Opções de presentes perfeitos

O Dia dos Namorados está cada vez mais próximo e a corrida pelo presente perfeito segue a todo vapor. Neste ano, o item tem um peso maior: demonstrar o amor mesmo em meio à distância. É claro que não são todos os casais que estão separados, mas alguns, por conta do isolamento social, estão meses longe e aproveitam o momento como uma forma de declarar que o tempo não abala um sentimento.

E para te ajudar nessa missão de agradar o amado (a), separamos algumas dicas especiais do que comprar:

  1. Roupas

My Trix Store

As lindas peças confortáveis e cheias de estilo da My Trix Store podem ser tudo o que o seu grande amor precisa para se sentir amada e feliz. Básicos, eles compõem os mais variados looks.

Saiba mais: https://www.instagram.com/mytrixstore/

Mini We

O Conforto sem igual da Mini We, aliado ao alto estilo, faz com que essa seja a marca perfeita para quem gosta de se sentir bem acima de tudo.

Adquira: https://miniwe.com.br/

Ticia Loungewear

Nada como vestir um pijama gostoso e confortável, mas cheio de estilo. E é exatamente isso que a Ticia Loungewear possibilita para você. Assim, essa pode ser uma ótima opção para dar de presente.

Saiba mais: https://www.instagram.com/ticia_loungewear/

Ticia Streetwear

Que tal um toque de estilo em suas roupas do dia a dia? É exatamente isso que a Ticia Streetwear propõe, sendo uma ótima opção para você garantir o presente perfeito.

Compre já: https://www.instagram.com/ticia_streetwear/

2. Bijuterias

Estela Geromini

Quem não gosta de ganhar uma linda bijuteria? De alta qualidade e com detalhes sem iguais, a Estela Geromini produz peças exclusivas para os mais variados gostos.

Adquira já o seu: https://www.estelageromini.com.br/

3. Joias

Étonné Oficial

Uma joia em ouro é sempre uma ótima opção de presente. Em 18k, os acessórios da Étonné ganham corações. Brincos, anéis, pulseiras, e vários outros super diferentes são lindos para presentear.

Garanta o seu: https://www.etonne.com.br/

4. Calçados

Michele Neyret

Os sapatos cheios de personalidade da marca são ótimas opções para você agradar quem ama. Ela conta com os mais diferentes estilos.

Saiba mais: http://www.micheleneyret.com/

Dos pés a cabeça com a Jaque

A marca Dos pés a cabeça com a Jaque conta com modelos diferenciados, como tênis e sapatos . É uma ótima forma de dar o presente perfeito!

Escolha: https://www.instagram.com/calcadosdpccomajaque/

5. Jantar

Rosticceria Sergio Arno

Que tal encomendar um jantar romântico e perfeito para o seu amor? Assim, você pode agradá-lo por meio do paladar. A Rosticceria Sergio Arno tem um cardápio especial para a data.

Entre em contato:  https://www.instagram.com/rosticceriasergioarno/

6. Doces

BK Biscuiterie Artisanale

Que tal biscoitos artesanais para adoçar o dia de quem você ama? Uma ótima forma de presentear durante esse maravilhoso dia! Adquira: https://www.instagram.com/bkbiscuiterieartisanale/

Meu namorado é mais velho do que eu!

Quando falamos de relacionamento amoroso, sabemos que é algo muito particular de cada pessoa, que algumas podem enxergar de um jeito e outras de uma forma completamente oposta. É exatamente por isso, que há quem opte por homens mais novos, e quem já prefira sair com homens de cerca de 10, 20 anos a mais…

No segundo caso, muitas vezes fica o questionamento: a idade não atrapalha? Muitas pessoas envolvidas nesse tipo de relacionamento garantem que não, e que na verdade é um ponto positivo para o casal. 

É pensando nisso que hoje separamos 5 razões pelas quais muitas mulheres preferem homens bem mais velhos:

1 – Experiência

Se a experiência nos ajuda em todos os âmbitos da vida, o que dirá em relacionamento, não é mesmo? Um homem mais velho já teve oportunidades de errar e acertar, então depois de tantas experiências ele sabe o que fazer e como, o que dá certo ou não.

2 – Segurança emocional

Se muitos homens jovens se sentem inseguros e por isso ficam até mais enciumados, o homem mais velho se sente seguro de si por conta de suas experiências e deixa as bobagens, como ciúmes, para trás.

3 – Sabem se virar

Para quem não suporta um homem completamente dependente de você para fazer o que precisa, os homens mais velhos podem ser a melhor opção. Eles já aprenderam como se virar e por isso não serão dependentes de você.

4 – Entendem melhor sobre um relacionamento

Eles já aprenderam o que um relacionamento precisa e qual a melhor forma de lidar, então não precisará ensinar isso para eles. Entendem suas necessidades e o que fazer para dar certo.

5 – Decididos

Quanto mais envelhecemos, mais entendemos que não temos tempo a perder. E é por isso que os homens mais velhos costumam ser muito mais decididos. Se querem algo é para valer, e o mesmo quando não querem.

Meu namorado é mais novo do que eu!

Se antigamente as mulheres eram vistas com grande julgamento pela sociedade se tivessem um relacionamento com um homem mais novo, hoje em dia, isso tem sido algo cada vez mais comum de nos depararmos. 

A razão? Pode ser bem diversa. 

É claro que é possível que seja apenas coincidência a paixão por alguém mais novo, até porque, não nos encantamos por data de nascimento, e sim por troca de ideias, beleza, inteligência…

Porém, há as mulheres que realmente preferem de forma declarada os homens mais jovens. Sendo assim, diversas pesquisas são feitas ao redor do mundo para tentar decifrar isso. E nós do Mulheres de Quarenta, separamos alguns dos motivos que mais aparecem nesses estudos. Confira:

1 – Desempenho sexual

O primeiro motivo é o desempenho sexual. Isso porque, as mulheres relatam se sentirem mais livres para quebrar alguns padrões com alguém mais novo. Além disso, muitas vezes elas se relacionam com alguém com menos idade justamente pela elevada resistência sexual.

2 – Inexperiência 

Uma vez que a experiência é adquirida conforme ficamos mais velhos, a inexperiência de homens jovens podem fazer com que mulheres maduras se sintam mais poderosas e confiantes.

3 – Novas aventuras

É muito comum que homens mais velhos sejam mais tranquilos e gostem de cair na rotina, o que definitivamente é mais difícil de acontecer com rapazes novos, que são mais propensos a arriscar.

4 – Tem menos ‘bagagem’ 

Homens mais novos geralmente carregam menos traumas com relacionamentos, uma lista  menor de ex, e se forem muito jovens talvez nem filhos, o que para algumas mulheres pode ser vantajoso.

5 – Fazem com que a mulher se sinta mais nova

Isso ocorre principalmente pelo fato de que eles podem levá-las a lugares novos e assim, propiciam experiências jovens e inéditas.


Razão e paixão podem andar juntas?

Quem nunca se apaixonou? E quando falo de paixão, é aquele sentimento de adolescência que você confunde com amor, um misto de dor no corpo pela ausência do outro, uma saudade profunda…

Alguns indícios da paixão: você toda hora olha o celular, passa infindáveis horas trocando mensagens, falando e não querendo desligar. O relógio simplesmente para.

Diz a ciência que os efeitos dopaminérgicos de uma paixão trazem um bem-estar profundo, nova disposição, energia criativa, felicidade profunda e senso de recompensa.

Então como manter a chama acesa da paixão nos relacionamentos? Ao mesmo tempo, como evitar as paixões paralelas aos casamentos, namoros… E como manter-se fiel a uma só pessoa, quando a paixão terminou?

Diz na sexologia que a paixão deixa as pessoas mais criativas, mais tolerantes e não o contrário.

Um relacionamento morno (onde a rotina prevalece) ou desgastado o mostrará o oposto, mais intolerância, menos desejo, e claro, mais possibilidade de olhar para outros lugares, mesmo sem a intenção de se “reapaixonar”, muitas vezes seu você se vê apaixonada/o por outro alguém.

E aí, o que fazer nesse tipo de caso?

O primeiro passo nessas ocasiões é parar de se culpar, porque culpa só causa paralisia e não resolverá sua questão.

Fale com seu terapeuta, mas tenha cuidado com os ditos como “melhores amigos”. Tenha cautela para sua história não cair na rádio peão.

Cuide de você, principalmente porque em estados apaixonados, colocamos o outro ou a situação de paixão sempre em primeiro lugar. Então, não corra riscos desnecessários.

Cuidado com as promessas, escute sua intuição, e confie no seu saber, mesmo que neste momento a única coisa que você tem ciência é que não poderá viver sem este estado.

Tenha clareza do que está ocorrendo, não tome decisões precipitadas, mas também não torne sua vida uma eterna espera pela decisão do outro.

Não deposite em ninguém todas as esperanças e sonhos, permaneça na pergunta: O que é isto? O que faço com isto? Como poderei ter mais disto? Como pode melhorar? E outras perguntas que não precisarão ter resposta agora, mas que ao repeti-las você começa a ter mais leveza do que é melhor para ti.

Seja feliz, respire, permita-se, tenha calma e cautela, não haja pelo impulso.

Quem sabe esta paixão extra trará algo melhor para seu relacionamento? Quem sabe esta paixão que você nem esperava viver seja de fato o encontro com você?

Independentemente da escolha a ser tomada, baixe as barreiras e expanda toda a potência que você é.

Compartilhe este texto com pessoas que poderão estar necessitando de palavras acolhedoras.

Comente aqui, você já viveu uma grande paixão? Eu você começar nossa conversa, eu já! E como é bom!

Por Lelah Monteiro – sexóloga, psicanalista, fisioterapeuta e life coach

Tensão sexual no ar, o que fazer?

Por: Lelah Monteiro – sexóloga, psicanalista, fisioterapeuta e life coach

O que é tensão sexual? O que fazer com a tensão sexual? Vou responder esta pergunta de uma leitora, afinal o que é aquela sensação que está no ar? Que sentimos com uma pessoa que por vezes já é seu amigo/a, mas neste dia ou de uns tempos para cá, você percebe que tem algo a mais, uma sensação que perpassa pelo corpo, às vezes um desejo fora do contexto, outras uma tensão que é boa misturada com um fogo que sobe pelo seu corpo te deixando trêmula… Sim, isto é uma tensão sexual.

O que fazer com isto? Depende da sua escolha, se é mútuo, se é apenas uma sensação de desejo, de identificação, de transferência, admiração com carência afetiva ou sexual, ou mesmo admita que o gato/a mexeu com você!

Uau, celebre internamente, te dê este presente. Isto neste momento talvez signifique apenas identificar estar viva sem dar nenhuma sequência, ou se for sua escolha e houver correspondência, iniciar uma nova história.

Será que a tensão sexual poderá dar início a uma paixão? Sim e não, ela poderá ser o toque que faltava ou poderá ficar no campo do platonismo.

Estamos até o momento falando de uma tensão boa, que mexe com seus hormônios, que te deixa ruborizada, meio que até denunciada pelo brilho no olhar ou pelo sorriso maroto que surge entre seus lábios. 

Ah, amada, observe melhor seu corpo, permita-se ser esta pessoa sem julgamentos ou entraves, seja você, seja sua melhor versão.

E claro, que vou já responder outra pergunta: Lélah, como aliviar a tensão sexual aqui de casa, não transamos há tempo e o clima está tenso?

Esta é outra tensão, que poderemos chamar também de climão por falta de sexo. Vamos lá:

Primeiramente, baixe todas as barreiras e pare de ser a rabugenta da história. Depois, sem cobrar nada, vá trazendo a dinâmica sexual, com uma comunicação objetiva e carinhosa, com uma comunicação não verbal, surpreenda com pequenos gestos e ouse!

Continue e não se julgue ou brigue, se o outro não corresponder ou entender, estamos falando de outra dinâmica que talvez leve um tempo para ser incorporada. E por último, aprenda com seu corpo, seus hormônios, goste de estar contigo e pare de se sabotar. 

Comente quando foi a última vez que você sentiu uma tensão sexual. Foi correspondida? O que você fez? A tensão sexual te levou a uma química sexual boa? Saiba que nem toda tensão sexual gera boas químicas, então quero ouvir sua história, e claro, prepare-se porque estou preparando alguns contos eróticos para você, escrito a muitas mãos.

Só para instigá-los, a tensão sexual pode levar a traição? Depende do que você entende por traição, affair e acordos.

Tenho um canal no www.youtube.com/lelahmonteiro com vários vídeos sobre o assunto, confere lá também.

Além disso, você pode participar do meu novo grupo: Nós, Mulheres. Ele aborda diversos assuntos do universo feminino, e suas reuniões acontecem quinzenalmente em São Paulo.





Quando você se torna mãe do seu marido

Recentemente, recebemos por inbox uma mensagem de uma leitora do Mulheres de Quarenta, desabafando sobre geralmente ser a “mãe” de seus parceiros amorosos, situação recorrente cada vez mais nos relacionamentos. 

Mas como isso ocorre?

Para entender o contexto, é necessário reparar como nós mulheres fomos educadas. Desde crianças, fomos ensinadas a cuidar sempre, primeiro de nossas bonecas, depois de nossos familiares, então de nossos amigos… Fomos aprendendo no dia a dia sobre a importância de sermos mães e fazermos isso sempre de forma muito bem feita. Sendo assim, muitas mulheres acabam levando isso que aprendemos já de berço para as relações afetivas, e isso é normal.

Com muitos casais, é a mulher que cuida de tudo do homem, sempre pronta para ajudá-lo inclusive em questões que só caberiam a ele. É a mulher que prepara a comida dele diariamente, que o acorda, paga suas contas, arruma sua roupa, lava a sua louça e deixa tudo absolutamente lindo e organizado para que ele não se estresse e fique mais feliz.

Se identificou? Sim? Pois saiba agora que o que você está fazendo pode ser um grande veneno para si mesma.

O primeiro ponto, é que você provavelmente em algum momento se sentirá exausta e sem vontade de cuidar de si própria, por tanto tempo gasto cuidando do “filhão”, que na verdade deveria ser um companheiro para um cuidar do outro, e não só você se desdobrar pelos dois. É aí que a atração vai sumindo, o desejo diminuindo e a vontade de estar ao lado da pessoa minando cada vez mais.

O segundo ponto, é que em muitos casos o próprio homem passa a te olhar de outra forma. Aquela mulher incrível que ele conheceu e queria conquistar cada vez mais, virou alguém que só vive para ele e nem ao menos tem personalidade própria.

O resultado dos dois tópicos acima? Relacionamento em falência.

Portanto, reveja tudo o que você faz por ele. Eu sei que parece difícil simplesmente deixar esse tipo de comportamento de lado, porém, se você começar a analisar e deixar de fazer cada coisa, fica muito mais fácil. 

Não estou dizendo para deixar de cuidar do seu amado, e sim, para tornar o relacionamento muito mais leve para ambos. Somos seres individuais e com total capacidade de resolvermos nossos problemas da melhor forma.

Confira abaixo algumas dicas do que não fazer para começar a deixar de lado:

1 – Não refaça tarefas mal feitas por ele: Muitas vezes, quando nos tornamos mães dos nossos maridos/namorados, queremos tudo do nosso jeito, e se eles fazem algo que não gostamos, nós refazemos tudo. Pare com isso, essa atitude o desmotiva e faz com que ele perca a vontade de fazer esse tipo de tarefa e deixe para você.

2 – Não faça lembretes sobre o que ele precisa fazer: Deixe-o se virar um pouco, por mais que às vezes ele possa esquecer de algo, é errando que se aprende, não é mesmo?

3 – Não o poupe das tarefas de casa: Dividir tarefas é essencial para que nenhum dos dois fique sobrecarregado, não exija tanto de você.

4 – Não o controle o tempo todo: Controle e preocupação são diferentes. Ninguém é feliz com alguém pegando no pé.

5 – Não faça tudo para ele: É essencial que ele tenha capacidade de fazer tarefas básicas do dia a dia, para até mesmo amadurecer como pessoa.

Lembre-se, se ficar com dificuldades, procurar um profissional como um psicólogo ou psicanalista é sempre válido. Fique atenta ao que você sente!

Descubra os tipos de amor e suas diferenças!

O amor em si é tudo a mesma coisa? Claudio Naranjo mostra para nós que não em um doce texto que explica três faces desse sentimento: amor admirativo, erótico e compassivo.

Confira abaixo!

 “(…) Eros (amor-desejo), caritas (amor) e philia (amor-admiração) podem ser caracterizados como o amor do filho, o amor da mãe e do pai, e são predominantemente relacionados com a primeira, segunda e terceira pessoa que distingue a estrutura de nossa linguagem: o desejo de amor, com seu desejo de receber e privilegia o eu. Enquanto o amor ágape é um amor por você, e a admiração de amor projeta a experiência de valorização além da experiência do eu-você, em uma personificação do transcendente ou uma simbolização do valor puro. Também pode ser dito que o amor de si acolhe o animal interior que está em nós, uma criatura de desejos, enquanto o amor por você enfrenta o próximo como pessoa ou ser humano e a admiração do amor encontra seu verdadeiro objeto no divino, seja em uma dimensão universal ou na experiência da divindade encarnada ”.

Amor admirativo

“(…) Há um amor que tem a ver com amizade e que não é necessariamente protetor ou implica uma busca por prazer, mas tem a ver com apreciação, com admiração, com respeito e com ideais. A estimativa não é erótica ou generosa, é uma terceira coisa e os gregos a chamam de philia. É o que se procura na amizade, o que se encontra em cada pessoa a quem eles valorizam, só que existe um gradiente que vai da aceitação à estima e respeito, à admiração e, finalmente, ao culto.

Há amizades interessadas, como a que existe entre duas pessoas que gostam de jogar tênis; eles usam um ao outro, desde que cada um sirva o outro com respeito à satisfação de um gosto.

Há também amizades manipuladoras, nas quais, em nome da amizade, se trata de obter outras coisas; mas a amizade verdadeira é aquela em que a pessoa está interessada na outra porque a outra tem alguma qualidade espiritual ou humana admirável que estimula o crescimento de alguém. (…) É o amor mais propriamente humano. ”

 “(…) Se pensarmos na forma de amor que move Aquiles e os outros heróis homéricos, que tanto exaltaram a glória de morrer em batalha, diremos, sem dúvida, que é sobre admirar o amor; mas não é tanto sobre essa capacidade amorosa que se expressa no reconhecimento do valor do outro e isso implica uma capacidade de devoção, uma sede de reconhecimento, e a correspondente ânsia de sacrificar tudo à fama. Aquiles é, em outras palavras, um monstro do narcisismo: com o prestígio do herói incomparável e, ao mesmo tempo, com a sede de triunfo competitivo pessoal que o leva a atos de suprema desumanidade ”.

Amor erótico

“(…) Existe um amor erótico ou instintivo que no mundo cristão tem sido um amor muito proibido, demonizado e até criminalizado.

A vergonha sexual não é intrínseca à natureza humana, e eu pessoalmente compartilho com Freud e Reich a noção de que muitos dos problemas que as pessoas têm como resultado da sexualidade proibida e o sentimento de que parte de seu dom instintivo é algo horrível e inconfessável. “

 “(…) A criança, então, sentindo que deveria gostar do adiamento de suas preferências ou opiniões, tem apenas que se separar de seu próprio sentimento de prazer ou antipatia. Você deve, então, distanciar-se do seu corpo (e suas emoções verdadeiras) em prol do que você deveria gostar e do que você deveria sentir. Em vista dessa posse emocional, então, entende-se que a proibição do prazer, ou pelo menos a desvalorização do instintivo e do erótico, é intrínseca à manutenção do autoritarismo ”.

Amor compassivo

“(…) O tipo de amor que na literatura cristã é chamado de ágape ou caridade é aquele que é expresso como generosidade e bondade, é o“ amor ao próximo ”que caracteriza não apenas o caminho cristão, mas os ensinamentos de todas as religiões.

Essa forma de amor culmina na compaixão, característica de seres que percorrem um longo caminho, mas que também é intrínseco à experiência humana, já que ela já está presente na experiência da maternidade. E não apenas humanos, mas todos os mamíferos também exibem um comportamento materno que expressa um amor protetor, auxiliar e potencialmente sacrificado ”.

 “(…) Mas é claro que elevar o ideal de compaixão não é o mesmo que ser compassivo: ao contrário, contribuímos com nossos ideais para isso, sentindo-nos virtuosos por apenas adorá-los, negligenciamos ser fiéis a eles com nossas ações. Servir como exemplo como o ato de orar a Maria – encarnação simbólica da misericórdia divina – diminuiu a brutalidade dos cruzados. Assim, o ideal cristão de amor, defendido como uma bandeira da civilização cristã, projetou apenas uma pálida reflexão sobre o coração cada vez mais endurecido dele ”.

Valorize o melhor amor da sua vida: você mesma!

Muito é falado sobre autossuficiência feminina, e muitas vezes até mesmo de forma imposta sobre obrigações que nós mulheres “devemos” ter: ser lindas, dependentes, termos o carro do ano e uma casa própria. Porém, nós do Mulheres de Quarenta estamos aqui para te falar que ser autossuficiente realmente é essencial, mas não exatamente da forma que somos cobradas constantemente.

A autossuficiência mais importante para as mulheres terem, é a autossuficiência emocional. É muito comum, não só as mulheres como as pessoas no geral, se sentirem de forma dependente das pessoas, sejam familiares, amigos e também um par amoroso, porém, isso é muito prejudicial para o nosso dia a dia. Quando somos tão dependentes assim, nem ao menos conseguimos assumir os nossos sentimentos para nós mesmas e encararmos de forma leve e tranquila, e não nos permitimos sentir seja o que for.

A autossuficiência mental é uma das coisas mais importantes que podemos conquistar, é por meio dela que seguiremos acolhendo o que sentimos, respeitando nossas vontades, e sabendo que seja o que acontecer, estaremos sempre com a melhor presença de todas: a nossa.

Entenda, você é a pessoa mais importante da sua vida. Você é a mulher incrível que nasceu para ser, tem capacidades maravilhosas para conquistar tudo o que almeja. Respeite você mesma, faça as coisas de acordo com a própria vontade, aprenda a se amar.

Sermos dependentes não é bom para qualquer relacionamento que tenhamos então acorde e veja o que está a sua volta. Faça exercícios diários pensando o que você quer para a sua vida e coloque em ação.

Vá atrás de tudo o que ama e simplesmente seja quem você ama.

Se está difícil sozinha, não se preocupe, hoje em dia há tantas opções que podem te ajudar, como terapias convencionais e integrativas, meditação… Vá atrás e se coloque em primeiro lugar acima de tudo!

Quer fazer algo e não tem alguém para te acompanhar? Vá sozinha. Seja um bar, cinema, balada, restaurante, teatro… Faça os procedimentos de beleza que tiver vontade, cante quando quiser, chore a medida que seu coração sentir necessário, seja exatamente tudo o que quer e você verá o quanto dinheiro nenhum no mundo e carro qualquer não pagam o sentimento de se sentir completa e única.

Anjo de guarda ou mentor espiritual?

Você sabe qual é a diferença entre Anjo de Guarda e Mentor Espiritual?

Nosso amigo espiritual é popularmente conhecido por vários nomes: anjo de guarda, mentor, amparador, guia, guardião ou protetor. Mas, o termo utilizado não importa, o fundamental é descobrir qual é a melhor forma de interagir com ele.

Conscientes do fato ou não, todas as pessoas possuem pelo menos um amigo espiritual comprometido a lhe ajudar durante a vida. Porém, de acordo com a atuação da pessoa ela pode ter vários amigos espirituais. Quanto mais responsabilidade a pessoa tem em relação a outras vidas, mais amigos espirituais estarão empenhados em seu amparo. Dirigentes espirituais, presidentes de instituições mundiais e países são acompanhados por um maior número de guardiões, esse fato ocorre devido ao seu poder de decisão e influência sobre as pessoas. O problema é que os grandes líderes são alvo frequente de ataques espirituais, porque os magos trevosos desejam instalar o caos e o sofrimento coletivo. A eficiência desse amparo extra depende da postura ética e moral do dirigente em questão, de acordo com seu Livre-Arbítrio, o responsável poderá estabelecer uma parceria com os trabalhadores espirituais da luz, ou das sombras.

Apesar de também serem chamados de anjos de guarda, nossos amigos espirituais não pertencem à hierarquia angelical divina. Nossos mentores pessoais podem nos auxiliar muito, estão libertos da limitação tridimensional e desfrutam de maior discernimento e sabedoria que nós. No entanto, eles são seres ainda em evolução e com o tempo precisarão reencarnar na Terra. Cada pessoa pode contar com o auxílio do mentor e também do anjo de guarda, mas estes pertencem a diferentes categorias de assistência espiritual. Os anjos habitam as esferas celestiais elevadas e não têm a obrigação de reencarnar. Porém, os anjos podem se manifestar na forma corpórea quando motivados pelo anseio de atuar em missão de auxílio. Quanto mais evoluído é um espírito, mais difícil é o seu contato com o plano material da vida.

Mentor não é babá espiritual!


A utilização do termo anjo de guarda induz as pessoas a criarem uma ideia fantasiosa com relação aos mentores espirituais, eles desejam e podem colaborar, mas não podem fazer milagres. A forma correta de interagir com os mentores é através da parceria, não adianta pedir ajuda e não se colocar em postura para receber. Não há como o mentor lhe auxiliar a emagrecer se você só compra e ingere alimentos altamente calóricos. O mentor pode contribuir para que você sinta menos fome, lhe inspirar a gostar de legumes e verduras, mas só você pode mudar os seus hábitos alimentares. É preciso sair da posição de pedinte espiritual, aquele que só pede e nada oferece, devemos fazer a nossa parte para que eles façam a deles. Os mentores não são nossos chefes ou funcionários, nunca irão atacar aqueles por quem nutrimos o desafeto e atender aos caprichos do nosso ego, mentor não é babá espiritual.

Quem são os Mentores Pessoais?
Nossos mentores espirituais são pessoas extrafísicas que já alcançaram um grau de pureza maior que o nosso, porém, não estão muito distantes de nosso nível evolutivo. Em outras vidas eles podem ter sido nossos parentes, ou algum amigo muito próximo. Vivendo agora no plano espiritual, eles se dispõem a trabalhar na tarefa de auxílio aos encarnados. Para assumir tal função, esses espíritos foram selecionados e preparados de acordo com os desafios que vamos enfrentar na vida carnal. Eles conhecem profundamente nossas qualidades e defeitos, atuam principalmente nos fornecendo inspiração e proteção contra adversários físicos e espirituais de vidas passadas. Sempre respeitando as leis divinas, seu objetivo é nos assistir na realização de nossa missão evolutiva na Terra.

Como perceber a presença do Mentor Espiritual?


O conhecimento da ciência neurolinguística pode ser utilizado como uma bússola para identificar qual é a nossa forma de conexão com os amigos espirituais. O reconhecimento da presença do mentor está relacionado ao tipo de percepção que cada um possui. Existem pessoas que tem a percepção visual mais aguçada, elas conseguem ver vultos, ou até mesmo podem enxergar claramente seu mentor. Há pessoas que possuem a percepção auditiva mais desenvolvida, elas costumam escutar a voz de seu mentor dentro da mente. Outras pessoas são as chamadas cinestésicas, estas assimilam a presença do mentor através de sensações físicas, como arrepios, pressão no corpo, calor ou frio. Esse processo de senso percepção é uma capacidade natural do organismo humano. Todas as pessoas podem estabelecer uma comunicação com seus mentores e o plano espiritual, independente de crença ou religião.

Quando os Mentores não podem ajudar?
Existe uma situação em que a interferência dos mentores em nossa vida fica impedida, quando nos distanciamos da sintonia vibracional em que eles atuam. Ao alimentar pensamentos, sentimentos e atitudes negativas, perdemos a conexão com nossos amigos espirituais da luz. Os mentores permanecem ao nosso lado, nos enviam fluídos, inspirações e oram por nós, mas não conseguem auxiliar, pois não existe a possibilidade de conexão entre vibrações energéticas tão distintas.

Como se comunicar com seu amigo espiritual?

A comunicação com seu mentor é simples e natural, procure um ambiente calmo e respire tranquilamente. Do seu jeito, eleve seus pensamentos a Deus e chame seu mentor. Agradeça por todas as orientações, paciência, lealdade e proteção que ele tem lhe oferecido durante a vida. Diga mentalmente a ele que você quer conhecê-lo melhor, que quer colaborar para que a ligação entre vocês seja mais clara e próxima. Faça uma pergunta e silencie sua mente para captar a resposta. O sucesso da ajuda que os mentores nos oferecem está diretamente relacionado ao tipo de vida e esforço pessoal que realizamos. Apesar de serem invisíveis aos olhos físicos, os mentores espirituais são os nossos melhores amigos.

Gisela Campiglia

Formada em psicologia, física quântica, bioenergia e metafísica. Trabalha com desenvolvimento pessoal, promove palestras, escreve artigos e é colunista do Mulheres de Quarenta.

Gentileza gera gentileza

Eu, Vanessa Palazzi, abraçando um amigo!

Ser gentil. Eis a questão!

Parece fácil para alguns, mas pode ser difícil para muitos. O mundo competitivo em que vivemos, a correria do dia a dia, o estresse e os problemas que todos nós enfrentamos, muitas vezes, nos consomem e nos tiram dos eixos.

Nem sempre conseguimos tratar ao próximo como verdadeiramente gostaríamos de ser tratados. E toda ação gera uma reação. Já pensou nisso?

Quando você se exalta, automaticamente, os que estão ao seu redor também ficam agitados. Você já presenciou crianças que gritam com os seus pais? Com quem será que elas aprenderam a ter esse comportamento?

Da mesma forma, quando você oferece ao outro aquilo que você tem de bom, de alguma maneira, isso volta positivamente pra você.

Ceder o seu lugar a um idoso, recolher um objeto que caiu no chão e o entregar ao seu dono, prestar socorro a alguém que precisa, segurar a porta para dar passagem a uma senhora, são alguns pequenos exemplos do que você pode fazer pelo seu semelhante. Fazer o bem sem saber a quem!

Procure ser gentil e receba os presentes que a vida pode te dar. Um agradecimento, um piscar de olhos, um sorriso sincero de gratidão pode mudar o seu dia! E isso, não tem preço.

E…acredite, gentileza gera gentileza!

Um beijo!

Vanessa Palazzi

A culpa não é das gordinhas!

Por Vanessa Palazzi

Eu tenho uma amiga que está fora do peso.  Ela é mais cheinha, digamos assim. E vamos combinar que desde que eu a conheço – lá se vão mais de vinte anos – ela sempre foi desse jeito. Confesso que eu a acho muito bonita.

Ela não tem nenhum tipo de complexo, ou pelo menos não demonstra isso. Ela se aceita muito bem, é vaidosa, cuida do seu visual, está sempre maquiada e bem vestida. Ela usa decotes e minissaia. Tem coisa mais legal do que a pessoa se sentir bem do jeito que é?

Minha amiga conheceu uma pessoa numa rede de relacionamentos. Eles trocaram mensagens e fotos. Ela queria que ele soubesse exatamente como ela era fisicamente. Eles conversaram durante um bom tempo e resolveram se encontrar para um almoço. A sintonia foi tão intensa que eles resolveram sair novamente e, dessa vez, o encontro seria um pouco mais íntimo.

Minha amiga tratou de comprar uma lingerie vermelha, usou um salto prateado bem alto e um vestido super sensual. E não é que na hora aga o nosso amigo falhou? Sim, isso mesmo.  Foi com tanta sede ao pote que ele se quebrou! rs

O fato é que minha amiga ficou arrasada. Ela insistia em dizer que a culpa era dela por estar fora de forma, por ser mais gordinha do que o normal, por estar acima do peso. Pode isso, produção? Claro que não.

A grande verdade é que a impotência sexual pode estar ligada a vários fatores e eu não achei justo que minha amiga arcasse com essa responsabilidade.

Outra amiga, que vive uma situação bastante parecida, entrou numa dieta radical para tentar reconquistar o seu parceiro já que eles não se relacionam intimamente há quase dois anos.

A grande verdade é que muitos homens temem falar sobre esse assunto. Sentem vergonha e medo da rejeição e nem sempre estão dispostos a mudar isso. Muitas vezes, eles culpam suas parcerias pela falta de desejo e, queira ou não, mechem com a autoestima delas.  Eles as culpam por terem falhado e as diminuem como mulheres.

Bem, o fato é que é preciso encarar esse problema de frente. E se ele prejudica de alguma forma o seu relacionamento, é preciso ter uma conversa franca. A única coisa que não pode acontecer é tomar para si a culpa do seu parceiro ter falhado na cama com você, certo? Mesmo porque cada mulher é única e cada uma tem a sua beleza, não importa de onde ela venha.

Entendeu agora porque a culpa não é das gordinhas?

Bora, meninas, vamos em frente!

Beijos e até a próxima!

Vanessa Palazzi

 

Como lidar com a rejeição?

 

Por Gisela Campiglia

Todo ser humano sofre um grau de rejeição, durante o processo de educação é necessário dar limites, rejeitando comportamentos espontâneos da criança que não se enquadram nos valores culturais e sociais da sociedade em que vive. Antigamente o uso da educação punitiva era normal, somente os fortes sobreviviam a esse processo sem ter sua autoestima marcada.

O ideal é explicar o motivo pelo qual o comportamento da criança esta inadequado, mostrando seu desdobramento e consequências negativas. Infelizmente por falta de esclarecimento dos Pais, ou mesmo falta de paciência, não se justifica as razões da rejeição, utilizando-se apenas da crítica destrutiva.

Dependendo do tipo de educação recebida, e do nível de sensibilidade da criança é possível que se instale um distúrbio de comportamento desde a infância, o complexo de rejeição. Se não for tratado, a pessoa irá carregá-lo pelo resto da vida, influenciando seu desenvolvimento pessoal negativamente. As oportunidades perdidas são muitas, pois devido ao medo da rejeição as iniciativas são reprimidas, deixando-se de fazer várias coisas. Até mesmo o fato de pedir uma informação a um desconhecido na rua pode ser bloqueado.

Sendo um ser gregário por natureza, o ser humano tem a necessidade de ser aprovado, sentindo-se ofendido quando é rejeitado. A rejeição mostra que temos limites, não podemos ter tudo que queremos, nem agradar a todos, somos forçados a lidar com o sentimento de frustração e impotência. A rejeição dói muito, possibilitando a criação de perigosas crenças negativas e respeito de si.

Quando somos rejeitados automaticamente buscamos uma explicação, porém quando estamos envolvidos emocionalmente, nos falta à capacidade de uma visão ampliada. Muitas vezes o motivo real da rejeição não é pessoal, a situação, o momento ou as circunstâncias são as reais causas da negação.

Uma demissão no trabalho pode ocorrer devido ao corte de despesas na empresa, não estando vinculado a nossa incapacidade. Muitas vezes a rejeição é para uma situação que você representa; pessoas que atuam na área de vendas convivem intimamente com a rejeição, não se tratando de motivo pessoal. Aquele caso romântico que não se transformou em namoro ou casamento, não caracteriza necessariamente faltas pessoais do rejeitado. Pode ser um problema da outra pessoa apenas não estava pronta para assumir nenhum compromisso naquele momento.

 

Ao longo da vida seremos rejeitados diversas vezes, não há como evitar, o que depende de nós é identificar se essa vivência criou a crença destrutiva de que há algo errado conosco. O sentimento de culpa é um sinal de que nossa autoestima foi abalada, nos tornando pessoas fechadas, amargas e inseguras. Aceitar como verdade o fato de não sermos bons o suficiente é um grande e triste equívoco. Podemos ter limitações em algumas áreas, mas se desvalorizar é pura ilusão, todos possuem qualidades mesmo estando cegos para elas.

Não leve todas as rejeições para o lado pessoal, diferente daquele que o rejeitou, seja generoso consigo, mantenha a autoconfiança, nunca desista de si.

Gisela Campiglia

Formada em psicologia, física quântica, bioenergia e metafísica. Trabalha com desenvolvimento pessoal, promove palestras, escreve artigos e é colunista do Mulheres de Quarenta.

O que os homens desejam?

Por Gisela Campiglia

Homens e mulheres são muito diferentes, conhecer a verdadeira natureza dos homens ajuda na conquista romântica e felicidade do casal.

Uma pesquisa, realizada por profissionais terapeutas, mostrou que 92% dos homens decidem trair sua esposa por falta de envolvimento emocional na vida a dois, e não devido a insatisfação sexual.

O sistema de comunicação entre homens e mulheres precisa ser eficaz para evitar confusões, distanciamento e rejeição.

As mulheres são subjetivas, não costumam ir direto ao assunto ao expressar seus pensamentos. Dão dicas verbais e gestuais, esperando que os homens captem sua intenção e realizem seus desejos. Porém, nem sempre isso acontece, porque os homens são objetivos, tem dificuldade em entender essa forma de comunicação. Devido à diferença de processamento cerebral entre os sexos, muitos homens acabam achando que as mulheres são complicadas, a creditam que é praticamente impossível entende-las.

Homens e mulheres lidam com uma mesma situação e desejo de formas bem diferente.  Por exemplo: um casal sente frio ao sentar na sala em um dia de inverno; os dois desejam que a porta seja fechada.
A mulher verbaliza: “- Minha nossa, hoje está muito frio!”
Isto significa que o homem deve subentender que ela deseja que ele levante e feche a porta.
O homem costuma se expressa de forma direta: “- Querida está frio hoje!”
Eles simplesmente levantam e fecha a porta! Homens falam menos, e agem mais. É difícil encontrar um homem que goste de fazer declarações de amor, ou discutir a relação a dois, eles são mais propícios a ter atitudes, resolver problemas de forma prática.

Não é nada complicado entender o que os homens realmente desejam em um relacionamento romântico. Eles querem respeito, reconhecimento pessoal e sexual, além de gostarem muitos de cuidados.
Aquela famosa frase que diz: “- Você o conquistou pelo estômago”, faz todo sentido. A alimentação é um item de grande importância na vida do homem, ele sente-se acolhido e cuidado. O melhor momento para a mulher pedir algo a um homem é enquanto ela prepara uma refeição para ele. Atentamente ele escuta o assunto, e tende a concordar com o que a mulher fala.

O homem quer ser o “herói” de sua companheira, quando ela esta decepcionada e infeliz, ele sente que é um fracassado. Apesar de possuírem maior força física, os homens também são vulneráveis e apreciam muito os elogios de sua amada. A opinião que a mulher tem sobre seu marido é de vital importância para ele. As amantes não são melhores que as esposas. No entanto elas só veem o lado bom do homem, desta forma, estão sempre fazendo elogios e ganhando prestígio.

Declarar sem rodeios as qualidades que você observa em seu parceiro irá criar um forte envolvimento emocional na relação amorosa. A retribuição será com atitudes, ele mostrará o quanto valoriza a mulher que tem a seu lado. Trate seu homem como um rei, e seja tratada como uma rainha!

Gisela Campiglia

Formada em psicologia, física quântica, bioenergia e metafísica. Trabalha com desenvolvimento pessoal, promove palestras, escreve artigos e é colunista do Mulheres de Quarenta.

Namoro virtual funciona na vida real?

Por Gisela Campiglia

Buscar um relacionamento amoroso através da internet é uma opção fácil e prática para conhecer pessoas. Não é preciso escolher uma roupa para sair, fazer a maquiagem, enfrentar o trânsito, e ainda por cima ter que lutar por uma vaga para estacionar o carro. No conforto da sua casa, de pijama e com um chinelo no pé, é possível achar milhares de pessoas dispostas a encontrar um par romântico nos sites de relacionamento.

Mas, será que os amores virtuais funcionam na vida real? Já conheci pessoas que iniciaram um relacionamento de forma online e acabaram se casando. Porém, também conheci pessoas que descobriram no encontro ao vivo que a pessoa com quem teclavam era 10 anos mais velha, 20 quilos mais gorda, e até mesmo a foto utilizada no perfil era falsa. Tudo pode acontecer!

Por isso, é importante tomar alguns cuidados para evitar riscos e frustrações:

1º. Passo: Estar aberto a um possível relacionamento amoroso, mas ao invés de ficar criando grandes expectativas, adotar uma postura investigativa. Para fazer isso é preciso não ter pressa e trabalhar a carência, ela nos deixa cegos à realidade e vulneráveis às decepções.

2º. Passo: Durante o período em que a conversa for virtual, pergunte mais de uma vez sobre as informações que a pessoa lhe fornecer, para testar se ela entra em contradição. Confira a veracidade das respostas nas redes sociais, elas podem ajudar muito neste sentido. No decorrer das mensagens, procure identificar os valores e costumes da pessoa, para ver se existe afinidade entre vocês. Nesta etapa já será possível fazer uma boa triagem, porque os enganadores de plantão acabam se entregando através da incoerência.

3º. Passo: Após a realização dos dois primeiros passos de forma satisfatória é hora de seguir para o contato telefônico. Nunca forneça o número da sua residência ou do trabalho, use o celular. A conversa via telefone é um grande passo, porque talvez você implique com o tom de voz e a forma com que a pessoa se expressa. Será muito mais fácil sentir a energia da pessoa, perceber se ela é agradável ou grudenta, e quais são as possíveis intenções dela em relação a você. Se a conversa for boa, pergunte onde a pessoa está naquele momento e diga que deseja receber uma foto de recordação. Se necessário, explique que é para registrar a primeira conversa de vocês. Puxa vida, que romântico! É claro que o verdadeiro intuito desta foto é verificar se a pessoa está mentindo sobre o local em que se encontra, e principalmente confirmar se a foto recebida equivale a foto que está no perfil do site de relacionamentos. Se a pessoa não mandar a foto pode parar porque é cilada, não ceda, não siga para o próximo passo, apenas bloqueie a pessoa em seu perfil na internet. Fim de papo!

4º. Passo: O encontro pessoal é o passo definitivo que irá sinalizar a possibilidade do início de um romance real. Mantenha os pés no chão, perceba que até esse momento o melhor a fazer é não criar expectativas com relação ao futuro, pois só é possível descobrir se há atração sexual entre o casal quando se está cara a cara. Não aceite que a pessoa passe na sua casa para vocês irem juntos, No primeiro encontro você precisa preservar seu endereço e ter autonomia caso deseje ir embora rapidamente. Marque em um lugar público, de preferência em um local que você já conheça e fique à vontade. Pode ser em um restaurante ou barzinho com uma atmosfera aconchegante e tranquila, algum lugar onde seja possível desenvolver uma boa conversar sem ter que ficar gritando.

Se o encontro for agradável é só continuar a aproximação com calma, sem se jogar de cabeça no relacionamento. Tente descobrir o que o outro está buscando na relação, pois se um quiser só sexo e o outro quiser um compromisso, certamente haverá decepção. É muito importante que o casal tenha afinidade de valores e interesses, porque os opostos se atraem, mas não continuam juntos.

Não é possível condenar ou incentivar o namoro virtual, a verdade é que o amor não escolhe hora nem lugar para aparecer. Espero que essas dicas ajudem com que você  encontre um grande amor em sua vida!

Gisela Campiglia

Formada em psicologia, física quântica, bioenergia e metafísica. Trabalha com desenvolvimento pessoal, promove palestras, escreve artigos e é colunista do Mulheres de Quarenta.

15 coisas que mulheres maduras não fazem num relacionamento

 

Você se acha madura nos relacionamentos?

Todo relacionamento tem suas dificuldades, mas algumas coisas imaturas podem e devem ser evitadas para que a relação seja mais feliz.

Diferenças de personalidade existem, é o que nos torna únicos e individuais, mas, se não tomarmos cuidado, podem gerar desacordo e conflito no relacionamento. Para evitar isso confira algumas coisas que as mulheres maduras não fazem e que contribuem para um bom relacionamento.

Leia mais: 15 coisas que mulheres maduras não fazem num relacionamento

Autoestima, o segredo do sucesso!

Por Gisela Campiglia

Nossa autoestima começa a ser construída na infância, os elogios e as críticas que recebemos de nossos pais ficam gravados em nosso subconsciente. Porém, mesmo que tenhamos convivido com comentários prejudiciais durante nossa época de criança, podemos reconstruir esses conceitos quando chegamos a vida adulta. Isso acontece quando através de nossos esforços e conquistas conseguimos provar para nós mesmo que não somos pessoas inadequadas, incapazes ou ruins. Nossa vivência diária nos faz perceber, que aquelas observações negativas que fizeram a nosso respeito não correspondem à realidade.

Estar satisfeito consigo mesmo é o pilar de apoio mais importante da autoestima. É claro que conquistar nossos objetivos nos fortalece, mas esse não é o único combustível da autoestima. O simples fato de saber que fizemos o nosso melhor, que fomos capazes de utilizar bem as nossas habilidades, já é uma fonte de satisfação, mesmo quando não alcançamos os resultados que planejamos.

Caso exista alguma área de nossa vida na qual ainda não estamos utilizando de forma satisfatória nosso potencial de ação, podemos nos empenhar e transformar essa circunstância. A solução depende de nós! O comprometimento com nosso desenvolvimento e melhoria vai determinar o fortalecimento, ou a diminuição de nossa autoestima.

O problema é que mesmo as pessoas que valorizam a si mesmas e expressam confiança, costumam enfrentar autos e baixos em sua autoestima. Esse desconforto acontece quando o indivíduo se sente deslocado em certos grupos de convivência onde está inserido. Se uma pessoa vivesse sozinha no mundo, sua aparência, seus atos e seu modo de ser não teriam repercussão nenhuma, pois não existiria a comparação e a necessidade de aceitação. No entanto, desde seu nascimento o bebê repete os comportamentos que resultam em aceitação e carinho de seus pais. De forma inconsciente carregamos esse padrão infantil durante a vida, trata-se de um registro relacionado a sobrevivência e perpetuação da espécie.

Obter aceitação no meio em que convivemos é um dos pilares de sustentação da autoestima, quanto mais somos iguais aos que nos cercam, mais aceitos seremos. Porém, apesar de compartilharmos dos mesmos objetivos de um grupo, por vezes, os comportamentos adotados por seus integrantes podem entrar em conflito com nossa forma de ser. Os membros que destoam de um grupo costumam ser discriminados e rejeitados, mesmo que essa prática aconteça de forma velada. Essa situação pode acontecer na escola, no trabalho, e até mesmo na família. Ao vivenciarmos esses momentos de rejeição nossa autoestima tende a desabar. Acolha os diferentes dos vários grupos que frequenta, especialmente se esse diferente for você.

Cabe a nós cortar esse vínculo de dependência com o reconhecimento do grupo e sustentar nossa autoestima perante a não aceitação do outro. Quando conseguimos atingir esse nível de maturidade, significa que iniciamos o processo de individuação. Carl Gustav Jung (1875-1961), psiquiatra suíço e fundador da psicologia analítica, foi quem estudou e classificou essa etapa do desenvolvimento humano. O processo de individuação ocorre quando a pessoa evolui de um estado infantil de identificação e dependência com o meio, para uma atuação mais consciente e autentica, orientada por sua personalidade.

Quando passamos a acolher com naturalidade nossas diferenças em relação aos outros, nos libertamos da incomoda flutuação de nossa autoestima. Foque naquilo que é realmente importante e produtivo, seja você mesmo melhorado a cada dia e mantenha sua autoestima fortalecida.

Gisela Campiglia

Formada em psicologia, física quântica, bioenergia e metafísica. Trabalha com desenvolvimento pessoal, promove palestras, escreve artigos e é colunista do Mulheres de Quarenta.

 

Viva mais feliz

Por Gisela Campiglia

O excesso de responsabilidades das mulheres modernas resulta em um alto nível de estresse diário. Criar novos hábitos para aumentar nossa qualidade de vida irá evitar a necessidade de realizar muitas consultas medicas. Comece aplicando uma dica por dia, depois inclua as demais. Com o tempo, esses novos hábitos positivos farão parte do seu comportamento, os frutos irão refletir em seu bem-estar e nível de felicidade!

Saia da rotina!
Procure fazer algo novo, pode ser alguma coisa simples. Comer algo diferente, fazer um novo trajeto para ir ao trabalho, mudar o corte de cabelo. Mas, se possível, viaje para algum lugar que você não conheça, ou comece a fazer aquele curso que você sempre deixa par depois. Sinalize para o universo que você esta aberto para o novo.

Agradeça mais e reclame menos!
Reclamar da vida só aumenta o seu nível de estresse. Ao acordar faça uma prece de agradecimento, pela vida, pela família, pelo trabalho, por tudo que você tem. A sintonia da gratidão sinaliza ao universo que somos merecedores, assim você atrairá mais bênçãos em sua vida.

– Sorria para si mesmo!
As pesquisas mostram que quanto mais sorrimos, mais jovens ficamos. Não se cobre em excesso, tenha consigo a mesma paciência que você tem com uma criança. Como diz o ditado “rir é o melhor remédio”. Quando alguma coisa der errado, não se irrite. Procure mudar para uma sintonia positiva, desvie o pensamento para uma lembrança engraçada; agindo assim tudo se resolve da melhor forma.

– Valorize-se, admire seu sucesso e conquistas!
Quando não valorizamos as boas coisas que conquistamos, o universo entende que não deve mais enviar oportunidades de realização em nosso caminho. Nunca deixe um acontecimento bom sem comemoração. Essa é uma falha que às vezes cometemos, desta forma limitamos as bênçãos que podem ser encaminhadas em nossa vida.

– Faça algo só para você, pelo menos uma vez na semana!
Reserve um tempo sagrado na semana para dar-se um momento de prazer, faça algo que você sabe que lhe faz bem. Pode ser uma massagem, ler aquele livro especial, ou mesmo apenas escutar seu cd favorito. O importante é que seja sem interrupções, para que você possa refazer suas energias. Cada um sabe o que pode lhe tocar a alma.

Com boa vontade, mas sem auto cobrança, coloque em pratica essas dicas uma a uma; com o tempo elas se transformarão em um habito muito positivo que irá resultar no aumento de sua qualidade de vida.

Um beijo pra você e até a próxima!

Gisela Campiglia

Seu tempo com seus filhos

Por Gisela Campiglia

O desejo dos pais é o de educar seus filhos para que eles sejam pessoas independentes e felizes. Mas, como atuar em direção a este propósito quando o tempo disponível para os filhos é limitado?

A comum necessidade de que o casal trabalhe fora para prover o sustento da família, restringe a convivência entre pais e filhos. Desta forma, muitas famílias encontram “educadores” alternativos para substitui-los em sua ausência justificada. Uma empregada, a escola em tempo integral, ou as avós acabam ficando encarregadas desta função. Esses preciosos colaboradores ajudam bastante, no entanto, o alcance de suas ações é restrito. Por melhor que seja uma funcionária doméstica, ela não tem a mesma autoridade que os pais para dar limites à criança quando necessário.  A escola tem influência na educação dos alunos, mas a função da escola é escolarizar, passar conhecimento acadêmico, e não educar. Uma boa escola pode até auxiliar os pais na educação de seus filhos, mas é importante ter a consciência de que existe ex-aluno, mas, não existe ex-filho. A escola convive com o aluno temporariamente, os filhos convivem com os pais por toda a vida. As avós são de plena confiança, ótimas cuidadoras, e oferecem amor as crianças, mas muitas mimam os netos em demasia, fato que acaba trazendo problemas no futuro.

Na impossibilidade de conviver o quanto gostariam com seus filhos alguns pais sentem-se culpados, por isso acabam comprando todos os presentes que as crianças pedem no intuito de compensar sua ausência. Este é um grande equívoco, pois a criança que ganha tudo aquilo que deseja, terá dificuldades de superar frustrações durante a vida. A criança não tem a oportunidade de treinar em casa, mas a vida fará com que ela aprenda a lidar com as contrariedades na marra. A quantidade de objetos que os pais oferecem aos filhos não supre suas necessidades afetivas. Os filhos precisam sentir o quanto eles são importantes para seus pais através do amor, da atenção, dos cuidados e dos limites que recebem. Somente a convivência pode construir uma relação de amor, mas como realizar essa nobre missão quando o tempo disponível para os filhos é escasso?

Uma frase bem colocada causa muito mais impacto do que horas de conversa sem conteúdo. Um abraço de amor intenso tem mais valor do que vários telefonemas ao dia.O que produz significado em nossa vida a quantidade, ou a qualidade?

Existem mães que ficam em casa com as crianças o dia todo, porém não desgrudam os olhos da tela do computador. Quando a criança solicita atenção, a mãe responde:
”- Espere só um minutinho que eu já vou!”.  O filho espera minutos, horas, e nunca chega o momento de receber a atenção desejada.  A consequência é que a criança sentirá que sua presença na vida da mãe é irrelevante, e isso é muito perigoso. Pesquisas revelam que o uso de drogas na adolescência também é motivado pelo fato do jovem sentir-se desvalorizado pelos pais. A pior miséria que existe no mundo é a falta de amor, vivemos em um planeta cheio de carentes emocionais.

A solução é estar presente de corpo e alma quando houver a oportunidade de ficar com seus filhos. Determine um tempo sagrado para dar atenção exclusiva a eles, mesmo que seja apenas uma hora por dia. Evite permitir que sua energia seja desviada para qualquer outra tarefa durante o período que você criou para estar com as crianças. Não dá para disfarçar em que direção esta indo seu fluxo de energia, os filhos sentem quando o seu foco de atenção não está neles. Programar o cardápio da semana, atender o celular, assistir novela, checar os e-mails pessoais, ou conversar com o cônjuge, são tarefas para serem realizadas quando as crianças já estiverem dormindo.  Se você fica o tempo todo realizando multitarefas, e nunca oferece o privilégio de dar atenção especial para seu filho, ele interpreta o fato equivocadamente. Passa a acreditar que não é merecedor de sua atenção, cresce com baixa estima e leva essa influência para a vida adulta. Não adianta explicar que você é muito ocupado, porque esta se matando de trabalhar para dar uma boa educação para eles. Os filhos precisam ser nutridos com amor, o alimento da alma.

Praticar a sua autoridade em relação aos seus filhos também é uma forma de exercer amor. Muitos pais relutam em realizar essa função intransferível com medo de que os filhos deixem de amá-los, ou mesmo, pela vaidade de mostrar uma imagem sempre agradável para as crianças. Não tenha receio de corrigir quando houver necessidade, proteger seus filhos é diferente de evitar frustrações, o seu sentimento de pena enfraquece a criança. Um adulto sem limites revela uma educação sem limites. A prática do amor inclui disciplina. Você não deve admitir que seus filhos alimentem-se com doces e refrigerantes em excesso, não pode tolerar que se comportem agressivamente na escola. A firmeza dos pais quanto à educação é um ato de amor e proteção. O resultado é a formação de um adulto estruturado com forças existenciais e morais, capaz de conquistar a própria felicidade.

Pais, por favor, não se torturem! A sua relação com seus filhos não é definida pelo tempo que você passa com eles, mas sim pela forma como você se relaciona durante o tempo que dispõe. A sua postura e sentimentos em relação aos seus filhos vão determinar a qualidade da educação que você oferece.

Até a próxima!

Gisela Campiglia

Formada em psicologia, física quântica, bioenergia e metafísica. Trabalha com desenvolvimento pessoal, promove palestras, escreve artigos e é colunista do Mulheres de Quarenta.

 

 

 

 

4 passos para escolher seus relacionamentos

Por Gisela Campiglia

É muito positivo acreditar no ser humano e adotar uma postura social inclusiva para atrair bons relacionamentos em sua vida. Observe as pessoas sem julgamentos antecipados, utilize a coerência para construir boas relações, mas evite a ingenuidade!

Abaixo estão os quatro passos importantes para você selecionar seus relacionamentos.

1) Analise os Motivos do Interesse.
Em toda relação existe interesse, a conexão pode acontecer através de uma real afinidade ou por conveniência. O interesse no simples prazer de estar ao lado de alguém similar, é o motivo da união por compatibilidade. Já a ligação por conveniência, depende da utilidade que você terá na realização das necessidades do outro.  Não há problemas em estabelecer uma relação baseada em interesses profissionais, sexuais, financeiros, ou mesmo espirituais. Perceber qual é o real motivo da aproximação das pessoas em sua vida, irá lhe poupar a vivência de muitas decepções. Você saberá o que ofertar e não ficará esperando do outro algo que ele não está disposto a lhe oferecer.

2) Observe o Discurso.
Palavras bem colocadas podem causar um grande impacto. Pessoas eloquentes e persuasivas tendem a direcionar a forma com que as percebemos. Valorize mais o comportamento das pessoas do que o discurso que elas verbalizam. Observe como tratam as pessoas mais simples, ou, aquelas que não oferecem uma oportunidade vantajosa para elas. Se a pessoa tem um comportamento gentil com o outro, quando você esta presente, e na sua ausência se porta de forma grosseira com o próximo, você deve ficar alerta quanto a confiabilidade desta pessoa.

Quando você receber elogios, verifique se são feitos de coração ou se são apenas uma forma de bajulação no intuito de ganhar seu apreço. Preste atenção, não permita que seu ego o engane, sinta o outro, diferencie o falso elogio da admiração genuína feita de coração. Palavras voam ao vento, mas fatos e resultados não podem ser mascarados.

3) Verifique se há afinidade de valores.
As pessoas que cultivam os mesmos valores que você são as mais indicadas para qualquer tipo relacionamento, seja pessoal ou profissional. Compartilhando dos mesmos princípios, elas tendem a ser leais e respeitosas com você e seus objetivos. Há uma enorme chance de serem grandes auxiliares na realização da sua missão de vida.

4) Identifique a capacidade de aceitação e doação do outro.
Considere a capacidade de aceitação e doação das pessoas com quem você vai se relacionar. Tenha certeza de que elas não estão esperando sempre a perfeição de sua parte. Observe como elas se comportam quando você lhes nega um pedido. Veja se as pessoas se esforçam para manter uma troca positiva, mesmo conhecendo suas limitações. Perceba o quanto elas o aceitam e estão dispostas a investir na relação.

Seja na relação de amizade, romântica ou profissional, realizar uma escolha coerente é primordial para o sucesso de qualquer relacionamento.

Até a próxima!

Um beijo,

Gisela Campiglia

Formada em psicologia, física quântica, bioenergia e metafísica. Trabalha com desenvolvimento pessoal, promove palestras, escreve artigos e é colunista do Mulheres de Quarenta.

Refém de si mesma

Colaboração de Gislene Teixeira

“Quase todas as pessoas querem um relacionamento, mas o que é, e como ele começa?

Relacionamentos se iniciam quando nem sabemos explicar bem o porquê. Começam com um olhar, um bom dia, um sorriso, um café, um choppinho, um jantar, um cinema, um final de semana na praia e outro no campo, uma noite fria, uma lareira, uma taça de vinho, até que os programas se intensificam.

Um beijo roubado  entre um sorriso e outro e, quando você se dá conta, já está envolvida com alguém.

As pessoas entram em nossa  vida meio que  por acaso e ficam por vontade própria. E é isso que traz a leveza de querer estar com alguém. Mas fique atenta aos sinais! Se o que era espontâneo no início  passa a ser obrigatório, alguma coisa pode estar errada.

As cobranças, exigências, as regras muitas vezes  inflexíveis, a agenda fechada e a exclusão dos amigos são alguns dos sinais de que algo não vai bem. O ciúme, a manipulação e o controle excessivo carregam a relação e nesse momento é bem possível que você perceba que a leveza se perdeu em algum lugar e que o riso fácil, aquele que você soltava com facilidade no início do relacionamento, já perdeu a sua leveza.

Nesse caso é bem provável que um dos dois já não queira mais estar na relação. A fase do “tanto faz, como tanto fez”, “do deixa a vida me levar”, do “vamos ver o que vai acontecer” é um sinal bastante claro de que as coisas não vão bem, ainda que seja difícil admitir.

O que fazer quando a relação chega a esse ponto? Ficar, insistir, consertar, desistir, chorar e implorar : “fica comigo, vamos tentar novamente?”

E quantos novamente, quantos recomeços você pretende ter? Antes de tudo e de qualquer coisa, reflita. O que de fato sinto, quero e espero é amor?  Estou acostumado com essa pessoa e com essa relação que entrou no modo “zona de conforto”?

Insistir que o outro fique com você ou tentar impedir que o outro saia da relação é acabar com todo o encanto que havia no início. Se você precisa convencer ou manipular o outro com promessas e juras de amor para que ele fique com você, ou vice-versa, saiba que você é sim refém dessa relação. E isso pode ter sérias consequências.

Se uma das partes não se relaciona por espontaneidade, amor, desejo, tesão, mas sim por insistência do outro, obrigação, manipulação, persuasão, dependência emocional, financeira,  status social, familiar, chantagem ou promessas, algo de muito errado pode estar acontecendo.

Pense bem se você está em um relacionamento como convidado ou como refém. Se alguém faz alguém de refém para alimentar seu ego, sua vaidade ou por covardia de assumir para você mesmo é hora de dar um basta e começar tudo de novo. Ainda que seja dolorido pra você.

A vida é feita de escolhas, decisões e atitudes. Acasos não acontecem, a não ser que você terceirize sua vida. E nesse caso, o ciclo se retroalimenta. Se você terceirizou, você é sim, um refém das decisões alheias.

Reflita! Você tem que estar sempre em primeiro lugar!”

 

Gislene Teixeira – Pós graduanda em sexologia –FMABC –Faculdade de Medicina do ABC, Coach de relacionamento, consultora erótica, palestrante e colunista.

Add to cart
AN