Meu encontro de hoje à noite

Mal sabem os homens o que fazemos antes de um jantar romântico. Em primeiro lugar, pulamos bem cedo da cama. No café da manhã, um chá de ervas para emagrecer e desintoxicar. Corremos para a academia, afinal a barriga tem que estar sequinha para a roupa da noite.

No intervalo, uma folha de salada e um filé pequeno de frango, afinal, o jantar promete!

Se der tempo, uma sessão de massagem, pois temos uma maratona pela frente até chegar à noite. Sessão cabeleireiro: corte e tinta nos cabelos. Retoque de reflexos para as loiras. Escova, chapinha e baby liss. Enquanto isso, alguém faz as suas unhas dos pés e das mãos. Sobrancelhas mal feitas, nem pensar! E aí já tem mais alguém dependurada na sua cadeira tirando pelo por pelo!

Quando você está se despedindo do salão – e deixando uma fortuna para trás – lembra-se que esqueceu da depilação, afinal não dá pra sair se as coisas não estiverem em dia! Volta para trás para uma sessão completa! Buço, axilas, virilhas, perna completa e tudo mais. “Deus porque esses malditos pelos existem!?”

Bom, depois de deixar o salão, hora de correr para casa, afinal temos uma tarefa árdua pela frente: escolher a roupa que vamos usar. E agora eu vou entregar: a gente desce o armário abaixo. Experimenta todas as roupas possíveis e imagináveis e sempre volta para a primeira opção. Isso nos faz bem! Sinal que não tivemos dúvidas na hora de escolher! Rsrsrsrs

Bem, a lingerie também tem que ser especial. Essa não é tão difícil de escolher. Depois vêm os acessórios: dourados ou prateados, grandes ou pequenos? Eis a questão. E a bolsa e o sapato? Pronto, começou tudo de novo…

Hora do banho: esfoliação da pele, uma lixadinha na sola dos pés, óleo de massagem, creme no rosto e assim por diante. Maquiagem pronta, roupas colocadas, um toque do seu melhor perfume e eis que toca o telefone! Você corre para atender, espera o segundo toque e atende achando que já pode descer. Eis que seu futuro par lhe informa que não poderá comparecer. A tia, aquela velhinha viúva, sem filhos de quem ele já havia comentado com você, está doente e ele terá de levá-la ao hospital!

Você xinga o desgraçado de todos os nomes possíveis, abre a geladeira e se afoga no primeiro sanduíche que encontra pela frente. Devora um bolo de chocolate, coloca o pijama e toma um remédio para dormir!

Ai que raiva que dá! rsrsrsrsrs

Bom, aproveito para dividir com vocês um texto que recebi do amigo Douglas Ortiz, de autoria desconhecida, que dá uma lição a nós mulheres. Vejam como para eles a vida é bem mais fácil! Divirtam-se!

PORQUE OS HOMENS NUNCA FICAM DEPRIMIDOS

Não precisam trocar de sobrenome.
Os preparativos para o casamento são simples.
Podem comer chocolate sempre que quiserem.
Não engravidam.
Os mecânicos não mentem pra eles…
Nunca precisam procurar outro posto de gasolina, para achar um banheiro limpo.
Rugas são traços de caráter…(e a barriga demonstra prosperidade)
Ninguém fica encarando os peitos deles quando estão falando.
Os sapatos novos não lhes machucam os pés.
As conversas ao telefone duram apenas 30 segundos.
Para férias de 5 dias, apenas precisam de uma mochila.
Podem abrir qualquer tampa de frasco.
Se outro aparecer na mesma festa usando uma roupa igual, não há problema, chegarão a ser amigos.
Ficam assistindo a TV com um amigo, em total silêncio, por muitas horas, sem ter que pensar: “Deve estar cansado de mim”.
Se alguém se esquece de convidá-los para alguma festa, ainda assim vai continuar sendo seu amigo.
Sua roupa íntima custa no máximo 40 reais (em pacote de 3…)
Três pares de sapatos são mais que suficientes!
São incapazes de perceber que a roupa está amassada.
Seu corte de cabelo pode durar anos, aliás, décadas.
Podem levantar a perna das calças, sem se preocupar com a aparência das pernas.
Podem “fazer as unhas”, com um “trim”.
Podem deixar crescer o bigode, se quiserem.
Podem comprar os presentes de Natal para 25 pessoas, no dia 24 de dezembro, em 25 minutos!

 

A mulher mais amada da festa

Deparamos-nos no Réveillon com uma cena incrível. Depois da queima de fogos, um casal dançava apaixonadamente. Ela, uma mulher de aproximadamente 30 anos, de corpo robusto – na verdade um pouco cheinha – sem nenhuma maquiagem aparente. Com os cabelos presos e um brinco bastante discreto. Loira, pele bem branquinha, olhos castanhos, de vestido curto, tomara-que-caia, ela estava feliz dançando ao lado do seu par.

Ele um homem alto, magro, corpo atlético, por volta dos seus 30 anos também. Bonito, muito bonito. Cabelos castanhos e um olhar encantador. Para ela, é claro!

O casal dançava feliz. Estavam alegres. Ele tinha um olhar apaixonado, daquele que todas as mulheres querem receber um dia de um homem. Era carinhoso. Estava alegre e satisfeito com a sua amada. Em nenhum momento saiu de perto dela. Ele a cortejou a cada momento. Dançou e cantou uma música inteira olhando fixamente nos seus olhos.

Quando a música acabou, ele delicadamente lhe deu um beijo e um abraço apertado. Ela era única naquela noite para ele. Provavelmente ela é única na vida dele.

Eu e minhas amigas ficamos encantadas. Ela era a mulher mais amada da festa. Como é bom ver que o amor ainda existe e entendê-lo das formas mais despretensiosas que existe. Sem preconceito.

A mulher mais amada da festa estava feliz. Era segura de si mesma e provou que estava livre de ser uma pessoa complexada. A mulher mais amada da festa estava com seu amado ao seu lado.

Imaginem a cena! A música está aí: Without You – David Gheta.

Que você também seja a pessoa mais amada da festa!

Cantadas baratas!

Conquistar uma mulher não é uma tarefa fácil, também não é para qualquer um. Ter o dom de elogiar, saber como se aproximar do alvo escolhido não é tão complicado assim. Mas é preciso ter um pouco de sensibilidade para saber qual a melhor estratégia para se usar nas primeiras abordagens.

Nos meus encontros com as meninas esse assunto sempre está na pauta. No último deles, falamos justamente da insatisfação que temos quando somos abordadas de maneiras deselegantes. E isso sempre acontece quando “não estamos nem um pouco a fim!” 

E como os homens podem saber se estamos intereessadas ou não? O corpo fala! 

E preciso ter um pouco de empatia para saber como lidar com as mulheres. Nós deixamos bem claro quando não queremos nada com alguém. E fácil identificar! Pelo olhar você já vai saber! 

Se te sinalizamos positivamente você pode se aproximar. E aqui eu vou entregar: mostramos interesse quando gesticulamos bastante com as mãos, jogamos o cabelo de um lado para o outro,  damos risadas ou passamos várias vezes perto do lugar onde você se encontra. Se você não aproveitar o momento, pode perder a sua grande oportunidade. Mas se tiver atitude, lembre-se de usar um pouco de criatividade, delicadeza e acima de tudo elegância. Isso já nos conquista logo de cara! 

Nada de usar adjetivos no diminutivo, afinal nos somos mulheres de quarenta! Superlativos caem melhor! Também não pergunte:” você vem sempre nesse lugar?” Isso também é bem manjado! Rsrsrsrsrs

Nem responda “melhor agora”, quando a gente perguntar se está tudo bem! Isso é péssimo!

Como você vai fazer eu não sei, mas você tem que ser muito bom!

Não perca a oportunidade. Valorize a mulher, elogie na medida certa. Analise a  reação dela aos seus comentários. Se tudo estiver correndo bem, continue. Ofereça uma bebida, convide-a para sentar. Seja educado e cavalheiro. Isso faz toda a diferença.

Se as coisas não funcionaram do jeito que você esperava, seja discreto, diga: “prazer em conhecê-la” e retire-se rapidamente. E por favor…não peça o telefone! Isso e muito constrangedor principalmente quando você não se saiu bem!

Sei lá! Seja diferente e original! Boa sorte, meninos!

Eu desejo…

Que você tenha um ano bom. Que possa encontrar a felicidade nas pequenas coisas e que antes de tudo tenha saúde para correr atrás dos seus sonhos. Que você possa se doar um pouco, o mínimo que seja, para quem mais precisa da sua ajuda. Se você quer dias melhores para você e para as gerações futuras, tem que fazer a sua parte. Se todos fizerem um pouco, teremos muito para comemorar no ano que vem! Pense nisso.

Seja muito FELIZ!

Meus desejos a você estão no texto de Sergio Jockymann que transcrevo a seguir!

“Desejo

Desejo primeiro que você ame,
E que amando, também seja amado.
E que se não for, seja breve em esquecer.
E que esquecendo, não guarde mágoa.

Desejo, pois, que não seja assim
Mas se for, saiba ser sem se desesperar
Desejo também que tenha amigos
Que mesmo maus e inconsequentes
Sejam corajosos e fiéis
E que pelo menos em um deles
Você possa confiar sem duvidar

E porque a vida é assim
Desejo ainda que você tenha inimigos
Nem muitos, nem poucos
Mas na medida exata para que
Algumas vezes você se interpele
A respeito de suas próprias certezas.
E que entre eles
Haja pelo menos um que seja justo

Desejo depois, que você seja útil
Mas não insubstituível
E que nos maus momentos
Quando não restar mais nada
Essa utilidade seja suficiente
Para manter você de pé.

Desejo ainda que você seja tolerante
Não com os que erram pouco
Porque isso é fácil
Mas com os que erram muito e irremediavelmente
E que fazendo bom uso dessa tolerância
Você sirva de exemplo aos outros

Desejo que você, sendo jovem,
Não amadureça depressa demais
E que sendo maduro
Não insista em rejuvenescer
E que sendo velho
Não se dedique ao desespero
Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor

Desejo, por sinal, que você seja triste
Não o ano todo, mas apenas um dia
Mas que nesse dia
Descubra que o riso diário é bom
O riso habitual é insosso
E o riso constante é insano.

Desejo que você descubra
Com o máximo de urgência
Acima e a respeito de tudo
Que existem oprimidos, injustiçados e infelizes
E que estão bem à sua volta
Desejo ainda
Que você afague um gato, alimente um cuco
E ouça o joão-de-barro
Erguer triunfante o seu canto matinal
Porque assim, você se sentirá bem por nada

Desejo também
Que você plante uma semente, por menor que seja
E acompanhe o seu crescimento
Para que você saiba
De quantas muitas vidas é feita uma árvore

Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro
Porque é preciso ser prático
E que pelo menos uma vez por ano
Coloque um pouco dele na sua frente e diga:
“Isso é meu”
Só para que fique bem claro
Quem é o dono de quem

Desejo também
Que nenhum de seus afetos morra
Por eles e por você
Mas que se morrer
Você possa chorar sem se lamentar
E sofrer sem se culpar

Desejo por fim
Que você sendo homem, tenha uma boa mulher
E que sendo mulher, tenha um bom homem
Que se amem hoje, amanhã e nos dias seguintes
E quando estiverem exaustos e sorridentes
Ainda haja amor pra recomeçar

E se tudo isso acontecer
Não tenho mais nada a lhe desejar

Sergio Jockymann

Relações complicadas

Eu sempre gostei de relacionamentos mais calmos. As brigas constantes me aborrecem um pouco. Mas para alguns casais, elas apimentam as relações.

Tenho visto que muitos homens e mulheres gostam de manter uma relação mais agitada, sem nenhuma monotonia.  As brigas, nesses casos, servem para temperar o relacionamento. Ciúmes, intrigas, brigas sem motivo e sem razão, levam os casais a se agredirem mutuamente. Esses pares encontram motivos para discordar um do outro e depois fazem as pazes. Essas relações conturbadas sobrevivem mesmo assim. E podem durar anos a fio!

Entendo, nesses casos, que as discussões alimentam inclusive a relação sexual do casal: “depois da tempestade, a bonança”. Para eles, as brigas se tornam uma rotina, quase que uma condição. Um agride o outro, muitas vezes até mesmo perde-se o respeito, para depois implorar o perdão. No fim, tudo acaba bem. E depois de fazer as pazes, se resolvem na cama.

Não sei se é uma boa pedida. Também não recomendo a ninguém. Mas tenho por mim que quando os casais não brigam mais por nada, nem ao menos uma vez, algo pode estar errado. A apatia e a indiferença não são bons sinais. Confesso que vivi isso na “pele”.

Quando a gente desiste de tudo, não liga mais pra nada, perde a admiração e o interesse pelo outro, não pensa em discutir as relações. E olha que os homens odeiam quando a gente fala nesse assunto.

Quando temos interesse em alguém, quando amamos de verdade e prezamos pelo relacionamento, temos obrigação – tanto homens como mulheres – de impor as nossas vontades e defender os nossos pontos de vista. Isso é inerente a nós! Faz parte não só dos relacionamentos entre casais, mas entre filhos, amigos e colegas de trabalho.

Mas é preciso ter cautela com o que se diz. As palavras nem sempre se perdem no tempo. Essas marcas podem ficar para sempre e, em algum momento da sua vida, alguém se lembrará do que um dia você falou.

Uma briguinha de vez em quando até que faz bem. Mas bom senso e respeito são fundamentais para o sucesso de uma relação. Portanto, “vive l´amour!”

 

Nada acontece por acaso

Houve um tempo em que eu era super ligada nessas coisas de superstição. Quando eu era adolescente acreditava-se em duendes e gnomos, lembram-se disso? Lojas inteiras, em bairros nobres da cidade, vendiam essas quinquilharias.

As pessoas também viajavam para lugares esotéricos atrás desses pequenos seres e juravam que os viam! Será? rsrsrsrsrs

Na virada do ano, eu passava de branco. À meia noite eu tirava os sapatos, subia em cima de uma cadeira, comia três uvas, fazia três pedidos, saia na porta de casa e entrava com o pé direito, enchia a boca com uma colher de lentilha, colocava uma folha de louro na carteira e guardava três grãos de romã o ano inteiro. Ah, ainda tinha que beijar um homem na virada da noite! Ai que preguiça de tudo isso! Isso quando o Reveillon não era na praia…além de tudo isso ainda tinha que pular as sete ondas.

Eu acredito sim nas promessas de fim de ano, mas elas só se concretizam quando nós fazemos tudo acontecer. E é claro que a gente sempre deseja tudo de melhor!

As coisas mudam quando a gente realmente quer e acredita que elas podem mudar. Nada acontece por acaso. Tudo se concretiza porque de alguma forma você idealizou aquilo para a sua vida. Já que é assim, comece a pensar diferente! Tenha determinação. Vá em frente, persiga os seus objetivos, seja persistente, acredite. Não pare na metade, vá até o fim.

Livre se das simpatias e superstições! Tenha fé! Acredite em Deus em primeiro lugar! Faça com que tudo seja diferente! Creia no seu poder e no seu potencial!

Se você quer mudar a sua vida, comece já!

Vai lá! Faça seu 2012 valer a pena! Seja feliz!

Não estamos na reserva!

Eu já disse aqui que esse novo tipo de relacionamento me assusta um pouco. Acho que é porque andei um pouco por fora. Quando estamos casadas ou num “relacionamento sério” com alguém – essa é a definição do facebook para namoros – não pensamos em mais nada que não seja o “ser” que está ao nosso lado.

O casamento, por pior que seja, nos dá certa segurança. Sabemos que ao chegar a casa, teremos alguém ao nosso lado. Ainda que chegue tarde ou que arrume um milhão de desculpas, sabemos que uma hora, o bendito volta! O “bambolê” dourado está lá, no seu dedo anular esquerdo e te faz lembrar todos os dias que você está casada, ainda que você viva uma relação fracassada e infeliz.

Confesso que para mim foi uma dificuldade tirar a aliança. Depois da separação, todos os dias eu mexia no meu dedo e sentia a diferença. A aliança ficou marcada por um bom tempo, em todos os sentidos.

Bom, voltando ao assunto. Tenho visto homens medrosos, inseguros e que se incomodam com mulheres independentes. E nós – desculpe a modéstia – estamos cada vez mais independentes deles! Claro que não queremos ficar sem viver um grande amor, mas nos viramos bem. Muito diferente do que acontecia antigamente: casou…é para o resto da vida! As famílias não aceitavam “devolução”. Agora a gente volta sim, mas não para a casa do papai e da mamãe. Mas para o nosso próprio lar!

Esse medo que os homens adquiriram das mulheres faz com que muitos deles tomem atitudes infantis. Eles acham logo de cara que queremos casar. Hello!!!??? Gato escaldado tem medo de água fria, certo?

A insegurança masculina, o medo de se envolver e de dar alguma coisa de errado leva os pretendentes a atirar para todos os lados. Eles se declaram seu namorado, te deixam na reserva e saem por aí a caça de novas aventuras. Mas se esquecem que nós estamos descoladas e batemos um bolão!

Pseudo-namorados…não estamos na reserva!  Jogamos na linha de frente e queremos fazer gol! Cuidado meninas! Eles estão por todos os lugares!

Laços de amizade

Hoje o dia amanheceu feliz. Mais um daqueles encontros deliciosos entre amigos. Como é bom poder estar entre gente como a gente. Nos despir de preconceitos e viver a experiência do amor fraternal.

Luciano Bellocchi é iluminado. Uma pessoa sensível e inteligente que fala com propriedade sobre aquilo que entende bem: o verdadeiro sentido da amizade. 

Ele nos brinda diariamente com seus comentários sinceros e verdadeiros. Pedi a ele que falasse sobre o nosso encontro e gentilmente ele escreveu sobre uma das coisas mais importantes da nossa vida: os amigos.

Não tenho mais o que falar.Leiam o texto e fiquem com a  certeza de que estamos contribuimos para um mundo melhor! Deixa a luz do céu entrar!

“Texto de Luciano Bellocchi

Engraçado, eu sempre fiquei pensando em que momento da vida foi criado esse sentimento….a amizade.

Quem será que compôs o primeiro par de amigos da face da terra?

Fico imaginando que eles devem ter tido muitas dificuldades nesse relacionamento, afinal foram os pioneiros em dar carinho, aparar arestas, serem muitas vezes incompreendidos e ainda assim estarem sempre de braços abertos para receber o outro quando preciso.

Bom, mas o tempo passou e hoje já sabemos muitas coisas sobre amizade.

Há de ser entender que a amizade não é algo somente que nos traz alegrias e esse é o maior desafio dela.

Há de se aceitar que se pode ter amigos diferentes de nós, em raça, religião, temperamento, criação, cultura. Isso na verdade não é importante na amizade.

Há de se saber que as regras principais da amizade são o respeito, a consideração, a tolerância e a humildade.

O respeito é primordial, aliás em qualquer tipo de relacionamento ele se faz necessário. Pessoas tem seus limites e esses limites devem sempre serem respeitados. O fato de termos amizade e intimidade com alguém , não nos dá o direito de violar certas regras que estão implícitas em uma amizade.

A consideração é um fator muito importante também. Não adianta sermos tudo de bom para alguém e nos momentos mais delicados e necessários para esse alguém, não termos a consideração que se resume na atenção devida.

Espera-se mesmo que a amizade, como qualquer outro sentimento, seja uma via de mão dupla. Não existe a possibilidade de só darmos, jamais recebermos e ainda assim sermos realizados nesse sentimento.

Não se trata de um “toma lá dá cá”, mas se trata de um “eu me lembro quando eu precisei e você esteve comigo, portanto agora você precisa e eu estou aqui”, e isso há de ser feito com um sorriso nos lábios e muito amor no coração.

A tolerância, talvez seja essa a parte principal.

Há de se entender que nenhum ser humano vive em total estado de bom humor a vida toda. Haverão dias que os ânimos não estarão bons, o coração de um deles não estará bem.

Isso sem contar que as pessoas em geral têm os mais diversos tipos de temperamentos e de atitudes.

Há de se saber que para se ter um amigo, alguns momentos desagradáveis dele teremos que suportar, passar por cima mesmo, ignorar, sabendo inclusive que ele em algum instante fará o mesmo por nós se for amizade verdadeira o que ele sente.

Há de se saber, aceitar e entender, que a perfeição em termos de ser humano não existe, cometemos todos, diversas vezes, falhas, enormes falhas. Nenhum de nós é o rei da verdade, nenhum de nós está certo o tempo todo…..em algum momento o nosso amigo é que será a parte certa e por mais que o nosso orgulho nos impeça de dizer, teremos que aceitar.

A humildade há de precisar estar presente sempre.

Amigos que não convivem com isso, dificilmente conseguirão levar uma amizade avante.

Há de ser ter humildade pra dizer coisas simples:

Eu não sei,você me ensina?
Eu não consigo,você me ajuda?
Eu não posso, tenho medo, você vai comigo?
Eu errei, me perdoa?
Eu me arrependi, você me desculpa?
Eu não fui fiel a você, me dá outra chance?
Eu disse o que não devia, você pode esquecer?
Eu ando negligenciando nossa amizade, você me permite recuperar esse tempo perdido?

Ser humilde numa amizade, não significa se humilhar, significa provar ao outro o seu grau de importância na nossa vida.

Por fim, uma amizade há de ter altos e baixos sim, há de atravessar furacões, cair em abismos, há de se despedaçar toda……mas se for amizade de verdade, há de voltar, envolta em ferimentos, apoiada numa bengala, sangrando até…e há de encontrar o seu companheiro com o curativo nas mãos, amor no coração e disposto a dar o perdão!

Ser amigo, é todos os dias aprender alguma coisa nova, é sempre ter algo de que se arrepender por alguma coisa que se deixou de fazer.

Ser amigo é principalmente dividir uma emoção, saber acalentar um coração e deixá-lo voar pra longe de nós quando ele precisar.

Mas ser amigo é especialmente se recolher num cantinho e esperar esse coração voltar pra nossa mão no momento que ele achar que é bom.

Eu tive a chance de escolher minha família aquela que Deus nos dá a oportunidade de escolher, os amigos !!! Fico impressionado como eu escolhi bem!!

Amo vocês, obrigado !!”

Alexandre Tambasco e o seu maravilhoso show de gaita!

Como se livrar do seu ex

A Marcinha Wolff é uma amiga querida! Ela escreve muito bem e é bastante criativa. Adorei o texto que dá dicas para esquecer o “seu ex”. Quero dividir com vocês essa crônica leve e bem humorada de autoria dela que fala sobre esse assunto.

Divirtam-se!

Dez dicas de como esquecer alguém e seguir a sua vida:

1. Troque a “playlist” da sua vida. Pare de ouvir música sertaneja e pagode, não adiante negar, eu sei que você está ouvindo alguma coisa como “Você vai ver – Zezé de Camargo e Luciano” (logo abaixo) ou coisa pior. Se é para ouvir música de corno, faça com estilo, escute “O mundo é um moinho – Cartola” ou “Olhos nos olhos – Chico Buarque”. Dor de cotovelo não é desculpa para os ouvidos doerem também…

2. Comparações são inúteis. Ninguém é substituível quando falamos de pessoas e isso acontece porque elas são únicas, portanto não adianta comparar. Porém, o cargo de namorado/marido/amante é substituível sim! Fatalmente não será igual, mas qual o problema em ser diferente? De novo, o medo, só que agora, do desconhecido…

3. Pense no depois de amanhã. Já pensou se o seu “mal estar” durasse igual ao conflito dos palestinos? Aí sim você estaria encrencada… Mas, não é caso, acorde para vida que o horizonte lhe parecerá mais bonito e atraente. Pense em como as coisas eram antes do relacionamento que acabou. Imagino que você conseguia ser feliz antes e se isso acontecia, com certeza, continuará acontecendo depois. Largue o osso!

4. Eu queria… Acabou esse negócio de “eu queria…”, liste as coisas que gostaria de fazer e que não fez, lugares também vale. Vá e faça!

5. Visite seus familiares e amigos. Boa parte das alucinadas esquece que tem amigos ou parentes quando entram em relacionamentos. Que tal dar uma visitada no povo? Agora vê se toma vergonha e não faz mais isso de sumir, é feio.

6. Retome seu networking. Quase sempre que “perdemos” (eufemismo puro, quem achar novamente ganha um doce) alguém ficamos sem chão, meio como cachorro que cai da mudança. Mas, não há motivo para ficar assim. Sugiro que se integre a grupos de interesse, por exemplo, se você gosta de cozinhar, vá fazer um curso, interaja com pessoas que também gostam. Se você gosta de internet, faça parte de comunidades, sempre tem eventos para ir e bater papo e conhecer pessoas bacanas.

7. Desapegue da figura do príncipe encantado. Quase toda mulher carente acha que o próximo da vez tem a obrigação de ser o príncipe encantado que deverá levá-la para o altar. A coisa não funciona assim. As desesperadas já começam a relação no rock sem antes dançar uma música lenta. Se o cara chega e percebe que a mulher está fora de controle, é óbvio que se assusta.

8. Faça um aquecimento. Entenda quais são suas qualidades e as trabalhe, não esqueça de fazer isso com os defeitos também. Não posso dizer que ninguém atura uma mulher com síndrome de perdedora, simplesmente porque não tenho procuração de todo mundo, mas acredito que a maioria detesta o aspecto sofredor “ninguém me ama e ninguém me quer”.

9. Reveja conceitos. Procure rever a forma com que você entende os relacionamentos, se já é costume seu incorrer nos mesmos erros ou projetar as mesmas expectativas sobre os outros , acho que é hora de pensar. Uma coisa é uma eventualidade, outra muito diferente é a recorrência. Talvez algumas emoções e pensamentos não foram trabalhados como deviam, se precisar de ajuda, recorra a um psicólogo.

10. Aceite o fim de tudo. Preciso te dizer uma coisa, todo mundo morre! Algum dia, eu, você e todos os que conhecemos vamos morrer, isso é um fato. Sendo assim, pare de achar que as pessoas são eternas e de sua propriedade. O cara não é seu namorado/marido, ele “está” seu namorado/marido. Já que as coisas são assim, não perca mais seu tempo discutindo ou procurando pêlo em ovo, na próxima vez, tente ser mais feliz, é certo que tudo acaba, mas isso não nos impede de curtir cada segundo. Sempre haverá uma próxima vez até não haver mais. Sacou?

Texto de Marcinha Wolff

Chama o síndico!

Eu sempre acredito que as coisas podem mudar. Aprendi a não aceitar “não” como resposta. Ainda que seja difícil transformar uma situação, nem sempre é impossível.
A única coisa que não tem solução é a morte, não tem como escapar. O resto dá-se um jeito.
Acabo de ser eleita síndica do meu prédio. Tudo começou em março desse ano quando questionei os altos valores cobrados pelo meu condomínio. Tenho uma amiga que também não se conformava com a situação. Todos diziam que era impossível mudar, que não havia meios para se abaixar a mensalidade condominial.
Com a ajuda dos advogados preferidos da família Palazzi (rsrsrsrsrs) elaboramos um documento com orçamentos e novas propostas para que o condominio pudesse ser modificado. De apartamento em apartamento, um por um, conseguimos a adesão da maioria dos moradores e provamos tim tim por tim tim tudo o que poderia ser feito. Conseguimos bons colaboradores que colocaram a mão na massa e nos ajudaram nas decisões.
A partir do próximo ano teremos uma redução drástica nos custos do prédio… e o melhor, sem perder a qualidade dos serviços e garantindo a segurança de todos os nossos condôminos.
Tudo isso só aconteceu porque tivemos vontade de mudar e acreditamos que era possível!
Qunando não temos fé, ficamos fracos para tomar decisões. E o velho ditado: “o que não tem remédio, remediado está” não vale para mim.
E lembre-se, caso necessite de alguma coisa…chama o síndico! Tim Maia! Rsrsrrsrs
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Eu quero inteiro

E não pela metade. Eu trabalhei com uma moça que tinha um caso com um homem casado. A relação já se estendia por muitos anos. Ela era solteira.

No celular dela tocava uma música especial quando ele ligava. Eram raras as vezes que isso acontecia. Mas eu sempre sabia quando ele telefonava por causa do toque do celular.

Um dia, numa conversa entre amigas, ela disse que não queria tocar no assunto comigo porque eu era contra aquele tipo de relacionamento.

Na verdade ela não estava tão enganada assim. Eu era casada na época e confesso que nunca trai meu marido. Quando soube que ela julgava que eu era contra a relação que ela mantinha, logo tratei de me defender: “Eu não sou contra casos extraconjugais, apenas não os quero para mim”.

Acho difícil dividir esse tipo de coisa. Não suporto nada pela metade. Não gosto de viver relações que não sejam intensas. Esse é o meu jeito. Bom para quem consegue. Eu não me contento com pouco.

No fim, lá no fundo, eu sabia que o homem com quem ela se relacionava nunca iria largar a mulher com quem era casado para ficar com ela. Isso era claro para mim.

Vejo muitas mulheres se iludindo dessa forma. Não só com homens casados, mas em relacionamentos que não levam a nada e nem a lugar nenhum. Pessoas conformadas e que se contentam com pouco. Relacionamentos que duram anos, mas sem nenhum compromisso. E não falo aqui de casamento não, mesmo porque ninguém precisa casar para ser feliz. Mas ninguém consegue ser feliz pela metade. Eu pelo menos não. Estou certa que essas pessoas ficam sempre esperando algo a mais, rezando por um telefonema, implorando por um encontro que acontece casualmente.

Pessoas que não se assumem e têm medo de se relacionar. Pessoas que seguem frustradas por nunca terem tido nada por inteiro e na esperança de que aquela relação um dia possa mudar.

Bom, se você vive assim, pare para pensar enquanto ainda há tempo. Ser feliz depende única e exclusivamente das escolhas que você faz para a sua vida.

Então pense bem: seu copo está meio cheio ou meio vazio?

Nada de cobranças

Que o mundo dos relacionamentos mudou isso já sabemos. Que há pessoas que acreditam e querem um relacionamento a dois também é certo. E olha que esse assunto gerou polêmica num dos meus últimos posts.

Mas retomando, vamos lá! Tenho ouvido cada estória!

Mulheres que mal começam a se relacionar com alguém e já se sentem donas do pedaço. Julgam-se no direito de cobrar posturas, exageram no ciúme e cobram nomenclaturas para o relacionamento. É claro que elas querem “namorar”! Nada como poder postar nas mídias sociais: “Fulana está num relacionamento sério com Cicrano” e logo ao lado aparece um coraçãozinho vermelho! Pronto, você se vingou de todos os seus ex e agora tem alguém para chamar de “seu”!

No dia seguinte, quando o seu novo namorado se dá conta de que você tornou público o seu relacionamento, ele já fica assustado e começa a pensar se fez a coisa certa! Agora todo mundo ficará sabendo! Adeus mulheres!

Bom, o fato é que cobrar alguma coisa logo de cara assusta os pretendentes. O barco tem que correr naturalmente. Se ele te quiser de verdade, as coisas vão rolar, mas nada de cobranças logo de cara! Nem homens e nem mulheres gostam disso. Assim as relações já começam erradas, doentes. Depois de certo tempo a gente tem direito sim de cobrar alguma coisa. E porque não se isso faz parte da natureza feminina? rsrsrsrs

Mas antes de tudo, jogue a isca, atraia e conquiste! Nada de arrumar confusão!  Se você cometer esse erro logo no começo, esteja certa de que você morrerá na praia. Se for inteligente e tiver um pouco de maturidade – aquela mesma que a gente adquire aos quarenta –  talvez você consiga o que tanto quer!

Então meninas, vamos lá! Nada como engolir uns sapinhos de vez em quando! Finja que não viu, respire fundo e conte até dez. Garanto que funciona muito bem!

 

Bendito celular!

Tem certas coisas que não imaginamos ficar sem. Eu vivo me perguntando como é que vivíamos antes sem algumas dessas tecnologias que temos nos dias de hoje.
O celular é uma delas. Quando éramos crianças não existia nada dessas coisas. Minha mãe nos deixava no shopping para patinar no gelo e marcava um ponto de encontro e um horário para nos buscar. E aí de nós se não estivéssemos lá na hora marcada! Esse era um dos programas preferidos da turma de quarenta aqui de São Paulo: patinar no gelo no Shopping Morumbi.
Hoje em dia as coisas estão bem mais fáceis. Minha filha de 7 anos já tem celular. E nós não conseguimos nos desconectar um minuto desse brinquedinho. Se um dia esquecemos o telefone em casa, parece que estamos despidos. Eu volto correndo para buscar. Minha vida está nesse pequeno aparelhinho que faz tudo para mim. Meus contatos, endereços, meus e-mails, fotos, mídias sociais, internet…o mundo anda comigo nas minhas mãos.
Mas concorda que há momentos que ficamos mal educados com o celular? Já reparou que hoje em dia nos restaurantes as pessoas fazem as refeições com o seu melhor amigo ao lado seu lado: o celular. Os amigos param de conversar para ler um MSN que receberam ou para tuitar alguma coisa na rede ou ainda para postar uma foto.
Concordo que às vezes é irresistível, mas é preciso resgatar um pouco do que andamos esquecendo por aí. Quantas vezes estamos conectados e esquecemos de ver detalhes importantes que estão ao nosso redor? Quantas vezes deixamos de fazer uma atividade qualquer para ficar plugado na rede?
Esse vídeo que apresento agora a vocês fez parte da palestra que ministrei com a Lilian Riskalla e nos faz pensar bastante sobre isso. Olha só que “puxão de orelhas”! Fantástica propaganda: DESCONECTAR PARA CONECTAR! Não preciso falar mais nada, não é?

Educação é tudo nessa vida

Não estou falando da obrigação que temos de dizer bom dia, boa tarde, por favor, e obrigado! Isso todo mundo aprende a fazer. Falo da educação, aquela que forma as pessoas de bem, pessoas melhores e que fazem a diferença.
Estive com amigos que há 25 anos não encontrava. Agora, aos quarenta – e todos tem a mesma idade – as diferenças de antes ficaram todas para trás. Encontrei pessoas de bem, pessoas honestas, inteligentes, bem sucedidas e que acima de tudo cultivam os valores que tanto a família como a escola lhes ensinou, principalmente no que diz respeito a amizade e a fraternidade.
A passagem de todos aqueles anos não nos fez esquecer os momentos que vivemos juntos e o amor verdadeiro que cultivamos um pelo outro enquanto convivemos juntos.
Tenho certeza que todos no fundo estavam pensando porque passamos tantos anos longe uns dos outros. Mas a vida toma rumos diferentes e esse foi o momento certo do nosso reencontro.
Como e bom estar entre pessoas que tiveram a mesma educação que você e que tem os mesmos valores que você cultiva e acredita.
Como e bom estar entre “gente como a gente”!
Despidos de todo e qualquer preconceito, voltamos a ser adolescentes, brincamos, demos risadas, lembramos-nos dos acontecimentos do passado, nos abraçamos e nos beijamos com amor verdadeiro, aquele que aprendemos a cultivar lá trás e que permaneceu até os dias de hoje. Aquele mesmo, que Jesus nos ensinou.
Obrigada amigos queridos, por mais um dia feliz e cheio de emoção! Aguardo ansiosa pelo nosso próximo encontro!

Homens são de Marte

Mulheres são de Vênus? Não sei não. Não estou vendo muitas diferenças entre os dois sexos, ainda mais quando se trata justamente sobre nada mais nada menos do que…sexo!

Eu sempre me aconselho com o meu irmão. Desde criança, ele sempre tentou me proteger dos gaviões que apareciam lá em casa. A coisa era tão complicada que certo dia um dos amigos dele pulou o muro para deixar uma declaração de amor na janela do meu quarto. Quando estava saindo sorrateiramente, deu de cara com o guarda da rua. O cara era cabra-macho mesmo! O pretendente recebeu uma bela enquadrada e no dia seguinte teve que se explicar para o meu irmão.Eu fiquei sem a cartinha e sem o namorado!

Enfim, retomando o nosso assunto. O Eugênio me disse que as coisas mudaram muito de uns anos para cá. Como estive casada por quase 10 anos, estou meio por fora do mercado. Ele me falou que atualmente homens e mulheres usam-se mutuamente, sem compromisso nenhum, principalmente na hora do sexo. Eu te uso, você me usa, e “adios”!

Nada de muito romantismo, nem um vinho antes, nem um cigarro depois. Se a transa for boa, pode até ser que se repita a dose. Caso contrário, relações cortadas pra sempre.

Se nos encontrarmos por aí, fingimos que nada aconteceu e ainda apresentamos os amigos em comum. Quem sabe pode rolar alguma coisa?

Homens com medo de se envolver porque sabem que as mulheres entraram na mesma onda que eles com relação ao sexo. Mulheres pulando de galho em galho, procurando diversão.

Meu conselheiro de muitos anos, esse mesmo que não me deixava namorar os amigos dele (mas eu namorei escondido mesmo assim) me diz que não é bem assim. Muitas mulheres mal resolvidas na cama e homens solteiros e sozinhos a procura de não sei o quê.

Bom, essa banalização me assusta um pouco. Fico cá pensando com os meus botões…Será que é possível ser feliz assim?

Ai, ai, estava com saudades de postar por aqui!

Brigas em família

Vai me dizer que na sua não tem? Nos almoços de domingo geralmente tudo acontece. O motivo? Geralmente por causa de um brinquedo jogado na sala, uma criança que passou correndo pelo corredor, uma palavra a mais, uma palavra a menos. TPM nas mulheres, cervejinha para os homens.

E de repente, assim, sem mais nem menos, aquela confraternização vira um terremoto. A casa treme. Um grita daqui, o outro dali. As crianças se escondem em qualquer lugar. Umas choram, outras entram na discussão.

No final, aquilo que era para acabar bem, acaba muito mal. Todos se vão, tristes e magoados. Ao chegar a casa, pensam sobre o que fizeram e principalmente sobre o que falaram e escutaram. Todos saem feridos e machucados e refletem sobre como tudo poderia ter sido diferente. Arrependem-se do que falaram e lamentam a proporção que a briga tomou.

Eu já disse aqui no blog que “A família é o berço de tudo”. E se acreditamos mesmo nisso, sabemos que “lá em casa” também é lugar de lavar roupa suja. Faz parte. Ainda mais com a vida que levamos, com todos os problemas e com todos “os sapos que engolimos” todos os dias.

Minha mãe diz que muitas vezes o filho agride a mãe porque sabe que sempre haverá perdão. E nós mães, sabemos bem disso. Esse nosso amor universal e incondicional pelos filhos não nos permite guardar mágoas. Ainda que as palavras sejam duras, lá no fundo, conseguimos esquecer e perdoar.

Às vezes é preciso sim colocar os pingos nos “is”. Dar o braço a torcer, ainda que você tenha razão, também faz parte. O melhor é deixar as palavras se perderem no tempo e permitir que o amor fale mais alto.

É isso aí. Domingão tem mais um almoço lá em casa!

Pra se divertir um pouco, aí vai uma música clássica do Titãs…quem não se lembra?

Impondo limites

Eu já disse a vocês que não sou nenhuma expert na arte da educação. Como mãe, cometo erros e muitas vezes, falho. Mas sempre na tentativa de agir corretamente e acertar na formação das minhas filhas.

Essa nova realidade em que as mães trabalham e participam da gestão do lar ou ainda das mulheres mais independentes que por alguma razão fazem o papel duplo de pai e mãe tem gerado alguns conflitos na educação dos filhos.

Tenho visto por aí muitas coisas erradas. Mães que se sentem culpadas porque trabalham a maior parte do tempo, tentam suprir os seus filhos cedendo a todas as suas vontades. São subservientes e carentes de amor.

Mães que superprotegem os seus filhos e tomam a frente em tudo. Os filhos, por sua vez, tornam-se reis e rainhas de seus lares porque sabem a quem recorrer em qualquer situação. Mandam e desmandam ao seu bel prazer: fazem birras, agridem com palavras e até mesmo fisicamente. Tenho visto crianças mimadas, donas de si, totalmente sem limites!

E vejo mães sem saber como agir quando o filho tem um ataque de nervos em público ou até mesmo dentro de casa. Esses pequenos seres sabem bem como fazer isso e, esperam sim, uma resposta de seus genitores. E nós, pais e mães, temos a obrigação de impor esses limites aos nossos filhos, ainda que isso nos doa na alma.

As frustrações fazem parte da vida. Cada um tem que saber lidar com os seus próprios conflitos. Se as crianças não aprendem a superar os seus problemas, não amadurecem.

Falar “não” é difícil, mas necessário. Impor limites faz com que o seu filho cresça mais confiante. E depois de alguns anos, a gente entende bem melhor os “nãos”  que recebemos na vida!

Brincadeira de criança

A Rafaela e a Giovanna, minhas filhas de 7 e 5 anos, descobriram que eu também tive infância. Agora não passo uma noite sequer sem contar uma história de quando eu era criança. 

Geralmente elas pedem para eu falar sobre algum episódio em que eu tenha “me dado mal”. E lá vou eu buscar lembranças do fundo do baú! 

Depois que temos filhos, sempre comparamos o tipo de infância que tivemos com o mundo das crianças de hoje. A diferença é brutal, concorda? Na época dos nossos pais também era.

Meu pai nos fez reviver coisas da infância que ele teve. Na nossa casa, tinha peões e estilingues que ele mesmo fabricava. Ele comprava varinhas e papel de seda e nós ajudávamos a fazer pipas e balões. Ele também tratou de confeccionar alguns carrinhos de rolimã. Ah, esses eram os mais divertidos.

Nas festas juninas, sempre estourávamos bombas e rojões. Uma das nossas brincadeiras era acender as bombas e colocar uma lata vazia em cima. A gente adorava ver aquilo explodir e a lata ir lá pra cima.

Eu era daquelas meninas que adorava brincar com os meninos. Minha brincadeira preferida era subir no telhado da casa da minha mãe e soltar bolinhas de sabão. Meu pai preparava a argola de arame com algodão para que a bolinha saísse perfeita. Eu passava horas naquele lugar admirando as bolhas estourarem. Mas quando minha mãe descobria que eu estava lá no telhado, escondida, já sabia que eu ia apanhar! Era um Deus nos acuda! E quem disse que eu deixava de subir novamente? Sempre dava um jeitinho.

Tenho recordado muito a minha infância. E essas histórias são espetaculares para as meninas. Precisa ver a carinha delas quando conto esses casos. Elas passam dias relembrando.

Ser mãe é mesmo uma única e deliciosa aventura.

O mundo das ideias

Quem nao se lembra da famosa série Agente 86? Maxwell Smart era um detetive que tinha uma artimanha especial. Quando se encontrava em alguma situação de risco, tirava um dos seus sapatos, abria o solado e telefonava para a agente 99!

Talvez tenha saído daí a ideia de se criar um dos acessórios mais populares dos dias de hoje, o qual não conseguimos mais viver sem: o celular.

A grande verdade é que tudo o que se concretiza no mundo material surge de uma ideia ou de um pensamento que temos.

Acabo de ler o livro: O Segredo. Não sou muito adepta a esses livros de auto-ajuda, mas a leitura me fez pensar bastante e cheguei a algumas conclusões. De acordo com o livro não só as coisas materiais se concretizam, mas tudo aquilo que idealizamos acontece. O livro não fala de Deus. Ele se refere ao Universo como um grande catálogo onde você pode pedir ilimitadamente todas as coisas que deseja para a sua vida, basta acreditar.

Ao ler o livro, fiz um retrospecto da minha vida e descobri que tudo o que eu realmente quis, todas as coisas que eu mais desejei, aconteceram. Uma delas, e a mais importante, é a de que eu sempre quis ser mãe de duas meninas. Entre outras coisas que acreditei e conquistei para mim. Ah, o blog também e uma delas!

Na verdade tudo depende da sua concentração. E olha que não e fácil policiar os pensamentos, ainda mais diante de todas as dificuldades que passamos na vida. Mas eu não desisto. O Universo se tornou para mim muito próximo. O meu catálogo está lotado de pedidos. Alguns deles já começaram a se realizar. Muitos outros estão por vir.

Então, vamos lá! Pegue o seu catálogo nas mãos e comece a pedir, sem limites! E acredite: o Universo conspira a seu favor. Portanto, peça direito, heim?

Dá uma olhada nesse vídeo. Você tem alguma dúvida de que logo, logo, isso se concretizará?

Príncipes desencantados

Essa nova realidade das famílias e dos relacionamentos às vezes me assusta um pouco. Não sei se para mim é tudo novidade ou se as coisas realmente mudaram. O que tenho visto por aí é que os homens andam com medo de se relacionar. Não querem nenhum tipo de compromisso. O amor ficou meio que descartável. O importante é “curtir” o momento. Esqueça o dia seguinte!

As mulheres, por sua vez, também entraram nessa onda. Mas, como são mais sensíveis, muitas vezes “quebram a cara”. Ficam esperando os homens ligarem no dia seguinte. O telefone não toca e não dá nem um sinal. Muitos deles, não se dão nem ao luxo de pegar o número. Então fica assim: a gente se vê por aí!

Novos modelos de relacionamento vão surgindo onde homens e mulheres estão cada vez mais independentes um do outro, não só na parte financeira, como principalmente na sentimental. Cobranças? Nem pensar! Nem de um lado, nem do outro.

Príncipes encantados existem sim: nos livros de estórias infantis. As “Amélias” de antigamente estudaram, foram para a rua, aprenderam a ganhar dinheiro e a serem independentes. Não precisam mais sair por aí procurando sapos para beijar porque já sabem que eles não se transformam mais. Os lobos maus geralmente são mais interessantes. O duro é que nem sempre esses enredos terminam com um final feliz.

Apesar dessa nova realidade, não posso deixar de acreditar no amor. Ainda que não seja para a vida inteira, que seja eterno enquanto dure!

Amigos príncipes! Além de desencantados, vocês estão muito desencanados! “Bora” fazer essa mulherada feliz?

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