por Vanessa Palazzi

Eu tenho uma amiga que está fora do peso.  Ela é mais cheinha, digamos assim. E vamos combinar que desde que eu a conheço – lá se vão mais de vinte anos – ela sempre foi desse jeito. Confesso que eu a acho muito bonita.

Ela não tem nenhum tipo de complexo, ou pelo menos não demonstra isso. Ela se aceita muito bem, é vaidosa, cuida do seu visual, está sempre maquiada e bem vestida. Ela usa decotes e minissaia. Tem coisa mais legal do que a pessoa se sentir bem do jeito que é?

Minha amiga conheceu uma pessoa numa rede de relacionamentos. Eles trocaram mensagens e fotos. Ela queria que ele soubesse exatamente como ela era fisicamente. Eles conversaram durante um bom tempo e resolveram se encontrar para um almoço. A sintonia foi tão intensa que eles resolveram sair novamente e, dessa vez, o encontro seria um pouco mais íntimo.

Minha amiga tratou de comprar uma lingerie vermelha, usou um salto prateado bem alto e um vestido super sensual. E não é que na hora aga o nosso amigo falhou? Sim, isso mesmo.  Foi com tanta sede ao pote que ele se quebrou! rs

O fato é que minha amiga ficou arrasada. Ela insistia em dizer que a culpa era dela por estar fora de forma, por ser mais gordinha do que o normal, por estar acima do peso. Pode isso, produção? Claro que não.

A grande verdade é que a impotência sexual pode estar ligada a vários fatores e eu não achei justo que minha amiga arcasse com essa responsabilidade.

Outra amiga, que vive uma situação bastante parecida, entrou numa dieta radical para tentar reconquistar o seu parceiro já que eles não se relacionam intimamente há quase dois anos.

A grande verdade é que muitos homens temem falar sobre esse assunto. Sentem vergonha e medo da rejeição e nem sempre estão dispostos a mudar isso. Muitas vezes, eles culpam suas parcerias pela falta de desejo e, queira ou não, mechem com a autoestima delas.  Eles as culpam por terem falhado e as diminuem como mulheres.

Bem, o fato é que é preciso encarar esse problema de frente. E se ele prejudica de alguma forma o seu relacionamento, é preciso ter uma conversa franca. A única coisa que não pode acontecer é tomar para si a culpa do seu parceiro ter falhado na cama com você, certo? Mesmo porque cada mulher é única e cada uma tem a sua beleza, não importa de onde ela venha.

Entendeu agora porque a culpa não é das gordinhas?

Bora, meninas, vamos em frente!

Beijos e até a próxima!

Vanessa Palazzi

 

Alimentos que ajudam ou prejudicam a tireóide

Por Roseli Rossi

A tireoide é uma glândula em forma de borboleta (com dois lobos), que fica localizada na parte anterior pescoço, logo abaixo da região conhecida como Pomo de Adão (ou popularmente, gogó). É uma das maiores glândulas do corpo humano e tem um peso aproximado de 15 a 25 gramas (no adulto).

Ela age na função de órgãos importantes como o coração, cérebro, fígado e rins. Interfere, também, no crescimento e desenvolvimento das crianças e adolescentes; na regulação dos ciclos menstruais; na fertilidade; no peso; na memória; na concentração; no humor; e no controle emocional. É fundamental estar em perfeito estado de funcionamento para garantir o equilíbrio e a harmonia do organismo. Comparada a outros órgãos do corpo humano ela é relativamente pequena. É responsável pela produção dos hormônios T4 (tirosina) e T3 (triiodotironina), que atuam em todos os sistemas do nosso organismo.

ALIMENTOS QUE AUXILIAM O BOM FUNCIONAMENTO DA TIREOIDE

ALGAS MARINHAS

Algas marinhas são uma fonte riquíssima de iodo e ainda oferecem uma quantidade considerável de selênio, nutrientes fundamentais para a produção de hormônios pela tireoide. Mas não exagere no consumo, pois o sal comum já contém muita quantidade de iodo. O excesso de iodo também pode ser prejudicial. A quantidade ideal recomendada para um adulto saudável é de 150 microgramas por dia, que pode ser facilmente atingida sem qualquer adição extra de sal à comida pronta.

CASTANHA-DO-PARÁ                   

Rica em selênio e ômega-3, uma gordura poli-insaturada, a castanha-do-pará fornece nutrientes que servem de matéria-prima para a produção de hormônios pela tireoide. O ideal é consumir uma ou duas castanhas por dia.

QUINUA/AVEIA

Por serem ótimas fonte de proteínas vegetais, com cálcio, ferro, fibras, magnésio, potássio e zinco. A quantidade recomendada de ingestão é de 30 a 50 gramas ao dia, que podem ser adicionadas à salada, sopas, frutas, sucos e shakes.

ÓLEO DE PEIXE        

Óleo de peixe é rico em Ômega 3, estes ácidos graxos atuam modulando a síntese dos hormônios tireoidianos e diminuindo a o processo inflamatório, além disto também equilibra o sistema imunológico quando a disfunção tem causa auto imune. Só fique atento para escolher as opções certas: salmão, sardinha e atum. O nutriente também pode ser encontrado em opções vegetais, como a chia e a linhaça. O consumo recomendado é de 120 g de peixe três vezes por semana ou duas cápsulas de 1.000 mg para suplementação por dia. No caso do uso de suplementos, um profissional deve ser consultado.

GEMA DO OVO      

A gema de ovo é conhecida por seus componentes antioxidantes, que favorecem principalmente a saúde ocular. Mas a pequena quantidade de iodo presente no alimento também é importante para a produção de hormônios pela tireoide. Além disso, a gema apresenta carotenóides (responsáveis pela cor amarelo alaranjada) que são uma pré-vitamina A, também importante para a glândula. Uma parte da vitamina A que o corpo recebe já vem pronta e outra parte vem por meio de nutrientes que o próprio corpo transforma em vitamina A, que é o caso dos carotenóides. Outros nutrientes  importante presente na gema para a tireoide é a vitamina D e o ferro. Desde que não seja frito, ovos podem ser consumidos diariamente.

FRUTOS DO MAR /AVES /CARNE VERMELHA   

São boas fonte de zinco, ferro, vitamina B12 , importantes para a produção dos hormônios tiroidianos. No entanto controle muito o consumo de carne, pois pode se tornar uma vilã da saúde, uma vez que contém quantias consideráveis de gordura saturada, prejudicial ao organismo quando em excesso. Prefira mais os frutos mar e as aves.

LARANJA

Rica em carotenóides e vitamina C, a laranja pode auxiliar no bom funcionamento da tireoide. A quantidade diária recomendada, entretanto, é pequena: uma laranja por dia.

ALIMENTOS QUE SÃO PREJUDICIAISAO FUNCIONAMENTO DA TIREOIDE

CAFEÍNA

Além de causar grande agitação no organismo, esse nutriente — encontrado em grandes quantidades no café e nos chás — pode provocar danos no tratamento das disfunções da glândula. As especialistas ensinam que a substância pode atrapalhar na absorção do remédio para esse tipo de doença, portanto nada de tomá-la em horários próximos ao de medicação. A cafeína também compete na absorção de nutrientes como ferro e zinco prejudicando a saúde tireoidiana.

GLÚTEN

Essa proteína encontrada em cereais como trigo, centeio, aveia, cevada e malte, causa uma doença autoimune em algumas pessoas, chamada de doença celíaca, ou para pessoas que são intolerantes ao glúten. E pesquisas indicam que isso pode se relacionar a males como a Tireoidite de Hashimoto. Em um estudo publicado no Journal of Pediatrics conclui-se que crianças celíacas com alterações na produção dos hormônios e anticorpos tireoidianos tiveram seus níveis normalizados com dieta sem glúten.

SUCRALOSE

É um adoçante natural, usado em substituição ao açúcar sem tantas contraindicações, mas que pode atrapalhar a tireoide. Ele tem cloro na composição, e assim capta o iodo, prejudicando o bom funcionamento da glândula. Isto caso um exagero no seu consumo.

SOJA

Apesar de ser muito recomendado em diversas circunstâncias, esse grão pode causar muitos danos e encrencas para pessoas com problemas de tireoide. A soja possui compostos antinutricionais, que dificultam a absorção de minerais como ferro, zinco e cálcio. Apesar de essas substâncias, chamadas de fitatos, serem anuladas após o cozimento, o consumo desse alimento é contraindicado a quem tem hipotireoidismo. Caso consuma, prefira as formas fermentadas, como o missô, Natto.

CARBOIDRATOS EM EXCESSO

Quando comemos demais esse macronutriente, aumentam os níveis necessários de hormônios da tireoide, causando uma maior demanda do trabalho da glândula, além de requisitar mais iodo para produzir T3 e T4. Desta forma, com a nossa alimentação já sendo pobre em iodo, fica difícil regular a produção. Dietas com uma redução nos carboidratos e priorizando os tipos complexos são mais indicadas para a saúde da tireoide, além do corpo como um todo. Portanto conclui-se que uma alimentação rica em nutrientes, variadas e adequada individualmente pode também trazer como benefícios a prevenção ou o tratamento das disfunções da Tireoide.

 

Roseli Rossi  é  colunista do Mulheres de Quarenta. Nutricionista formada pelas Faculdades Integradas São Camilo (CRN 2084 /1983), com título de Especialista em Nutrição Clínica concedido pela ASBRAN – Associação Brasileira de Nutrição. Pós Graduada nos cursos de especialização de Planejamento, Organização e Administração de Serviços de Alimentação; Fitoterapia Aplicada à Nutrição Funcional e Nutrição Ortomolecular com Extensão em Nutrigenômica. É Diretora da Clínica Equilíbrio Nutricional e autora dos Livros: “Saúde & Sabor com Equilíbrio” – Receitas Infantis, “Saúde & Sabor com Equilíbrio” – Receitas Diet e Light Volumes I e II, Colaboradora do livro Nutrição Esportiva – Aspectos relacionados à suplementação nutricional e autora do Livro “As Melhores Receitas Light da Clínica Personal Diet”

O poder das palavras

 

Por Vanessa Palazzi

Falar é verdadeiramente uma arte. É fato que algumas pessoas nasceram com o dom da palavra. Outras, ainda que não o tenham, conseguem e podem sim aprender.

Você já se deparou com alguma situação conflitante em que era preciso se posicionar? Você se lembra de ter sido rude ao fazer uma solicitação ou pleitear algum direito seu?

Pois é. Quantas pessoas agem de maneira grosseira quando querem se impor? E quantas vezes elas perdem a razão pelo fato de falarem de maneira inadequada?

A grande verdade é que todos nós podemos falar o que quisermos para qualquer pessoa, de maneira polida e educada, sem ofender e sem machucar.

Como assim, você deve estar se perguntado?

Sim, é possível passar as mensagens que você deseja de maneira adequada, ainda que, muitas vezes, você tenha que ser firme. Basta controlar o seu tom de voz. Fácil? Nem sempre.

Treinar o seu equilíbrio emocional diante dos problemas é fundamental para que você aprenda a passar a mensagem que deseja, sem perder a razão.

E você, já aprendeu a falar?

Pense nisso!

Vanessa Palazzi é jornalista, advogada e idealizadora do Mulheres de Quarenta.

O que é liberdade?

Por Gisela Campiglia

Falar sobre a liberdade é um dos temas mais fascinantes da psicologia. Usamos muito essa palavra, mas temos dificuldade em conceituá-la. Agir sem impor limites à nossa vontade? O fato é que nosso universo interior valoriza outras questões além dos nossos desejos.

Todas as pessoas do mundo afirmam que querem ser livres, mas pouca gente sabe dizer o que quer fazer com a liberdade.

Muitas vezes nossos desejos são de natureza destrutiva, em oposição ao nosso conjunto de valores éticos. Caso alguém me trapaceie, posso até desejar matá-lo. Mas, se eu o fizer, além de transgredir a lei, estarei desrespeitando meu sistema de crenças morais. Assim, experimentando uma dor íntima desagradável até o fim dos meus dias, a culpa.

Os animais em geral não sentem culpa, apenas medo e desejo. O ser humano não, ele tem um cérebro sofisticado que “fabrica” conceitos e padrões de comportamento que precisam ser respeitados. Em muitos casos essas normas estão em oposição às nossas vontades.

Como agir? Respeitando a nossa vontade, ou o padrão? Acredito que devemos seguir nossos pontos de vista e nossas convicções. Agir sempre em concordância com a vontade é sinal de imaturidade, mostra dificuldade em suportar frustrações e contrariedades. No caso da nossa vontade estar em conformidade com a nossa razão, ela não provocar nenhuma reação negativa.

Não se trata de desprezar nossos desejos, se estou abaixo do peso, posso comer doces. Se eu for diabético, preciso ter a capacidade de abrir mão de tudo que engorda. Não faz sentido considerar mais livres as pessoas que não ligam para si mesmas, ou para os outros. Em realidade, elas são mais irresponsáveis, e até autodestrutivas. Se alguém sabe que o álcool lhe faz mal e continua bebendo, ele não é mais livre, ele é alguém mais fraco.

Nos séculos passados, o ser humano vivia por normas exageradamente rígidas e alguns psicólogos acabaram concluindo que a verdadeira liberdade consistia em jogar fora essa camisa-de-força, guiando-nos a partir de nossos desejos. A ideia é tentadora, mas na prática é inviável. A vida em grupo exige o cuidado com o outro, e atenção às normas sociais. O amor e a solidariedade que sentimos naturalmente dentro de nós pedem isso. Não posso magoar as pessoas que amo sem sofrer. Nesse caso, antes de satisfazer minhas vontades, tenho que refletir muito, avaliando e pensando nas consequências.

Liberdade é a sensação íntima de prazer que flui da coerência entre o que penso e a forma como atuo. Sou livre quando sou capaz de agir de modo coerente com o que penso. Algumas vezes respeito minha vontade; outras, as normas morais. Em cada situação uma avaliação, sempre tomando decisões válidas para aquele momento. Saber dizer “sim”, e também dizer “não”. Aceitar certos limites para as nossas vontades é sinal de maturidade, não de renuncia e conformismo. É sinal de força, não de fraqueza.

Só é livre quem controla a si mesmo!

Gisela Campiglia

Formada em psicologia, física quântica, bioenergia e metafísica. Trabalha com desenvolvimento pessoal, promove palestras, escreve artigos e é colunista do Mulheres de Quarenta.

Hambúrguer de atum com grão-de-bico

Receita Fit por Roseli Rossi

Esta receita é super fácil, ideal para compor seu prato principal no almoço ou jantar e inclusive pode ser considerada uma receita low carb! Tem a cara de um hambúrguer, mas sua composição nutricional é totalmente diferente, ou seja, muito mais saudável, vale a pena experimentar!!

Rendimento: 4 Porções

Ingredientes

8 col. de sopa de grão de bico (cozido)

1 col. de chá de pimenta caiena

1 lata de atum ao natural

2 col. de sopa de salsinha (crua)

3 col. de sopa de farinha de aveia

¼ col. de sopa de orégano (seco)

2 col. de sobremesa de azeite de oliva (extra virgem)

1 col. de café de Sal Rosa do Himaláia

Modo de Preparo: Bata no mix ou processador o grão-de-bico cozido, com o atum e todos os temperos. Coloque esta mistura numa vasilha e acrescente a farinha de aveia, misture bem com as mãos. Abra esta massa numa tábua e corte no formato de hambúrguer (com o cortador ou a boca de um copo) ou modele com as mãos. Unte uma assadeira com margarina e coloque os hambúrgueres. Leve ao forno médio 200 graus por 30 minutos, virando na metade do tempo. Sirva a seguir.

Roseli Rossi  é  colunista do Mulheres de Quarenta. Nutricionista formada pelas Faculdades Integradas São Camilo (CRN 2084 /1983), com título de Especialista em Nutrição Clínica concedido pela ASBRAN – Associação Brasileira de Nutrição. Pós Graduada nos cursos de especialização de Planejamento, Organização e Administração de Serviços de Alimentação; Fitoterapia Aplicada à Nutrição Funcional e Nutrição Ortomolecular com Extensão em Nutrigenômica. É Diretora da Clínica Equilíbrio Nutricional e autora dos Livros: “Saúde & Sabor com Equilíbrio” – Receitas Infantis, “Saúde & Sabor com Equilíbrio” – Receitas Diet e Light Volumes I e II, Colaboradora do livro Nutrição Esportiva – Aspectos relacionados à suplementação nutricional e autora do Livro “As Melhores Receitas Light da Clínica Personal Diet”

 

 

Como lidar com a rejeição?

 

Por Gisela Campiglia

Todo ser humano sofre um grau de rejeição, durante o processo de educação é necessário dar limites, rejeitando comportamentos espontâneos da criança que não se enquadram nos valores culturais e sociais da sociedade em que vive. Antigamente o uso da educação punitiva era normal, somente os fortes sobreviviam a esse processo sem ter sua autoestima marcada.

O ideal é explicar o motivo pelo qual o comportamento da criança esta inadequado, mostrando seu desdobramento e consequências negativas. Infelizmente por falta de esclarecimento dos Pais, ou mesmo falta de paciência, não se justifica as razões da rejeição, utilizando-se apenas da crítica destrutiva.

Dependendo do tipo de educação recebida, e do nível de sensibilidade da criança é possível que se instale um distúrbio de comportamento desde a infância, o complexo de rejeição. Se não for tratado, a pessoa irá carregá-lo pelo resto da vida, influenciando seu desenvolvimento pessoal negativamente. As oportunidades perdidas são muitas, pois devido ao medo da rejeição as iniciativas são reprimidas, deixando-se de fazer várias coisas. Até mesmo o fato de pedir uma informação a um desconhecido na rua pode ser bloqueado.

Sendo um ser gregário por natureza, o ser humano tem a necessidade de ser aprovado, sentindo-se ofendido quando é rejeitado. A rejeição mostra que temos limites, não podemos ter tudo que queremos, nem agradar a todos, somos forçados a lidar com o sentimento de frustração e impotência. A rejeição dói muito, possibilitando a criação de perigosas crenças negativas e respeito de si.

Quando somos rejeitados automaticamente buscamos uma explicação, porém quando estamos envolvidos emocionalmente, nos falta à capacidade de uma visão ampliada. Muitas vezes o motivo real da rejeição não é pessoal, a situação, o momento ou as circunstâncias são as reais causas da negação.

Uma demissão no trabalho pode ocorrer devido ao corte de despesas na empresa, não estando vinculado a nossa incapacidade. Muitas vezes a rejeição é para uma situação que você representa; pessoas que atuam na área de vendas convivem intimamente com a rejeição, não se tratando de motivo pessoal. Aquele caso romântico que não se transformou em namoro ou casamento, não caracteriza necessariamente faltas pessoais do rejeitado. Pode ser um problema da outra pessoa apenas não estava pronta para assumir nenhum compromisso naquele momento.

 

Ao longo da vida seremos rejeitados diversas vezes, não há como evitar, o que depende de nós é identificar se essa vivência criou a crença destrutiva de que há algo errado conosco. O sentimento de culpa é um sinal de que nossa autoestima foi abalada, nos tornando pessoas fechadas, amargas e inseguras. Aceitar como verdade o fato de não sermos bons o suficiente é um grande e triste equívoco. Podemos ter limitações em algumas áreas, mas se desvalorizar é pura ilusão, todos possuem qualidades mesmo estando cegos para elas.

Não leve todas as rejeições para o lado pessoal, diferente daquele que o rejeitou, seja generoso consigo, mantenha a autoconfiança, nunca desista de si.

Gisela Campiglia

Formada em psicologia, física quântica, bioenergia e metafísica. Trabalha com desenvolvimento pessoal, promove palestras, escreve artigos e é colunista do Mulheres de Quarenta.

Como emagrecer com saúde na menopausa?

 

Inevitavelmente, vamos ter que passar pela menopausa. Muitas já estão nesse período, outras ainda irão passar por ele. Adorei as dicas do endocrinologista Dr. Paulo Mário F. de Oliveira que nos orienta sobre como temos que nos preparar para passar bem por essa fase. Confiram!

“Como emagrecer com saúde na menopausa?

Com a chegada da tão temida fase da menopausa, é comum a mulher ter um ganho de peso. O desequilíbrio hormonal afeta diretamente o metabolismo e por isso muitas se sentem desmotivadas, diminuindo a atividade física e não controlando a alimentação. Porém, é possível emagrecer com saúde (ou manter o peso magro) mesmo com a mudança dos hormônios. Confira as dicas do endocrinologista Dr. Paulo Mário F. de Oliveira:

Por que a mulher tende a engordar após a menopausa?

* Nesta fase da vida, o enorme desequilíbrio hormonal que a mulher sofre afeta sua silhueta física, seu metabolismo, sua psique e acaba comprometendo suas relações sócio afetivas. Não era de estranhar que tudo isto se refletisse no peso. A grande maioria se sente desmotivada, infeliz, tende a parar de administrar balança, sua alimentação e diminui a atividade física. A falta do estrogênio por si só, diretamente, não causa aumento de peso.

Peso e alimentação indicada

* Deve-se ter bastante preocupação com a manutenção de um peso adequado dentro de uma dieta saudável, pois o excesso de peso acentua o desconforto físico causado pelas ondas de calor conhecidas como fogachos, característicos da menopausa.

* Os carboidratos complexos e ingeridos com fibras encontrados nas frutas em natura e nos grãos integrais são muito bem vindos. Ajudam na manutenção do peso e previnem doenças como diabetes e aterosclerose.

* Em sua composição, a soja contém substâncias denominadas de isoflavonas que têm uma estrutura molecular semelhante aos estrogênios. Assim, estas substâncias quando ingeridas, na forma de óleos comestíveis, shoyu, ou mesmo concentrado em cápsulas manipuladas farmacologicamente, podem diminuir os sintomas desagradáveis da menopausa. Em relação ao shoyu, como tem um teor de sal elevado, é recomendável usar a versão light. Além disso, a falta de estrogênio tende a modificar o perfil de gordura da circulação, diminuindo o colesterol bom e, em menor proporção, aumentando o ruim. Assim, alimentos ricos em Ômega 3, como peixes tipo salmão e sardinha que podem facilmente ser incorporados a nossa dieta, são recomendáveis.

* O azeite extra virgem sem menor dúvida é a melhor gordura vegetal que pode ser utilizada no preparo e no tempero de alimentos.

Deve-se evitar

* Alimentos ricos em gordura animal, carnes de vísceras e órgãos, embutidos, alimentos processados e o excesso de sal devem ser evitados pelo aumento do risco cardiovascular.

Inchaço

* A sensação de inchaço que a maioria das mulheres se queixam nesta fase da vida dizem respeito principalmente as modificações apresentadas na distribuição da gordura corporal. A gordura abdominal se acentua trazendo uma sensação muito desconfortável e esteticamente desagradável.

* Mais do que diuréticos, é imprescindível manter um peso adequado para a altura. Os chás reconhecidamente diuréticos são o verde, de hibisco e de gengibre com canela.

Exercício físico

* São sempre indicados, mas aquelas que não tinham hábito de praticar, seria mais do que conveniente que tivessem uma orientação profissional.

* O exercício que vem para trazer enormes benefícios mas pode, quando mal orientado, ocasionar lesões e comprometer temporária ou definitivamente o desempenho físico.

* É fundamental alternar atividades aeróbicas com musculação. Essas modalidades trazem benefícios diversos mas que se complementam.

* A atividade física deve ser praticada pelo menos 3 vezes por semana. Entretanto, o ideal são cinco vezes na semana sempre dentro do condicionamento individual a ser bem estimado por profissional habilitado.

Exercícios ao ar livre

* Dentro das aptidões físicas e gostos indivíduas, qualquer atividade física é saudável. Dependendo do objetivo, aquelas com mais gasto energético estão indicadas para quem precisa perder peso. Natação e bicicleta tem menos impacto físico. Corrida e esportes como futebol, vôlei, tênis, etc, tem uma exigência músculo esquelética mais intensa e estão sujeitas a um maior risco de lesão. O trabalho muscular mais intenso também pode ser alcançado ao ar livre em estações de ginástica espalhadas por toda orla marinha do Rio e em praças públicas.

Exercícios que podem ser praticados em casa

* Pode-se adaptar a residência bicicleta ergométrica e esteira para atividades aeróbicas. Assim também, em casa com facilidade pode-se realizar diversos tipos de ginástica e musculação, com ou sem ajuda de pequenos pesos que auxiliariam na obtenção de resultados.”

Paulo Mário F. de Oliveira é endocrinologista, Doutor pela UFRJ, com Mestrado e Pós-graduação pela PUC-RJ, Professor Adjunto Faculdade de Ciências Médicas / UERJ e especialista em Menopausa (CRM 52-34725/6).

 

As vantagens do macacão

Sem promessas para emagrecer

Por Gisele Gaspar

Chega de promessas!

Muitas mulheres passam anos tentando emagrecer e, enquanto não conseguem, deixam de aproveitar a vida! Não podemos depender de nada para sermos felizes, só de nós mesmas.

Cada uma de nós tem um ponto forte, pode ser o rosto, o cabelo, o sorriso, as coxas, os seios e temos também o nosso ponto fraco. Descubra os seus pontos. Valorize o que tem de melhor, faça dele o seu ponto focal e procure disfarçar o seu ponto fraco.

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Abuse dos acessórios, são ótimos para valorizar sua imagem. Se você só se sente bem de preto porque emagrece, use e abuse do preto, e brinque com a cor na bolsa, no sapato, nas bijus… O cabelo fala e expressa muito sobre a gente, capriche nele. A maquiagem também faz toda a diferença, não precisa ser forte, apenas bem feita.

Quando nos olhamos e nos arrumamos, melhoramos a nossa autoconfiança e autoestima e isso nos traz muitos benefícios, inclusive na saúde. Então, a meta para o próximo ano é: AME-SE!

Beijos e vamos acreditar mais em nós mesmas!

Gisele Gaspar é consultora de imagem da Giz e colunista do Mulheres de Quarenta.

Existe idade certa para mudar de profissão?

Por Gisela Campiglia

A crise política e econômica que estamos enfrentando tem como um de seus maiores reflexos o desemprego. As pessoas que estão empregadas vivem um clima de terror cada vez que é anunciada uma restruturação na empresa, porque na maioria das vezes o significado dessa reorganização é o corte de funcionários. Aqueles que permanecem na companhia acumulam funções e precisam manter o mesmo nível de desempenho, porém não recebem aumento de salário. Os demitidos entram em um processo de ansiedade profundo, pois tem medo de não conseguir uma recolocação no mercado de trabalho.

Que tal inovar? Sempre é tempo de repensar seus projetos profissionais, especialmente em tempos de crise.

“Você não precisa de uma empresa com 100 funcionários para desenvolver uma ideia”, essa frase é do bilionário Larry Page, fundador do Google. Em sua garagem, juntamente com um amigo de faculdade ele improvisou um escritório, hoje a empresa fatura mais de 70 bilhões de dólares por ano. Esse “milagre” também aconteceu com Mark Zuckerberg, que criou o facebook dentro de seu quarto no dormitório da universidade onde estudava. No setor de tecnologia há vagas de trabalho sobrando para engenheiros de sistemas, programadores, web designers e consultores em tecnologia, esses profissionais não ficarão desempregados no mínimo pelos próximos 10 anos. As Startups, que são o fruto de investimentos da iniciativa privada em parceria com pequenos empreendedores, revelam a tendência econômica do momento. Elas cobrem as necessidades atuais de mercado porque trabalham de forma ágil, criativa e com um organograma enxuto. Grandes empresas como o banco Itaú, a Telefônica e a Samsung já criaram polos de startups no Brasil para colher benefícios na forma de novos negócios. Se você tem vontade de atuar profissionalmente na era digital e não tem a formação necessária, estude, qualifique-se e crie uma solução para a situação de desemprego.

Não é apenas o setor de tecnologia que oferece oportunidades, na área de saúde a carência de profissionais é enorme. Além de médicos, farmacêuticos e dentistas, a função de cuidador de idosos tem um grande potencial de crescimento. A população brasileira está vivendo mais tempo, se você gosta de cuidar de pessoas, esse é um setor de trabalho que tem uma demanda progressiva.

Alguns cursos técnicos também oferecem emprego imediato, técnicos em meio ambiente, construção civil, segurança no trabalho e mineração estão sendo procurados no mercado. Caso você se identifique com alguma dessas áreas a oportunidade de trabalho está a sua espera. No entanto, não adianta nada estar bem informado sem estar formado, invista em sua qualificação profissional e garanta sua vaga de emprego. Com o uso da internet e a globalização, hoje em dia o mercado de trabalho não se restringe somente ao país onde você mora, o mercado de trabalho atual é o mundo todo. No conforto da sua casa pesquise as soluções, os produtos e serviços utilizados em outros países que podem ser implementados no Brasil, seja um visionário e transforme-se em microempreendedor.

Devido a urgente necessidade de preservar o planeta, no futuro a bioeconomia vai dominar o mundo. Mude de área profissional, torne-se um dos pioneiros da nova economia, em pouco tempo todas as empresas terão que aderir ao desenvolvimento sustentável.

Não existe idade para você decidir mudar de profissão, existe a época certa para você mudar sua atuação profissional. O cenário de crise força as pessoas a ampliarem seus interesses e habilidades, busque o desenvolvimento de suas competências e faça da crise uma grande oportunidade de evolução. A solução para a sua situação de desempregado está relacionada à disposição que você tem para encarar novos desafios. Seja como free lancer, empresário ou funcionário, o seu retorno para o mercado de trabalho depende da sua dedicação e capacidade de inovar.

Gisela Campiglia

Formada em psicologia, física quântica, bioenergia e metafísica. Trabalha com desenvolvimento pessoal, promove palestras, escreve artigos e é colunista do Mulheres de Quarenta.

Portugal lá vou eu!

Detox digital

 

Por Gisela Campiglia

Será que você precisa fazer um Detox Digital?

Há quanto tempo você não passa um dia inteiro sem usar a internet? Caso não saiba responder a essa pergunta, verifique se você é um candidato a fazer um detox digital.

De acordo com uma pesquisa realizada pela USP, 20% dos usuários de smartphones no Brasil são viciados em internet. Apesar das experiências reais serem muito mais marcantes do que as virtuais, os contatos à distância estão substituindo os encontros pessoais. Provavelmente você não se lembra de qual amigo lhe mandou os parabéns via facebook, mas certamente se recorda com carinho de quem lhe presenteou com flores naturais em seu aniversário. Você não sabe quem lhe deu a vida salvadora no jogo Candy Crush, mas é muito grato à pessoa que lhe visitou no hospital quando estava correndo risco de morte. Por que estamos deixando de participar da vida real, para ficarmos conectados à internet o tempo todo?

O processo de privação dos relacionamentos pessoais teve início com o aparecimento da televisão, a postura apática das pessoas frente ao tubo televisor fez com que a convivência familiar fosse drasticamente reduzida. Hoje, o problema é ficar conectado à internet em todos os lugares que frequentamos.

Reflita sobre a sua relação com o celular.
– Você quase bateu o carro, pelo motivo de dirigir e falar no celular ao mesmo tempo?
– Já tropeçou na rua, porque estava digitando mensagens no celular enquanto caminhava?
– Costuma deixar de dar atenção as pessoas que você ama, porque está usando o celular?
– Você é dessas pessoas que interrompem a todo momento um encontro pessoal, para verificar as notificações que recebe no celular?
– Qual volume mensal de mídia você envia através do whatsapp? Está próximo a 2 gigabytes?

As crianças também são vítimas da intoxicação digital, porque praticamente nasceram com um smartphone nas mãos, cabe aos pais controlar seus filhos em relação ao uso excessivo de tablets, vídeo games e celulares. Os consultórios infantis estão cheios de crianças viciadas em tecnologia, elas sofrem com obesidade, insônia, dificuldade de concentração e estafa. Os problemas na coluna cervical também são comuns, de tanto olharem para baixo em busca da telinha, estão desenvolvendo a chamada síndrome do pescoço de texto.

O vício tecnológico que está assolando nossa sociedade é difícil de ser identificado, porque ainda estamos aprendendo a conviver equilibradamente com tantas possibilidades de conexão. Assim como existem clínicas para controlar a obesidade e o alcoolismo, agora vemos o aparecimento do Spa digital, local em que as pessoas ficam privadas de utilizar computadores, tablets e smartphones.

Quando a nossa relação com a internet não é invasiva, ela pode ser muito proveitosa. Observe se você não virou um prisioneiro da tecnologia que utiliza. A troca real é muito mais significativa e valiosa do que a troca virtual, analise seu comportamento e verifique se você está utilizando a internet de forma saudável e produtiva.

Gisela Campiglia

Formada em psicologia, física quântica, bioenergia e metafísica. Trabalha com desenvolvimento pessoal, promove palestras, escreve artigos e é colunista do Mulheres de Quarenta.

Reflexões de Fim de Ano

Por Gisela Campiglia

Estamos chegando ao final de mais um ano, neste período as pessoas costumam refletir e fazer um balanço de suas vidas. Para um bom aproveitamento do ano que está por vir, o questionamento deve permear as várias áreas em que atuamos durante o ano que passou. Na intenção de colaborar, abaixo coloco alguns tópicos que vão ajudar você neste processo.

Pessoal
-Você se permitiu usar parte de seu tempo para cuidar de seu corpo físico, sua saúde, alimentação e fazer exercícios físicos?
-Você observou e cuidou de seus pensamentos e emoções? Praticou diariamente uma interiorização reflexiva, meditação, ou fez orações para buscar paz e equilíbrio?

Profissional
-Você ficou satisfeita com sua prosperidade financeira? Profissionalmente você acredita que pode ser mais criativa e produtiva? Suas relações com as pessoas no trabalho foram harmoniosas?

Laser
-Você criou tempo para desfrutar de momentos de lazer e diversão, se distrair e recarregar suas forças?

Intelectual
-Neste mundo globalizado de mudanças constantes e rápidas, você buscou pesquisar e estudar, para se manter atualizada?

Familiar
-Como foi a sua relação com seus Pais?
– Na qualidade de mãe, você esta conseguindo orientar seus filhos para serem pessoas realizadas? Colocou os devidos limites para seus filhos, sem criar inimizades? Conseguiu motivar o desenvolvimento das habilidades deles?

Romance
-Caso você esteja solteira, escolheria a si mesmo como namorada?
-Você considera que está preparada para conquistar o amor no ano que está chegando?
-Caso você esteja em um relacionamento, você conviveu com seu parceiro romântico de forma acolhedora e leal? Tolerou as diferenças e limitações do parceiro, compreendendo que ele é apenas uma pessoa em evolução com você?
-Você valorizou o fato de ter sido escolhido para ser companheiro amorosa de alguém?

Social
-Você encontrou tempo para cultivar seu relacionamento com as pessoas que tem afinidade com você? Aceitou convites para festas e convidou seus amigos para sair com você?

Espiritual
-Você assumiu a sua porção divina? Praticou uma religião com seriedade, ou atou através do princípio de amar ao próximo como a si mesmo?

Reflexão final
-Quando você olha para o ano que passou, qual sentimento se manifesta?
-Até o momento presente em sua vida, qual foi a sua contribuição para fazer deste mundo um lugar melhor?
-De forma geral, qual nota você dá para sua vida como um todo?
-O que você pretende fazer de diferente para melhorar a si, e ao mundo?

Através dessas reflexões e da prática do autoconhecimento, certamente você terá melhores chances de fazer um ótimo aproveitamento do novo ano que está chegando. De coração, desejo que esse artigo colabore com as suas realizações de vida!

Paz & Luz!

Gisela Campiglia

Formada em psicologia, física quântica, bioenergia e metafísica. Trabalha com desenvolvimento pessoal, promove palestras, escreve artigos e é colunista do Mulheres de Quarenta.

Tudo no lugar em 2018

 

Por Silvia Sorrentino e Karine Rodrigues

A organização não é só “arrumar” uma gaveta ou um armário, organizar significa ganhar tempo, saber o que se tem, o que não se tem, o que se usa ou o que não combina mais com a pessoa que você é hoje !!

A organização não é só manter as coisas externas, os objetos no lugar, é colocar a cabeça e o coração em ordem, gosto muito de uma teoria que diz : “o que esta fora esta dentro !” … pense nisso.

Para começarmos 2018, organizando de verdade, vamos a algumas dicas que podem ser valiosas e tornar seu ano novo … NOVO !!

 

Dica 1 – DESAPEGANDO – já ouviram muito isso : Menos é Mais … pois bem, o que isso significa de verdade : não posso comprar mais nadaaaaaaa !!!!! nada disso … significa ter coisas que combinam com você, que são uteis, que fazem você se sentir bem, feliz, linda(o) !! para isso, arrume um tempo, será uma vez só, vista tudo, prove, experimente, se olhe no espelho, se admire e seja honesta, olhe-se como se fosse outra pessoa olhando pra você e aí diga : combina com essa pessoa, serve adequadamente (se sentir bem é tudo, nem que seja uma simples camisetinha !!), se a resposta for “sim” separe, se a resposta for “não” … desapegue, vá separando para doar, vender, sei lá … mas a única coisa que peço é : não coloque de volta no guarda roupa, tenha coragem !! você pode !!

Depois que provou e fez as pilhas do fica – não-fica :

  • O que não fica: deve sair imediatamente, uma caixa, umas sacolas, enfim, nada disso deverá voltar para o lugar original (gaveta, guarda roupa, enfim!), se a decisão for doar (tem muita gente precisando!) coloque no carro, se for vender, não perca muito tempo, faça as fotos e anuncie !!
  • O que fica: antes de escolher um lugar para guardar, verifique se não tem peças iguais, ou seja, 10 camisetas brancas, você não precisa de 10, certo?, faça a reavaliação, e para o que for realmente ficar … vamos a próxima dica …

Dica 2 – HIGIENIZAR – muitas de nós não gostamos nada nada de “faxina”, mas lembre-se que isso é para começar o ano muito bem ! coragem … vamos lá … pegue um recipiente plástico coloque agua morna com um pouco de vinagre (qualquer um) e dois panos limpos, um para molhar na agua e passar na gaveta e no armário, o outro para secar bem … não deixe o local molhado, deixe ventilar antes de colocar as peças de volta. Para que isso? Tirar cheiros, prevenir insetos, essa é uma pratica simples que pode ser feita duas ou três vezes por ano ! Você vai gostar!

Dica 3 – MATERIAIS ADEQUADOS – hoje existem muitas opções de itens para ajudar a organizar e também trazer charme e beleza para seus espaços, são cestas, separadores, cabides, tem muitas coisas, lojas especializadas vão te ajudar!!

Cabides iguais – escolha cabides da mesma cor, mesma espessura, mesmo diâmetro, que sejam adequados ao seu armário, não devem ser grandes demais pois pode impedir o fechamento das portas, não devem ser “grossos” demais para não ocuparem muito espaço desnecessariamente.

Existem Cabides de cintos, de lenços, de gravatas, muitas opções mesmo!

Separadores – hoje existem muitas opções de organizadores de lingerie, de meias, de gravatas, de talheres, nossa … posso escrever horas aqui … veja o que mais se adequa a seu gosto e bolso e se joga, sem exageros … risos …

Dica 4  – TUDO NO LUGAR – agora que vc já sabe o que vai ficar, o que combina com vc, que tudo esta higienizado, que tem itens para te ajudar a organizar, vamos colocar no lugar !!

Verifique quantas gavetas vc tem e o que acredita que ficaria bem alocado lá, camisetas, lingerie, pijamas, shorts, bermudas, regatas, coisas que não necessariamente precisem de cabides, isso tudo vai depender do espaço que vc tem disponível, muitas gavetas e poucos cabideiros, ou vice e versa … enfim … olha com calma o que vc tem disponível !!

Dobre as camisetas e faça a pilha, dobre os shorts e empilhe, vá fazendo isso com as peças da mesma “família” … uma forma de dobrar que pode ajudar é o “rolinho” …dobre a peça e depois em uma superfície reta faça um rolinho, pode colocar um ao lado do outro na gaveta, e até um sobre o outro. Isso otimiza espaços e te dá uma visão bem ampla do que esta dentro da gaveta.

Roupas para os cabides, camisas, calças, vestidos, saias mais longas, tecidos de seda*, blazers.

*Para as peças de tecidos finos, vc pode colar um feltro no cabide, isso evita que a peça escorregue e saia do cabide.

Importante: uma peça por cabide, nada de embolar um monte de peças no mesmo cabide, além de dificultar a localização de peças, fica muito feinho, né ?!.

Temos muitas dicas práticas, úteis pra arrumar toda a casa !! mas por hoje é só !

Agora vc já tem um closet/armários/gavetas que esta a sua cara, só com coisas que combinam com vc, limpinho e lindo !!

Feliz 2018 pra nós!!

 

Para mais informações, consultoria virtual ou presencial, contate-nos: organizese@hotmail.com

Silvia Sorrentino e Karine Rodrigues

 

Perdão

Por Vanessa Palazzi

Talvez seja essa uma das práticas mais difíceis que temos. Sim, porque como seres humanos somos passíveis de erros e muitas vezes nos sentimos cheios da nossa razão.

E vamos confessar que não é nada fácil admitirmos os nossos próprios erros. Quantas vezes responsabilizamos os outros pelas nossas dores e nos colocamos de vítimas das circunstâncias?

Isso é fato.

Mas nos tornamos melhores quando conseguimos refletir sobre os acontecimentos, quando reconhecemos os nossos próprios erros, e mais ainda, quando conseguimos perdoar aqueles que, de alguma forma, nos ofenderam, nos machucaram ou nos magoaram.

Quem nunca experimentou o perdão, não sabe o quanto ele é libertador.

Quando você consegue perdoar, você para de remoer lá dentro aquilo que te machuca, que te fere e que te consome. Fácil? Nem sempre.

O perdão é um exercício que depende exclusivamente de você, das suas vontades e das suas escolhas. E como você é o autor da sua própria história, decida se você prefere seguir em frente ou viver amargurado.

Peça perdão. Perdoe! Vale a pena!

Um beijo,

Vanessa Palazzi é jornalista, advogada e idealizadora do Mulheres de Quarenta.

 

 

Retrospectiva de 2017

Você já parou para pensar que todos os anos é sempre a mesma coisa? Você faz uma reflexão sobre o ano que passou, lamenta-se de muitas coisas e cria um milhão de expectativas para o ano que se aproxima. É ou não é?

A grande verdade é que sempre estamos esperamos por alguma coisa. Nem sempre estamos felizes com aquilo que temos.  Queremos sempre mais. Quantas vezes nos colocamos de vítimas das circunstâncias e achamos que os nossos problemas são maiores do que os dos outros?

É claro que todos nós passamos por momentos difíceis e isso é totalmente compreensível. Uma briga de família, um rompimento inevitável de um relacionamento, um filho com problemas na escola, uma doença repentina, a perda de um ente querido, a traição de uma amiga, a perda de um emprego, a instabilidade financeira, e tantas outras atribulações que temos no dia a dia.

Não é fácil. Aprender a lidar com essas dificuldades é o nosso grande desafio.  E é claro que eu também passo por tudo isso. Sou uma mulher imperfeita que quer se aperfeiçoar a cada novo dia.

Eu busco forças no abraço que as minhas filhas espontaneamente me dão quando chego do trabalho, no telefonema da minha mãe na manhã em que estou mais atribulada. No coração que recebo repentinamente do meu marido no celular. Nas mensagens que as amigas carinhosamente me enviam, nos incentivos que as seguidoras do Mulheres de Quarenta diariamente postam nas redes sociais, nos elogios que inesperadamente recebo da moça da limpeza, nos abraços sinceros – e demorados – e nos beijos estalados.

Este ano eu ri de mim mesma, fui feliz, realizei muitas coisas, construí, desapeguei, rompi. Eu cai e me levantei. Eu me reergui.  Aprendi com todas lições que a vida me deu. Decepcionei-me com alguns e, ao invés de virar a página, joguei alguns livros fora.

Eliminei da minha vida tudo aquilo que eu não queria mais. Fiz as minhas escolhas e, por mais doloridas que possam ter sido, não me arrependo de nenhuma delas. Eu me permiti chorar quando estava triste. Sempre encontrei um ombro amigo para me amparar.

Eu me aproximei mais de Deus. Estamos em comunhão a todo momento. Deus vive dentro de mim e meu canal de comunicação é direto com Ele.

 

Eu não plantei uma árvore, mas escrevi um livro. Abri minha própria empresa, fiz  meu primeiro encontro fora de São Paulo, aumentei meu rol de amizades, vou conhecer a Espanha e farei um encontro em Portugal.

Sou uma mulher que se alimenta de seus sonhos. No ano que vem, vou seguir em frente e agradecer por cada novo dia.

E que venha 2018 com muitas boas notícias pra mim e pra você!

Bora ser feliz!

Um grande beijo e minha gratidão a todas vocês que me seguem aqui no Mulheres de Quarenta!

Vanessa Palazzi

 

 

 

Vinho e saúde

Vinho e Saúde

No inverno, ninguém resiste a uma taça de vinho, bebida que além de esquentar e ser saborosa, também faz bem à saúde, ou seja, pode até ajudar, quando consumida com moderação.

Considerado alimento funcional, o vinho tinto possui flavonóides, substâncias que, através de sua ação antioxidante, podem prevenir a deposição de placas de gorduras nas artérias, através de sua capacidade de diminuir a oxidação do LDL-colesterol, podendo, dessa forma, reduzir o risco das doenças cardiovasculares.

O vinho tinto é uma fonte significante de resveratrol, fitoquímico encontrado na casca de uvas vermelhas, que tem a propriedade de prevenir contra doenças cardíacas, derrames e câncer, destruindo células cancerígenas, além de prevenir doenças como Alzheimer e Parkinson.

O vinho tinto apresenta um alto conteúdo desses compostos, cerca de 20-50 vezes maior do que o vinho branco.

 

Engorda ou não engorda?

Talvez o ponto mais polêmico de todos… Afinal, vinho engorda ou não? A resposta pode parecer triste, mas engorda, sim.

Mas fique tranquilo, há mais pontos positivos do que negativos nisso tudo. Dentre todas as bebidas alcoólicas, o vinho é que tem menos calorias, se bebido moderadamente, claro. E considerando a dosagem. Por exemplo, se comparar um copo de cerveja com a mesma quantidade de vinho, o vinho será mais calórico. Isto porque o teor alcoólico dele é mais alto. Por outro lado, se comparar a mesma dosagem de vinho e destilado, o destilado será mais calórico.

Além disso, é a bebida que menos se transforma em gorduras localizadas – aquela “barriguinha de chope” não é perigo. Um estudo dos epidemiologistas da University of Buffalo relata que os que haviam consumido vinho nos últimos 30 dias, apresentavam menor tamanho abdominal. E para fechar com chave de ouro, o teor alcoólico do vinho – nem tão baixo quanto o de uma cerveja, nem tão alto quanto dos destilados – encoraja o corpo a queimar calorias por até 90 minutos depois de beber!

O que engorda no vinho é, na verdade, o açúcar que não se transforma em álcool durante a fermentação (chamado de açúcar residual). Os vinhos de sobremesa, é claro, saem em disparada quando o assunto é esse tal açúcar, seguido pelos espumantes Moscatel. Ah, isso sem falar nos espumantes demi-sec e doux, que são mais açucarados que os brut, extra-brut e nature.

Apesar disso, alguns vinhos secos também entram na lista – White Zinfandel, Riesling, Merlot, Malbec, Cabernet Sauvignon e Carménère – isso porque produzem mais açúcar e álcool. Por outro lado, Sauvignon Blanc, Gros Manseng e Pinot Noir vêm para, literalmente, equilibrar a balança!

Recomendação: Desde que seja moderado, tomar 1 taça de vinho ao dia pode se tornar um bom hábito.

Tim – Tim  Saúde !!!

Roseli Rossi  é  colunista do Mulheres de Quarenta. Nutricionista formada pelas Faculdades Integradas São Camilo (CRN 2084 /1983), com título de Especialista em Nutrição Clínica concedido pela ASBRAN – Associação Brasileira de Nutrição. Pós Graduada nos cursos de especialização de Planejamento, Organização e Administração de Serviços de Alimentação; Fitoterapia Aplicada à Nutrição Funcional e Nutrição Ortomolecular com Extensão em Nutrigenômica. É Diretora da Clínica Equilíbrio Nutricional e autora dos Livros: “Saúde & Sabor com Equilíbrio” – Receitas Infantis, “Saúde & Sabor com Equilíbrio” – Receitas Diet e Light Volumes I e II, Colaboradora do livro Nutrição Esportiva – Aspectos relacionados à suplementação nutricional e autora do Livro “As Melhores Receitas Light da Clínica Personal Diet”

O consumismo de Natal

 

Por Gisela Campiglia

Estudos realizados pela universidade de Harvard concluíram que as pessoas que não têm dinheiro para moradia, vestuário e comida, não conseguem ser felizes, porque suas necessidades básicas não são atendidas. Mas, esse estudo também mostra um resultado no mínimo curioso: as pessoas muito ricas são menos felizes do que as de classe média, porque tendo dinheiro sobrando, algumas delas se tornam consumistas, o que leva à vaidade excessiva e gera inveja. Esse tipo de pessoa começa a confundir quem ela é com o que ela tem, com isso passa a acreditar que ela é o carro que possui, as joias que usa, a roupa que veste, etc. Há um afastamento do valor próprio, e em busca da felicidade passam a comprar cada vez mais. Porém, essa busca é ilusória, porque o prazer de adquirir um bem material é temporário. Quando compramos uma roupa nova sentimos um prazer momentâneo, mas com o tempo ele passa, e a vestimenta acaba ficando jogada no armário. No objetivo de alimentar essa falsa sensação de felicidade surge um novo desejo de compra, e esse ciclo fugaz continua.

A verdade é que o consumo exagerado revela um vazio interior, um estado de infelicidade. Mas, como muitas pessoas passam a vida no automático, sem fazer grandes reflexões e praticar o autoconhecimento, elas não sabem identificar nem mesmo o que sentem. Muito triste!

Não confunda quem você é com aquilo que você possui!

O consumo exagerado revela um vazio interior, um estado de infelicidade.

Um dos princípios da filosofia budista diz que para alcançarmos o estado de iluminação precisamos nos livrar dos desejos da mente. A plenitude só pode ser atingida quando conseguimos controlar nossos pensamentos, por isso os budistas praticam mantras e meditação. As pessoas que desenvolvem uma mente agitada costumam ser mais confusas, porque têm grande dificuldade de concentração e foco. O resultado, é que elas não conseguem acessar sua fonte interna de sabedoria e conquistar a verdadeira felicidade.

Perceba que suas maiores riquezas são aquelas que não foram compradas com dinheiro. Amor, alegria, tranquilidade e gratidão não tem custo financeiro, são sentimentos que ocorrem de dentro para fora. Felicidade é um estado de consciência, ela é interna e intransferível.

No final do ano nossos desejos consumistas são extremamente estimulados pela propaganda. É Black Friday, Natal, férias, liquidações. Reflita sobre as dívidas que você pode acumular se acabar comprando o que não precisa. O consumo exagerado é muito mais fonte de infelicidade do que de felicidade. Saia do automático, não permita que as necessidades do mercado definam seu comportamento de compra.

Gisela Campiglia

Formada em psicologia, física quântica, bioenergia e metafísica. Trabalha com desenvolvimento pessoal, promove palestras, escreve artigos e é colunista do Mulheres de Quarenta.

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